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GOTAS DE REFLEXÃO - EVANGELHO DOMINICAL


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Índice desta página:
Nota: Cada seção contém Comentário, Leituras, Homilia do Diácono José da Cruz e Homilias e Comentário Exegético (Estudo Bíblico) extraído do site Presbíteros.com

. Evangelho de 02/02/2014 - Apresentação do Senhor no Templo
. Evangelho de 26/01/2014 - 3º Domingo do Tempo Comum


Acostume-se a ler a Bíblia! Pegue-a agora para ver os trechos citados. Se você não sabe interpretar os livros, capítulos e versículos, acesse a página "A BÍBLIA COMENTADA" no menu ao lado.

Aqui nesta página, você pode ver as Leituras da Liturgia dos Domingos, colocando o cursor sobre os textos em azul. A Liturgia Diária está na página EVANGELHO DO DIA no menu ao lado.
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02.02.2014
DOMINGO DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR JESUS NO TEMPLO — ANO A
( BRANCO, GLÓRIA, PREFÁCIO PRÓPRIO – OFÍCIO DA FESTA )
__ "JESUS: A SALVAÇÃO DO MUNDO!" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

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NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: ..............

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Vamos ao encontro do Senhor portando velas em nossas mãos. Ouçamos com atenção a exortação que a Igreja nos faz a respeito da apresentação de Cristo, que foi levado ao Templo, conforme exigia a Lei. Acendamos as velas em sinal de acolhimento ao Senhor que vem nos salvar.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Na realidade, a apresentação de Jesus no Templo não é um mistério gozoso, mas doloroso. Maria apresenta a Deus o filho Jesus, oferece-o a Deus. Ora, toda oferta é uma renúncia. Começa o mistério do seu sofrimento, que atringirá o cume aos pés da cruz. A cruz é a espada que transpassará sua alma. Todo primogênito judeu era o sinal permanente e o memorial cotidiano da libertação da grande escravidão: os primogênitos no Egito haviam sido poupados. Jesus, porém, o Primogênito por excelência, não será popuado, mas com seu sangue trará a nova e definitiva libertação. O gesto de Maria que oferece se traduz em gesto litúrgico em cada eucaristia. Quando o pão e o vinho - frutos da terra e do trabalho do homem - nos são restituídos como Corpo e Sangue de Cristo, nós também estamos na paz do Senhor, pois contemplamos sua salvação e vivemos à espera de sua vinda.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo entoemos alegres cânticos ao Senhor!


(coloque o cursor sobre os textos em azul abaixo para ler o trecho da Bíblia)


PRIMEIRA LEITURA (Malaquias 3,1-4): - "Ei-lo que vem - diz o Senhor dos exércitos."

SALMO RESPONSORIAL 23(23): - "O rei da glória é o Senhor onipotente!"

SEGUNDA LEITURA (Hebreus 2,14-18): - "Veio em socorro, não dos anjos, e sim da raça de Abraão."

EVANGELHO (Lucas 2,22-40 ou 22-32): - "Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra."



Homilia do Diácono José da Cruz – APRESENTAÇÃO DO SENHOR JESUS NO TEMPLO – ANO A

"UM DEUS EM FAMÍLIA"

A igreja ensina que toda criança de pais cristãos deverá ser batizada nos primeiros meses de vida, pois o batismo é uma consagração da criança a Deus, era costume entre os judeus a apresentação do primogênito no templo, quando a mesma era circuncidada, uma espécie de batismo que marcava a criança como propriedade de Deus e pertencente a ele, além da sua inserção na comunidade.

Os avós ou as pessoas idosas, queridas da família, costumam carregar a criança e sonhar com um futuro maravilhoso para ela. Na comunidade onde Jesus foi apresentado, Simeão e Ana eram os mais idosos e coube a eles recepcionar Maria e José na porta do templo, como faz os irmãos e irmãs da pastoral do batismo. Eles representam toda a comunidade e o povo de Israel, que pode enfim contemplar o prometido de Deus, aquele que veio trazer a salvação a toda humanidade.

