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EVANGELHO DO DIA DA SEMANA

Jesus ensina a Palavra de Deus

Evangelho do Dia Liturgia da Palavra
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Veja abaixo das datas algumas informações muito importantes!

Sex, 26 Maio

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Folheto Dominical - O POVO DE DEUS - Arquidiocese de S ão Paulo - SP:
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CRÉDITOS DEVIDOS NESTA PÁGINA


Leituras, Homilias, Comentários, Figuras e Histórias dos Santos e Santas do Dia:
Liturgia Diária Completa: Portal Dom TotalSanto do Dia: Santuário Aparecida

Comentários do Evangelho e Figuras Litúrgicas:
Evangelho Diário: Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho/

Comentaristas do Evangelho

Diácono José da Cruz
Diácono Permanente – José da Cruz - nascido em 25/11/1951. Ordenado pelo Bispo D.José Lamberte em 01 de Novembro de 1991 na Paróquia São João Batista e Imaculada Conceição, aonde atuou desde a ordenação até 31 de Janeiro de 1997, trabalhando com dois Párocos Pe... - (clique aqui para conhecer melhor o Diácono)
José Raimundo OlivaProf. Dr. Padre Jaldemir Vitório
Doutor em exegese bíblica pela a Gregoriana de Roma. Atualmente Pe. Vitório é o reitor da FAJE (Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia) em Belo Horizonte - MG.

Liturgia da Sexta-Feira — 26.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— SÃO FILIPE NÉRI

Nascido em Florença, Itália, em 21 de julho de 1515, Filipe Néri pertencia a uma família rica. Junto com a irmã Elisabete, foi educado pela madrasta. Filipe surpreendia pela alegria, bondade, lealdade e inteligência. Cresceu na sua terra natal, estudando e trabalhando com o pai, sem demonstrar vocação para vida religiosa, mesmo frequentando regularmente a igreja.

Em 1535, aceitou o convite para ser o tutor dos filhos de uma nobre e rica família, estabelecida em Roma. Nessa cidade foi estudar Filosofia e Teologia com os agostinianos. No tempo livre praticava a caridade junto aos pobres e necessitados, atividade que exercia com muito entusiasmo e alegria, principalmente com os pequenos órfãos de filiação ou de moral.

Somente aos trinta e seis anos de idade ele se consagrou sacerdote, sendo designado para a igreja de São Jerônimo da Caridade. Tão grande era sua consciência dos problemas da comunidade que formou um grupo de religiosos e leigos para discutir os problemas, rezar, cantar e estudar o Evangelho.

Filipe se preocupou com a integração das minorias e a educação dos meninos de rua. Com bom humor, ele dizia aos que reclamavam do barulho das crianças: "Contanto que os meninos não pratiquem o mal, eu ficaria contente até se eles me quebrassem paus na cabeça".

Viveu até o dia 26 de maio de 1595. São Filipe Néri é chamado até hoje de: Santo da alegria e da caridade.

REFLEXÃO
A alegria é a grande virtude dos santos. Uma alegria serena e confiante no amor do Cristo Ressuscitado. Ser alegre não significa dar risadas o dia todo, mas conservar o semblante calmo e tranquilo. A tristeza enfraquece o coração e provoca desânimo. Peçamos ao bom Deus que nos alimente sempre com a virtude cristã da alegria.

ORAÇÃO
Ó Pai, pela vossa misericórdia São Felipe Néri anunciou as insondáveis riquezas de Cristo. Concedei-nos, por sua intercessão, crescer no vosso conhecimento e viver na vossa presença segundo o Evangelho, frutificando em boas obras. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SÃO FILIPE NÉRI - Presbítero
( Branco, Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
Repousa sobre mim o Espírito do Senhor; ele me ungiu para levar a boa-nova aos pobres e curar os corações contritos (Lc 4,18).

Oração do dia
Ó Deus, que não cessais de elevar à glória da santidade os vossos servos fiéis e prudentes, concedei que nos inflame o fogo do Espírito Santo que ardia no coração de são Filipe Néri. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 18,9-18)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

18 9 Numa noite, o Senhor disse a Paulo em visão: “Não temas! Fala e não te cales.
10 Porque eu estou contigo. Ninguém se aproximará de ti para te fazer mal, pois tenho um numeroso povo nesta cidade”.
11 Paulo deteve-se ali um ano e seis meses, ensinando a eles a palavra de Deus.
12 Sendo Galião procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus de comum acordo contra Paulo e levaram-no ao tribunal e disseram:
13 Este homem persuade os ouvintes a (adotar) um culto contrário à lei.
14 Paulo ia falar, mas Galião disse aos judeus: “Se fosse, na realidade, uma injustiça ou verdadeiro crime, seria razoável que vos atendesse.
15 Mas se são questões de doutrina, de nomes e da vossa lei, isso é lá convosco. Não quero ser juiz dessas coisas”.
16 E mandou-o sair do tribunal.
17 Então todos pegaram em Sóstenes, chefe da sinagoga, e o espancaram diante do tribunal, sem que Galião fizesse caso algum disso.
18 Paulo permaneceu ali (em Corinto) ainda algum tempo. Depois se despediu dos irmãos e navegou para a Síria e com ele Priscila e Áquila. Antes, porém, cortara o cabelo em Cêncris, porque terminara um voto.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 46/47

O Senhor é o grande rei de toda a terra.

Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria!
Porque sublime é o Senhor, o Deus altíssimo,
o soberano que domina toda a terra.

Os povos sujeitou ao nosso jugo
e colocou muitas nações aos nossos pés.
Foi ele que escolheu a nossa herança,
a glória de Jacó, seu bem-amado.

Por entre aclamações Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta.
Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,
salmodiai, ao som da harpa, ao nosso rei!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Era preciso que Cristo sofresse e ressuscitasse dos mortos para entrar em sua glória (Lc 24,46.26).


Evangelho (João 16,20-23)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

16 20 Disse Jesus: “Em verdade, em verdade vos digo: haveis de lamentar e chorar, mas o mundo se há de alegrar. E haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza se há de transformar em alegria.
21 Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo.
22 Assim também vós: sem dúvida, agora estais tristes, mas hei de ver-vos outra vez, e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria.
23 Naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo: o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ao oferecermos, ó Deus, este sacrifício de louvor, dai-nos a graça de seguir o exemplo de são Filipe Néri, trabalhando sempre com alegria para a vossa glória e o bem do próximo. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos, diz o Senhor! (Mt 28,20)

Depois da Comunhão
Alimentados, ó Deus, com o pão do céu, levai-nos a imitar são Filipe Néri, procurando sempre as fontes que nos dá a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO FILIPE NÉRI)

"Contanto que os meninos não pratiquem o mal, eu ficaria contente até se eles me quebrassem paus na cabeça." Há maior boa vontade em colocar no caminho correto as crianças abandonadas do que nessa disposição? A frase bem-humorada é de Filipe Néri, que assim respondia quando reclamavam do barulho que seus pequenos abandonados faziam, enquanto aprendiam com ele ensinamentos religiosos e sociais. Nascido em Florença, Itália, em 21 de julho de 1515, Filipe Rômolo Néri pertencia a uma família rica: o pai, Francisco, era tabelião e a mãe, Lucrécia, morreu cedo. Junto com a irmã Elisabete, foi educado pela madrasta. Filipe, na infância, surpreendia pela alegria, bondade, lealdade e inteligência, virtudes que ele soube cultivar até o fim da vida. Cresceu na sua terra natal, estudando e trabalhando com o pai, sem demonstrar uma vocação maior, mesmo freqüentando regularmente a igreja. Aos dezoito anos foi para São Germano, trabalhar com um tio comerciante, mas não se adaptou. Em 1535, aceitou o convite para ser o tutor dos filhos de uma nobre e rica família, estabelecida em Roma. Nessa cidade foi estudar com os agostinianos, filosofia e teologia, diplomando-se em ambas com louvor. No tempo livre praticava a caridade junto aos pobres e necessitados, atividade que exercia com muito entusiasmo e alegria, principalmente com os pequenos órfãos de filiação ou de moral. Filipe começou a chamar a atenção do seu confessor, que lhe pediu ajuda para fundar a Confraternidade da Santíssima Trindade, para assistir os pobres e peregrinos doentes. Três anos depois, aos trinta e seis anos de idade, ele se consagrou sacerdote, sendo designado para a igreja de São Jerônimo da Caridade. Tão grande era a sua consciência dos problemas da comunidade que formou um grupo de religiosos e leigos para discutir os problemas, rezar, cantar e estudar o Evangelho. A iniciativa deu tão certo que depois o grupo, de tão numeroso, passou à Congregação de Padres do Oratório, uma ordem secular sem vínculos de votos. Filipe se preocupou somente com a integração das minorias e a educação dos meninos de rua. Tudo o que fez no seu apostolado foi nessa direção, até mesmo utilizar sua vasta e sólida cultura para promover o estudo eclesiástico. Com seu exemplo e orientação, encaminhou e orientou vários sacerdotes que se destacaram na história da Igreja e depois foram inscritos no livro dos santos. Mas somente quando completou setenta e cinco anos passou a dedicar-se totalmente ao ministério do confessionário e à direção espiritual. Viveu assim até morrer, no dia 26 de maio de 1595. São Filipe Néri é chamado, até hoje, de "santo da alegria e da caridade".


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. VAI PASSAR...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

"Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz
Meu Deus, vem olhar, vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade até o dia clarear...".

Grandes poetas como o nosso Chico Buarque de Holanda, sempre cantaram a esperança nos momentos difíceis e turbulentos da nossa história. Nesse evangelho de João os discípulos estão ás vésperas da tragédia que irá se abater sobre eles e Jesus os consola, afirmando poeticamente e teologicamente que "Toda aquela tristeza vai passar...”.

"Haveis de estar tristes, mas toda a vossa tristeza há de se transformar em alegria..." A paixão e a morte de Jesus são necessárias, mas não se trata de uma dor do desespero, mas de uma dor toda feita de esperança exatamente como a dor do parto que depois se transforma em risos de alegria.

De fato, os discípulos de Jesus passaram por um período tenebroso, da sua Ascenção ao Céu até o dia em que o Espírito os confirmou como Igreja dando-lhes a certeza esperança de que Jesus estava vivo e continuava a caminhar com eles.

Dia desses um irmão da comunidade desabafou de um jeito triste que há muitas coisas erradas na nossa Igreja e que ele tem medo de pensar no que tudo isso vai dar, pois as vezes a Igreja parece tomar decisões contrárias ao evangelho e aos ensinamentos de Jesus, quando não se abre, para sair de si mesma e ir ao encontro das pessoas para fazer o anúncio querigmático, uma igreja que muitas vezes parece estar tão longe dos que sofrem, dos que são injustiçados, dos marginalizados e excluídos...

Exatamente aí, onde tudo parece estar errado, o Espírito de Jesus está agindo, e o coração do autêntico discípulo consegue perceber a sua presença e se enche de alegria. Aos discípulos Jesus falava dos novos tempos que estavam por vir, com a expansão do cristianismo no mundo inteiro, muito além de Jerusalém, onde estava a Igreja Mãe.

Para nós esse evangelho também nos encoraja, a superarmos todas as dificuldades, momentos cruciais marcados por angústias e incertezas, divisões e outras amarguras no meio do povo de Deus, contudo, como a cantiga do poeta, essa Palavra nos consola o coração ferido: TUDO VAI PASSAR... A VOSSA ANGÚSTIA E TRISTEZA SE TRANSFORMARÁ EM ALEGRIA...

2. A vossa tristeza se transformará em alegria
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

O mundo continua a se contrapor à Igreja nascente e Jesus continua falando de lamentações e lágrimas. A comparação com a parturiente lembra a Mulher do Apocalipse. Prestes a dar à luz, o dragão a espreita para devorar-lhe o Filho. É a Igreja nascente que começa a dar à luz muitos filhos sob a mira do dragão. As perseguições marcaram fortemente os primeiros dias dos cristãos, daí a tristeza. Ao ouvir “eu vos verei novamente”, pensamos em Jesus que volta no Espírito Santo, e ao ouvir “Naquele dia, não me perguntareis mais nada”, pensamos no Dia de Cristo, o dia final do julgamento do universo. Depois dele, não haverá mais nada a perguntar.

A teologia espiritual do Quarto Evangelho nos encaminha para estar onde Jesus está. Estar com o Cristo histórico nos ambientes por ele frequentados e com o Cristo Ressuscitado, aqui e agora, numa única realidade de vida. Já estamos com Cristo e nele permanecemos, assim como estaremos e nele permaneceremos no mundo que há de vir. Na Eucaristia estamos sentados à mesa do banquete do Cordeiro e o vemos na fé. Continuaremos no mesmo banquete e o veremos face a face, quando ele vier em sua glória. Nosso coração se alegra e ninguém pode nos tirar a alegria de estar em Cristo.

3. UMA FELIZ COMPARAÇÃO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A situação de uma mulher em trabalho de parto serviu para ilustrar a situação dos discípulos às voltas com o mistério pascal. Esta imagem, simples de ser entendida, devia levá-los a intuir o sentido das palavras enigmáticas de Jesus. Era mister compreender devidamente as exortações do Mestre, para evitar futuras decepções.

Todo o processo do parto transcorre em meio a dores e sofrimentos. Hoje, a medicina procura aliviar, ao máximo, esses sofrimentos, realizando partos indolores. Isto não significa negar que o parto seja, por si, doloroso. O grau de suportação da mãe torna-se quase infinito, quando ela pensa no desfecho do seu sofrimento: a vinda de um ser humano ao mundo. A expectativa do filho, que está para nascer, leva-a a relativizar sua dor.

Os discípulos passariam por uma experiência parecida com essa. O mistério pascal teria seu componente necessário de sofrimento e de tristeza. Não seria possível prescindir deles, nem abrandá-los. Uma dor cruel esperava-os, ao contemplar o próprio Mestre pendendo de uma cruz. Entretanto, algo de sumamente importante aconteceria no final de tudo isto: o Pai haveria de restituir-lhe a vida. Para os discípulos, a esperança da ressurreição não lhes suavizou a dor de ver o amigo crucificado, mas devolveu-lhes a alegria, e uma alegria tal, que dela ninguém jamais poderá privá-los.

Oração
Espírito de felicidade, que a certeza da ressurreição me ajude a suportar as dores e os sofrimentos, sem desfalecer.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 27.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— SANTO AGOSTINHO DA CANTUÁRIA

Agostinho era um monge beneditino num mosteiro fundado pelo Papa Gregório Magno. Foi justamente este Papa que ordenou o envio de missionários às ilhas britânicas.

No final do século VI, o cristianismo já tinha chegado à Grã-Bretanha, mas a invasão dos bárbaros saxões da Alemanha atrasou sua propagação e quase destruiu totalmente o que fora implantado. Santo Agostinho renovou o trabalho missionário nesta ilha.

Em 597 para lá partiram quarenta monges, todos beneditinos, sob a direção do monge Agostinho. Todos desaconselhavam a missão. Mas, tendo recebido do Papa Gregório Magno a informação de que a época era propícia apesar dos perigos, pois o rei Etelberto havia desposado a princesa católica Berta, filha do rei de Paris, ele resolveu corajosamente enfrentar os riscos.

A chegada foi triunfante. Agostinho, com a ajuda de um intérprete, colocou ao rei as verdades cristãs e pediu permissão para pregá-las em seus domínios. O rei impressionou-se com a coragem do monge e ele mesmo recebeu o batismo, seguido de muitos súditos. Agostinho foi nomeado arcebispo da Cantuária, primeira diocese fundada por ele.

Agostinho morreu no dia 25 de maio de 604, sendo sepultado na Igreja da Cantuária, que ainda guarda suas relíquias.

REFLEXÃO
A Igreja nasceu com a vocação missionária. No decorrer da história muitos homens e mulheres levaram adiante este missão deixada por Jesus. Alguns enfrentaram desafios, como nosso querido Agostinho de Cantuária, que com paciência e determinação levou o evangelho para os povos britãnicos. O ideal missionário continua a ecoar em nossos corações. Vamos em frente na pregação do evangelho da vida e da justiça.

ORAÇÃO
Santo Agostinho da Cantuária intercedei por nós junto a Deus para que jamais temamos abraçar nossa missão e que nos sintamos sempre apoiados pelo poder divino para chegarmos a um feliz termo em nossa jornada. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


VI SEMANA DA PÁSCOA
( Branco, Ofício do dia )

Antífona de Entrada
Povo resgatado por Deus, proclamai suas maravilhas: ele vos chamou das trevas à sua luz admirável, aleluia! (1Pd 2,9)

Oração do dia
Ó Deus, inspirai aos nossos corações a prática das boas obras para que, buscando sempre o que é melhor, vivamos constantemente o mistério pascal. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 18,23-28)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

18 23 Paulo se demorou aí apenas por algum tempo, partiu de novo e atravessou sucessivamente as regiões da Galácia e da Frígia, fortalecendo todos os discípulos.
24 Entrementes, um judeu chamado Apolo, natural de Alexandria, homem eloqüente e muito versado nas Escrituras, chegou a Éfeso.
25 Era instruído no caminho do Senhor, falava com fervor de espírito e ensinava com precisão a respeito de Jesus, embora conhecesse somente o batismo de João.
26 Começou, pois, a falar na sinagoga com desassombro. Como Priscila e Áquila o ouvissem, levaram-no consigo, e expuseram-lhe mais profundamente o caminho do Senhor.
27 Como ele quisesse ir à Acaia, os irmãos animaram-no e escreveram aos discípulos que o recebessem bem. A sua presença (em Corinto) foi, pela graça de Deus, de muito proveito para os que haviam crido,
28 pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 46/47

O Senhor é o grande rei de toda a terra.

Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria!
Porque sublime é o Senhor, o Deus altíssimo,
o soberano que domina toda a terra.

Porque Deus é o grande rei de toda a terra,
ao som da harpa acompanhai os seus louvores!
Deus reina sobre todas as nações,
está sentado no seu trono glorioso.

Os chefes das nações se reuniram
com o povo do Deus santo de Abraão,
pois só Deus é realmente o Altíssimo,
e os poderosos desta terra lhe pertencem!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Saí do Pai e vim ao mundo, eu deixo o mundo e vou ao Pai (Jo 16,28).


