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GOTAS DE REFLEXÃO - EVANGELHO DOMINICAL

Colaboração Especial do Diácono José da Cruz - Homilias Dominicais

Acostume-se a ler a Bíblia! Pegue-a agora para ver os trechos citados. Se você não sabe interpretar os livros, capítulos e versículos, acesse a página "A BÍBLIA COMENTADA" no menu ao lado.

Aqui nesta página, você pode ver as Leituras da Liturgia dos Domingos, colocando o cursor sobre os textos em azul. A Liturgia Diária está na página EVANGELHO DO DIA no menu ao lado.
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30.08.2009
22º Domingo do Tempo Comum - Ano B - Verde

__ “Este povo me honra com os lábios, mas o coração está longe de mim.” __

Comentário: Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs! As leituras de hoje nos falam dos mandamentos de Deus. São sábios e quem os observa terá a vida. Diz Moisés na primeira leitura: “Se vocês obedecerem, viverão, entrarão e tomarão posse da terra que o Senhor lhes dará”. Mas a observância, nos diz Jesus no evangelho, não é exterior, tem que vir do coração. Para isso é necessária, antes de tudo, a conversão. Uma sociedade sem esta obediência terá conflitos, lutas, violência, roubos, assassinatos, adultérios e insegurança. Isto será fonte de morte e não de vida. As leis do Senhor são justas. Recordemo-nos sempre: nosso Deus está próximo de nós e atento aos nossos pedidos.

(coloque o cursor sobre os textos em azul abaixo para ler o trecho da Bíblia)

SALMO RESPONSORIAL Sl 15(14): - "Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo habitará?"

SEGUNDA LEITURA (Tg 1,17-18.21b-22.27): - "São Tiago nos ensina que se deve observar a palavra do Senhor que foi plantada dentro de nós e que é capaz de salvar nossas vidas. Insiste que não sejamos simples ouvintes da palavra, mas praticantes."

EVANGELHO (Mc 7,1-8.14-15.21-23): - "Jesus, respondendo aos fariseus, ensina como se deve observar os mandamentos de Deus: é com o coração, é com a alma. Deus olha o interior de cada um. É dali que saem as más intenções ou os gestos de amor. "



- "A FONTE DO BEM E DO MAL"

Na relação com Deus, o moralismo exacerbado é algo abominável, nascido no rigorismo de normas e preceitos, sendo um fardo insuportável que as pessoas vão arrastando vida afora, achando que isso as faz merecedoras da Salvação que Deus oferece. Os inventores dessas mil “regrinhas” para se conseguir a salvação, se deleitam em ensinar as pessoas a andarem, naquilo que eles têm a coragem de chamar de “caminhos do Senhor”. A Santa Igreja tem o seu Código de Direito Canônico, que tem como objetivo ajudar o cristão membro da Igreja, a viver santamente desfrutando ao máximo da graça e santidade que Jesus oferece, entretanto, não é a pura observância dos cânones, que irá levar alguém a fazer a experiência de Deus em sua vida.

O problema está em que, com tantas regras e normas, muitas vezes inventadas por lideranças religiosas, pastorais, movimentos e associações, abafa-se na vida do cristão aquilo que é essencial, uma relação com Deus a partir do seu íntimo, isso é, a partir do coração, centro de decisão e da Vida. A pregação de que devemos fugir das coisas do mundo e só buscar as coisas de Deus, é perigosamente alienadora, pois agindo nessa linha, tudo aquilo que é humano, e que não faz parte da esfera do sagrado, torna-se profano e portanto, motivo de condenação ao pecador.

Conheci um deficiente visual, que tocava sanfona no Mercado Municipal, para ganhar uns trocados, e o seu repertório, bastante variado, agradava a todas as idades. No final do dia embolsava as doações e ia embora, todo feliz. Sempre alegre e extrovertido, era alguém feliz e que sabia fazer feliz as pessoas que o rodeavam para ouvir suas músicas ou suas histórias engraçadas. Um dia alguém o levou a uma igreja cristã e depois de algumas participações começou o processo de sua conversão, e daí, uma vez convertido, e tendo conhecido Jesus, foi orientado para que não mais tocasse aquelas músicas do mundo, que eram pecaminosas diante de Deus, e assim, o “Ceguinho da Sanfona” como era mais conhecido, mergulhou numa grande tristeza que acabou em depressão, nunca mais o vi.