Nesta vida sonhamos tantos sonhos, mas parece que quando chega a idade, paramos de sonhar. Simeão e Ana guardavam no coração a esperança de ver o Messias, aqui não se trata de uma esperança humana, mas de uma esperança que brota da fé, essa crença muito viva presente no coração das pessoas simples, de que Deus irá agir e a humanidade encontrará seu verdadeiro caminho e cada ser humano resgatará sua imagem e semelhança do Criador.

Nas palavras proféticas do velho Simeão, aquele menino irá derrubar e erguer muitos em Israel, e os pensamentos de muitos corações serão desvendados. Para reformar uma casa velha, é preciso derrubar para depois reerguer. As lideranças religiosas não aceitaram e não quiseram fazer esta reforma que renova o íntimo do homem, pela ação salvífica realizada por Jesus.

Esta rejeição irá doer e traspassará a alma de Maria como uma espada cortante. Não se trata de um mau agouro, mas de uma verdade presente até hoje em nosso meio quando o evangelho de Cristo e o seu reino de amor e de justiça continuam sendo rejeitados por toda a sociedade. Aonde começa essa rejeição? Precisamente no seio da família que é sagrada porque inicia a criança nessa vida nova recebida no batismo, levando-a aos poucos a descobrir-se como filha querida de Deus.

Família não é um agrupamento de pessoas que moram sob um mesmo teto, mas sim de pessoas que tem uma comunhão de vida dentro de uma corresponsabilidade, partilha e fraternidade. Infelizmente em nossos dias o que prevalece é o individualismo, cada membro da família tem sua vida, seus interesses, suas amizades e preferências de modo que em uma mesma família podemos ter pessoas de diferentes credos, culturas ou ideologias. O pai e a mãe deixam de ser educadores e formadores dos filhos, e a pós-modernidades é que dita as normas e ensina como viver, e que valores são importantes.

Maria e José não eram figuras decorativas na vida de Jesus, mas exerceram com seriedade, empenho e santidade a missão que lhes fora confiada por Deus: a de serem educadores e catequistas do seu Filho.

A formação do caráter e da personalidade da pessoa exige um equilíbrio, é preciso ter um pai e uma mãe, que sejam testemunhos de amor e exemplo de vida para os filhos, pois nossa primeira igreja é a família.

Nessa pequena comunidade aprende-se o sentido da vida a partir de uma vivência pautada pelo amor e o respeito ao outro, e assim a família é como um pequeno riacho de águas puras e cristalinas que nos leva ao rio maior que é a comunidade, que por sua vez nos leva ao infinito da plenitude em Deus.

José e Maria, apesar de terem uma missão tão especial e grandiosa, de serem os educadores do Filho de Deus, não se fecharam em seu privilégio, mas abriram-se á comunidade à qual levaram a criança, quando se completaram os dias da purificação da mãe, para ser apresentado no templo e assim consagrar a Deus. Nossos filhos não são nossos, mas pertencem a Deus e devem descobrir o sentido da vida a partir da sua vocação para viver o amor. Essa descoberta começa na família e depois se torna madura na vida em comunidade, pois é na igreja que descobrimos e entendemos nossa vocação de servir.

A lei dizia que “todo primogênito do sexo masculino, deveria ser consagrado ao Senhor”, mas Maria e José não estão ali simplesmente para cumprirem uma lei, mas é que a fé que tem em Deus, fazem eles perceberem que aquele filho não lhe pertence, mas é uma dádiva para toda humanidade. Um dia aquele menino irá crescer, e na graça de Deus irá se descobrir como um ungido do senhor, nada poderá detê-lo em sua missão, a vocação do amor que quer servir extrapola a vida familiar. José e Maria sabem disso e por isso oferecem um sacrifício, um par de rolas ou dois pombinhos, como ordenava a lei do Senhor.