Evangelho (João 16,23-28)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16 23 "Naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo: o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará.
24 Até agora não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita.
25 Disse-vos essas coisas em termos figurados e obscuros. Vem a hora em que já não vos falarei por meio de comparações e parábolas, mas vos falarei abertamente a respeito do Pai.
26 Naquele dia pedireis em meu nome, e já não digo que rogarei ao Pai por vós.
27 Pois o mesmo Pai vos ama, porque vós me amastes e crestes que saí de Deus.
28 Saí do Pai e vim ao mundo. Agora deixo o mundo e volto para junto do Pai".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Dignai-vos, ó Deus, santificar estes dons e, aceitando este sacrifício espiritual, fazei de nós mesmos uma oferenda eterna para vós. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Pai, aqueles que me deste, quero que estejam comigo onde eu estiver, para que contemplem a glória que me deste, aleluia! (Jo 17,24)

Depois da Comunhão
Tendo participado do sacramento do Corpo e do Sangue do vosso filho, nós vos suplicamos, ó Deus, que nos faça crescer em caridade a eucaristia que ele nos mandou realizar em sua memória. Por Cristo, nosso Senhor.


MEMÓRIA FACULTATIVA - SANTO AGOSTINHO DE CANTUÁRIA
( Branco, Ofício da Memória )

Oração do Dia
Ó Deus, que conduzistes ao Evangelho os povos da Inglaterra pela pregação do bispo santo Agostinho, concedei que os frutos do seu trabalho permaneçam na vossa Igreja com perene fecundidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas
Olhai com bondade, ó Deus, o sacrifício que vamos oferecer em vosso altar na festa de santo Agostinho de Cantuária, para que alcançando-nos o perdão, glorifique o vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão
Alimentados pela eucaristia, nós vos pedimos, ó Deus, que, seguindo o exemplo de santo Agostinho de Cantuária, procuremos proclamar a fé que abraçou e praticar a doutrina que ensinou. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SANTO AGOSTINHO DE CANTUÁRIA)

Um século após são Patrício ter convertido os irlandeses ao catolicismo, a atuação de Agostinho foi tão importante para a Inglaterra que modificou as estruturas da região da mesma forma que seu antecessor o fizera. No final do século VI, o cristianismo já tinha chegado à poderosa ilha havia dois séculos, mas a invasão dos bárbaros saxões da Alemanha atrasou sua propagação e quase destruiu totalmente o que fora implantado. Pouco se sabe a respeito da vida de Agostinho antes de ser enviado à Grã-Bretanha. Ele nasceu em Roma, Itália. Era um monge beneditino do mosteiro de Santo André, fundado pelo papa Gregório Magno naquela cidade. E foi justamente esse célebre papa que ordenou o envio de missionários às ilhas britânicas. Em 597, para lá partiram quarenta monges, todos beneditinos, sob a direção do monge Agostinho. Mas antes ele quis viajar à França, onde se inteirou das dificuldades que a missão poderia encontrar, pedindo informações aos vários bispos que evangelizaram nas ilhas e agora se encontravam naquela região da Europa. Todos desaconselharam a continuidade da missão. Mas, tendo recebido do papa Gregório Magno a informação de que a época era propícia apesar dos perigos, pois o rei de Kent, Etelberto, havia desposado a princesa católica Berta, filha do rei de Paris, ele resolveu, corajosamente, enfrentar os riscos. A chegada foi triunfante. Assim que desembarcaram, os monges seguiram em procissão ao castelo do rei, tendo a cruz à sua frente e entoando pausadamente cânticos sagrados. Agostinho, com a ajuda de um intérprete, colocou ao rei as verdades cristãs e pediu permissão para pregá-las em seus domínios. Impressionado com a coragem e a sinceridade do religioso, o rei, apesar de todas as expectativas em contrário, deu a permissão imediatamente. No Natal de 597, mais de dez mil pessoas já tinham recebido o batismo. Entre elas, toda a nobreza da corte, precedida pelo próprio rei Etelberto. Com esse resultado surpreendente, Agostinho foi nomeado arcebispo da Cantuária, primeira diocese fundada por ele. A notícia chegou ao papa Gregório Magno, que, com alegria, enviou mais missionários à Inglaterra. Assim, Agostinho prosseguiu e ampliou o trabalho de evangelização, fundando as dioceses de Londres e de Rochester. Não conseguiu a conversão de toda a ilha porque a Inglaterra era dividida entre vários reinos rivais, mas as sementes que plantou se desenvolveram no decorrer dos séculos. Agostinho morreu no dia 25 de maio de 604, sendo sepultado na igreja da Cantuária, que hoje recebe o seu nome e ainda guarda suas relíquias. O Martirológio Romano indica a festa litúrgica de santo Agostinho da Cantuária no dia 27 de maio.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Rezar em nome de Jesus...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Muitas vezes em nossas relações sociais, somos recomendados á uma pessoa importante por um amigo "Pode falar com ele em meu nome...". E somos tratados bem, e até com certa intimidade pela pessoa importante, em consideração ao amigo que nos recomendou.

A mesma coisa acontece na nossa relação para com Deus, sem vê-lo e sem ouvi-lo diretamente, o homem o conheceu através de Jesus Cristo, e Deus que era alguém tão longe, tornou-se nosso íntimo amigo e companheiro de caminhada, pois Jesus resgatou aquela comunhão de vida entre Deus e o primeiro casal Adão e Eva, com quem andava ao entardecer pelo paraíso, conversando como velhos amigos.

Em nossas orações á Deus, é preciso pedir em nome de Jesus. É claro que nesse caso, não fomos apenas recomendados, mas fomos salvos e libertos. Jesus nos credenciou de novo a entrarmos em comunhão com o Pai. A oração só pode ser em seu nome, porque o Ser humano, só com os seus recursos, jamais iria conseguir se reaproximar de Deus. E quando falamos ao Pai em nome de Jesus, o Pai imediatamente nos reconhece, porque quem conheceu Jesus e o experimentou em sua via, conheceu o Pai e o experimentou.

Ainda tomando o exemplo com que iniciamos a reflexão, muitas vezes a pessoa importante até nos atende por causa do nosso amigo, mas não vai além disso, faz-nos o favor pedido e depois saímos de sua presença, muitas vezes essa pessoa importante vai comentar com alguém "Só o atendi porque Fulano recomendou…". Não é o caso aqui do nosso evangelho, onde quando falamos com Deus em nome de Jesus, o Pai nos acolhe com imenso amor, nos cerca de toda sua ternura e bondade, e nos acolhe como seus por causa do seu Filho.

Enfim, Deus não é aquele que simplesmente "engole o sapo", em consideração ao Filho, mas é aquele que nos chama de Filho amado e nos abre a sua Vida para entrarmos em comunhão para sempre. A razão é muito simples: ao lado do Pai está Aquele que tornou-se Sumo Sacerdote e nosso Intercessor para Sempre. Ao acolher nossas orações, em nome de Jesus, o Pai olha com carinho e amor para o Filho ao seu lado e este, com um leve sorriso assente com um aceno...

2. Eu saí do Pai e vim ao mundo
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Na liturgia, Jesus se despede e sobe ao céu. “Deixo o mundo e vou para o Pai.” Antes, Jesus fala da oração feita em seu nome. A oração na Igreja é dirigida ao Pai por nosso Senhor Jesus Cristo. O fruto da oração, do constante diálogo com o Pai por Jesus Cristo, não são as coisas que pedimos, que podem acontecer ou não. O fruto é a alegria da própria oração. O Pai nos atende pelo Filho no Espírito Santo. “Pedi e recebereis para que a vossa alegria seja completa.”

A alegria é a presença do Espírito Santo. Há muitas alegrias na vida. Se prestarmos atenção, são mais numerosas do que as tristezas. Há uma, porém, que é a alegria completa. Quem a descobre, sem dúvida descobre um tesouro. Como não vivemos de ilusões e sim de esperança, esta alegria fará parte da nossa vida. Ouvindo Jesus falar do Pai, sentimos que suas palavras são carregadas de uma energia, a mesma que o levantou do túmulo na ressurreição. As palavras vibram e o Pai surge como o ponto de partida e o ponto de chegada: “Saí do Pai e vim ao mundo, deixo o mundo e vou para o Pai”. E o Pai nos ama porque amamos Jesus e acreditamos que ele saiu do Pai. Jesus insiste neste ponto: Acreditar que ele saiu do Pai.

3. JESUS, NOSSO INTERCESSOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

Toda a vida de Jesus esteve centrada no Pai. donde provinha o sentido de sua existência. Ele é de procedência divina. Foi enviado ao mundo para ser sinal do amor do Pai pela humanidade. Cada ação de Jesus é expressão da benevolência divina. Somente os pobres e humildes tiveram sensibilidade para perceber que Deus os amava em Jesus.

Entretanto, o Filho enviado estava destinado a voltar para junto do Pai. Este é a origem e devia igualmente ser a meta de Jesus.

Junto do Pai, o serviço de Jesus em favor da humanidade tomaria uma nova conotação. Ele aí desempenharia a função de intercessor. E a intercessão mediada por Jesus seria indubitavelmente atendida pelo Pai, uma vez que este ama o Filho e a cada ser humano. Os discípulos, estando a serviço do projeto do Pai, serão sempre atendidos, de forma a levar a cumprimento a obra iniciada pelo Filho. E, ao serem atendidos, os discípulos se transformam em veículos do amor do Pai pela humanidade.

A função intercessora de Jesus, em suma, visa continuar sua obra na história humana. Os pedidos apresentados ao Pai destinam-se a aperfeiçoar o amor no coração do discípulos, que serão, assim, ressonância histórica do amor de Deus.

Oração
Senhor Jesus, intercede por mim, para que eu cresça sempre mais no amor e seja, para todos, sinal do amor do Pai.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


Liturgia do Domingo — 28.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)


NOTAS IMPORTANTES

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...

Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


— SÃO GERMANO DE PARIS

Germano nasceu em 496. Diz a tradição que sua mãe tentou abortá-lo e que na infância ele teria sido envenenado, mas o menino sobreviveu para tornar-se um grande santo. Foi criado por um primo bem mais velho, um ermitão chamado Escapilão, que o fez prosseguir os estudos em Avalon. Germano viveu como ermitão durante quinze anos, aprendendo a doutrina de Cristo.

Em 531, ele foi ordenado diácono e três anos depois, sacerdote. Foi então para Paris, e pelos seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei, que apreciava a sua sensatez. Tornou-se bispo de Paris.

Germano era pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional. Frequentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas vestira um pobre, feliz por sentir frio, mas tendo a certeza que o pobre estava aquecido.

Assim viveu o bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade.

REFLEXÃO
A história de São Germano nos mostra que Deus realmente tem caminhos misteriosos aos olhos humanos. Salvo da morte na infância, nosso santo soube aproveitar seus dias para o serviço dos mais pobres e abandonados, impulsionado pelo amor ao evangelho de Cristo. Na nossa vida, somos acometidos por muitas adversidades, mas confiar plenamente em Jesus Cristo nos dá forças para avançar mesmo em tempos de penúria.

ORAÇÃO
Ó Deus, que aos vossos pastores associastes São Germano de Paris, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, dai-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


28.05.2017
ASCENSÃO DO SENHOR — ANO A
( Branco, Glória, Creio, Prefácio da Ascensão – Ofício da Solenidade )
__ "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos..." __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Hoje, Jesus chega ao ponto máximo de sua glorificação: sobe aos céus e senta-se à direita do Pai e recebe toda autoridade, seja na terra como no céu. Hoje, ele termina sua missão aqui e, antes de subir, prepara seus discípulos para continuarem o que ele começou: implantar o Reino de Deus no meio dos homens. Para isso promete-lhes o mesmo Espírito Santo que ele tinha recebido. Deverão levar sua Palavra de vida e serem suas testemunhas no meio de todas as nações com a força desse mesmo Espírito que ele lhes iria enviar junto com o Pai. Hoje, dia Mundial das Comunicações Sociais, rezemos para que os meios de comunicação implantem, na mente e no coração de todos, os valores do Reino e rezemos também nesta semana para que os cristãos de todas as denominações religiosas trabalhem unidos, sem brigas, para que o mundo creia que Jesus foi o enviado do Pai.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, hoje Jesus sobe aos céus e, após a sua ressurreição, encerra seus encontros e aparições aos discípulos, que serviram para fortalecer-lhes a fé e explicar-lhes a missão. Despedindo- se, o Senhor promete enviar o seu Espírito e, por Ele, permanecer na Igreja por meio da Palavra anunciada e dos sacramentos. Iniciamos hoje a Semana de Oração pela unidade dos cristãos. Peçamos ao Senhor a graça de vivermos unidos em seu amor. Também hoje, alegramo- nos com todos os meios de comunicação que, no mundo, divulgam a verdade e colaboram com o anúncio do Evangelho.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Interpretando teologicamente a Ascensão de Jesus, recomendam os anjos que não se fique a olhar para o céu, mas que se espere e prepare a volta gloriosa do Senhor. Esta é, até o fim dos tempos, a missão da Igreja, em tensão entre o visível e o invisível, enbtre a realidade presente e a futura cidade para a qual caminhamos. A ascensão do Cristo é a nossa ascensão; já que o Corpo é convidado a elevar-se até a glória em que o precedeu a cabeça, vamos cantar nossa alegria, expandir em ação de graças todo o nosso júbilo. Hoje, não apenas conquistamos o paraíso, mas, no Cristo, penetramos nos mais altos céus.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/28-de-maio-de-2017---solenidade-da-ascensao-do-senhor.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/af_35_ascensao_do_senhor.pdf


Antífona de Entrada
Homens da Galiléia, por que estais admirados, olhando para o céu? Este Jesus há de voltar do mesmo modo que o vistes subir, aleluia! (At 1,11)

Oração do dia
Ó Deus todo-poderoso, a ascensão do vosso filho, já é nossa vitória. Fazei-nos exultar de alegria e fervorosa ação de graças, pois, membros de seu corpo, somos chamados na esperança a participar da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: Hoje, professamos nossa fé que Jesus é o Senhor, elevado por Deus aos céus, na sua Ascensão gloriosa. Os apóstolos são acordados para o início do testemunho cristão no mundo, com a missão evangelizadora de batizar, ensinar e fazer discípulos. Jesus sobe aos céus, mas permanece conosco na potência do Espírito Santo, que nos faz ouvir a Palavra de Deus e torná-la viva e atual. Com gratidão, escutemos o Senhor.

Primeira Leitura (Atos 1,1-11)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1 1 Em minha primeira narração, ó Teófilo, contei toda a seqüência das ações e dos ensinamentos de Jesus,
2 desde o princípio até o dia em que, depois de ter dado pelo Espírito Santo suas instruções aos apóstolos que escolhera, foi arrebatado (ao céu).
3 E a eles se manifestou vivo depois de sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus.
4 E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de seu Pai, "que ouvistes", disse ele, "da minha boca;
5 porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias".
6 Assim reunidos, eles o interrogavam: "Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel?"
7 Respondeu-lhes ele: "Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder,
8 mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo".
9 Dizendo isso elevou-se da (terra) à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos.
10 Enquanto o acompanhavam com seus olhares, vendo-o afastar-se para o céu, eis que lhes apareceram dois homens vestidos de branco, que lhes disseram:
11 "Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu".
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 46/47

Por entre aclamações, Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta!

Povos todos do universo, batei palmas,
gritai a Deus aclamações de alegria!
Porque sublime é o Senhor, o Deus altíssimo,
o soberano que domina toda a terra.

Por entre aclamações, Deus se elevou,
o Senhor subiu ao toque da trombeta.
Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa,
salmodiai, ao som da harpa, ao nosso rei!

Porque Deus é o grande rei de toda a terra,
ao som da harpa acompanhai os seus louvores!
Deus reina sobre todas as nações,
está sentado no seu trono glorioso.

Segunda Leitura (Efésios 1,17-23)
Leitura da carta de São Paulo aos Efésios.

Irmãos, 1 17 "rogo ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê um espírito de sabedoria que vos revele o conhecimento dele;
18 que ilumine os olhos do vosso coração, para que compreendais a que esperança fostes chamados, quão rica e gloriosa é a herança que ele reserva aos santos,
19 e qual a suprema grandeza de seu poder para conosco, que abraçamos a fé. É o mesmo poder extraordinário que
20 ele manifestou na pessoa de Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o sentar à sua direita no céu,
21 acima de todo principado, potestade, virtude, dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no futuro.
22 E sujeitou a seus pés todas as coisas, e o constituiu chefe supremo da Igreja,
23 que é o seu corpo, o receptáculo daquele que enche todas as coisas sob todos os aspectos.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Ide ao mundo, ensinai aos povos todos; convosco estarei, todo os dias, até o fim dos tempos, diz Jesus (Mt 28,19s).


Evangelho (Mateus 28,16-20)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 28 16 os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado.
17 Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda.
18 Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: "Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. 19 Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
20 Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Ó Deus, nós vos apresentamos este sacrifício para celebrar a admirável ascensão do vosso filho. Concedei, por esta comunhão de dons entre o céu e a terra, que nos elevemos com ele até a pátria celeste. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos, aleluia! (Mt 28,20)

Depois da Comunhão
Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis conviver na terra com as realidades do céu, fazei que nossos corações se voltem para o alto, onde está junto de vós a nossa humanidade. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

COMUNICAR COISAS BOAS

Neste Domingo da Ascensão, a Igreja lembra que Jesus, antes de se elevar ao céu, enviou os apóstolos em missão para comunicarem o Evangelho a todas as criaturas. O Evangelho é boa notícia, alegre anúncio de salvação para todos! Na sua Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, comemorado hoje pela Igreja, o Papa Francisco reflete um tema importante: comunicar a boa notícia.

“A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade. Creio que há a necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e de deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas «notícias más» (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de fracasso nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação, ignorando o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingênuo, que não se deixe tocar pelo escândalo do mal”.

E o Papa nos encoraja a “ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador baseado na lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção e, por conseguinte, não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”.