Os Fariseus eram pessoas muito piedosas e fiéis ao judaísmo, mas entre eles havia os “fanáticos” que observavam rigorosamente todas as leis e normas, e adoravam impor o cumprimento da mesma aos demais. Os discípulos de Jesus andavam muito felizes por tê-lo encontrado, e a alegria era tanta que nem se importavam com certas regras, entre elas a de lavar as mãos antes de tomar refeições, e não o faziam por despeito ou por provocação aos Fariseus, é que realmente o encontro com Jesus de Nazaré despertara neles algo novo e inaudito, que nenhuma religião tinha ainda oferecido, era algo que vinha de dentro, do mais íntimo do seu ser, mas os Judeus do Farisaísmo cobraram de Jesus a observância da lei “Por que os seus discípulos não lavam as mãos antes de comer, como faz um judeu piedoso?”. A novidade maravilhosa que Jesus oferecia, não era mais importante do que o cumprimento da lei.

Como é triste quando na comunidade as pessoas são cobradas por alguns, que se julgam justos e Santos, cobra-se conversão, exige-se coerência de vida, retidão de caráter, testemunho de vida, conduta moral irrepreensível, principalmente desprezar e fugir de tudo o que não é sagrado. Ocorre que as pessoas que não tem esse perfil, ou não são perseverantes acabam deixando a comunidade, uma vez que se sentem constrangidas por ficarem ouvindo “pelas costas” a respeito de sua vida “torta”.

Jesus dá um basta a toda essa hipocrisia e coloca uma relação nova com o Pai, não mais a partir da conduta e aparência exterior, mas sim do coração, fonte do bem e do mal, sendo que o que dele provém é que determina as nossas ações, podendo contaminar com o mal, ou contagiar com o Bem. A partir dessa verdade, ninguém mais poderá ser julgado, uma vez que só Deus tem acesso ao coração humano, onde o seu amor de Pai, manifestado em Jesus, transborda o coração dos que nele crêem, fazendo-o irradiar esse amor por onde andam, pautando todas as suas decisões e atitudes, a ponto de São Paulo dizer, “que o amor é a plenitude da lei.”

De que adianta saber lavar corretamente jarras e copos, ou tomar banho cada vez que se chega da praça, como os fariseus? Não freqüentar certos ambientes ou casas, evitar a companhia de certas pessoas, não ler certas revistas, não assistir certos filmes, mas ter o coração cheio de mágoa, rancor, amargura? E mais ainda, destilar o veneno da intriga, da desconfiança, provocar ou sentir inveja, ciúmes? Toda e qualquer preocupação com ações exteriores, só será edificante se o coração estiver convertido, caso contrário, ressoará em nossos ouvidos a severa advertência do Senhor, com relação ao Farisaísmo desde século “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim”. (22º. Domingo do Tempo Comum)

José da Cruz é diácono permanente
da Paróquia Nossa S. Consolata-Votorantim
e-mail:jotacruz3051@gmail.com



23.08.2009
21º Domingo do Tempo Comum - Ano B - Verde

__ “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna.” __

Comentário: Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs! As leituras de hoje encerram a reflexão sobre o tema da Eucaristia, interrompido domingo passado com a festa da Assunção. Depois que Jesus insistiu que se deve comer seu Corpo e beber seu Sangue, muitos discípulos se afastaram dele porque não acreditavam e diziam: "Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?" E Jesus se volta para os doze e pergunta: "Vocês também querem ir embora?" Temos então uma escolha para fazer: ou ficamos com o Senhor, assumindo as conseqüências dessa escolha, que são vida de Deus, força de Cristo e também sacrifício, perdão, misericórdia; ou vamos atrás dos outros deuses, como nos diz a primeira leitura, e que são prazeres, orgulho, egoísmo. Devemos responder como São Pedro: "A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna". É a Eucaristia o ponto de união ou divisão. Ou ficamos com o Senhor, comendo sua carne e bebendo o seu sangue, ou vamos por outros caminhos. Não há meio termo. Hoje, no mês vocacional, celebramos o dia do leigo. É aquele que consagra sua vida a serviço do evangelho, pregando em todos os lugares, com o exemplo e a palavra, a mensagem de Jesus. Como político, dentista, operário, professor, ele é a voz e a mão de Deus. De modo todo particular, rezemos pelos nossos catequistas que trabalham diretamente na evangelização.