Os filhos representam tanto para nós, e talvez tão pouco para transformarem o mundo, assumindo a vocação do amor. Muitas vezes desejamos que os filhos sejam grandes e importantes para si mesmos, entretanto, eles são a nossa maior contribuição para ajudar a melhorar o mundo e a sociedade. Maria e José não querem de maneira egoísta “guardar” o menino só para si, mas o consagra a Deus que irá dá-lo para os homens.

Maria é a fonte transbordante, plena de graça divina, José é o homem justo, sábio e forte, porque lê os acontecimentos da vida com os olhos da fé... O menino tem por quem “puxar”... Toda família torna-se sagrada quando as pessoas que dela fazem parte sabem reconhecer na missão do outro o agir de Deus.

"O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria e da graça de Deus." Lc.2,40

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com


Homilia do Padre Françoá Rodrigues Costa – APRESENTAÇÃO DO SENHOR JESUS NO TEMPLO – ANO A

Apresentemo-nos na fornalha do amor de Deus!

Já estava profetizado pelo profeta Malaquias que “virá ao seu templo o Senhor que buscais” (Ml 3,1). O que fará o Senhor quando chegar ao Templo? Ele nos purificará “como se refinam o ouro e a prata” (Ml 3,3). Como se refinam o ouro e a prata? Submetendo-os a altíssima temperatura. De maneira semelhante, o Espírito Santo permitirá que saiam todas as nossas impurezas e que pese o ouro preciso da graça de Deus em nossas vidas. O que acontecerá depois desse processo: os cristãos “serão para o Senhor aqueles que apresentarão as ofertas como convêm” (Ml 3,3). Nós somos um povo consagrado ao louvor de Deus e para fazer as obras de Deus: não nos esqueçamos de que Deus nos quis para si e para os outros!

Passar pelo fogo purificador do Espírito Santo fará com que passemos bem longe do fogo do inferno. Na prática, como Deus trabalha a nossa purificação? Através das tribulações, dos sofrimentos, da cruz. Imitamos o Senhor Jesus: “por ter ele mesmo suportado tribulações está em condição de vir em auxílio dos que são atribulados” (Hb 2,18). Lembremo-nos que as tribulações nos fazem pensar, aprofundar e aprender; são lições de vida que doem no momento, mas, depois, quando tivermos a perspectiva necessária para julgar, veremos que Deus nos educou bem: como filhos, não como bastardos!

Esses elementos aparecem no Evangelho da festa da Apresentação do Senhor: Jesus é levado ao Templo para ser apresentado, mas lá já o esperavam duas pessoas purificadas pelo fogo do Espírito Santo: Simeão e Ana reconheceram o Senhor porque se encontravam inseridos na fornalha do amor de Deus. De Simeão, o texto diz que o “o Espírito Santo estava nele” (Lc 2,25). Quanto à Ana, “não se apartava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações” (Lc 2,37). Pois bem, o Pai sai ao encontro do seu Filho e o manifesta através desses dois membros do Povo de Israel e que eram verdadeiramente tementes ao Senhor. Maria e José foram apresentar o Menino Jesus no Templo, mas, no fundo, é o Pai que se adianta e apresenta o seu Filho ao mundo.

Mas, lembremo-nos: quem são os instrumentos? Duas pessoas guiadas pelo Espírito Santo, duas que testemunhas dos refinamentos que Deus vai fazendo na alma. Jesus é “luz para iluminar as nações” (Lc 2,32), mas essa luz chega aos outros através de nós. Que Deus nos purifique constantemente para que estejamos, durante toda a nossa vida, no fogo do Espírito Santo. Dessa maneira, “abrasados” pelo amor de Deus, Jesus Cristo iluminará a todos: nossos amigos, familiares, companheiros de profissão.

