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RELIGIÃO CATÓLICA
EVANGELHO DO DIA DA SEMANA

Jesus ensina a Palavra de Deus

Evangelho do Dia Liturgia da Palavra
LEITURAS DIÁRIAS DA SEMANA

Veja abaixo das datas algumas informações muito importantes!

Sex, 15 Setembro

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Folheto Dominical - PULSANDINHO - Arquidiocese de Apucarana - PR:
Download do Folheto: http://diocesedeapucarana.com.br/portal/pulsandinho/
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Folheto Dominical - O POVO DE DEUS - Arquidiocese de S ão Paulo - SP:
Download do Folheto: http://www.arquisp.org.br/liturgia/folheto-povo-de-deus
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CRÉDITOS DEVIDOS NESTA PÁGINA


Leituras, Homilias, Comentários, Figuras e Histórias dos Santos e Santas do Dia:
Liturgia Diária Completa: Portal Dom TotalSanto do Dia: Santuário Aparecida

Comentários do Evangelho e Figuras Litúrgicas:
Evangelho Diário: Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho/

Comentaristas do Evangelho

Diácono José da Cruz
Diácono Permanente – José da Cruz - nascido em 25/11/1951. Ordenado pelo Bispo D.José Lamberte em 01 de Novembro de 1991 na Paróquia São João Batista e Imaculada Conceição, aonde atuou desde a ordenação até 31 de Janeiro de 1997, trabalhando com dois Párocos Pe... - (clique aqui para conhecer melhor o Diácono)
José Raimundo OlivaProf. Dr. Padre Jaldemir Vitório
Doutor em exegese bíblica pela a Gregoriana de Roma. Atualmente Pe. Vitório é o reitor da FAJE (Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia) em Belo Horizonte - MG.

Liturgia da Sexta-Feira — 15.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— SANTO ANTONIO MARIA SCHWARTZ

O Beato Antonio Maria Schwartz nasceu em uma família humilde e cristã, em 1852, na Áustria. Aos quinze anos ficou órfão de pai, vivendo uma grave crise pessoal, que durou dois anos. Em 1869, recuperado, foi estudar na escola popular gratuita dos padres piaristas. Alí conheceu a obra do fundador São José Calasanz, tornando-se um devoto dedicado. Ainda jovem resolveu seguir a vida religiosa, e mesmo passando por momentos de grave enfermidade, conseguiu ser ordenado sacerdote em 1875.

O Padre Antonio Maria foi capelão por quatro anos, depois viajou à Viena, para promover assistência espiritual aos doentes nos hospitais das Irmãs da Misericórdia. Além disso, lembrando-se de sua própria infância, começou a orientar na religião, os operários e os jovens aprendizes em formação profissional.

Neste período sofreu com outras enfermidades, mas não desanimou. Em 1888 criou o "Artesanato Cristão", um jornal para os artesãos e operários, que escreveu durante um longo tempo sozinho. Também buscou e conseguiu os meios para construir a primeira "igreja para os operários de Viena". Foi nessa igreja que, para melhor assisti-los fundou, a "Congregação dos Pios Operários", adotando a regra de São José de Calasanz, ainda hoje florescente.

Morreu em 15 de setembro de 1929, em Viena, Áustria. O Papa João Paulo II o proclamou Beato Antonio Maria Schwartz, em 1998, designando a data da morte para a homenagem litúrgica.

REFLEXÃO
Beato Antonio Maria vivificou sua Obra com valentia cristã durante quarenta anos. O "Apóstolo Operário de Viena" que dividia opiniões permaneceu sempre fiel a si mesmo e à Igreja de Cristo. Seus passos foram corajosos para conseguir lugares de formação profissional para os jovens e para o justo repouso dominical dos operários.

ORAÇÃO
Deus Pai de Misericórdia, que a todos amais sem distinção, dai-nos seguir o exemplo do Beato Antonio e lutar pelos direitos e justiça dos trabalhadores. Fazei de nós verdadeiros missionários entre os trabalhadores e, sobretudo, inspirai-nos palavras e ações para confortar os desempregados e esquecidos pela sociedade. Por Cristo Nosso Senhor Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


NOSSA SENHORA DAS DORES
( Branco, Seqüência Facultativa, Prefácio de Maria, Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Simeão disse a Maria: Teu filho será causa de queda e de ressurreição para muitos. Ele será sinal de contradição e teu coração será transpassado como por uma espada (Lc 2,34s).