São valiosas essas palavras do Papa Francisco, que nos convida a não ceder à tentação de ficar procurando e espalhando notícias negativas e a sermos criativos e corajosos na comunicação de coisas boas. E há muita coisa boa para se comunicar! Vale para os comunicadores dos grandes Meios de Comunicação; mas também para os pequenos comunicadores do Facebook, Twitter, Whatsapp, Email, Instagram... Vale para as nossas conversas pessoais. Sejamos comunicadores do bem!

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 29 DE MAIO A 04 DE JUNHO DE 2017:
2ª Br - At 19,1-8; Sl 67(68); Jo 16,29-33;
3ª Ver - At 20,17-27; Sl 67(68); Jo 17,1-11a;
4ª Br - Sf 3,14-18; Ct.: Is 12,2-3.4bcd.5-6; Lc 1,39-56
5ª Ver - At 22,30; 23,6-11; Sl 15(16); Jo 17,20-26;
6ª Br - At 25,13b-21; Sl 102(103); Jo 21,15-19;
Sb Br - At 28,16-20.30-31; Sl 10(11); Jo 21,20-25.
Dom Br - PENTECOSTES: At 2,1-11; Sl 103(104); 1Cor 12,3b-7.12-13; Jo 20,19-23. (O envio missionário)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. O Mandato Missionário
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Dia desses alguém me perguntava, por que razão o evangelista Mateus não fala da Ascensão de Jesus, parece que a parte mais importante ele omite, justo o final Feliz de toda História: Jesus vai subindo e sumindo entre as nuvens, glorioso e vencedor! Alguns mais radicais até acham que esse evangelho  nem deveria entrar na Liturgia desse Domingo da Ascensão. Então aqui entram os admiradores de São Lucas, esse “caprichou” na narrativa, narrou em Atos, que é a primeira leitura desse domingo, e repetiu em seu segundo evangelho. Só faltou uma câmara digital para filmar Jesus subindo... Que coisa linda! Claro que esta cena cinematográfica não está no centro das atenções de nenhum dos nossos evangelistas, mas em todos eles, direta ou indiretamente há algo bem mais importante que eles transmitiram as suas comunidades e também as nossas: a História de Jesus, e principalmente a sua missão, terá continuidade!

Não podemos limitar a Festa da Ascensão apenas a essa “subida” de Jesus entre as nuvens, mesmo porque os terrnos são confusos á luz da razão humana, afinal, Jesus foi ou ficou? Pois se Ele foi, não pode ter ficado, e se ficou, então não foi. Esquecemos que Deus é Onipresente e atemporal, não há um antes e um depois nessa história. Pois se Jesus não usa dessa pedagogia própria, nem os seus discípulos e nem nós entenderíamos absolutamente nada. Também é bom esclarecer que a sua presença em nosso meio não em um “Faz de Conta”, um sonho bonito que alimentamos, quando, por exemplo, perdemos um ente querido e afirmamos convictos que sentimos a sua presença junto de nós. Jesus não está vivo entre nós, porque evocamos a sua lembrança, a sua presença é real, embora mística. Ele nunca saiu da Direita do Pai e também nunca saiu do nosso meio, o que muda aos nossos olhos é apenas o modo de se fazer presente, pois se a presença do Senhor em sua Igreja fosse apenas uma bela Utopia, a Igreja teria sucumbido nos primeiros quatro séculos de sua história, quando teve contra si a força destruidora do poderoso império romano.

Quando assumimos algum empreendimento humano, logo queremos saber o que vamos ter que fazer, qual vai ser o nosso papel. O Cristão Discípulo de Jesus já tem essa resposta sobre o que fazer “...Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-nos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei” E Jesus ordenou tantas coisas, seu ensinamento é tão denso, como é que a gente vai se lembrar -  poderá argumentar alguém. “Eu vos dou um novo mandamento....” . Pronto! Aqui temos a missão da Igreja, anunciar o evangelho que conduz o ouvinte á prática do maior de todos os mandamentos: o amor aos irmãos e irmãs.

Todas as pastorais e movimentos, associações, ordens religiosas, ministérios e tudo mais que há no contexto da Igreja, deve estar direcionado para este mandato; Anunciar o Evangelho é essa a missão primária da Igreja, se o trabalho na em comunidade não tem esse objetivo há algo errado. Nenhuma pastoral ou Movimento deve anunciar a si mesmo, mas o Evangelho de Cristo, e qualquer  modelo de espiritualidade deve ser sempre um incentivo ao cumprimento dessa missão. A Igreja no início do Novo Milênio começou a tomar consciência de que tinha se omitido dessa sua missão primária, as paróquias passaram a ser Postos de Atendimento Religioso e Distribuidora de Sacramentos. Por conta disso alguns movimentos que trabalham o querígma, cresceram na nossa Igreja, em uma ação do Espírito Santo, graças a Deus que isso aconteceu, acho até, que foi um “puxão de orelha” em nossas paróquias, que agora, em uma nova visão pastoral vão elaborando planos que contemplam esse resgate da Missão evangelizadora fazendo um anúncio que leve o ouvinte a esta experiência profunda com a Pessoa de Jesus Cristo, chega de fórmulas doutrinárias e conceitos clássicos decorados ou mal digeridos! Chega de tanta omissão, precisamos de Paróquias evangelizadoras cada vez mais!

É este o apelo nas entrelinhas do cérebre Documento de Aparecida, que deve ser o Livro de Cabeceira de todos os que se propor a viver um cristianismo mais autêntico. É normal questionar, se uma Igreja imperfeita e pecadora conseguirá dar conta dessa missão de tão grande importância, uma comunidade Santa e forte na Fé daria melhor conta desse recado. Mateus não se ilude a esse respeito, nas primeiras comunidades não faltavam pessoas fervorosas que reconheciam em Jesus o único Deus e Senhor, prostrando-se diante dele, mas havia também os fracos na Fé, que ainda duvidavam tal qual acontece ainda hoje em nossas comunidades. Jesus não deu a missão apenas aos fervorosos, mas a todos os que participam da comunidade, pois é isso eu define o “Ser Cristão”, anúncio e testemunho! (Festa da Ascensão do Senhor)

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com

2. Eis que estou convosco todos os dias...
(O comentário do Evangelho aEste é o meu filho amado, escutai-o!baixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

"A primeira vinda de Jesus foi na pobreza de Belém. Na vinda definitiva, ele virá como o Senhor da glória. Enquanto ele não vem, trabalhamos em favor do Reino. Ao subir ao céu, garantiu que ficaria conosco até o fim dos tempos e nos enviaria outro Consolador, o Espírito Santo. Trabalhamos com a certeza da vitória porque a sua ascensão já é a nossa vitória. Sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, introduziu no mundo de Deus a nossa natureza humana. Nele, nós já estamos lá. Nossa humanidade está junto do nosso Deus. Nossos corações se voltam para o alto descortinando o horizonte que nos espera. Vendo pela fé o invisível, administramos com equilíbrio e coragem as coisas visíveis. Adquirimos o bom senso do Espírito, que nos permite discernir o que é melhor em cada decisão a ser tomada. Na ascensão do Senhor nossa vida se renova e tem sentido.

Jesus foi levado ao céu à vista dos seus apóstolos e discípulos. Uma nuvem o envolveu e não o viram mais. Aparecem então dois homens vestidos de branco, que perguntam por que os discípulos estão ali, parados, olhando para o céu. Depois da sua ressurreição, Jesus ficou ainda quarenta dias com os discípulos, instruindo-os sobre o Reino de Deus. Antes de partir, fez com eles uma refeição e lhes deu suas últimas recomendações: “Fiquem em Jerusalém e esperem a vinda do Espírito Santo”. Os discípulos não entendiam bem o que Jesus lhes dizia nem compreendiam tudo o que estava acontecendo. Jesus lhes falara do Reino, mas o reino que eles esperavam era o de Israel, por isso perguntaram a Jesus: “É agora que o senhor vai restaurar o reino para o povo de Israel?”.

A carta aos efésios não descreve a ascensão de Jesus, mas diz que Deus manifestou a sua força quando o ressuscitou e o fez sentar-se à sua direita nos céus. Sentado à direita do Pai, ele está acima de tudo e é agora a Cabeça da Igreja, o seu corpo.

São Mateus também não fala da ascensão de Jesus. Ele termina o seu Evangelho com as últimas recomendações de Jesus e uma rápida despedida. Jesus ressuscitado está na Galileia. Muitos discípulos ainda não o tinham visto e, como não inventaram a ressurreição, duvidavam se era ele mesmo. Jesus lhes diz com firmeza: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Vão pelo mundo afora e façam discípulos meus todos os povos, batizem em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e ensinem o que eu ensinei”. E ele promete estar conosco todos os dias, até ao fim do mundo."

3. A MISSÃO UNIVERSAL
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A Ascensão descortinou para os apóstolos um vasto campo de missão que abrangia o mundo inteiro e toda a humanidade. Uma vez concluída a caminhada terrena do Messias, urgia levar adiante esta missão, para que todos pudessem beneficiar-se da salvação realizada por ele.

Enviados pelo poder que Jesus recebeu do Pai, os apóstolos deveriam partir, dispostos a caminhar por todas as estradas do mundo, e a anunciar a Boa-Nova da salvação a quantos encontrassem. Ninguém podia ser deixado de lado, pois a salvação é um direito de todos.

O sinal de adesão a Jesus dar-se-ia no batismo feito “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Seria a forma de vincular toda a humanidade com o Pai, por meio de Jesus, na força do Espírito Santo. Desta comunhão de amor deveria surgir uma humanidade nova, fundada na filiação divina e na fraternidade.

Os apóstolos tinham como tarefa levar os novos discípulos a pautar suas vidas pelos ensinamentos do Mestre. Nada de novas doutrinas! Bastaria ensinar os batizados a observar tudo quanto Jesus lhes havia ensinado: nada mais do que amar a Deus e ao próximo, como fora explicitado no Sermão da Montanha.

Uma certeza deveria animar os apóstolos: o Ressuscitado estaria para sempre junto deles, incentivando-os a serem fiéis à missão. Portanto, nada de se deixarem abater pela grandiosidade e pelas exigências da tarefa recebida.

Oração
Pai, que a certeza da presença de teu Filho Jesus seja estímulo para o cumprimento da missão que recebi: a de proclamar o Reino a todos os povos.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Segunda Feira — 29.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTA ÚRSULA LEDOCHOWSKA

Júlia Ledochowska nasceu em 17 de abril de 1865 e os pais eram nobres poloneses, que residiam na Áustria. Aos vinte e um anos, pronunciou os votos definitivos, tomando o nome de Úrsula.

Ativa educadora, fundou um pensionato feminino para jovens, promovendo entre os estudantes a Associação das Filhas de Maria. Após ocupar a função de superiora do seu convento por quatro anos, foi chamada pelo pároco da igreja de Santa Catarina em Petersburgo, na Rússia, para dirigir um internato de estudantes polonesas exiladas. Fundou também uma casa das ursulinas na Finlândia onde inovou com um pensionato e uma escola ao ar livre.

Sua cidadania e origem austríaca a fizeram objeto de perseguição por parte da polícia russa, durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1917, foi para a Dinamarca dar assistência aos poloneses perseguidos, onde permaneceu por dois anos, quando então regressou para o seu convento na Polônia.

Em 1920, fundou uma nova ordem: as Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração Agonizante, com a função de dar assistência aos jovens abandonados e cuidar dos pobres, velhos e crianças.

Quando Madre Úrsula morreu, já existiam trinta e cinco casas e mais de mil irmãs. Ela deixou vários livros, todos escritos em polonês, que foram traduzidos para o italiano e francês. Faleceu em Roma no dia 29 de maio de 1939.

REFLEXÃO
Úrsula foi educadora, apóstola, missionária, pioneira do ecumenismo nos países escandinavos, criadora de um novo estilo de vida religiosa e de formas de apostolado, dirigido sobretudo para os mais necessitados, que fizeram dela uma precursora da renovação e atualização do espírito da vida religiosa feminina. Rezemos hoje por todas as mulheres que dedicam sua vida aos mais abandonados, sobretudo por aquelas que se consagram através dos votos religiosos.

ORAÇÃO
Ó Deus, que pelo amor ao ser humano, fizeste brilhar no mundo a força de Santa Úrsula, fazei-nos recorrer à sua proteção e encontrar motivos para dispensar nossos dias ao serviço dos mais abandonados. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


VII SEMANA DA PÁSCOA
( Branco, Prefácio da Ascensão, Ofício do dia da III semana )

Antífona de Entrada
Recebereis a força do Espírito Santo, que descerá em vós, e dareis testemunho de mim até os confins da terra, aleluia! (At 1,8)

Oração do dia
Nós vos pedimos, ó Deus, que venha a nós a força do Espírito Santo, para que realizemos fielmente a vossa vontade e a manifestemos por uma vida santa. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 19,1-8)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

19 1 Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as províncias superiores e chegou a Éfeso, onde achou alguns discípulos e indagou deles:
2 "Recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé?" Responderam-lhe: "Não, nem sequer ouvimos dizer que há um Espírito Santo!
3 Então em que batismo fostes batizados?", perguntou Paulo. Disseram: "No batismo de João".
4 Paulo então replicou: "João só dava um batismo de penitência, dizendo ao povo que cresse naquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus".
5 Ouvindo isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus.
6 E quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo desceu sobre eles, e falavam em línguas estranhas e profetizavam.
7 Eram ao todo uns doze homens.
8 Paulo entrou na sinagoga e falou com desassombro por três meses, disputando e persuadindo-os acerca do Reino de Deus.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 67/68

Reinos da terra, cantai ao Senhor.

Eis que Deus se põe de pé e os inimigos se dispersam!
fogem longe de sua face os que odeiam o Senhor
Como fumaça se dissipa, assim também os dissipais,
como a cera se derrete ao contato com o fogo,
assim pereçam os iníquos ante a face do Senhor!

Mas os justos se alegram na presença do Senhor,
rejubilam satisfeitos e exultam de alegria!
Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome!
O seu nome é Senhor: exultai diante dele!

Dos órfãos ele é pai e das viúvas protetor;
é assim o nosso Deus em sua santa habitação.
É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados,
quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Se com Cristo ressurgistes, procurai o que é do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus Pai (Cl 3,1).


EVANGELHO (João 16,29-33)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, os discípulos disseram a Jesus: 16 29 "Eis que agora falas claramente e a tua linguagem já não é figurada e obscura.
30 Agora sabemos que conheces todas as coisas e que não necessitas que alguém te pergunte. Por isso, cremos que saíste de Deus".
31 Jesus replicou-lhes: "Credes agora!
32 Eis que vem a hora, e ela já veio, em que sereis espalhados, cada um para o seu lado, e me deixareis sozinho. Mas não estou só, porque o Pai está comigo.
33 Referi-vos essas coisas para que tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que este sacrifício perfeito possa purificar-nos e dar a nossos corações a força de vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Não vos deixarei órfãos, diz o Senhor: a vós retornarei e vosso coração se encherá de alegria, aleluia! (Jo 14,18; 16,22)

Depois da Comunhão
Ó Deus de bondade, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga à nova vida aqueles a quem concedestes a comunhão nos vossos mistérios. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Os discípulos descobrem o que é essencial na Vida de Fé
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Um dos discípulos de Jesus nos ajudará na reflexão desse evangelho:

______ Parece que esse evangelho mostra o momento em que, finalmente "caiu a ficha" do grupo de vocês...
Discípulo ___ Sim, como vocês dizem nos dias de hoje, a gente não tinha compreendido os sucessivos e preciosos ensinamentos de Jesus, essa é a grande verdade.

____    E porque não compreendiam, se ele enquanto homem e mestre de vocês, era tão maravilhoso e ensinava com autoridade. Nós aqui do terceiro milênio ficamos estupefatos de vocês não entenderem...
Discípulo ___ É que estávamos encantados com Jesus, com a sua pessoa, jeito de ser, suas palavras que penetravam em nosso coração, seus prodígios principalmente em favor dos pobres e excluídos... De repente ele começa a falar em ser entregue, morrer e ressuscitar, era complicado demais para nós...

____Mas ele dizia a vocês que iria ressuscitar. Isso não era suficiente?
Discípulo____ Não, naquele tempo ressurreição para nós era algo misterioso, voltar para Deus, viver uma Vida nova, e além do mais, no pensamento judaico, tudo que Deus nos dá, é nessa Vida, depois que se morre vai para a Mansão dos Mortos, e tudo se acaba... O primeiro a falar de ressurreição desse modo novo é Jesus, nosso Mestre...

____Para não nos alongarmos, esse evangelho fala de um tempo novo na vida de vocês e da comunidade primitiva, não é mesmo?
Discípulo____ Sim, exatamente isso, até então o trauma da sua paixão e morte, o modo como tudo aconteceu, nos assustou e levou-nos a um profundo desânimo. Mas após a sua morte veio a ressurreição, sentimos e provamos que Ele continuava bem Vivo e caminhando conosco, foi a nossa Fé que nos levou a essa experiência, Jesus nunca esteve sózinho, quando nós o abandonamos, naquele momento crucial, o Pai estava com Ele......

___Isso significa o que exatamente...
Discípulo _____ Que a história é encíclica e as comunidades primitivas e todas as demais que se sucederam, chegando até vocês hoje, JAMAIS ESTÃO SÓZINHOS. Aquele que caminha á nossa frente e que caminha hoje, é um Deus vencedor, por isso ele nos dizia "Coragem, eu venci o mundo!".

___Mas Discípulo, uma última perguntinha, para que fique bem claro: o fato de Jesus estar com a gente hoje, do mesmo modo que estava com vocês após a Ascensão, não significa que tudo vai dar certinho e que vamos tirar de letra a missão de ser cristão?
Discípulo _____Claro que não! Jesus sabe das lutas, dificuldades e desafios, que os cristãos enfrentaram e continuam enfrentando em todos os tempos da Igreja, e por isso diz essa afirmativa estimulante e decisiva, que nos leve a continuarmos "Coragem, eu venci o mundo...", as dificuldades, quedas e derrotas, desafios e barreiras, fazem parte da caminhada e mesmo que Mundo inteiro estivesse contrário ao Cristianismo...