Apresentemo-nos com Cristo para que Deus se manifeste através das nossas vidas. Deixemos que Deus nos coloque na fornalha do seu amor, que ele nos purifique cada vez mais. Que nunca nos acostumemos a viver na escória do pecado. Com o ouro pesa mais que as impurezas que se incrustam nele, quando é colocado em alta temperatura, o ouro desce para o cadinho (forninho) e as escórias ficam na superfície, à vista. O problema de tudo isso é que talvez tenhamos medo de ver nossos pecados, escórias, imundícies. Que não seja assim: o que Deus quer é que nós, pecadores convencido de que o somos, lutemos contra tudo aquilo que nos afasta dele; que nos apresentamos a ele, no seu Templo.

Em efeito, quando nos apresentamos no Templo do Senhor, então começam a aparecer as escórias e vemos, juntamente com as coisas boas, as coisas que não são tão boas: vamos nos conhecendo mais e percebemos que não somos tanto quanto nos achávamos. É missão da Igreja, Templo do Senhor, colocar as pessoas em contato com Deus para que elas, em alta temperatura, deixem suas impurezas na superfície e acolham a graça de Deus no cadinho de seus corações. Se a Igreja não ajudasse mais as pessoas a verem o que está errado em suas vidas, para que consertem, então estaria falhando na sua missão evangelizadora. Nós, nessa família dos filhos de Deus, não somos como alguns psicólogos modernos que têm medo enorme de traumatizar as pessoas. À Igreja se vem para escutar a verdade, para formar o pensamento segundo Deus, para ir adquirindo os mesmos sentimentos de Jesus Cristo. Enfim, que Deus nos purifique cada vez mais, nos ilumine e nos una a si!

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa


Comentário Exegético – APRESENTAÇÃO DO SENHOR JESUS NO TEMPLO – ANO A
(Pe. Ignácio, dos padres escolápios)

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... NÃO FOI PUBLICADO ESTE COMENTÁRIO ...


EXCURSUS: NORMAS DA INTERPRETAÇÃO EVANGÉLICA

- A interpretação deve ser fácil, tirada do que é o evangelho: boa nova.

- Os evangelhos são uma condescendência, um beneplácito, uma gratuidade, um amor misericordioso de Deus para com os homens. Presença amorosa e gratuita de Deus na vida humana.
- Jesus é a face do Deus misericordioso que busca o pecador, que o acolhe e que não se importa com a moralidade ou com a ética humana, mas quer mostrar sua condescendência e beneplácito, como os anjos cantavam e os pastores ouviram no dia de natal: é o Deus da eudokias, dos homens a quem ele quer bem e quer salvar, porque os ama.

Interpretação errada do evangelho:

- Um chamado à ética e à moral em que se pede ao homem mais que uma predisposição, uma série de qualidades para poder ser amado por Deus.
- Só os bons se salvam. Como se Deus não pudesse salvar a quem quiser (Fará destas pedras filhos de Abraão).

Consequências:

- O evangelho é um apelo para que o homem descubra a face misericordiosa de Deus [=Cristo] e se entregue de um modo confiante e total nos braços do Pai como filho que é amado.
- O olhar com a lente da ética, transforma o homem num escravo ou jornaleiro:aquele age pelo temor, este pelo prêmio.
- O olhar com a lente da misericórdia, transforma o homem num filho que atua pelo amor.
- O pai ama o filho independentemente deste se mostrar bom ou mau. Só porque ele é seu filho e deve amá-lo e cuidar dele.
- Só através desta ótica ou lente é que encontraremos nos evangelhos a mensagem do Pai e com ela a alegria da boa nova e a esperança de um feliz encontro definitivo. Porque sabemos que estamos na mira de um Pai que nos ama de modo infinito por cima de qualquer fragilidade humana.


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26.01.2014
3º DOMINGO DO TEMPO COMUM — ANO A
( VERDE, GLÓRIA, CREIO – III SEMANA DO SALTÉRIO )
__ "JESUS, LUZ DO MUNDO!" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

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(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: ..............