(coloque o cursor sobre os textos em azul abaixo para ler o trecho da Bíblia)

SALMO RESPONSORIAL Sl 34(33): - "Provai e vede quão suave é o Senhor!"

SEGUNDA LEITURA (Ef 5,21-32): - "A família cristã deve dar testemunho da fé no meio dos homens. S. Paulo fala ao marido e à mulher da santidade do amor conjugal e os ensina como deve ser o relacionamento mútuo."

EVANGELHO (Jo 6, 60-69): - "Como aos apóstolos, Jesus nos coloca diante de uma escolha: ou acreditamos nele e na Eucaristia através da qual ele nos dá a própria vida do Pai e permanece conosco ou podemos ir por outros caminhos. Mas se não comermos a sua carne não teremos a vida em nós. "



- "A QUEM IREMOS?"

No colégio onde estudei, nas aulas de Educação Física, vem em quando o Professor nos exercitava com a prática de futebol, inclusive ele próprio atuava em uma das equipes. Não era um “racha” qualquer daqueles que jogávamos nos finais de semana, mas o professor, ao escolher a sua equipe, não considerava muito a habilidade do atleta, mas sim a sua disposição física, o seu esforço pela equipe, ele era rígido na disciplina, exigia o máximo de cada um, nas disputas de bola, na marcação, na estratégia do ataque, no seu time ninguém “empurrava com a barriga” ou fazia corpo mole, nesses coletivos, a equipe disciplinada do “Sêo Armandão”, via de regra superava o time adversário, onde as vezes atuava os “craques” da escola, pois apregoava sempre, que um time vencedor deve saber aliar habilidade, disciplina e uma boa técnica, capaz de mudar a estratégia quando necessário. Os alunos do colégio o chamavam de “Marechal”, ele era por aquele tempo um Felipe Scolari, e em competições escolares abertas, sua equipe conquistou muitos troféus. Interessante que os que se achavam “craques”, não gostavam muito dessa “linha dura” do Professor.

Lembrei-me do “Sêo Armandão”, quando refleti esse evangelho onde alguns discípulos de Jesus começaram a “afrouxar” diante das suas exigências, querendo fazer “corpo mole” e “empurrar com a barriga” os seus ensinamentos e a Verdade por ele pregada. Também hoje, nós cristãos, muitas vezes queremos viver um cristianismo arraigado na carne, sem encarar o desafio de vivê-lo em Espírito, e foi exatamente para isso que o Verbo Divino se encarnou em nosso meio, para que fosse possível ao homem carnal, viver no Espírito, sem ser um alienado. Praticar um cristianismo a partir apenas da carne, isso é, das realidades meramente humanas, é a grande tentação dos discípulos de hoje, onde muitos vivem uma religião de normas e preceitos, achando que basta cumprir tudo o que a Santa Igreja ensina, e se algo der errado, a culpa é da Igreja, poderíamos chamar a isso de tradicionalismo, pois na verdade era esta a posição dos fariseus e Doutores da Lei, que não aceitavam o advento da Salvação, presente na pessoa de Jesus de Nazaré.

A verdadeira prática do Cristianismo nos traz sempre o desafio da ascese, que significa fazer uma experiência profunda com Jesus na nossa vida, sem tirar os pés do chão da nossa história, e essa experiência querigmática só é possível quando nos abrimos ao Espírito do Senhor, presente em nossa fraqueza, e, portanto, o que está no centro do ensinamento de João às suas comunidades, é que nenhum recurso humano, científico, social, político ou até religioso, pode nos levar a essa ascese, só se aproxima dessa Verdade absoluta chamada Jesus, aqueles que o Pai atrair.

Em João 6, 51 encontramos a afirmação que deu margem a discussão de Jesus com os Judeus “Eu sou o pão vivo descido do céu,. Quem comer desse pão viverá eternamente.E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

No evangelho desse domingo, a discussão acontece no próprio grupo de seguidores, se entre os judeus, haviam aqueles que não acreditavam, era até compreensível, entretanto a situação torna-se mais grave quando entre os próprios seguidores, há discípulos que não têm fé, pois acham que ninguém consegue escutar a palavra, que é dura demais.