Oração do dia
Ó Deus, quando o vosso filho foi exaltado, quisestes que sua mãe estivesse de pé, junto à cruz, sofrendo com ele. Dai à vossa Igreja, unida a Maria na paixão de Cristo, participar da ressurreição do Senhor. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Hebreus 5,7-9)
Leitura da carta aos Hebreus.

5 7 Nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade.
8 Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve.
9 E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 30/31

Salvai-me pela vossa compaixão, ó Senhor Deus!

Senhor, eu ponho em vós minha esperança;
que eu não fique envergonhado eternamente!
Porque sois justo, defendei-me e libertai-me,
apressai-vos, ó Senhor, em socorrer-me!

Sede uma rocha protetora para mim,
um abrigo bem seguro que me salve!
Sim, sois vós a minha rocha e fortaleza;
por vossa honra, orientai-me e conduzi-me!

Retirai-me desta rede traiçoeira,
porque sois o meu refúgio protetor!
Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,
porque vós me salvareis, ó Deus fiel!

A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio
e afirmo que só vós sois o meu Deus!
Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor!

Como é grande, ó Senhor, vossa bondade,
que reservastes para aqueles que vos temem!
Para aqueles que em vós se refugiam,
mostrando, assim, o vosso amor perante os homens.

Sequência
Ó santa mãe, por favor, faze que as chagas do amor em mim se venham gravar. O que Jesus padeceu venha a sofrer também eu, causa de tanto penar. Ó dá-me, enquanto viver, com Jesus Cristo sofrer, contigo sempre chorar! Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar. Virgem mãe tão santa e pura, vendo eu a tua amargura, possa contigo chorar. Que do Cristo eu traga a morte, sua paixão me conforte, sua cruz possa abraçar! Em sangue as chagas me lavem e no meu peito se gravem, para não mais se apagar. No julgamento consegue que às chamas não seja entregue quem soube em ti se abrigar. Que a santa cruz me proteja, que eu vença a dura peleja, possa do mal triunfar! Vindo, ó Jesus, minha hora, por essas dores de agora, no céu mereça um lugar.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Feliz a virgem Maria, que, sem passar pela morte, do martírio ganha a palma, ao pé da cruz do Senhor!


Evangelho (João 19,25-27)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 19 25 junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.
26 Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho”.
27 Depois disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe”. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Acolhei, Deus de misericórdia, estas preces e oferendas em vosso louvor na festa da virgem Maria, que nos destes por mãe compassiva quando estava de pé junto à cruz. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Vós, que participais dos sofrimentos de Cristo, alegrai-vos, para que, ao manifestar-se a sua glória, vossa alegria não tenha limites (1Pd 4,13).

Depois da Comunhão
Ó Deus, tendo recebido o sacramento da eterna redenção, nós vos pedimos humildemente que, recordando as dores de Nossa Senhora, completemos em nós, para o bem da Igreja, o que falta à paixão de Cristo. Que vive e reina para sempre.

Santo do Dia / Comemoração (NOSSA SENHORA DAS DORES)