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: A liturgia de hoje apresenta Jesus Cristo como a luz que brilha entre as nações e elimina as trevas do pecado e da morte. Da mesma forma, Jesus continua hoje, por meio da Igreja, reunindo o povo e convocando discípulos para a missão de anunciar o Evangelho até que a salvação seja proposta à humanidade inteira.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: A luz é uma das necessidades primordiais do home. Não é apenas um elemento necessário à vida, mas como que a imagem da própria vida. Isso influi profundamente na linguagem, para aqual "ver a luz", "vir à luz" significa nascer; "ver a luz do sol" é sinônimo de viver... Ao contrário, quando um homem morre, diz-se que "apagou", que "fechou os olhos à luz"... A Bíblia usa esta palavra como símbolo da salvação. O salmo responsorial põe a luz em estreita ralação com a salvação. "O Senhor ´eminha luz e minha salvação". "Deus é luz e nele não há trevas" (1Jo 1,5) "Habita uma luz inacessível" (1Tm 6,16). Em Jesus, a luz de Deus vem brilhar sobre a terra: "Veio ao mundo a luz verdadeira que ilumina todo homem" (Jo 1,9). "Eu como luz vim ao mundo, para que todo o que crê não permaneça nas trevas" (Jo 12,46). Com Jesus passamos das trevas para a luz. Evangelização é luz. Conversão é luz.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo entoemos alegres cânticos ao Senhor!


(coloque o cursor sobre os textos em azul abaixo para ler o trecho da Bíblia)


PRIMEIRA LEITURA (Is 8, 23b-9,3): - "O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz!"

SALMO RESPONSORIAL 26(27): - "O Senhor é minha luz e salvação. * O senhor é a proteção da minha vida."

SEGUNDA LEITURA (1Cor 1,10-13.17): - "Sede bem unidos e concordes no pensar e no falar."

EVANGELHO (Mt 4,12-23): - "Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens."



Homilia do Diácono José da Cruz – 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

"JESUS, NOSSA LUZ!"

No meu grupo de reflexão, a Dona Rosa que ajuda na limpeza da igreja, fez uma observação interessante sobre esse evangelho do terceiro domingo do Tempo Comum.

Segundo ela, ao ver que o primo João fora preso, Jesus parece ter desistido de tudo e voltou para o interior, lá  no fim do mundo, na terra de Zabulon e Neftali”. Não vou discordar da Dona Rosa, pois a narrativa nos dá de fato essa impressão. Mas esse encerramento de um ciclo em forma de fracasso, parece ser uma constante na História da Salvação, dando-se a impressão que tudo acabou e está na hora de jogar a toalha. Basta que recapitulemos a história, o pecado de Adão e Eva, por exemplo, que truncou o Projeto de Deus, tornou-se ponto marcante da Salvação que  Deus realiza, a favor do homem, chegando a se cantar no” Exultis” da Vigília Pascal “Oh  culpa tão feliz que há merecido, a graça de um tão Grande Redentor!..”O Povo de Israel, a raça escolhida e Nação Santa, em inúmeras ocasiões de sua história, experimentou essa sensação de ter chegado ao final do caminho, basta-nos lembrar que Deus reconstrói a Nação a partir de um pequeno “resto” no pós exílio.

E depois, em Jesus Cristo, que cumpriu todas as promessas de Deus e era o grande esperado, viria o maior de todos os fracassos: a terrível morte na cruz, o desânimo dos discípulos de Emaús é um retrato fiel das primeiras comunidades,, e aparece Pedro, em um dos evangelhos do Pós-pascal, dizendo aos companheiros “Eu vou pescar....”, essas são evidências muito claras de um gesto de “jogar a toalha” para qualquer leitor menos esclarecido. Parece estranho, mas esse é o jeito de Deus agir.