____Já sei, pode o mundo inteiro estar contra nós, mas venceremos Ele está conosco e sabe como vencer o mundo, o mundo do Mal, que insiste em rejeitar o Reino que Jesus um dia plantou...
Discípulo ____ AMÉM...

2. Tende coragem!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Naqueles dias, os discípulos se dispersaram e Jesus ficou só diante de seus juízes e de seus algozes. Na realidade nunca esteve só porque o Pai está sempre com ele. A dispersão se deu por causa da prisão de Jesus e também por causa da missão. Eles partiram para atingir os quatro cantos do mundo. Diz a tradição que se encontraram todos novamente quando Maria, a Mãe de Jesus, adormeceu no Monte Sião. Sabendo que Jesus venceu o mundo, partiram cheios da alegria do Espírito Santo para anunciar o Reino a todas as nações; muitos discípulos e discípulas, e entre eles os Apóstolos, e entre os Apóstolos o que disse três vezes que amava Jesus. Antes de partir, Jesus ainda lhes pergunta: “Vocês agora creem?”. Sabiam que Jesus conhecia tudo. “Agora vemos que conheces tudo e não precisas que ninguém te faça perguntas.” Conhecia o Pai e conhecia os discípulos. Vocês agora creem? Há um caminho a ser percorrido para se chegar à profissão de fé em Jesus. A dúvida e a negação fazem parte desse caminho. No caminho há aflições e há a coragem deixada por Cristo com sua paz. Mesmo não sendo conhecido de todos, ele se encarnou, ressuscitou, subiu ao céu e enviou o Espírito. Ele venceu o mundo. Seguindo-o entramos numa aventura de fé, na visão do invisível.

3. CUIDADO PARA NÃO CAIR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

Os discípulos fizeram uma longa caminhada de fé, durante a qual foram percebendo as exigências do seguimento de Jesus. Mas, a assimilação prática destas exigências foi acontecendo paulatinamente.

Estando para concluir a etapa terrena de sua missão, Jesus estava convencido de que seus discípulos não seriam capazes de manter a fidelidade diante da provação que se avizinhava. Ele bem sabia que haveriam de abandoná-lo.

Esta experiência dos primeiros discípulos serve de alerta para quem pretende pôr-se no seguimento do Senhor. É impossível descartar a eventualidade de ser infiel à própria fé, de modo especial em tempos de provação. Aí a certeza fica sujeita à dúvida, a fortaleza da fé pode ser abalada, e a adesão ao Senhor ser posta em xeque.

Jesus alertou seus discípulos a terem uma confiança inabalável nele, uma vez que o mundo fora vencido. Confiar é entregar-se totalmente a Jesus e deixar-se guiar por ele, mesmo faltando certezas. É renunciar aos próprios juízos para pensar com Jesus e como Jesus. É ter coragem de caminhar na escuridão, com a pequena luz oferecida pelo Senhor.

Este caminho indicado por Jesus poderá precaver o discípulo do risco da queda. Em todo caso, é imprevidente quem confia nas próprias forças e capacidades, prescindindo do auxílio divino. A queda, neste caso, será inevitável.

Oração
Senhor Jesus, livra-me da pretensão de caminhar por minha própria conta. Que eu me deixe sempre guiar por ti.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Terça-Feira — 30.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
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SANTA JOANA D'ARC

Joana nasceu na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, começou a viver experiências místicas. Os pais acharam que estava louca.

A França vivia a guerra dos cem anos com a Inglaterra. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. Joana, nas suas orações, recebia mensagens que exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Órleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII.

O rei só concordou em seguir os conselhos de Joana quando percebeu que ela realmente era um sinal de Deus. Deu-lhe a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus.

Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos VII foi então coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.

Quanto a Joana, foi ferida, traída e vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso, grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431.

Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo Papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França.

REFLEXÃO
Joana entrou para a história como mito. Aquela jovem camponesa de 20 anos incompletos, tendo como arma principal sua fé, tornou-se respeitada como uma grande líder. Joana D'Arc é considerada a maior heroína nacional da França. Seu nome, imagem e história estão presentes em todo o país. Mesmo tendo sido uma guerreira, ela jamais deixou de praticar sua fé em Jesus Cristo.

ORAÇÃO
Ó Deus, que nos alegrais com a comemoração de Santa Joana d'Arc, concedei que sejamos ajudados pelos seus méritos e iluminados pelos seus exemplos de castidade e fortaleza. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


VII SEMANA DA PÁSCOA
( Branco, Prefácio da Ascensão, Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
Eu sou o primeiro e o último, aquele que vive. Estive morto e eis que estou vivo para sempre, aleluia! (Ap 1,17s)

Oração do dia
Ó Deus de poder e misericórdia, fazei que o Espírito Santo, vindo habitar em nossos corações, nos torne um templo da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 20,17-27)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

20 17 Mas de Mileto mandou a Éfeso chamar os anciãos da igreja.
18 Quando chegaram, e estando todos reunidos, disse-lhes: "Vós sabeis de que modo sempre me tenho comportado para convosco, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia.
19 Servi ao Senhor com toda a humildade, com lágrimas e no meio das provações que me sobrevieram pelas ciladas dos judeus.
20 Vós sabeis como não tenho negligenciado, como não tenho ocultado coisa alguma que vos podia ser útil. Preguei e vos instruí publicamente e dentro de vossas casas.
21 Preguei aos judeus e aos gentios a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus.
22 Agora, constrangido pelo Espírito, vou a Jerusalém, ignorando a que ali me espera.
23 Só sei que, de cidade em cidade, o Espírito Santo me assegura que me esperam em Jerusalém cadeias e perseguições.
24 Mas nada disso temo, nem faço caso da minha vida, contanto que termine a minha carreira e o ministério da palavra que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho ao Evangelho da graça de Deus.
25 Sei agora que não tornareis a ver a minha face, todos vós, por entre os quais andei pregando o Reino de Deus.
26 Portanto, hoje eu protesto diante de vós que sou inocente do sangue de todos,
27 porque nada omiti no anúncio que vos fiz dos desígnios de Deus".
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 67/68

Reinos da terra, cantai ao Senhor.

Derramastes lá do alto uma chuva generosa,
e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes;
e ali vosso rebanho encontrou sua morada;
com carinho preparastes essa terra para o pobre.

Bendito seja Deus, bendito seja cada dia
o Deus da nossa salvação, que carrega os nossos fardos!
Nosso Deus é um Deus que salva, é um Deus libertador;
o Senhor, só o Senhor, nos poderá livrar da morte!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Rogarei ao meu Pai e ele há de enviar-vos um outro paráclito, que há de permanecer eternamente convosco (Jo 14,16).


EVANGELHO (João 17,1-11)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 17 1 Jesus afirmou essas coisas e depois, levantando os olhos ao céu, disse: "Pai, é chegada a hora. Glorifica teu Filho, para que teu Filho glorifique a ti;
2 e para que, pelo poder que lhe conferiste sobre toda criatura, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe entregaste.
3 Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste.
4 Eu te glorifiquei na terra. Terminei a obra que me deste para fazer.
5 Agora, pois, Pai, glorifica-me junto de ti, concedendo-me a glória que tive junto de ti, antes que o mundo fosse criado.
6 Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste. Eram teus e deste-mos e guardaram a tua palavra.
7 Agora eles reconheceram que todas as coisas que me deste procedem de ti.
8 Porque eu lhes transmiti as palavras que tu me confiaste e eles as receberam e reconheceram verdadeiramente que saí de ti, e creram que tu me enviaste.
9 Por eles é que eu rogo. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.
10 Tudo o que é meu é teu, e tudo o que é teu é meu. Neles sou glorificado.
11 Já não estou no mundo, mas eles estão ainda no mundo; eu, porém, vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me encarregaste de fazer conhecer, a fim de que sejam um como nós".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Deus, as nossas preces com as oferendas que apresentamos, para que esta liturgia, celebrada com mor, nos faça passar à glória celeste. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas; e vos lembrará tudo o que vos tenho dito, diz o Senhor, aleluia! (Jo 14,26)

Depois da Comunhão
Tendo participado do sacramento do Corpo e do Sangue do vosso Filho, nós vos suplicamos, ó Deus, que nos faça crescer em caridade a eucaristia que ele nos mandou realizar em sua memória. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A Vida Eterna já nos foi dada...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Se pudéssemos fazer um gráfico comparativo entre os evangelhos sinóticos e o de João, iríamos perceber que nos sinóticos, na medida em que vai chegando a paixão e morte de Jesus, a linha do gráfico vai decaindo, tudo começou tão bem, atingiu o auge mas agora o Messianismo de Jesus parece que está acabando em nada, e a linha vai chegar no zero.

No evangelho Joanino tudo é diferente, e na medida em que se aproxima a paixão e a morte do Senhor, a linha do gráfico vai subindo de forma ascendente atingindo o ponto mais alto, o cume do messianismo: Jesus é Deus verdadeiramente! Por isso a palavra "Glorificação" é importante e só nesse evangelho aparece meia dúzia de vêzes... Mas essa glorificação deve ser bem entendida, senão fica parecendo, na nossa linguagem humana, uma rasgação de elogio e jogação de confete entre o Pai e o Filho, quando na verdade o que está em jogo é a vida e o destino de toda humanidade.

A glorificação de Jesus significa a total restauração do Ser humano, Jesus não só resgata o homem para o paraíso, ele o coloca em um trono e o homem, doravante, fará parte da Divindade Trinitária, o homem deixa o caos desordenado do pecado e passa á luz da Graça de Deus, ou seja, em Jesus, o Homem Novo, Deus renova toda a humanidade e a sua glória se irradia em cada ser humano.

Por isso que a glorificação de Jesus têm continuidade nos seus discípulos, pois assim como Jesus e o Pai formavam uma unidade perfeita, agora em Jesus, o homem começa a participar dessa unidade. A obra de Jesus foi terminada, o elo entre Deus e o Homem foi refeito, e a Vida de comunhão com Deus tornou-se uma realidade. Eliminada essa distância que havia entre Deus e o homem, na Teologia Joanina a Vida Eterna já foi dada a cada ser humano.

Precisamente esta Vida Eterna presente em nós na Graça Santificante e Operante, é que dá um novo significado á nossa existência naquilo que somos e fazemos, no que falamos e pensamos, em tudo isso resplandece á Luz Divina e assim, Jesus e o Pai são glorificados.

A oração de Jesus, chamada nesse capítulo 17, de Oração sacerdotal, é a oração que pede, mas ao mesmo tempo que se propõe a fazer, aquilo que pediu ao Pai. Jesus pede que nenhum dos que o Pai deu a ele, se percam, mas para que a oração seja atendida, Jesus irá dar o precioso dom da sua Vida, deixando-se imolar, pagando assim um alto preço para nossa renovação e total restauração.

A oração de Jesus é no sentido de que esse novo homem agora seja forte e não caia mais nas seduções do "mundo" do mal como ocorrera com nossos primeiros pais. Jesus, o homem novo, pressionado pelas forças do mal, quando estava no mundo, as derrotou com a morte na cruz, agora a pressão do mal será sobre os discípulos, que têm em Jesus essa mesma força, capaz de superar todo o mal e assim sacramentar a vitória de Jesus tornando-a definitiva.

2. Pai, chegou a hora, glorifica teu filho...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Jesus preside a oferenda e ao mesmo tempo se oferece. Ele é a vítima e o sacerdote que faz a oração eucarística. Jesus fala com o Pai em favor daqueles que guardaram a Palavra e acreditaram que Jesus é o Filho enviado pelo Pai. Jesus foi enviado pelo Pai e saiu de junto dele. Agora ele vai para junto do Pai e pede para ser glorificado com a glória que tinha antes que o mundo existisse. Sentados à mesa com Cristo ou de pé em volta dele, em oração, a única coisa que podemos fazer é ouvir o que ele diz, mesmo sem entender, e contemplar entrando na oração. Estamos diante de alguém que saiu do Pai e veio até nós. Inacreditável, se ele mesmo não tivesse dito.

3. A VERDADEIRA GLÓRIA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

Jesus entendeu a hora de sua morte como o momento de sua glorificação por parte do Pai. Humanamente falando, não é fácil de coadunar cruz e glória. Isto por que os padrões mundanos de glória são incompatíveis com o sofrimento. No pensar de Jesus, porém, a glorificação assumiu características peculiares. Sua glória consistiu em ter levado a cabo a tarefa recebida do Pai, sem nada omitir e sem deixar-se levar pelas próprias conveniências. Tudo realizou visando tão somente a vontade do Pai e seu projeto. A cruz tornou-se o momento de sua glorificação, porque nela ficava patente sua radical fidelidade ao Pai, sem a mínima resistência. A cruz foi a prova maior do senhorio do Pai na vida de Jesus. Por isso, nela Jesus foi glorificado.

Outra vertente da glória de Jesus situou-se no seu serviço incansável à humanidade. Esse consistiu em levar as pessoas a guardarem as palavras do Pai e a aderirem ao seu projeto. Pela ação de Jesus, elas foram introduzidas num processo de fé e de acolhida da revelação de Deus. O Mestre bem sabia não se ter poupado, em se tratando de servir. Eis um motivo de glória!

A glória do discípulo precisa se espelhar na glória do mestre. Ela virá na medida em que se for capaz de realizar, sem hesitação, a vontade do Pai, de modo especial, na hora da provação. A isso se acrescente o serviço gratuito e generoso ao próximo.

Oração
Senhor Jesus, seguindo o teu exemplo, desejo buscar a glória que consiste em entregar-me totalmente ao Pai e por-me a serviço dos irmãos.


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Liturgia da Quarta-Feira — 31.05.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
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SANTA CAMILA BATISTA DA VARANO

Camila era filha primogênita do príncipe Júlio de Varano, fruto de uma aventura amorosa com uma nobre dama da corte. Nasceu em 09 de abril de 1458. Cresceu bela, inteligente, caridosa e piedosa. Tinha uma personalidade sedutora e divertida, apreciava dançar e cantar.

Ainda criança, depois de ouvir uma pregação sobre a Paixão de Jesus Cristo fez um voto particular: derramar pelo menos uma lágrima todas as Sextas-feiras, recordando todos os sofrimentos do Senhor. Porém, tinha dificuldade para conciliar o voto à vida divertida que levava, quando não conseguia vertê-la sentia-se mal toda a semana.

Aos dezoito anos sentiu o chamado para a vida religiosa, mas seu pai não permitiu. Camila ficou sete meses doente por causa disso. Seu pai fez de tudo, mas ela não desistiu. Após dois anos, acabou consentindo. Assim, aos vinte e três anos, em 1481, ingressou no mosteiro das Clarissas, e tomou o nome de Irmã Batista.

Os anos que se sucederam foram de grandes experiências místicas para Camila Batista, sempre centradas na Paixão e Morte de Jesus Cristo. Escreveu o famoso livro "As dores mentais de Jesus na sua Paixão", que se tornou um guia de meditação para grandes Santos.

Morreu com fama de santidade, em 31 de maio de 1524.

REFLEXÃO
Santa Camila nutria especial devoção pela Paixão de Cristo e pela Eucaristia. É dela a meditação que aconselha os fiéis a comungarem o corpo de Cristo como verdadeiro alimento do corpo e do espírito. “Aquele, pois, que deseja saborear a Paixão de Cristo não deve se contentar com as chagas e o sangue que aderem a esse vaso sagrado da humanidade de Cristo. Que entre dentro do próprio vaso, quero dizer, dentro do coração do Cristo bendito, e ali será saciado até mesmo além de seus desejos”.

ORAÇÃO
Querido e bom Deus, dai-nos, pela intercessão de santa Camila, a graça de perseverar no vosso amor e ser instrumento de paz e de amor no meio da humanidade. Concedei-nos ser fervorosos participantes da Eucaristia e zelar pelo anúncio do Reino. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA
( Branco, Glória, Prefácio de Maria, Ofício da Festa)

Antífona de Entrada
Vinde e escutai, todos os que temeis a Deus, e eu vos direi tudo o que o Senhor fez por mim (Sl 65,16).

Oração do dia
Ó Deus, todo-poderoso, que inspirastes à virgem Maria sua visita a Isabel, levando no seio o vosso Filho, fazei-nos dóceis ao Espírito Santo, para cantar com ela o vosso louvor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Sofonias 3,14-18)
Leitura da profecia de Sofonias.

3 14 Solta gritos de alegria, filha de Sião! Solta gritos de júbilo, ó Israel! Alegra-te e rejubila-te de todo o teu coração, filha de Jerusalém!
15 O Senhor revogou a sentença pronunciada contra ti, e afastou o teu inimigo. O rei de Israel, que é o Senhor, está no meio de ti; não conhecerás mais a desgraça.
16 Naquele dia, dir-se-á em Jerusalém: "Não temas, Sião! Não se enfraqueçam os teus braços!
17 O Senhor teu Deus está no meio de ti como herói Salvador! Ele anda em transportes de alegria por causa de ti, e te renova seu amor. Ele exulta de alegria a teu respeito
18 como num dia de festa. Suprimirei os que te feriram, tirarei a vergonha que pesa sobre ti".
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial Is 12

O santo de Israel é grande entre vós.

eis o Deus, meu salvador, eu confio e nada temo;
o Senhor é minha força, meu louvor e salvação.
Com alegria bebereis do manancial da salvação.

E direis naquele dia: “Dai louvores ao Senhor,
invocai seu santo nome, anunciai suas maravilhas,
entre os povos proclamai que seu nome é o mais sublime.

Louvai, cantando, ao nosso Deus, que fez prodígios e portentos,
publicai em toda a terra suas grandes maravilhas!
Exultai, cantando alegres, habitantes de Sião,
porque é grande em vosso meio o Deus santo de Israel!”