A igreja celebra duas festas em honra de Nossa Senhora das Dores: a primeira na sexta feira da semana da paixão, e a segunda no dia 15 de setembro. A primeira é celebrada na Igreja desde 1727, instituída pelo papa Bento VIII. A segunda foi determinada por Pio VIII em 18 de setembro de 1814, porém já acontecia em muitas Igrejas. É provável que a propagação da primeira festa tenha ocorrido em 1413, por ocasião do concílio provincial ocorrido em Edônia, para falar sobre os hereges hussitas, que desfiguravam as imagens de Jesus Cristo e da Virgem Dolorosa. Assim, estabeleceu-se que todos os anos, na sexta-feira seguinte ao domingo da Paixão, se celebrasse a festa da comemoração das angústias e dores da Virgem Maria. Na festa seguinte ao domingo da Paixão, celebramos a paciência e a força com que Nossa Senhora viu a paixão de seu Filho, e depois se deixou atravessar pela espada que lhe profetizara o santo velho Simão. Na segunda festa, a de setembro, celebram-se todas as dores de Maria, principalmente as sete dores principais pelas quais Ela passou durante a vida, paixão e morte de Jesus Cristo. Já a segunda festa tem origem com a Ordem dos Servitas, inteiramente dedicada à devoção de Nossa Senhora (os sete santos Fundadores no século XIII instituíram a "Companhia de Maria Dolorosa"), em 1667 obteve a aprovação da celebração litúrgica das sete Dores da Virgem, esta festa foi celebrada também com o título de Nossa Senhora da Piedade e A compaixão de Nossa Senhora, tendo sido promulgada por Bento XIII (1724-1730) a festa com o título de Nossa Senhora das Dores, e que durante o pontificado de Pio VII foi acolhida no calendário romano e lembrada no terceiro domingo de setembro. Foi o Papa Pio X que fixou a data definitiva de 15 de Setembro, conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o título da festa, reduzida a simples memória: não mais Sete Dores de Maria, mas menos especificadamente e mais portunamente: Virgem Maria Dolorosa. Com este título nós honramos a dor de Maria aceita na redenção mediante a cruz. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus crucificado torna-se a Mãe do corpo místico nascido da Cruz, isto é, nós somos nascidos, enquanto cristãos, do mútuo amor sacrifical e sofredor de Jesus e Maria. Eis porque hoje se oferece à nossa devota e afetuosa meditação a dor de Maria. Mãe de Deus e nossa. A devoção, que precede a celebração litúrgica, fixou simbolicamente as sete dores da Co-redentora, correspondentes a outros tantos episódios narrados pelo Evangelho: a profecia do velho Simeão, a fuga para o Egito, a perda de Jesus aos doze anos durante a peregrinação à Cidade Santa, o caminho de Jesus para o Gólgata, a crucificação, a Deposição da cruz, a sepultura, portanto, somos convidados hoje a meditar estes episódios mais importantes que os evangelhos nos apresentam sobre a participação de Maria na paixão, morte e ressurreição de Jesus. Vamos nós, cristãos, pedir auxílio à Rainha dos Mártires, para que nos mantenha afastados do pecado, e nos dê força, auxílio e paciência para levarmos a nossa Cruz. (Fonte: site "senhoradasdores")


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A Dupla Maternidade de Maria...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Hoje é Dia de Nossa Senhora das Dores, o título se refere ao quadro doloroso de uma Mãe, ao pé da cruz, diante do Filho agonizante. Pode se meditar sobre o sofrimento desta vida, em virtude da nossa adesão a Jesus Cristo, a partir da Fidelidade de Maria de Nazaré. Este é um enfoque grandioso e profundo, importantíssimo á espiritualidade de todos nós.  Mas com o Evangelista João todo cuidado é pouco, não dá para pegar a primeira interpretação e dizer que era essa a única intenção do autor. A Teologia Joanina é uma fonte inesgotável da Palavra de Deus...

O sofrimento faz parte da vida e da missão de Ser Mãe, aliás, um poeta já escreveu que “Ser Mãe é padecer no paraíso”. Maria está de pé, junto com outras mulheres, diante da cruz. Provavelmente uma comunidade lá dos anos 90, final do primeiro século onde mulheres tinham um destaque especial pela sua atuação na comunidade. Hoje também é assim, as mulheres dão vida as nossas pastorais! A Expressão “estar em pé” é uma forte e explícita alusão a  Ressurreição.

Os cristãos daquele tempo encontravam aconchego e segurança no seio das comunidades, a Igreja Nascente era na verdade uma Mãe, que acolhia, protegia, dava consolo, na hora da dor e do sofrimento. Essa mulher a quem Jesus dá por Mãe ao Discípulo amado, é ao mesmo tempo Maria e a Igreja. Desde os primeiros dias após a morte do Senhor na cruz do calvário, Maria de Nazaré acolheu em sua vida e coração aquele temeroso grupo dos discípulos que nos primeiros dias se reuniam sempre a portas fechadas. Era ela a terna Mãe onde aqueles homens abatidos pela dor sentiam-se fortalecidos e consolados. Se imaginarmos que ouve um certo tempo de ausência Física de Jesus na comunidade nascente, o elo de ligação com o Ressuscitado era Maria de Nazaré. Maria não ficou em casa, trancada, curtindo sua dor e tristeza profunda, mas foi na comunidade viver a comunhão, porque em seu coração a Esperança lhe dava a certeza de que o Filho estava Vivo!