Quando tudo parece que vai se acabar, e o fracasso é iminente, o Reino renasce em meio as cinzas, Jesus foi para o interiorzão fim de mundo, em lugarejos onde o povo vivia na escuridão, isso é, não conheciam a Verdade, era uma terra de pecadores, de gente perdida e sem recuperação, uma gente sem esperança, entregue ao desânimo. Para certas categorias de pessoas, incluindo-se os pobres, não há muito o que esperar.Qual ideologia ou projeto humano conseguirá mudar os destinos da humanidade e a vida de cada pessoa?

Mas é,  ali, naquele fim de mundo, que o Reino sonhado por Deus, vai começar prá valer, João Batista, sua pregação e o Batismo penitencial, fora apenas um “aperitivo”, uma fase preliminar, agora é que as coisas iriam começar a acontecer do jeito de Deus, precisamente em Jesus de Nazaré.

Muitas luzes brilhavam em Jerusalém, a pomposidade e o Poderio do Império Romano, a suntuosidade do templo onde a luz dos homens ofuscava a Verdadeira Luz que é Deus, a sabedoria e a eloqüência dos Doutores da Lei, a pureza dos Fariseus, mas foi na distante Zabulon e Neftali, além da Galiléia, que os homens viram brilhar a autêntica e única luz, previsto nas profecias, quanto maior a escuridão maior será o brilho da luz! Longe da suntuosidade dos palácios e da grandeza do templo, os excluídos, marginalizados e esquecidos, recebem por primeiro a notícia de que o Reino havia chegado e exigia uma conversão, a metanóia que muda o pensar e o agir do homem, que desmonta e desmascara toda e qualquer falsa segurança para buscar o Reino em primeiro lugar. Olha a estratégia e a pedagogia de Jesus! Os desesperançosos e excluídos do sistema político-econômico e religioso, ouviam o ensinamento de Jesus e começavam a sonhar e ter esperança, com algo novo, que não viria doa poderes constituídos.... As vezes alimentamos muitos sonhos bonitos, mas todos passam pelos poderes instituídos, mudança para melhor sempre depende dos que mandam....Jesus quebra essa falsa premissa....

Nenhuma segurança terrena pode garantir a Vida em sua plenitude ao Ser humano, nenhuma segurança material pode tornar o homem feliz e realizado! Á beira do mar da Galiléia, quatro pescadores aceitaram essa proposta nova e inédita, deixar aquilo que se têm, para se tornar discípulo de Jesus. Em uma perspectiva vocacional, os nomes de Simão Pedro e seu irmão André, Tiago e João, são mencionados como os primeiros chamados, mas eles são também os primeiros a acreditarem no Reino anunciado por Jesus. Os dois primeiros jogavam a rede ao mar, e os dois últimos consertavam as redes. Eram tarefas comuns na vida de um profissional da pesca por aqueles tempos. Os quatro não conheciam outra segurança senão a da sobrevivência, com a atividade pesqueira. Sem dúvida que o trabalho é uma bênção, mas ele nos dá apenas a garantia de uma sobrevivência humana, alimentos, roupa, moradia, bens de consumo. O homem dos nossos tempos, não consegue mais perceber o transcendente, pois o imediatismo da vida moderna, e o consumismo desenfreado o leva a pensar que o propalado “Paraíso” é por aqui mesmo, em uma vida marcada pelo sucesso, por uma carreira bem sucedida, pelo enriquecimento rápido e fácil, pelas mudanças meteóricas que o poder econômico oferece, enfim, pela administração dos bens materiais, investimentos e aplicações, não pensar assim, é expor-se ao ridículo. Fala-se muito em criar oportunidades para as pessoas, mas tais oportunidades limitam-se ao material. E nesse horizonte, a religião, principalmente a cristã, só atrapalha...