Dentro da Igreja há muitas maneiras, e todas elas válidas, de se fazer essa experiência com Jesus, entretanto, é preciso muito cautela para não se criar um cristianismo mais light, menos intransigente e radical, onde a gente possa fazer parte da Igreja, mas sem ter que vestir e suar a camisa, o engajamento pastoral ou a adesão a um Movimento ou Associação, pode sim gerar em nós a ilusão de que aquela prática é suficiente, e dependendo do modelo eclesiológico, ficaremos ancorados apenas na carne, nos recusando a “levantar vôo na ascese do Espírito” ou então tiramos os pés do chão, ignorando a carne que sustenta o Espírito, mergulhando na perigosa fé da magia. E quando se trata de coerência naquilo que se crê, Jesus não é de ficar alisando o “ego” dos seus seguidores, mas concede a liberdade da escolha “Vocês também querem ir embora?”. Pedro, falando em nome da comunidade, reconhece aquilo que os judeus rejeitam, nenhuma proposta ou ideologia humana, pode conduzir o homem a plena realização de si mesmo, só Jesus nos faz enxergar além dos horizontes humanos, comer a sua carne significa a aceitação radical da comunhão com sua pessoa, seu ensinamento e seu projeto de vida.

O apóstolo Pedro aceita viver nessa ascese do homem espiritual, mesmo ainda estando na realidade da carne, em outras palavras, aceita Jesus como Deus, Senhor e Salvador, de maneira incondicional “A quem iremos Senhor?” Tu tens palavras de Vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”. Enfim, o cristianismo será sempre uma proposta que nos obriga a fazer uma escolha e tomar uma decisão, a favor ou contra Jesus. Na vida de Fé não dá para “empurrar com a barriga” e fazer “corpo mole”, pois corre-se o risco de perder o “jogo”, que Cristo já venceu, com a encarnação, paixão, morte e ressurreição....(21º. Domingo do Tempo Comum)

José da Cruz é diácono permanente
da Paróquia Nossa S. Consolata-Votorantim
e-mail:jotacruz3051@gmail.com



16.08.2009
20º Domingo do Tempo Comum - Ano B - Branco - ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

__ “Todas as nações cantam as vossas glórias, ó Maria!” __

Comentário: Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs! Grande sinal apareceu no céu: uma mulher que tem o sol por manto, a lua sob os pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça.

(coloque o cursor sobre os textos em azul abaixo para ler o trecho da Bíblia)

SALMO RESPONSORIAL Sl 44(45): - "À vossa direita se encontra a rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir!"

SEGUNDA LEITURA (Coríntios 15,20-27): - "São Paulo reafirma o poder de Jesus Cristo perante a morte e seu poder absoluto sobre tudo na terra."

EVANGELHO (Lucas 1,39-56): - "Nesta passagem do Evangelho fica evidente a pureza e a beleza do sim de Maria."



- "O CÉU DE MARIA!"

Nesse Domingo a Igreja celebra a festa da Assunção de Nossa Senhora..

Maria foi assunta ao céu, elevada para junto de Deus em corpo e alma. Se Jesus nos abriu as portas do céu que estavam fechadas, Maria foi o primeiro ser vivente a entrar por ela. Na verdade, em Maria os Filhos degredados de Eva puderam sentir o “gostinho” da volta ao Paraíso e viver de novo na plenitude da comunhão com Deus, como era antes do pecado original. Na vida de Maria, desde o seu nascimento, até a sua “dormição” como preferem denominar o término da sua vida terrena os católicos ortodoxos, a gente vai aprendendo que o céu, dom de Deus, é também uma conquista do homem.

A partir de Jesus nos tornamos todos combatentes “Pois é preciso que ele reine, até que todos os seus inimigos estejam debaixo dos seus pés. O último inimigo a ser derrotado é a morte” afirma o apóstolo Paulo na segunda leitura desse domingo em 1Cor 15, 20-27, mostrando-nos que a conquista do céu vai acontecendo na medida em que, em nossa caminhada vamos combatendo e destruindo as forças do mal, que querem nos levar à morte, para longe de Deus e do seu Paraíso, que é o nosso destino glorioso.