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
És feliz porque creste, Maria, pois em ti a palavra de Deus vai cumprir-se, conforme ele disse (Lc 1,45)


EVANGELHO (Lucas 1,39-56)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

1 39 Naqueles dias, Maria se levantou e foi às pressas às montanhas, a uma cidade de Judá.
40 Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
41 Ora, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança estremeceu no seu seio; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42 E exclamou em alta voz: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
43 Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?
44 Pois assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.
45 Bem-aventurada és tu que creste, pois se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas!"
46 E Maria disse: "Minha alma glorifica ao Senhor,
47 meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48 porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
49 porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.
50 Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.
51 Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.
52 Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
53 Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.
54 Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,
55 conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre.
56 Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para casa".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, que vos seja agradável este nosso sacrifício de salvação, assim como foi aceito por vós o serviço de caridade da santa mãe do vosso filho. Que vive e reina para sempre!

Antífona da Comunhão
Todas as gerações me chamarão bem-aventurada porque o Poderoso fez em mim grandes coisas e santo é o seu nome (Lc 1,48s).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que a vossa Igreja vos glorifique pelas maravilhas que fizestes em vossos fiéis e possa acolher com alegria, neste sacramento, o Cristo sempre vivo, que João Batista pressentiu com exultação, oculto no seio materno. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Maria visita Isabel
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Muitas vezes me perguntei, o que teria Maria ido fazer na casa de sua parenta Isabel, cujo caminho montanhoso era íngreme e distanciava mais ou menos 40 km de sua casa. Ela não foi sozinha, provavelmente acompanhou alguma caravana que seguia para aqueles lados, pois sozinha seria muito arriscado. A catequese Lucana nos dá a entender que Maria foi para servi-la, preocupada com a situação delicada da sua parenta, avançada em anos. Mas prestemos muita atenção na conversa dessas suas mulheres, nesse roteiro catequético muito bem preparado e magistralmente produzido por Lucas.

O que teria a ver essa visita com a História da Salvação, e por que Lucas registrou em seu evangelho essa conversa entre Maria e Isabel?  Isabel, estéril e avançada em anos, como nos o texto, é o resumo da História do Povo de Israel, que havia feito uma grande caminhada na História, animados pelas promessas de Deus, mas até aquele momento nada de especial tinham visto e mesmo os profetas, que eram os porta-vozes de Deus, há 300 anos  Deus não suscitava profetas no meio do povo. Os mais céticos achavam que Deus havia se esquecido do seu Povo e não faltava os mais os mais incrédulos que diziam ser tudo aquilo das Promessas Divinas uma grande Lorota. Podemos dizer que nesse encontro de Maria e Isabel, Deus tomou a pena de novo para começar a reescrever a História, com o final do tempo das promessas e a chegada dos templos da Plenitude.

Maria é uma menina, que vai ser a primeira Discípula de Jesus, a primeira Cristã, a primeira Mulher do Povo da Nova Aliança. É a portadora do Germe Divino que Deus havia prometido. Podemos dizer que essa passagem é o epílogo de todo Antigo Testamento, e ao mesmo tempo o início do Novo. De um ventre seco e do seio de uma Virgem, de maneira prodigiosa  Deus interfere com o seu Espírito e a Fertilidade supera a esterilidade, o Possível Divino suplanta o impossível Humano.

Na resposta de Isabel ao Shalon desejado por Maria, quando chegou á sua casa, encontramos o Antigo Testamento, que exulta com o Novo. No vente de Isabel, João Batista, o último dos profetas do Antigo Testamento, manifesta alegria pela presença do Salvador.  Aquela que acreditou nas promessas é Bendita, porque agora, não só vai vê-las ser realizadas, mas terá o privilégio de participar delas. Quase nada poderia a pobre serva fazer, para que se cumprissem as Promessas Messiânicas feitas á seu Povo.  Quem era ela afinal? Apenas uma adolescente, moradora de um Vilarejo montanhoso chamado Nazaré. Dela nada poderia se esperar.

Também de nossas comunidades, principalmente as mais simples e pequenas, não se pode exigir nenhum grande empreendimento que mude os destinos da Humanidade. Mas é precisamente aí que Deus mora, plantando o Germe Divino, fazendo a Encarnação acontecer de Novo, trazendo uma grande e inexplicável alegria á nossa alma. Nos pequenos e nos simples, que confiam e esperam, tudo se renova e recomeça, a cada momento, a cada dia.

2. Bendita és tu entre as mulheres...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Maria visita Santa Isabel, que está grávida e precisa de ajuda. Maria não demora. Maria vai depressa fazer a visita. Depois ela demora na casa de Isabel. Com a chegada de Maria e seu Filho em gestação, o ambiente se enche de alegria. Isabel se sente honrada. Diante dela está a Mãe do seu Senhor, a bendita entre todas as mulheres, aquela que acreditou no que lhe foi dito da parte do Senhor. É inacreditável que alguém possa aceitar Jesus e rejeitar sua Mãe.

3. SANTIFICADA PELO AMOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A assunção de Maria ao céu deve ser entendida no contexto da totalidade de sua vida. Sem este enraizamento histórico, correr-se-á o risco de divinizá-la, a ponto de esquecer que o desfecho de sua vida está em perfeita sintonia com sua caminhada terrena. E mais: deve ser entendida como o reconhecimento divino de sua plena adesão ao desígnio que Deus tem reservado para cada ser humano. Maria soube viver com radicalidade este projeto.

Refletindo sobre a visita de Maria a Isabel, é possível detectar o elemento centralizador de sua existência: o amor entranhado pelo próximo, caminho de santificação.

Ao saber da gravidez da prima Isabel, Maria pôs-se, apressadamente, a caminho. Sem medir esforços nem intimidar-se pelos eventuais perigos que poderia encontrar ao longo do caminho, ela se sentiu no dever de colocar-se a serviço da parenta. Assim, durante três meses, a "humilde escrava do Senhor" tornou-se a "humilde serva de Isabel". O serviço à prima era uma forma de desdobramento do serviço a Deus. Ou então, o serviço a Deus concretizava-se no serviço à sua parenta.

Este testemunho de amor gratuito e generoso não constituiu um fato isolado na vida de Maria. Ela se dispôs a servir a Isabel, e sempre esteve disponível para servir também a quantos dela precisassem. Por isso, mereceu ser acolhida na plenitude do amor de Deus.

Oração
Espírito de amor gratuito e generoso, coloca-me no mesmo caminho de santificação trilhado por Maria, colocando-me sempre a serviço de quem carece de minha ajuda.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Quinta-Feira — 01.06.2017

Terço do Rosário: Mistérios Luminosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Luminosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SÃO JUSTINO

Justino nasceu no ano 103. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco. Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão, um grande filósofo grego. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão.

Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou se convertendo. Foi batizado no ano 130 na cidade de Éfeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo.

No ano seguinte estava em Roma e evangelizava entre os letrados, pois esse era o mundo onde melhor transitava. Era um missionário filósofo. Deixou muitos livros importantes cujos ensinamentos influenciaram e ainda estão presentes na catequese e na doutrina da Igreja. Seus registros fornecem importantes informações sobre ritos e administração dos Sacramentos na Igreja primitiva.

Escreveu, defendeu e argumentou em favor do Cristianismo e por isto foi considerado de tal modo ilegal que foi vítima da denúncia de um filósofo pagão, o qual o levou ao tribunal. Acabou flagelado e decapitado em 164 na cidade de Roma, junto com outros companheiros que como ele testemunharam sua fé em Cristo.

REFLEXÃO
Justino procurou a unidade e a conciliação entre paganismo e cristianismo, entre filosofia e revelação. Homem culto e dotado de grande fé, Justino lançou as bases de uma verdadeira filosofia cristã. Foi um leigo interessado pelos assuntos da fé e foi martirizado por defender a verdade e a fidelidade ao Evangelho.

ORAÇÃO
Deus eterno e todo-poderoso, que destes a São Justino a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SÃO JUSTINO FILÓSOFO E MARTIR
( Vermelho, Prefácio Comum ou dos Mártires - Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Os pagãos me contaram suas fábulas, mas nada valem perante a vossa lei. Diante dos reis falei de vossa aliança sem me envergonhar, aleluia! (Sl 118,85.46)

Oração do dia
Ó Deus, que destes ao mártir são Justino um profundo conhecimento de Cristo pela loucura da cruz, concedei-nos, por sua intercessão, repelir os erros que nos cercam e permanecer firmes na fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 22,30; 23,6-11)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 22 30 querendo saber com mais exatidão de que os judeus o acusavam, soltou-o e ordenou que se reunissem os sumos sacerdotes e todo o Grande Conselho. Trouxe Paulo e o mandou comparecer diante deles. 23 6 Paulo sabia que uma parte do Sinédrio era de saduceus e a outra de fariseus e disse em alta voz: "Irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus. Por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos é que sou julgado".
7 Ao dizer ele estas palavras, houve uma discussão entre os fariseus e os saduceus, e dividiu-se a assembléia.
8 (Pois os saduceus afirmam não haver ressurreição, nem anjos, nem espíritos, mas os fariseus admitem uma e outra coisa.)
9 Originou-se, então, grande vozearia. Levantaram-se alguns escribas dos fariseus e contestaram ruidosamente: Não achamos mal algum neste homem. (Quem sabe) se não lhe falou algum espírito ou um anjo.
10 A discussão fazia-se sempre mais violenta. O tribuno temeu que Paulo fosse despedaçado por eles e mandou aos soldados que descessem, o tirassem do meio deles e o levassem para a cidadela.
11 Na noite seguinte, apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: "Coragem! Deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma".
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 15/16

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
Digo ao Senhor: “Somente vós sois meu Senhor”.
Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,
meu destino está seguro em vossas mãos!

Eu bendigo o Senhor, que me aconselha
e até de noite me adverte o coração.
Tenho sempre o Senhor ante meus olhos,
pois, se o tenho a meu lado, não vacilo.

Eis por que meu coração está em festa,
minha alma rejubila de alegria
e até meu corpo no repouso está tranquilo;
pois não haveis de me deixar entregue à morte,
nem vosso amigo conhecer a corrupção.

Vós me ensinais vosso caminho para a vida;
junto a vós, felicidade sem limites,
delícia eterna e alegria ao vosso lado!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Para que todos sejam um, diz o Senhor, como tu estás em mim e eu em ti, para que o mundo possa crer que me enviaste (Jo 17,21).


Evangelho (João 17,20-26)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo: 17 20 "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim.
21 Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste.
22 Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, como nós somos um:
23 eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim.
24 Pai, quero que, onde eu estou, estejam comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória que me concedeste, porque me amaste antes da criação do mundo.
25 Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes sabem que tu me enviaste.
26 Manifestei-lhes o teu nome, e ainda hei de lho manifestar, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, nós vos pedimos: concedei-nos participar dignamente do mistério da eucaristia, que são Justino defendeu com admirável coragem. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Nada quis saber entre vós, a não ser Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado (1Cor 2,2).

Depois da Comunhão
Restaurados, ó Deus, pelo alimento celeste, nós vos suplicamos que, seguindo o ensinamento do mártir são Justino, permaneçamos sempre em ação de graças pelos dons recebidos. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO JUSTINO)

Justino nasceu na cidade de Flávia Neápolis, na Samaria, Palestina, no ano 103, início do século II, quando o cristianismo ainda se estruturava como religião católica. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco. Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão. Diz a tradição que foi nessa fase de isolamento que recebeu a visita de um misterioso ancião, que lhe falou sobre o Evangelho, as profecias e seu cumprimento com a Paixão de Jesus, abalando suas convicções e depois desaparecendo misteriosamente. Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou convertendo-se, mesmo tendo conhecimento das penas e execuções impostas aos seguidores da religião cristã. Foi batizado no ano 130 na cidade de Efeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo, tornando-se, historicamente, o primeiro dos Padres da Igreja que sucederam os Padres apostólicos dos primeiros tempos. No ano seguinte estava em Roma, onde passou a travar discussões filosóficas, encaminhando-as para a visão do Evangelho. Muito culto, era assim que evangelizava entre os letrados, pois esse era o mundo onde melhor transitava. Era um missionário filósofo, que, além de falar, escrevia. Deixou muitos livros importantes, cujos ensinamentos influenciaram e ainda estão presentes na catequese e na doutrina dogmática da Igreja. Embora tenham alcançado nossos tempos apenas três de suas apologias, a mais célebre delas é o Diálogo com Trifão. Seus registros abriram caminhos à polêmica antijudaica na literatura cristã, além de fornecerem-nos importantes informações sobre ritos e administração dos sacramentos na Igreja primitiva. Bem-sucedido em todas as discussões filosóficas, conseguiu converter muitas pessoas influentes, ganhando com isso muitos inimigos também. Principalmente a ira dos filósofos pagãos Trifão e Crescêncio. Este último, após ter sido humilhado pelos argumentos de Justino, prometeu vingança e o denunciou como cristão ao imperador Marco Aurélio. Justino foi levado a julgamento e, como não se dobrou às ameaças, acabou flagelado e decapitado com outros companheiros, que como ele testemunharam sua fé em Cristo no ano 164, em Roma, Itália.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Pai, que todos sejam um.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Nosso diálogo com o Catequista São João tem nos ajudado bastante na compreensão do evangelho nesta semana que antecede Pentecostes e que se denomina Semana da Unidade dos Cristãos, então, vamos dar continuidade a esse trabalho onde o mais importante é situarmos o evangelho em nossa vida, principalmente na comunidade onde vivemos e celebramos a nossa Fé, envolvidos sempre pelo Mistério de Cristo e da Igreja.

Catequista João ___Muito bem, nem seriam necessárias perguntas, a linha de raciocínio é essa mesma, os Cristãos vivem em comunidade, e aí está o maior de todos os desafios, como viver a unidade na diversidade.

____ Pois é, se olharmos de dentro para fora, vamos ver que esse "Sonho da Unidade de todos os cristãos está muito longe de ser realizado", o Ecumenismo ainda engatinha e na maioria das nossas comunidades essa palavra é estranha e até assusta os mais conservadores... Concorda Catequista João?

Catequista João ____Sim, mas lembre-se de que a questão do ecumenismo só começou a ser levantada muito recentemente, quando Jesus fez essa oração pela Unidade, não havia divisões no Cristianismo. Não podemos só olhar por esse lado, embora a afirmativa caia como uma luva para incentivar os cristãos de hoje a buscarem a unidade.

____ Puxa não tinha pensado nisso... Naquele tempo os Cristãos estavam todos de um lado só, tocavam todos o mesmo apito, como se diz na gíria. Então porque Jesus disse isso? Se ele estava pedindo pela unidade, é porque havia alguma divisão, talvez no final do primeiro século, nas comunidades cristãs, quando havia muitas heresias...

Catequista João ____ Vamos olhar o começo do evangelho... "Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim... Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós, e o mundo creia que tu me enviastes..."

____ Olha catequista João, longe de mim debater com o Senhor, mas Jesus está preocupado com a unidade....

Catequista João____ Sem dúvida, realmente o evangelho fala da Unidade, mas que deve acontecer em torno da única Palavra, a que Jesus transmitiu aos discípulos, e as que os apóstolos transmitiram á geração seguinte, e esta para a outra, sucessivamente, até chegar o tempo que vocês estão vivendo no terceiro milênio da história.

____Opa, agora começou a clarear, mas espere um pouco Catequista João, O Cisma do Oriente e depois no século XVII a Reforma Protestante, quebrou a unidade, será que Jesus não rezou direito?

Catequista João____ (sorrindo) Como você é espirituoso... A oração de Jesus é perfeita e Deus o atendeu sim. Veja uma coisa, no tempo de Jesus só ele falava e os discípulos ouviam, depois ele delegou essa missão do anúncio aos apóstolos, estes delegaram a outros e assim sucessivamente, como já vimos. O evangelho chegou incólume até vocês no ano de 2012, independente das divisões entre os cristãos, e das traduções diferentes da Bíblia, aquilo que é essencial no evangelho, perpassou três milênios sem que ninguém, alterasse o seu conteúdo. Essa é a verdadeira unidade desejada por Deus e pedida por Jesus.

____Então quando vivemos a Santa Palavra estamos vivendo a unidade junto com Jesus e Deus Pai, na UNIDADE do Espírito Santo... Como naquele dia em Pentecostes, em que todos ouviam e entendiam, embora fossem de nacionalidades diferentes...

Catequista João____ Muito bem, mas esse assunto fica para domingo de Pentecostes que está aí na porta da nossa liturgia. Um cristão que vive na perfeita unidade é aquele que guarda a Palavra de Deus de maneira integral em seu coração e a vive, também de maneira íntegra.

2. Para que o mundo creia...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A longa conversa de Jesus com os discípulos no Cenáculo, depois do lava-pés e antes de sua prisão, termina com a grande oração do capítulo dezessete. Jesus reza pelos discípulos que estão com ele e pelos que no futuro vão acreditar por meio da palavra dos discípulos. Há tantos anos distantes dos primeiros, nós acreditamos em Jesus sem tê-lo visto, aceitando a palavra transmitida de geração em geração até o dia de hoje. Jesus expressou o desejo de que vivêssemos perfeitamente unidos, todos os que nele acreditamos, numa unidade semelhante à da Trindade. Que nos discípulos de todos os tempos estivesse o Amor com que o Pai ama seu Filho. Foi desejo de Jesus que seus discípulos estivessem com ele onde ele esteve aqui na terra, nas bodas, com o pai aflito, com o paralítico, multiplicando o pão, com o cego, no túmulo de Lázaro, ressuscitando. E depois na eternidade, onde ele está em sua glória, à direita do Pai.

3. UNIDADE, FATOR DE CREDIBILIDADE
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

O testemunho de fé na Ressurreição, dado pelos discípulos de Jesus, carece de ser respaldado por uma vida digna de filhos do Ressuscitado. A credibilidade da fé dos discípulos depende, pois, do modo como vivem.

É muito fácil fazer belos ensinamentos e exigir que os outros os cumpram. Para não cair nesta espécie de hipocrisia, a comunidade cristã tem a responsabilidade de ser a primeira a praticar o que prega. A desunião dos discípulos do Ressuscitado é, deveras, um escândalo. Como podem lutar entre si os que anunciam o mesmo Cristo, são guiados pelo mesmo Espírito Santo e são filhos do mesmo Pai? Um falso testemunho de vida é desastroso para quem se pensa discípulo de Jesus e testemunha da Ressurreição. O mundo não pode aceitar isso, em quem se proclama cristão.