Jesus é a Luz do mundo, a única e verdadeira referência para toda a humanidade, não segui-lo, e dar ouvidos as propostas de vida que o mundo de hoje oferece, é arriscar-se a perambular nas trevas, e depois permanecer nelas para sempre. A Luz de Cristo está no coração dos que crêem, e não nas estruturas ou instituições, mesmo as religiosas, passíveis do erro das divisões e das intrigas, como a Comunidade de Coríntios.

A Comunidade Cristã tem que refletir em seu viver e em seu “celebrar”, essa luz que brilha no interior de cada crente, caso contrário corremos o risco de nos iludirmos com as “Luzes da Ribalta” que iluminam o homem como centro de tudo, mas  que um dia, no final do “espetáculo” irão se apagar para sempre, deixando atrás de si a mais terrível de toda escuridão. Mas quando se crê sinceramente que a Salvação vem de Deus e não dos empreendimentos humanos, então pode se rezar com a boca e o coração como o salmista  ”O Senhor é minha Luz e Salvação”.

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com


Homilia do Padre Françoá Rodrigues Costa – 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

Todos têm vocação

Muito tempo há, dois irmãos foram pescar. Era a profissão deles e, portanto, um dia e outro também saiam ao mar, lançavam as suas redes e, dependendo de alguns fatores que eu não sei explicar bem, pescavam uma quantidade razoável de peixes. É verdade, segundo li nalgum lugar, que não eram infrequentes os dias de má pesca. No entanto, todos os dias tinham que estar lá, pescar era o ganha-pão da família deles.

O dia ao qual me refiro, era uma jornada costumeira, ordinária; um dia normal como todos os outros. Lá estavam os dois irmãos exercendo a sua profissão quando, inesperadamente, escutaram as seguintes palavras: “Vinde após de mim e vos farei pescadores de homens” (Mt 4,19). Pedro e André, os irmãos pescadores, “abandonaram as suas redes e o seguiram” (Mt 4,20).

Quem os chamou? Jesus de Nazaré. Eles o conheciam há muito tempo ou era a primeira vez que viam aquele personagem que os convenceu sobremaneira?  Seja como for, impressiona a docilidade de Pedro e de André à vocação. Pescadores de quê? Não, de peixes não, de homens. De homens? Sim. E como se pescam os homens? Os dois irmãos passariam mais ou menos três anos na escola de Jesus para aprender a pescá-los. Pescar peixes não parece ser fácil, pescar homens parece mais difícil. No entanto, acompanhando a Jesus, se aprende constantemente.

Faz algum tempo, Deus também nos chamou, a cada um pelo nosso nome. Você se lembra daquele momento tão entranhável no qual você percebeu que Deus o chamava a segui-lo buscando de verdade a santidade e o bem de todas as pessoas? Graças a Deus: respondemos positivamente ao Senhor! Talvez tenha sido na infância, talvez na adolescência, talvez ainda na juventude… Sempre é tempo de vocação (= chamada), Deus continua chamando-nos nas circunstâncias mais normais e cotidianas da nossa vida: no nosso trabalho, na nossa família, entre os nossos amigos.

Nós não vimos uma sarça ardente como Moisés; nem escutamos vozes como Samuel; tampouco fomos ungidos solenemente por um profeta como no caso de Davi; não nos visitou um anjo como a tantos no curso da história; nem tivemos visões nem revelações. Nada disso! E, não obstante, nós vimos a nossa vocação, nós percebemos que Deus nos chamava. A nossa vocação foi uma luz que deu sentido à nossa vida e essa luz interior permanece até hoje e, com a graça de Deus, não se apagará jamais. O que é a vocação senão essa percepção da realidade que Deus quer para nós, isto é, que sejamos discípulos para evangelizar. Duas palavrinhas resumem a nossa vocação: santidade, apostolado. Desde toda a eternidade, Deus pensou em nós, chamou-nos e capacitou-nos para que sejamos santos, para que sejamos apóstolos.

