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MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL - PROFESSOR FÁBIO VIOLIN
A FORÇA DO EXEMPLO


Professor Fábio L. Violin é Mestre em Estratégias e Organizações pela UFPR, Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico pela PUC-PR e Professor Universitário, Palestrante e Consultor de Empresas.

Agradeço a gentileza do Professor Fábio em ser um de nossos colaboradores.



A FORÇA DO EXEMPLO
Autoria de Fábio L. Violin

A força de um exemplo supera toneladas de palavras e conselhos.
Fábio L. Violin

Nas olimpíadas de 1968, no México o tanzaniano John Stephen Akwari cruzou a linha de chegada uma hora e meia após o último maratonista, chegou com a perna enfaixada e manchada de sangue, ferido e com dor, mesmo assim foi até o fim.

Quando questionado a respeito da razão de não ter abandonado a prova já que estava ferido Akwari respondeu "Meu país não me mandou atravessar 14000 quilômetros de distância para competir apenas na largada". "Meu país me mandou aqui para completar a prova".  Este atleta não ganhou a prova, mas foi aplaudido pelas pessoas que ainda estavam presentes como um verdadeiro campeão.

Nas olimpíadas de 1984 na prova da maratona feminina o mundo viu a americana Joan Benoit vencer a prova, a frente da favorita, a norueguesa Grete Waitz - que havia superado a americana em 10 das ultimas 11 provas. Mas, para muitos, a imagem duradoura da perseverança e resignação humana é atribuída a Gabrielle Andersen-Scheiss, que neste mesmo dia arrastou-se quase cambaleando pelos 400 metros finais da prova por quase longos 7 minutos, totalmente prostrada. Incentivada pela multidão Gabrielle cruzou a linha de chegada de forma dramática, com dores, cambaleante e quase movida apenas pelo desejo de chegar, o corpo praticamente já não respondia mais.

Esta corredora chegou ao final da prova, totalmente castigada pelos efeitos do intenso calor daquele dia. Foi o 37º lugar mais aplaudido da história das olimpíadas.Muita gente ainda se arrepia ao assistir ao vídeo ou ver alguma foto desta atleta.

Uma senhora fez uma longa viagem para falar com Ghandi. Ao ser recebida, disse:
- Mestre este meu filho tem diabete. Por favor, peça a ele que pare de comer açúcar.
Ghandi respondeu:
- Minha senhora, peço que retorne daqui a duas semanas.

Passados 15 dias a senhora voltou com o garoto e imediatamente ouviu o mestre solicitar ao menino para parar de comer açúcar.
A mulher ficou intrigada e perguntou:
- Mestre, por que o senhor não lhe disse isso 15 dias atrás?
Ghandi respondeu:
- Como eu poderia pedir algo a ele se eu mesmo não fazia.

Estas pessoas são lembradas e aclamadas por seus exemplos, cada uma a sua maneira, cada uma da melhor forma que podia deixou marcada a mente daqueles que conhecem sua história, são pessoas que demonstraram a força do exemplo.

Freqüentemente, em palestras ou cursos pergunto as pessoas: Quem é seu herói ou quem você mais admira no mundo? A resposta mais freqüente é: meu pai ou minha mãe ou ainda meus país.

E a razão de serem considerados ídolos ou heróis não é simplesmente pelo fato de terem um laço de sangue, mas fundamentalmente por ensinarem (bem ou mal) coisas da vida. Por agirem de forma a influenciar o comportamento dos filhos, sua visão de mundo, seus valores, tudo isto pelo exemplo. Tendemos a ouvir ou seguir aqueles que prioritariamente nos conquistam ou nos mostram com ações, com seu exemplo os caminhos mais corretos, os perigos a serem evitados ou o erro que estamos cometendo ou prestes a cometer. Nada é mais forte do que o exemplo.

Existem diversos responsáveis por empresas ou grupos de pessoas que pregam isto e aquilo, que dizem o que deve ser feito, que expressam o que querem e dão a impressão de saberem para onde conduzem os resultados, mas apenas falam, seus atos não correspondem ao que pregam, e os resultados são: colaboradores frustrados, pessoas que não compram e muito menos vendem as idéias que foram pregadas, descontentamento e críticas.

Os exemplos podem vir do cotidiano de pessoas comuns com atitudes incomuns, como o caso real de uma dona de faculdade. No começo ajudava a limpar as salas, organizar e limpar os banheiros, arrumar a biblioteca entrava em sala de aula e ainda tinha tempo para cuidar do crescimento, dos problemas e das reclamações dos alunos além de cuidar da criação dos dois filhos.Ela mostrava com seus atos o que deveria ser valorizado dentro da faculdade.

O resultado: quatro unidades, mais de 5000 mil alunos e uma reputação sólida, o respeito dos concorrentes, a admiração de seus funcionários e, sobretudo o orgulho de seus alunos em estarem estudando em uma instituição séria e progressiva.

Ao contrário, também temos os exemplos ruins, como o curioso e desconcertante caso de uma secretária de advogado. Ela estava completamente frustrada e desmotivada em função de como seu “chefe” trabalhava. Ele dizia que ela deveria tratar o cliente como um rei, dar atenção, não fazê-lo esperar, que deveria se organizar e anotar tudo, que ela era sua “escudeira”, o primeiro contato com o cliente, sua porta voz e representante. Mas freqüentemente ele não lembrava de dar retorno ao cliente, e em uma de diversas vezes o cliente chegou ao escritório e disse que tentou entrar em contato várias vezes por telefone, mas não recebera nenhum retorno - a secretaria havia passado os recados e lembrado de que o cliente estava esperando o contato. O advogado simplesmente repreendeu a secretária na frente do cliente dizendo que não sabia da situação e que ela seria responsabilizada por isto, entrou em sua sala com o cliente e depois fingiu que nada aconteceu. Para se livrar do problema, culpou outra pessoa, sua fiel “escudeira”.

A gestão pelo exemplo deveria começar a ser tratada com a importância que tem e a influência que exerce no dia-a-dia. Pequenos gestos, comportamentos e maneiras de lidar com os problemas levam aos demais nossa imagem que é processada pelos clientes internos (colaboradores) e também externos (reais e potenciais).

A velha frase ‘faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço” deve ser abandonada. As pessoas estão cada vez menos tolerantes com aqueles que pregam a mudança e são os primeiros a boicota-la. Que dizem que a organização é importante e não cuidam sequer da arrumação da própria mesa. Que dizem terem o foco no cliente, mas se escondem quando há problemas ou pior perdem clientes em função de seu descaso, arrogância ou prepotência.

Trabalhe a força do exemplo positivo e você verá como se torna mais fácil vender idéias e comprometer pessoas.  Os exemplos estão ai para quem quiser ver.

Professor Fábio L. Violin
Mestre em Estratégias e Organizações _ UFPR
Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico – PUC-PR
Professor universitário, palestrante e consultor de empresas.
E:mail: flviolin@hotmail.com ou flviolin@terra.com.br


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