A comunhão dos discípulos destina-se a continuar na casa do Pai, onde Jesus viverá para sempre. Eles estarão onde Jesus estiver. A participação nesta comunhão futura e eterna dependerá da experiência histórica de comunhão. A rejeição da comunhão fraterna implica em rejeição da comunhão eterna com Jesus. A prática da comunhão entre irmãos e irmãos já vai preparando o discípulo para a comunhão eterna. Todavia, a vida em comunhão é um autêntico desafio. É preciso que o discípulo se predisponha cada dia para ela.

Oração
Senhor Jesus, que meu modo de vida seja um autêntico testemunho que dê credibilidade à minha fé e às minhas palavras.


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Liturgia da Sexta-Feira — 02.06.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
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SANTOS MARCELINO E PEDRO

Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive pelos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. No cárcere, conheceram Artêmio, o diretor da prisão.

Diz a história que Artêmio tinha uma filha adoentada e contou isso a Marcelino e Pedro. Numa noite, misteriosamente liberto das cadeias, Pedro foi à casa de Artêmio e disse que a cura da filha Paulinha dependeria de sua sincera conversão. Começou a pregar a Palavra de Cristo e pouco depois o diretor da prisão e sua esposa se converteram. A filha Paulinha se curou e se converteu também.

Dias depois, Artêmio libertou Marcelino e Pedro, provocando a ira de seus superiores. Os dois foram recapturados e condenados à decapitação. Foram levados para um bosque isolado onde lhe cortaram as cabeças. Também Artêmio morreu decapitado, enquanto sua esposa e filha foram colocadas vivas dentro de uma vala que foi sendo coberta por pedras até morrerem sufocadas. Era o ano de 304.

REFLEXÃO
As grandes testemunhas de fé cristã são os mártires, homens e mulheres que não temeram derramar seu sangue em favor da fidelidade ao Cristo e a Igreja. A vida de são Pedro exorcista e São Marcelino nos inspiram a ter gestos e palavras de conforto aos sofredores e, sobretudo, dedicar nossas vidas para proclamar a Palavra santificadora do Evangelho.

ORAÇÃO
Ó Deus todo-poderoso, dá-me a exemplo dos mártires São Marcelino e São Pedro, crer em Ti, abandonar-me a Ti, confiar em Ti. Que a Tua vontade seja feita em mim e em todas as tuas criaturas. Livra-me de todo mal e dá-me um espírito de revelação para que realmente possa conhecer e amar teu filho Jesus, o Salvador. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


VII SEMANA DA PÁSCOA
PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS: CELEBRAÇÃO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
TAMBÉM SE CELEBRA A MISSA FACULTATIVA DOS SANTOS MARCELINO E PEDRO
( Branco, Prefácio da Ascensão, Ofício do dia )

Antífona de Entrada
Cristo nos amou e nos lavou dos pecados com seu sangue, e fez de nós um reino e sacerdotes para Deus, seu Pai, aleluia! (Ap 1,5s)

Oração do dia
Ó Deus, pela glorificação de Cristo e pela iluminação do Espírito Santo, abristes para nós as portas da vida eterna. Fazei que, participando de tão grandes bens, nos tornemos mais dedicados ao vosso serviço e cresçamos constantemente na fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 25,13-21)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Alguns dias depois, 25 13 o rei Agripa e Berenice desceram a Cesaréia para saudar Festo.
14 Como se demorassem ali muitos dias, Festo expôs ao rei o caso de Paulo: "Félix deixou preso aqui um certo homem.
15 Quando estive em Jerusalém, os sumos sacerdotes e os anciãos dos judeus vieram queixar-se dele comigo pedindo a sua condenação.
16 Respondi-lhes que não era costume dos romanos condenar homem algum, antes de ter confrontado o acusado com os seus acusadores e antes de se lhes dar a liberdade de defender-se dos crimes que lhes são imputados.
17 Compareceram aqui. E eu, sem demora, logo no dia seguinte, dei audiência e ordenei que conduzissem esse homem.
18 Apresentaram-se os seus acusadores, mas não o acusaram de nenhum dos crimes de que eu suspeitava.
19 Eram só desavenças entre eles a respeito da sua religião, e uma discussão a respeito de um tal Jesus, já morto, e que Paulo afirma estar vivo.
20 Vi-me perplexo quanto ao modo de inquirir essas questões e perguntei-lhe se queria ir a Jerusalém e ser ali julgado.
21 Mas, como Paulo apelou para o julgamento do imperador, mandei que fique detido até que o remeta a César".
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 102/103

O Senhor pôs o seu trono lá nos céus.

Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
e todo o meu ser, seu santo nome!
Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
não te esqueças de nenhum de seus favores!

Quanto os céus por sobre a terra se elevam,
tanto é grande o seu amor aos que o temem;
quanto dista o nascente do poente,
tanto afasta para longe nossos crimes.

O Senhor pôs o seu trono lá nos céus,
e abrange o mundo inteiro seu reinado.
Bendizei ao Senhor Deus, seus anjos todos,
valorosos que cumpris as suas ordens.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
O Espírito Santo, o paráclito, haverá de lembrar-vos de tudo o que tenho falado (Jo 14,26).


Evangelho (João 21,15-19)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

21 15 Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?" Respondeu ele: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Disse-lhe Jesus: "Apascenta os meus cordeiros".
16 Perguntou-lhe outra vez: "Simão, filho de João, amas-me?" Respondeu-lhe: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Disse-lhe Jesus: "Apascenta os meus cordeiros".
17 Perguntou-lhe pela terceira vez: "Simão, filho de João, amas-me?" Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: "Amas-me?", e respondeu-lhe: "Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo". Disse-lhe Jesus: "Apascenta as minhas ovelhas.
18 Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais moço, cingias-te e andavas aonde querias. Mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres".
19 Por estas palavras, ele indicava o gênero de morte com que havia de glorificar a Deus. E depois de assim ter falado, acrescentou: Segue-me!
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ó Deus, considerai compassivo as oferendas do vosso povo e, para que elas possas agradar-vos, purificai os nossos corações com a vinda do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Quando vier o Espírito da verdade, ele vos ensinará toda a verdade, diz o Senhor, aleluia! (Jo 16,13)

Depois da Comunhão
Ó Deus, que nos purificais e alimentais com os vossos sacramentos, fazei que encontremos a vida eterna na refeição que nos concedestes. Por Cristo, nosso Senhor.


(*) MISSA VOTIVA - SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
( BRANCO – MISSAL, PÁG. 382 )

Oração do dia: Ó Deus, pela glorificação de Cristo e pela iluminação do Espírito Santo, abristes para nós as portas da vida eterna. Fazei que, participando de tão grandes bens, nos tornemos mais dedicados ao vosso serviço e cresçamos constantemente na fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as oferendas: Ó Deus, considerai compassivo as oferendas do vosso povo e, para que elas possas agradar-vos, purificai os nossos corações com a vinda do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da comunhão: Ó Deus, que nos purificais e alimentais com os vossos sacramentos, fazei que encontremos a vida eterna na refeição que nos concedestes. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS):

Sagrado Coração de JesusJesus apareceu numerosas vezes a Santa Margarida Maria Alacoque, de 1673 até 1675, para falar sobre a devoção ao seu Sagrado Coração, a "grande devoção".

A Igreja instituiu a solenidade do Sagrado Coração de Jesus que é celebrada pela Igreja na sexta-feira seguinte ao segundo domingo depois de Pentecostes.

Há diversas formas de devoção ao Coração de Jesus. Entre elas: a consagração pessoal, que, segundo Pio XI, "entre todas as práticas do culto ao Sagrado Coração é sem dúvida a principal"; e também, a consagração da família.

Dos colóquios de Santa Margarida com Jesus, distinguem-se 12 promessas. São elas:
- A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
- Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
- Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
- Eu os consolarei em todas as suas aflições.
- Serei seu refúgio seguro na vida e, principalmente, na hora da morte.
- Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
- Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias.
- As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção.
- As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
- Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
- As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
- A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.

Consagração da Família ao Sagrado Coração de Jesus

Sagrado Coração de Jesus, que manifestastes a Santa Margarida Maria Alacoque o desejo de reinar sobre as famílias cristãs, nós vimos hoje proclamar vossa realeza absoluta sobre a nossa família. Queremos, de agora em diante, viver a vossa vida, queremos que floresçam, em nosso meio, as virtudes às quais prometestes, já neste mundo, a paz. Queremos banir para longe de nós o espírito mundano que amaldiçoastes.

Vós reinareis em nossas inteligências pela simplicidade de nossa fé; em nossos corações pelo amor sem reservas de que estamos abrasados para convosco, e cuja chama entreteremos pela recepção freqüente de vossa divina Eucaristia.

Dignai-vos, Coração divino, presidir as nossas reuniões, abençoar as nossas empresas espirituais e temporais, afastar de nós as aflições, santificar as nossas alegrias, aliviar as nossas penas. Se, alguma vez, algum de nós tiver a infelicidade de Vos ofender, lembrai-Vos, ó Coração de Jesus, que sois bom e misericordioso para com o pecador arrependido. E quando soar a hora da separação, nós todos, os que partem e os que ficam, seremos submissos aos vossos eternos desígnios.

Consolar-nos-emos com o pensamento de que há de vir um dia em que toda a família, reunida no Céu, poderá cantar para sempre a vossa glória e os vossos benefícios. Digne-se o Coração Imaculado de Maria, digne-se o glorioso Patriarca São José apresentar-Vos esta consagração e no-la lembrar todos os dias de nossa vida.

Viva o Coração de Jesus, nosso Rei e nosso Pai.

Consagração pessoal ao Sagrado Coração de Jesus

Eu (o seu nome), vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para Vos honrar, amar e glorificar.

É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar. Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.

Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a vossa justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar-vos ou que se oponha à vossa vontade.

Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-vos nem separar-me de vós. Suplico-vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é uma das expressões mais difundidas da piedade eclesial, tal como refere recentemente o “Directório sobre a Piedade Popular e a Liturgia” da Congregação para o Culto Divino. Os Pontífices romanos têm salientado constantemente o sólido fundamento na Sagrada Escritura desta maravilhosa devoção. Como conseqüência das aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque no mosteiro de Paray-le-Monial a partir de 1673, este culto teve um incremento notável e adquiriu a sua feição hoje conhecida. Nenhuma outra comunicação divina, fora as da Sagrada Escritura, receberam tantas aprovações e estímulos da parte do Magistério da Igreja como esta. Entre os documentos mestres nesta matéria encontramos a encíclica de Pio XII, Haurietis aquas, de 15 de Maio de 1956. Pio XII salienta que é o próprio Jesus que toma a iniciativa de nos apresentar o Seu Coração como fonte de restauração e de paz: “Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e oprimidos, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mt. 11, 28-30) Não é por acaso que as aparições a Santa Margarida Maria deram-se num momento crucial em que se pretendia afirmar secularização e que a devoção ao Sagrado Coração apareceu sempre como o mais característico de todos os movimentos que resistiram à descristianização da sociedade moderna. Fonte: www.asc.org.br/site/devocao/devocao.htm


MEMÓRIA FACULTATIVA - SANTOS MARCELINO E PEDRO
( Vermelho, Ofício da Memória )

Oração do Dia
Ó Deus, que nos destes o apoio e a proteção do glorioso martírio dos santos Marcelino e Pedro, fazei que seu exemplo nos anime e sua oração nos sustente. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas
Possa agradar-vos, ó Deus, a oferenda que vos será consagrada em honra do martírio dos vossos santos Marcelino e Pedro, para que nos purifique dos nossos pecados e vos torne propício às nossas preces. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão
Nutridos com o pão do céu, nos tornamos um só corpo em Cristo. Fazei, ó Pai, que jamais nos afastemos do seu amor e, a exemplo dos vossos mártires são Marcelino e são Pedro, superemos tudo corajosamente por aquele que nos amou primeiro. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SANTOS MARCELINO E PEDRO)

Esta página da história da Igreja foi-nos confirmada pelo próprio papa Dâmaso, que na época era um adolescente e testemunhou os acontecimentos. Foi assim que tudo passou. Na Roma dos tempos terríveis e sangrentos do imperador Diocleciano, padre Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, exorcista, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive pelos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. Isso porque os mais visados eram os líderes da nova religião e os que se destacavam como exemplo entre a população. Intimados, Marcelino e Pedro foram presos para julgamento. No cárcere, conheceram Artêmio, o diretor da prisão. Alguns dias depois notaram que Artêmio andava triste. Conversaram com ele e o miliciano contou que sua filha Paulinha estava à beira da morte, atacada por convulsões e contorções espantosas, motivadas por um mal misterioso que os médicos não descobriam a causa. Para os dois, aquilo indicava uma possessão demoníaca. Falaram sobre o cristianismo, Deus e o demônio e sobre a libertação dos males pela fé em Jesus Cristo. Mas Artêmino não lhes deu crédito. Até que naquela noite presenciou um milagre que mudou seu destino. Segundo consta, um anjo libertou Pedro das correntes e ferros e o conduziu à casa de Artêmio. O miliciano, perplexo, apresentou-o à sua esposa, Cândida. Pedro, então, disse ao casal que a cura da filha Paulinha dependeria de suas sinceras conversões. Começou a pregar a Palavra de Cristo e pouco depois os dois se converteram. Paulinha se curou e se converteu também. Dias depois, Artêmio libertou Marcelino e Pedro, provocando a ira de seus superiores. Os dois foram recapturados e condenados à decapitação. Entrementes, Artêmio, Cândida e Paulinha foram escondidos pelos cristãos, mas eles passaram a evangelizar publicamente, conseguindo muitas conversões. Assim, logo foram localizados e imediatamente executados. Artêmio morreu decapitado, enquanto Cândida e Paulinha foram colocadas vivas dentro de uma vala que foi sendo coberta por pedras até morrerem sufocadas. Quanto aos santos, o prefeito de Roma ordenou que fossem também decapitados, porém fora da cidade, para que não houvesse comoção popular. Foram levados para um bosque isolado onde lhes cortaram as cabeças. Era o dia 2 de junho de 304. Os seus corpos ficaram escondidos numa gruta límpida por muito tempo. Depois foram encontrados por uma rica e pia senhora, de nome Lucila, que desejava dar uma digna e cristã sepultura aos santos de sua devoção. O culto dedicado a eles se espalhou no mundo católico até que o imperador Constantino mandou construir sobre essas sepulturas uma igreja. Outros séculos se passaram e, em 1751, no lugar da igreja foi erguida a belíssima basílica de São Marcelino e São Pedro, para conservar a memória dos dois santos mártires, a qual existe até hoje.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1.O amor que apascenta...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

____ São Pedro, desculpe a ousadia, mas nesse diálogo parece que Jesus não estava botando muita fé na sua pessoa, não é?

Pedro ____ (sorrindo) Não na minha pessoa, mas na missão que me foi confiada, e acontece que o recado não era só para mim, mas principalmente para as comunidades do final do primeiro século, que estavam perdidas e não sabiam o que era essencial no cristianismo...

____Ah é? Mas é o Senhor que aparece nessa conversa com Jesus, que João transmitiu em seu evangelho. Ele falou aqui que o Senhor ficou meio triste com a insistência de Jesus na mesma pergunta "Pedro tu me amas?".

Pedro ____ Sim, o texto fala a verdade, não só eu como todos os demais apóstolos passamos por essa crise de identidade que as comunidades também passaram. E acho que hoje vocês cristãos do terceiro milênio também passam...

____ Como assim São Pedro? Que crise é essa da qual o Senhor está falando?

Pedro_____ Vocês cristãos de 2014 amam de fato Jesus Cristo?

____ Nossa São Pedro, que pergunta sem propósito, claro que nós cristãos amamos a Jesus Cristo...

Pedro ____ Está vendo? Só perguntei uma vez e você se indignou, a gente sempre acha que, dizer sempre que se ama a Jesus é suficiente para nos sentirmos cristãos, entretanto, naquilo que somos para as pessoas, e naquilo que fazemos na comunidade, aí é que provamos o nosso amor por Jesus.

____ Mas São Pedro, apascentar é uma ação própria de um pastor, a conversa é com os dirigentes da Igreja e não com o Povo de Deus...

São Pedro ____De modo algum, a palavra apascentar significa pastorear, ser pastor na vida do outro, conduzi-lo pelo melhor caminho, leva-lo as melhores pastagens e saciar a sua sede nas águas tranquilas e refrescantes. Seria assim esse "Cuidar" do outro, preocupar-se com o outro, doar-se ao outro, em todos os sentidos...

____Xi, São Pedro, então quando a gente leva o outro para um atalho ou beco sem saída, a um pasto seco, e oferece a ele uma água salobra, não dando a mínima para o outro que caminha com a gente na comunidade...

São Pedro____ Isso mesmo, uma relação ríspida, superficial, descomprometida, sem nenhuma responsabilidade pela vida do outro, ou pior, aproveitar-se do outro para ter algum ganho, sendo o contrário do pastor, um Lobo voraz... Gente assim até diz que ama a Jesus Cristo, mas não passa de uma mentira deslavada... O testemunho incondicional do amor que SERVE é essencial na prática cristã, e prova autêntica de que de fato amamos o Senhor...

2. Simão, tu me amas?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Terminamos a leitura semanal do Evangelho de João. Na cena final, os atores principais continuam sendo Pedro e o Discípulo Amado, que não tem nome, mas tem presença; e não tendo nome, podemos emprestar-lhe o nosso. A partir desta cena, na comunidade de Jesus Cristo, o critério para alguém ter algum cargo ou função é o amor. Se tiver amor no coração, poderá exercer qualquer função. Por três vezes Pedro professa seu amor por Jesus Cristo. Pode, então, ter o cargo maior. Fazemos parte do rebanho confiado aos cuidados de Pedro que recebeu a primazia sem deixar de ser discípulo. “Segue-me”, o verbo do discípulo, é a última palavra que Jesus lhe diz. Pedro tem uma função, mas é discípulo como todos os outros. Hoje e amanhã lemos o último capítulo de São João, acrescentado ao Evangelho em forma de conclusão.

3. O PRÉ-REQUISITO DO AMOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A comunidade dos discípulos do Ressuscitado deveria ter dirigentes e líderes. Jesus não pensou num tipo de comunidade anárquica, sem liderança. Ele mesmo estabeleceu um discípulo como referencial para os demais.