É assim que a vitória de Cristo vai sendo confirmada, pois quando falamos que o céu é dom que Deus nos concede, estaríamos sendo ingênuos se imaginarmos que podemos conquistá-lo sem nenhum esforço. Mas o que mais nos surpreende nessa liturgia Mariana é a bela visão apocalíptica de João na primeira leitura, que vê no céu o sinal de uma mulher Guerreira, destemida e Vitoriosa, imagem que a Igreja atribuiu a Maria, pois para chegar vitoriosa no céu, Maria foi também vitoriosa na terra, aliás, a partir da obra que Deus realizou em Maria, o céu desceu a terra. “Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés, e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas”.

A visão do mal sempre é aterradora, mesmo em uma linguagem simbólica e figurativa como a de João “Um Dragão de sete cabeças e dez chifres, e sobre a cabeça sete coroas” Quem é que não se assusta diante de um bicho feio como este, com tanta força e poder?! Quem é que não se assusta com o mal hoje presente no mundo, marcado por tanta violência, medo, insegurança e o terror? Mas no espaço do céu, que é o lugar de Deus, esse mal tem o poder limitado. “Sua cauda varria apenas um terço das estrelas, atirando-as sobre a terra”, ou seja, a força do bem presente em Maria, consegue neutralizar as forças avassaladoras do mal. Mas quem é essa mulher ousada e vitoriosa, que chamamos de Mãe?

No evangelho festivo da Festa da Assunção, na catequese de Lucas percebemos algo encantador, que faz a diferença na vida de Maria, e que faz a diferença nossa vida também: A Força do Espírito de Deus! Prestemos atenção nas expressões verbais colocadas por Lucas, e que indicam uma ação imediata: Maria partiu – dirigindo-se apressadamente – entrou na casa e cumprimentou Isabel. Maria, essa mulher Guerreira e Vitoriosa, deixa-se mover no dinamismo do Espírito de Deus. Sua vida pacata na pequena Nazaré passa por uma “sacudida”, a partir de então, ela se moverá a partir do Espírito de Deus presente nela e que irá impulsioná-la a sair de Nazaré e a sair de si mesma, abrindo-se cada vez mais para Deus e os irmãos e Maria diante da revelação do anjo descobre a sua vocação de servir “Eis aqui a serva do Senhor...”

Tudo começou quando ela se fez pequena diante de Deus, é aí que o céu já começa a acontecer em sua vida. Quando os homens descobrem nessa vida a vocação para o amor, o céu já se faz presente. A entrada de Maria no céu, na Festa da Assunção, é apenas uma referência de sua glória, esta glória do Senhor que a envolveu totalmente, fazendo-a viver para Deus, sem deixar de viver para os irmãos. E quais são as conseqüências, na vida de Maria e em nossa vida, quando nos deixamos mover pelo Espírito Santo presente em nós? Isso é fácil de perceber nessa catequese de Lucas, olhando para a reação de Isabel - “Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria em meu ventre”. Quem é de Deus e a ele pertence e se entrega, transmite a paz verdadeira, o Shalon que traz alegria.

Quando o evangelho narra que Maria saudou Isabel, não foi uma saudação costumeira de Bom Dia ou Boa Tarde, mas sim a saudação desejando a Paz. Maria é anunciadora da Paz e portadora da Salvação, pois ali, naquela região montanhosa em casa de Israel, o Espírito de Deus transbordante em Maria, preenche também a Isabel e lhe revela: Chegou o Salvador, Deus já está entre vós! João dá cambalhotas no ventre de sua mãe e com ele a humanidade inteira pode pular e cantar, dançar e extravasar sua alegria: Jesus já chegou! Chegou através dos pobres e pequenos como Maria e Isabel.

Nossos sonhos e esperança de chegar a esse céu das plenitudes como Maria, já começa a se tornar feliz realidade quando descobrimos a nossa vocação para o amor e o serviço, tornando-nos também portadores dessa Paz e alegria, que vem do Espírito de Deus presente em nós. SALVE MARIA! ( Festa da Assunção –LUCAS 1, 39-5 )

José da Cruz é diácono permanente
da Paróquia Nossa S. Consolata-Votorantim
e-mail:jotacruz3051@gmail.com





QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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