Todo cristão tem a vocação que lhe foi concedida por graça no momento do batismo: todos nós fomos chamados à santidade e ao apostolado. Com o passar do tempo, na escola de Jesus, essa vocação poderia receber uma nova especificação, por exemplo, no caso daqueles que são chamados ao sacerdócio ministerial. No entanto, a vocação à santidade e ao apostolado é igual para padres, para leigos e para religiosos. Todos devem ser santos, todos devem evangelizar. Por quê? Porque foram batizados. Além do mais, não existe uma santidade maior para os padres e uma santidade menor para os leigos, mas todos estão chamados à plenitude da vida cristã, à santidade. Com outras palavras: o padre não é mais santo porque é padre, nem o leigo é menos santo pelo fato de ser leigo. Não! A santidade é medida pela caridade e todos podem chegar ao auge do amor.

Pedro e André, os futuros São Pedro e Santo André, compreenderam isso. Eles seguiram ao Senhor Jesus, andaram com ele, permaneceram sempre perto de Jesus, atenderam os seus apelos de evangelização, fizeram a vontade do seu Mestre e… são santos. Aprenderam a estar com Jesus e a pescar homens. Aprenderam a ser apóstolos.

Todos nós somos chamados a “pescar homens e mulheres”, ou seja, conseguir que todas as pessoas que entrem em contato conosco ou que nós entremos em contato com elas, saiam desse grande mar do pecado e entrem na barca da Igreja quais peixes para Jesus. Não obstante, sair do mar, sair desse habitat de agua abundante que é o mar e passar à barca pressupõe morrer. Qual é o peixe que ao sair da água e ir para uma barca não morre, em primeiro lugar pela ausência da água? Essa morte para o mundo é, paradoxalmente, o começo de vida eterna. Os peixes que entram na barca não precisam se preocupar, pois essa barca tem água fresca, limpa e sempre nova que jorrou do lado aberto de Jesus na cruz para a nossa salvação.

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa


Comentário Exegético – 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A
(Pe. Ignácio, dos padres escolápios)

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EXCURSUS: NORMAS DA INTERPRETAÇÃO EVANGÉLICA

- A interpretação deve ser fácil, tirada do que é o evangelho: boa nova.

- Os evangelhos são uma condescendência, um beneplácito, uma gratuidade, um amor misericordioso de Deus para com os homens. Presença amorosa e gratuita de Deus na vida humana.
- Jesus é a face do Deus misericordioso que busca o pecador, que o acolhe e que não se importa com a moralidade ou com a ética humana, mas quer mostrar sua condescendência e beneplácito, como os anjos cantavam e os pastores ouviram no dia de natal: é o Deus da eudokias, dos homens a quem ele quer bem e quer salvar, porque os ama.

Interpretação errada do evangelho:

- Um chamado à ética e à moral em que se pede ao homem mais que uma predisposição, uma série de qualidades para poder ser amado por Deus.
- Só os bons se salvam. Como se Deus não pudesse salvar a quem quiser (Fará destas pedras filhos de Abraão).

Consequências:

- O evangelho é um apelo para que o homem descubra a face misericordiosa de Deus [=Cristo] e se entregue de um modo confiante e total nos braços do Pai como filho que é amado.
- O olhar com a lente da ética, transforma o homem num escravo ou jornaleiro:aquele age pelo temor, este pelo prêmio.
- O olhar com a lente da misericórdia, transforma o homem num filho que atua pelo amor.
- O pai ama o filho independentemente deste se mostrar bom ou mau. Só porque ele é seu filho e deve amá-lo e cuidar dele.
- Só através desta ótica ou lente é que encontraremos nos evangelhos a mensagem do Pai e com ela a alegria da boa nova e a esperança de um feliz encontro definitivo. Porque sabemos que estamos na mira de um Pai que nos ama de modo infinito por cima de qualquer fragilidade humana.


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QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje! Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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