O discípulo escolhido, porém, não estaria isento da tentação da tirania e do autoritarismo. Por isso, Jesus exigiu dele uma proclamação pública e formal de seu amor por ele. Só depois disto, Pedro recebeu a missão de pastorear o rebanho de Cristo.

Essa confissão de amor do discípulo é rica de significados. Pedro declarou que Jesus seria o centro de sua vida, matando, assim, no seu nascedouro, qualquer tendência egoísta no trato com a comunidade. Só com um amor entranhado a Jesus estaria apto para ser pastor como desejava o Mestre. O discípulo precisava ter consciência de estar lidando com um rebanho que não lhe pertencia, ao qual estava sendo chamado a cuidar com todo o carinho.

O amor do discípulo para com Jesus impede-o de se colocar no centro da comunidade. Este lugar está reservado somente para o Senhor. O amor a Jesus tem dinamismo suficiente para agregar irmãos dispersos. Os pastores, por sua vez, precisam nutrir um amor profundo pelo Senhor, para formar comunidades coesas no amor a ele.

Oração
Senhor Jesus, sabes quanto te amo e estou unido a ti. Reforça este meu amor e faze de mim um servidor do teu rebanho.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 03.06.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...


— SANTOS CARLOS LWANGA E COMPANHEIROS

O catolicismo penetrou vagarosamente na África. Em Uganda, temos o testemunho de Carlos Lwanga e seus companheiros. Este homem era pajem do rei Muanga e professava a fé cristã.

Entretanto, o rei decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Ele próprio matou um pajem cristão, usando este sinal como aviso aos outros que professavam a fé.

Sendo chefe dos pajens, Carlos Lwanga reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e se prepararam para um final trágico. Nenhum destes jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo.

Carlos Lwanga morreu primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais e alguns queimados vivos. Vinte e dois pajens foram condenados à morte e cruelmente executados.

Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado o "padroeiro da juventude africana" em 1934.

REFLEXÃO
O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. A maior dificuldade foi mostrar a diferença entre os missionários e os colonizadores. Aos poucos, com paciência, muitos nativos africanos foram catequizados. A fé cristã cresceu no continente negro e hoje o cristianismo desponta como uma das grandes religiões daquele continente.

ORAÇÃO
Deus todo-poderoso, que destes aos mártires Carlos Lwanga e seus companheiros a graça de sofrer pelo Cristo, ajudai também a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa fé, como eles não hesitaram em morrer por vosso amor. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SÃO CARLOS LWANGA MÁRTIR
( Vermelho, Prefácio Pascal ou dos Mártires, Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Muitas são as tribulações dos justos, mas Deus os livrará de todas. Ele guarda todos os seus ossos, nem um só será partido (Sl 33,20s).

Oração do dia
Ó Deus, que fizestes do sangue dos mártires semente de novos cristãos, concedei que o campo da vossa Igreja, regado pelo sangue de são Carlos e seus companheiros, produza sempre abundante colheita. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Atos 28,16-20.30-31)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

28 16 Chegados que fomos a Roma, foi concedida licença a Paulo para que ficasse em casa própria com um soldado que o guardava.
17 Três dias depois, Paulo convocou os judeus mais notáveis. Estando reunidos, disse-lhes: “Irmãos, sem cometer nada contra o povo nem contra os costumes de nossos pais, fui preso em Jerusalém e entregue nas mãos dos romanos.
18 Estes, depois de terem instruído o meu processo, quiseram soltar-me, visto não achar em mim crime algum que merecesse morte.
19 Mas, opondo-se a isso os judeus, vi-me obrigado a apelar para César, sem intentar contudo acusar de alguma coisa a minha nação.
20 Por esse motivo, mandei chamar-vos, para vos ver e falar convosco. Porquanto, pela esperança de Israel, é que estou preso com esta corrente”.
30 Paulo permaneceu por dois anos inteiros no aposento alugado, e recebia a todos os que vinham procurá-lo.
31 Pregava o Reino de Deus e ensinava as coisas a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a liberdade e sem proibição.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 10/11

Ó Senhor, quem tem reto coração
há de ver a vossa face.

Deus está no templo santo
e no céu tem o seu trono;
volta os olhos para o mundo,
seu olhar penetra os homens.

Examina o justo e o ímpio
e detesta o que ama o mal.
Porque justo é nosso Deus,
o Senhor ama a justiça.
Quem tem reto coração
há de ver a sua face.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu hei de enviar-vos o Espírito da verdade; ele vos conduzirá a toda a verdade (Jo 16,7.13)


Evangelho (João 21,20-25)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

21 20 Voltando-se Pedro, viu que o seguia aquele discípulo que Jesus amava (aquele que estivera reclinado sobre o seu peito, durante a ceia, e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te há de trair?”).
21 Vendo-o, Pedro perguntou a Jesus: “Senhor, e este? Que será dele?”
22 Respondeu-lhe Jesus: “Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha? Segue-me tu”.
23 Correu por isso o boato entre os irmãos de que aquele discípulo não morreria. Mas Jesus não lhe disse: “Não morrerá, mas: Que te importa se quero que ele fique assim até que eu venha?”
24 Este é o discípulo que dá testemunho de todas essas coisas, e as escreveu. E sabemos que é digno de fé o seu testemunho.
25 Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Nós vos apresentamos, ó Pai, nossas oferendas e vos suplicamos humildemente: assim como destes a vossos mártires a força de preferir a morte ao pecado, fazei-nos inteiramente dedicados ao serviço do vosso altar. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos, diz o Senhor (Jo 15,13).

Depois da Comunhão
Participamos, ó Deus, da eucaristia, comemorando a vitória de vossos mártires; fazei que os mesmos sacramentos que lhes deram a força de suportar as torturas nos tornem constantes na fé e na caridade em meio a todas as provações. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO CARLOS LWANGA)

O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. O continente só foi aberto aos europeus depois da metade do século XIX. Antes disso, as relações entre as culturas davam-se de forma violenta, principalmente por meio do comércio de escravos. Portanto, não é de estranhar que os primeiros missionários encontrassem, ali, enorme oposição, que lhes custava, muitas vezes, as próprias vidas. A pregação começou por Uganda, em 1879, onde conseguiu chegar a "Padres Brancos", congregação fundada pelo cardeal Lavigérie. Posteriormente, somaram-se a eles os padres combonianos. A maior dificuldade era mostrar a diferença entre missionários e colonizadores. Aos poucos, com paciência, muitos nativos africanos foram catequizados, até mesmo pajens da corte do rei. Isso lhes causou a morte, quase sete anos depois de iniciados os trabalhos missionários, quando um novo rei assumiu o trono em 1886. O rei Muanga decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Um pajem de dezessete anos chamado Dionísio foi apanhado pelo rei ensinando religião. De próprio punho Muanga atravessou seu peito com uma lança, deixou-o agonizando por toda uma noite e só permitiu sua decapitação na manhã seguinte. Usou o exemplo para avisar que mandaria matar todos os que rezavam, isto é, os cristãos. Compreendendo a gravidade da situação, o chefe dos pajens, Carlos Lwanga, reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e prepararam-se para um final trágico. Nenhum desses jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo, a setenta quilômetros da capital, Kampala. No dia seguinte, os vinte e dois foram condenados à morte e cruelmente executados. Era o dia 3 de junho de 1886, e para tentar não fazer tantos mártires, que poderiam atrair mais conversões, o rei mandou que Carlos Lwanga morresse primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais, com alguns sendo queimados vivos. Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado "Padroeiro da Juventude Africana" em 1934. Trinta anos depois, o papa Paulo VI canonizou esse grupo de mártires. O mesmo pontífice, em 1969, consagrou o altar do grandioso santuário construído no local onde fora a prisão em Namugongo, na qual os vinte e um pagens, dirigidos por Carlos Lwanga, rezavam aguardando a hora de testemunhar a fé em Cristo.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Autenticidade dos escritos joaninos e aceitação da comunidade
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Qualquer leitor do Novo Testamento percebe que o evangelho de João é totalmente diferente dos sinóticos. Considerando-se que os evangelhos são frutos de uma experiência de vida das comunidades, conclui-se que a Comunidade Joanina era atípica e as desconfianças eram muitas, falava-se em Gnosticismo, por causa do modo de João escrever sobre Jesus, usando uma alta Cristologia que realçava sua Divindade. O fato é que esse capítulo 21, que foi acrescentado ao evangelho quando João já tinha morrido, atesta a autenticidade do evangelho, e aceita no seio da Igreja essa comunidade Joanina, que tinha captado na essência o que era o verdadeiro cristianismo.

A pergunta de Pedro a Jesus, "Senhor, e este, o que será dele?" demonstrava a desconfiança que a Igreja Tradicional de Jerusalém tinha em relação a essa comunidade. Era como se perguntasse, "Podemos confiar nessa comunidade de João? O que será que vai acontecer com ela?".

A resposta de Jesus a Pedro "Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha?", pode ser vista como uma alusão a autencidade da comunidade, que faz parte da Igreja e com ela permanecerá até a sua volta. Mas não é só isso, o próprio texto traz uma razão muito simples para confirmar a autenticidade do escrito Joanino: o autor era íntimo de Jesus, e na última ceia estava com a cabeça recostada em seu peito (sinal de intimidade), portanto quem viveu essa experiência tão íntima com Jesus amando-o e sentindo-se amado, pode escrever com autoridade sobre Jesus, da mesma forma que Jesus fala do Pai, porque com Ele está intimamente unido pelo Amor. E uma afirmação Joanina poderia concluir essa reflexão "Deus é amor... Só quem ama pode dizer que conhece a Deus..."

Muito mais do que simplesmente comprovar a autenticidade do escrito joanino, esse evangelho ensina que a única forma de conhecer a Deus e viver em comunhão com ele, para que possamos  falar dele com conhecimento de causa, é Vivermos no Amor., exatamente como o evangelista João que fez essa experiência profunda da essência de Deus que é o Amor.

2. Senhor, quem é que vai te entregar?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Passeavam na praia, Pedro e o Senhor, ultimando a despedida. Jesus se vai e Pedro fica para cuidar do rebanho. E o outro, aquele, o Discípulo? Este Discípulo se faz presente para que saibamos que o importante é ser discípulo e que esta comunidade de Jesus chamada Igreja é feita de discípulos. Para que Pedro não caia na tentação de se julgar chefe, Jesus lhe diz mais uma vez, e é a última palavra dita a Pedro neste Evangelho: “Tu, segue-me”. Seguir, é o que faz o discípulo. O discípulo segue, e ao mesmo tempo o seguir o torna discípulo. Vai atrás do Mestre, procurando não ser diferente dele, imitando-o, porque a imitação é a medida do amor. Por isso, voltar ao Evangelho para que Cristo viva em nós e segui-lo numa entrega sem medida, com infinita confiança. Jesus fez muitas coisas que não foram escritas. Nem tudo, portanto, está na Bíblia, nem precisa estar. Temos o Espírito Santo, que mantém viva a Palavra.

3. O TESTEMUNHO DO DISCÍPULO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A história da comunidade cristã foi-se fazendo na medida em que os discípulos davam testemunho do Senhor e narravam as maravilhas por ele realizadas. Tratava-se daquilo que eles tinham experimentado pessoalmente como prova da bondade divina, mas também das ações em benefício de tantas outras pessoas. A Ressurreição ajudava-os a ler tudo com novos olhos e a partir de novas perspectivas. Tudo tomava um novo sentido.

De fato, só a partir da Ressurreição, os discípulos puderam dar-se contas de quem era Jesus. Quiçá, antes da Ressurreição, não tivessem passado da mera admiração do que Jesus realizava, sem perceber que, na ação do Mestre, o próprio Deus manifestava seu amor pela humanidade. Ou então, não superassem o nível da mera curiosidade, onde o maravilhoso e espetacular os fascinava. Agora, revendo tudo à luz da Ressurreição, tinham certeza de estar diante da salvação divina, operando na História.

Os discípulos que viriam depois só teriam acesso a Jesus, mediante o testemunho dos primeiros seguidores. O acesso físico e imediato ao Senhor não seria mais possível. A fé no Ressuscitado consistiria, doravante, numa tomada de posição diante do testemunho recebido. Só assim seria possível fazer-se discípulo do Senhor. Prescindir do testemunho dos primeiros cristãos, assim como foi transmitido, inviabiliza qualquer ato de fé autêntico no Ressuscitado.

Oração
Senhor Jesus, eu fui levado a ti pelo testemunho de fé de tantos irmãos e irmãs. Que o meu testemunho leve também muitos outros a te encontrarem.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Domingo — 04.06.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

NOTAS IMPORTANTES

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...

Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


SÃO FRANCISCO CARACCIOLO

Ascânio Caracciolo era um italiano. Nasceu próximo de Nápoles a 13 de outubro de 1563. A família, muito cristã, o preparou para a vida de negócios e da política, em meio às festas sociais e aos esportes.

Na adolescência, decidiu pela carreira militar, mas foi acometido por uma doença rara na pele. Quando todos os tratamentos se esgotaram, Ascâncio rezou com fervor a Deus, pedindo que Ele o curasse e se esta graça fosse concedida entregaria a sua vida somente a Seu serviço. Pouco depois, a cura aconteceu.

Cumprindo sua determinação, tinha então vinte e dois anos, foi para Nápoles onde estudou teologia e se ordenou sacerdote. Começou seu trabalho junto aos encarcerados, doentes e pobres abandonados.

Por uma ironia do destino, Ascânio recebeu uma correspondência destinada a outro padre, que o convidava a fundar uma nova congregação. O jovem sentiu-se tocado por Deus e resolveu assumir para si esta tarefa. Fez um retiro junto com dois amigos e ao final de quarenta dias eles resolveram iniciar o grupo dos “Clérigos Regulares Menores”.

Ascânio foi o primeiro a vestir o hábito, tomando o nome de Francisco, em homenagem ao Santo de Assis, no qual se espelhava.

Estabeleceu, com dificuldades, casas na Espanha e em Nápoles. Foram atividades tão intensas que seu corpo frágil logo se ressentiu. Adoeceu e morreu aos quarenta e quatro anos de idade.

REFLEXÃO
A vida de São Franscico de Caracciolo não teve nada de especial. Sua santidade nasceu de sua dedicação plena ao Reino de Deus e aos pobres abandonados de Nápoles, sobretudo os encarcerados. Nós temos a impressão de que a santidade é algo difícil, distante e reservada a poucos. Engano nosso: todos somos chamados a ser santos, vivendo nosso dia a dia ligados com Deus e com os irmãos.

ORAÇÃO
São Francisco Caracciolo, peço-vos, pelo amor que tivestes junto aos presidiários, que inspire leigos e religiosos para o conforto e para a conversão desses homens e mulheres que por falta de um berço cristão e pelas más companhias tornaram-se criminosos e marginalizados. Que todos os cristãos lembrem-se de orar diariamente por eles e por todas as crianças e jovens que também se encontram encarcerados. Amém!

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


28.05.2017
SOLENIDADE DE PENTECOSTES — ANO A
( VERMELHO, GLÓRIA, SEQUÊNCIA, CREIO, PREFÁCIO PRÓPRIO – OFÍCIO DA SOLENIDADE )
__ "Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados,
a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos." __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: O mistério da presença e da ação do Espírito Santo é perceptível na criação e na redenção. Já no segundo versículo da Bíblia, lemos: “o Espírito de Deus pairava sobre as águas”. A ação dele é perceptível na esfera da existência e da salvação; nos indivíduos e na Igreja, nas almas e nos corpos; nos homens e na vida animal. É essa a lição que aprendemos hoje. Barulho, vento, fogo e unidade de línguas. Agora uma só língua é falada e é entendida por todos e todos, em línguas diversas, louvam o único Deus no seio da única Igreja. Só pela força do Espírito vem a fé para se poder dizer que Jesus é o Senhor. Só pelo Espírito, pessoas diversas, com carismas diversos, formam o único corpo místico. É pela força do Espírito que os nossos pecados são perdoados e a salvação acontece. Cantemos Aleluias por este maior dom que recebemos do Pai e do Filho.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, alegremo- -nos com a solenidade de hoje. Celebramos o dia feliz em que Jesus, soprando sobre os discípulos, concede-lhes o Espírito Santo, conferindo-lhes a missão de serem testemunhas de sua Páscoa e portadores do perdão dos pecados. A Igreja, conduzida pelo mesmo Espírito, manifesta- se em “diferentes línguas” e culturas e nos mantém unidos na diversidade. Peçamos ao Senhor que renove em nó,s que aqui estamos, o mesmo dom oferecido em Pentecostes para que, com essa potência do alto, realizemos a obra da evangelização. Que o Espírito Santo, que nos uniu como assembleia para ouvir a Palavra do Senhor e partilhar seu Corpo e Sangue, confirme nossa missão.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: A solenidade de Pentecostes celebra um acontecimento capital para a Igreja: a sua apresentação ao mundo, o nascimento oficial com o batismo no Espírito. Complemento da Páscoa, a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração e na atividade dos discípulos; início da expansão da Igreja e princípio da sua fecundidade, ela se renova misteriosamente hoje para nós, como em toda assembléia eucarística e sacramental, e, de múltiplas formas, na vida das pessoas e dos grupos até o fim dos tempos. A "plenitude" do Espírito é a característica dos tempos messiânicos, preparados pela secreta atividade do Espírito de Deus que "falou por meio dos profetas" e inspira em todos os tempos os atos de bondade, justiça e religiosidade dos homens, até que encontrem em Cristo seu sentido definitivo.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/04-de-junho-de-2017---solenidade-de-pentecostes.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/af_36_pentecostes.pdf


Antífona de Entrada
O Espírito do Senhor encheu o universo; ele mantém unidas todas as coisas e conhece todas as línguas, aleluia! (Sb 1,7)

Oração do dia
Ó Deus, que, pelo mistério da festa de hoje, santificais a vossa Igreja inteira, em todos os povos e nações, derramai por toda a extensão do mundo os dons do Espírito Santo e realizai agora, no coração dos fiéis, as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: “Vinde, Espírito Santo!” Esta é a invocação que, hoje, fazemos antes de escutar a Palavra que Deus irá nos falar. “Vinde, Espírito Santo”, para que a Palavra de Deus entre em nossos corações enchendo-nos de paz e alegria, tirando de nós o medo e tornando-nos membros do Corpo de Cristo, servidores de Deus e dos irmãos, através dos ministérios comunitários. O Espírito, doado por Jesus aos discípulos, encoraja-os no anúncio de Cristo morto e ressuscitado. Escutemos com atenção o que o Senhor nos dirá.

Primeira Leitura (Atos 2,1-11)
Leitura dos Atos dos Apóstolos.

2 1 Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.
2 De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.
3 Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.
4 Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
5 Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu.
6 Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua.
7 Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: "Não são, porventura, galileus todos estes que falam?
8 Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?
9 Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia,
10 a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos,
11 judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!"
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 103/104

Enviai o vosso Espírito, Senhor,
e da terra toda a face renovai.

Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!
Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras!
Encheu-se a terra com as vossas criaturas1

Se tirais o seu respiro, elas perecem
e voltam para o pó de onde vieram.
Enviais o vosso espírito e renascem
e da terra toda a face renovais.

Que a glória do Senhor perdure sempre,
e alegre-se o Senhor em suas obras!
Hoje, seja-lhe agradável o meu canto,
pois o Senhor é a minha grande alegria!

Segunda Leitura (1 Coríntios 12,3-7.12-13)
Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios.

12 3 Por isso, eu vos declaro: ninguém, falando sob a ação divina, pode dizer: "Jesus é o Senhor", senão sob a ação do Espírito Santo.
4 Há diversidade de dons, mas um só Espírito.
5 Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor.
6 Há também diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum.
12 Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo.
13 Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres; e todos fomos impregnados do mesmo Espírito.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Sequência

1. Espírito de Deus, enviai dos céus um raio de luz!
2. Vinde, Pai dos pobres, daí aos corações vossos sete dons.
3. Consolo que acalma, hóspede da alma, doce alívio, vinde!
4. No labor descanso, na aflição remanso, no calor aragem.
5. Enchei, luz bendita, chama que crepita, o íntimo de nós!
6. Sem luz que acode, nada o homem pode, nenhum bem há nele.
7. Ao sujo lavai, ao seco regai, curai o doente.
8. Dobrai o que é duro, guiai no escuro, o frio aquecei.
9. Daí à vossa Igreja, que espera e deseja, vossos sete dons.
10. Daí em prêmio ao forte uma santa morte, alegria eterna. Amém.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Vinde, Espírito divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; e acendei neles o amor como um fogo abrasador!


Evangelho (João 20,19-23)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

20 19 Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: "A paz esteja convosco!"
20 Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor.
21 Disse-lhes outra vez: "A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós".
22 Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: "Recebei o Espírito Santo.
23 Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Concedei-nos, ó Deus, que o Espírito Santo nos faça compreender melhor o mistério deste sacrifício e nos manifeste toda a verdade, segundo a promessa do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.

Prefácio: O Mistério de Pentecostes
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Para levar à plenitude os mistérios pascais, derramastes, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de vossos filhos e filhas. Desde o nascimento da Igreja, é ele quem dá a todos os povos o conhecimento do verdadeiro Deus; e une, numa só fé, a diversidade das raças e línguas. Por essa razão, transbordamos de alegria pascal e aclamamos vossa bondade, cantando (dizendo) a uma só voz...

Antífona da Comunhão
Todos ficaram cheios do Espírito Santo e proclamavam as maravilhas de Deus, aleluia! (At 2,4.11)

Depois da Comunhão
Ó Deus, que enriqueceis a vossa Igreja com os bens do céu, conservai a graça que lhe destes, para que cresçam os dons do Espírito Santo; e o alimento espiritual que recebemos aumente em nós a eterna redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

VINDE ESPÍRITO SANTO, RENOVAI NOSSA ARQUIDIOCESE!

O mesmo Espírito Santo, enviado por Cristo sobre os apóstolos e a Igreja nascente, continua a agir na Igreja também hoje. Ele a mantém firme na fé verdadeira, renova sempre suas forças e faz com que a Igreja encontre respostas novas para os desafios novos que enfrenta. O Espírito Santo confere dinamismo e vitalidade à Igreja.

Estamos para celebrar um Sínodo arquidiocesano em São Paulo, para renovar a vida de nossa Igreja na Metrópole. O Sínodo diocesano é um acontecimento eclesial de grande significado e se destina a rever e avaliar toda a ação pastoral que estamos realizando, desejosos de discernir e acolher os apelos de Deus e os caminhos novos da missão que está reservada à nossa Igreja em São Paulo.

Serve também o Sínodo para dar graças a Deus por tudo o que de belo e de bom já se fez e está sendo feito no trabalho de nossa Igreja; para revigorar o que está bem, corrigir e adequar o que precisa ser feito de modo diverso, em vista de nossa fidelidade à missão recebida; e para traçar as grandes diretrizes de ação para nossa Arquidiocese nos próximos anos.

Quando a Igreja está diante de grandes decisões, ela invoca o Espírito Santo. Convido todos a invocarem intensamente a ajuda do Espírito para o Sínodo de nossa arquidiocese. O Sínodo deverá envolver amplamente em suas etapas e ações os membros da nossa arquidiocese: clero, religiosos e leigos. Rezemos todos os dias pelo bom êxito do Sínodo e pelos seus frutos.

Maria, Mãe da Igreja, que esteve com os apóstolos na vinda do Espírito Santo, interceda por nossa Igreja em São Paulo, para que possamos receber e acolher as graças do mesmo Espírito Santo também agora, na realização do Sínodo arquidiocesano.

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 05 A 11 DE JUNHO DE 2017:
2ª Vm - Tb 1,3; Sl 111(112); Mc 12,1-12
3ª Vd - Tb 2,9-14; Sl 111(112); Mc 12,13-17
4ª Vd - Tb 3,1-11a.16-17a; Sl 24(25); Mc 12,18-27
5ª Vd - Tb 6,10-11; Sl 127(128); Mc 12,28b-34
6ª Br - Tb 11,5-17; Sl 145(146); Mc 12,35-37
Sb Vd - Tb 12,1.5-15.20; Tb 13,2.6.7.8; Mc 12,38-44
Dom Br - SSMA TRINDADE: Ex 34,4b-6.8-9; Sl Dn 3, 52.-56; 2Cor 13,11-13; Jo 3,16-18. (Crer em Jesus)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. RENASCIDOS NO ESPÍRITO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Quando se capricha na reforma de uma casa antiga, mudando totalmente sua fachada, costuma se dizer que ela ficou como nova, a esse respeito, lembro-me também do tempo em que a compra de um sapato novo era onerosa e a gente optava por levar o velho ao sapateiro, que colocava meia sola, passava uma tinta, dava um brilho e quando ia buscar, era como se fosse um sapato novo, e um último exemplo, um dos carros que tive foi uma Brasília, que em certa ocasião , mandei fazer uma reforma caprichada e ao sair com ela da oficina, dizia orgulhoso que ficou “novinha” em folha. Nesses três casos, a palavra NOVA é apenas força de expressão, pois a casa, o sapato e a Brasília, continuaram velhos, apenas com aparência de novos. O que o Espírito de Deus realiza em nós, não é uma reforma de fachada, não somos uma casa velha reformada, mas nele somos recriados, renascidos e renovados, passando a ser realmente novas criaturas., porque estamos em Cristo (1 Cor 5, 17-21).

Quando o homem toma conhecimento dessa verdade, fica confuso como Nicodemos, que perguntou a Jesus como é que podia um homem, sendo já velho, nascer de novo,e se era necessário entrar novamente no útero materno. Nas leituras da missa da vigília, e do domingo de Pentecostes descobrimos que esse renascimento e essa renovação não dependem do homem, mas é iniciativa de Deus. Quando celebramos Pentecostes estamos na verdade celebrando o renascimento de todo gênero humano, a renovação de toda humanidade, onde o homem, consciente e crente desta renovação, se une a seu Deus e aos irmãos em comunhão perfeita, na Igreja, que é o Povo da Nova Aliança, a Assembléia ou a reunião dos que crêm e vivem segundo o Espírito, vivenciando um amor que se traduz em serviço, impelido pelos carismas.

Igreja não é um grupo fechado e particular que têm exclusividade sobre o Espírito Santo, monopolizando seus dons e carismas, o Espírito é derramado sobre todos e não canalizado para alguns em particular como pensam algumas correntes religiosas. Todos os textos que ilustram essa Festa de Pentecostes, da missa da Vigília e da própria Festa, não deixam margem para dúvidas a esse respeito. “Derramarei o meu Espírito sobre todo ser humano” – (Joel 3, 1) “todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o espírito os inspirava. Moravam em Jerusalém, judeus devotos de todas as nações do mundo, quando ouviram o barulho, juntaram-se á multidão e cada um os ouvia falarem em sua própria língua” (Atos 2, 4-5) Através do seu Espírito que é único, Deus se comunica com todos os homens no pluralismo de valores, de culturas e religiões, em uma única linguagem!

No espírito descobrimos que somos todos iguais embora queiramos parecer diferentes. Se atendêssemos aos apelos do Espírito, derrubaríamos por terra todas as barreiras que nos separam e homens de todas as nações, culturas e religiões, iriam se dar às mãos e em uma única voz cantariam um único louvor, ao único e verdadeiro Deus, reunidos em uma única Igreja que já não seria mais este ou aquele templo, esta ou aquela denominação religiosa, mas sim as entranhas do homem. Eis aí algo esplendido que Pentecostes nos revela: nascemos de novo e nos renovamos porque Deus em seu Espírito Santo, entra em nós. “Nossos ossos estavam secos, nossa esperança havia acabado , texto que em Ezequiel 17, mostra não só a situação de um povo, que tinha perdido a sua identidade de povo de Deus, mas da própria humanidade, que sem Deus não consegue sonhar, ou esperar nada de bom, mas só tem pesadelos, e neste mesmo texto vemos a maravilhosa profecia “Porei em vós o meu Espírito para que vivais... e os anciãos voltarão a sonhar, e os jovens profetizarão” isso significa que todos, jovens e velhos poderão esperar algo novo, uma nova e feliz realidade.

Essa possibilidade se concretizou ao anoitecer daquele dia, quando Jesus soprou sobre a comunidade dos discípulos, concedendo-lhes o dom da paz e o seu próprio Espírito. Precisamente ali surgiu a nova humanidade, em uma Igreja que na força do Espírito Santo perdeu o medo, abriu suas portas que estavam fechadas e saiu em missão para anunciar a todos os homens essa verdade, que o Espírito do Senhor nos renovou, que em todos os homens, a graça é maior e mais abundante que o pecado. E quando todo homem olhar para dentro de si e tomar consciência dessa verdade, de que é uma Igreja ambulante porque o Senhor habita nele em Espírito, então passará a produzir os frutos doces e saborosos da caridade, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, lealdade e mansidão. Você já fez essa experiência? (Domingo de Pentecostes)

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com

2. A paz esteja convosco
(O comentário do Evangelho aEste é o meu filho amado, escutai-o!baixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Cinquenta dias depois da Páscoa, os judeus celebravam a festa das Semanas, chamada de Shavuot. Quem falava grego chamava esse dia de Pentecostes, que significa cinquenta. Era a festa das colheitas e muita gente subia a Jerusalém para participar das celebrações. Nesse dia, o Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, se manifestou sobre os discípulos reunidos no Cenáculo, em Jerusalém. Para os cristãos, Pentecostes passou, então, a significar a vinda do Espírito Santo.

O capítulo segundo do Livro dos Atos relata a manifestação do Espírito Santo na festa judaica de Pentecostes. Os sinais da manifestação foram um barulho como de vento forte, línguas como de fogo, os discípulos falando em outras línguas e cada um ouvindo em sua própria língua a proclamação das maravilhas de Deus. Percebe-se a manifestação de uma força e uma forte comunicação universal. O Espírito desce sobre os discípulos e estende sua presença sobre toda a humanidade representada em Jerusalém naquele dia. Os discípulos falam em uma só língua e todos os entendem em sua própria língua.

Se o Espírito se manifestou de forma exuberante no dia de Pentecostes, ele foi dado discretamente aos discípulos reunidos em comunidade na tarde da ressurreição de Jesus. O evangelista São João nos conta que, no fim daquele dia, os discípulos estavam juntos no Cenáculo, com as portas fechadas, quando Jesus se fez presente no meio deles. Foi nesse momento que ele lhes deu o Espírito Santo. Depois de desejar-lhes a paz, Jesus soprou sobre todos e disse: “Recebam o Espírito Santo”.

Se Jesus é a Palavra que sai da boca do Pai, o Espírito é o sopro que sai da boca de Jesus. Para que Jesus lhes dá o Espírito Santo? Para que introduzam na humanidade aquilo que a humanidade desconhece, isto é, o perdão. Sem o perdão, o pecado permanece em ação no mundo. O perdão é uma força nova, resultante do dom do Espírito e capaz de renovar a face da terra. Sem a força do Espírito ninguém é capaz de perdoar.

A obra redentora de Cristo deu a todas as pessoas a possibilidade de se tornarem filhos de Deus e templos do Espírito. O Espírito Santo está presente em todos, mas nem todos o conhecem. O Espírito está presente em todos, mas pode estar sufocado. O Espírito está presente em todos, mas pode estar triste. O Senhor é o criador de todos os seres que respiram. Se lhes tira o fôlego, eles perecem, se lhes envia o seu Espírito, eles renascem e toda a terra é renovada. Não é por nós mesmos que dizemos “Jesus é o Senhor”. É um dom do Espírito, dado em revelação a alguns, para que prestem serviço a todos. O Espírito é um só, enquanto os dons são muitos, dados para a utilidade comum por meio de muitos ministérios.

3. EU VOS ENVIO!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A comunidade cristã primitiva situou a celebração do dom do Espírito Santo na festa judaica de Pentecostes, festejada 50 dias após a oferta a Deus do primeiro feixe de cevada. O pentecostes judaico estava essencialmente ligado à colheita. Daí ser uma festa alegre e jubilosa, onde se louvava a Deus pelo abundância do trigo, sinal de fartura, de bem-estar, de felicidade. Numa sociedade agrícola, nada melhor que uma boa colheita.

O Pentecostes cristão é, também, de certa forma, uma festa de colheita. Nele se celebra os frutos do amor de Deus derramado no coração humano, movendo-o para a fé, resgatando-o da morte, abrindo-o para o amor e a solidariedade, levando-o a superar toda forma de egoísmo e escravidão, refazendo nele a dignidade de filho de Deus. Todo ser humano, independentemente de raça, gênero, ou condição social, é chamado a beneficiar-se da misericórdia divina. Os primeiros cristãos perceberam que isto já estava acontecendo, e reconheceram aí a ação do Espírito de Deus.

Ao longo de seu ministério, Jesus havia prometido aos discípulos dar-lhes o Espírito Santo, como auxílio para a missão que lhes seria confiada. Ele teria a função de recordar-lhes tudo, inspirá-los nos momentos de dificuldade, para não desanimarem. "Recebei o Espírito Santo". Desta forma, Jesus realiza a sua promessa. Daí para a frente, tratava-se de plantar, pois o Pai garantiria a colheita, pela ação do seu Espírito. E haveria motivos para festejar!

Oração
Espírito de alegria jubilosa, dá-me a felicidade de contemplar os frutos que a graça de Deus produz no coração humano, por obra de tua presença no meio de nós.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - PULSANDINHO:

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Semanário litúrgico da Arquidiocese de Apucarana - PR

Folheto Litúrgico preparado especialmente para um acompanhamento eficaz e participativo das missas dominicais e solenidades da Igreja Católica Apostólica Romana.

As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a partir do mês de Julho de cada ano. A aquisição deste folheto pode ser feita diretamente na Gráfica Diocesana de Apucarana-PR através dos meios de contato divulgados abaixo.

Contatos

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Publicação da Arquidiocese de Apucarana - PR

PULSANDO LITÚRGICO - Diocese de Apucarana - PR
Responsáveis:
Comentários e orações: Pe. Valdecir Ferreira
Cantos: Maestro Adenor Leonardo Terra
Diaconais: Diácono Durvalino Bertasso
Diagramação: José Luiz Mendes
Impressão: Gráfica Diocesana
Sugestões e Informações: (43) 3423-6811 ou (43) 3423-7033
E-mail: pevaldecir@hotmail.com
Página Internet: http://diocesedeapucarana.com.br/portal/pulsandinho/

COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - O POVO DE DEUS:

Folheto Litúrgico Povo de Deus em São Paulo
Semanário litúrgico da Arquidiocese de São Paulo

Este folheto litúrgico tem a missão não apenas de ser um rico subsídio para os cristãos participarem do ápice da sua fé, a santa missa, mas também promover a unidade dos católicos nas celebrações dominicais da Arquidiocese e de outras paróquias que assinam o folheto.

O Povo de Deus em São Paulo também é um rico canal de comunicação dos principais eventos da Igreja Particular de São Paulo, bem como mais um canal de diálogo do arcebispo, cardeal dom Odilo Scherer, com o povo desta grande cidade de São Paulo e de todo o Brasil.

Atualmente são produzidos milhares de folhetos por domingo. As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a começar do Advento.

Contato

Folheto Litúrgico POVO DE DEUS EM SÃO PAULO
Publicação da Mitra Arquidiocesana de São Paulo

Endereço: Av. Higienópolis, 890 - São Paulo - SP
CEP: 01238-000
Tel.: (11) 3660-3700

Diretor: Côn. Antônio Aparecido Pereira
Redator: Pe. Valeriano dos Santos Costa
Administração: Maria das Graças (Cássia).
Diagramador: Eduardo Cruz - r. 3718
Assinaturas: Ariane r.3724
Ilustrador: Marco Funchal 5071-3808
E-mail: povodedeus@arquidiocesedesaopaulo.org.br
Site: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br
Impressão: Atlântica - 85.000 por celebração
Página Internet: http://www.arquisp.org.br/liturgia/folheto-povo-de-deus


QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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