Maria e a Igreja, a Igreja, Maria e nós discípulos e discípulas do Senhor. Uma relação que se eterniza pelos séculos, marcada por intensas alegrias, mas também por dores e tristezas. Maria é Mãe que se faz irmã, Maria é a Igreja, que se faz Mãe, gerando no útero da Pia Batismal tantos filhos e Filhas, alguns fiéis como aquele Discípulo amado, outros não tão fiéis assim, que o negaram, que o traíram. Mas todos os Filhos e Filhas que foram acolhidos pela Igreja e por Maria, na Missão e Papel de Mãe.

E por último uma constatação: João a acolheu como Mãe, em sua casa, em sua vida e em seu coração, é preciso que nós também acolhamos a nossa querida Igreja, em nossa casa, em nossa vida e em nosso coração pois, só quem aceita se relacionar com essa Mãe –Maria – Igreja, estará em comunhão com o Filho Jesus. Neste Dia de Nossa Senhora das Dores, pensemos nas Dores de Maria ao Pé da Cruz, mas pensemos também nas Dores da Igreja diante da cruz de tantas rejeições e incredulidades. Nossa Senhora das Dores, intercedei por todos nós, vossos Filhos e Filhas! Amém.

2. Uma espada de dor transpassará a tua alma
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

“Uma espada de dor traspassará a tua alma.” Certamente naquele dia de bênção e alegria no Templo de Jerusalém, Maria poderia esperar uma palavra profética mais animadora do que esta feita de espada e de dores. Contudo, Maria é a mulher forte que assumiu a sua vocação de Mãe daquele que deveria beber o cálice do martírio até o fim. Depois da festa da Santa Cruz, celebramos as Dores de Nossa Senhora. A piedade cristã reuniu sete momentos cruciantes da vida de Maria junto a seu filho, Jesus. A primeira foi esta, na apresentação do menino no Templo; a segunda, quando tiveram que fugir para o Egito; a terceira, quando aos doze anos o menino se perdeu no Templo; depois, já adulto, Maria o encontra no caminho do Calvário; ficou firme aos pés da cruz; viu quando a lança atravessou o lado de Jesus e acompanhou o corpo até o sepulcro. Sentimos com Maria a força da dor, dividimos com ela os sofrimentos para com ela participar da glória no paraíso. Maria é cheia de graça, é bendita entre todas as mulheres, é Mãe de Deus, mas é sempre a jovem de Nazaré, que vai depressa ajudar Isabel, que guarda no coração o que dizem de Jesus, que não entende tudo o que ele diz. É a mãe que carregou o menino em seu ventre e em seu colo, que o viu crescer e agora o vê pregado na cruz. Outras dores se ocultavam em seu coração preocupado com as estranhas companhias de seu filho, aqueles apóstolos e discípulos, que o faziam correr riscos diante das autoridades.

3. MÃE, ATÉ O FIM!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A cena de Maria, aos pés da cruz, entregue por Jesus ao discípulo amado como mãe, comporta dois ensinamentos importantes. O primeiro refere-se à capacidade de Maria de ser mãe até o extremo. É impossível imaginar a profundidade da dor no coração de u´a mãe ao ver o filho condenado à morte dos malditos, sabendo ser ele justo e bom. E mais, inteiramente fiel a Deus, a quem chamava de Pai e de quem se reconhecia enviado com a missão de salvar a humanidade. Mãe, até o fim, a mãe de Jesus se torna exemplo para as mães de todos os tempos, de modo especial, as que se veem diante dos filhos mortos por causa da injustiça e da maldade deste mundo.

O segundo está contido nas declarações do Crucificado, ao estabelecer a relação de maternidade-filiação entre Maria e o discípulo amado. Dada e recebida como mãe, Maria assume a maternidade de todos os discípulos e discípulas de seu filho. A morte e a ressurreição de Jesus permitiram-lhe universalizar a missão de mãe, recebida de Deus, quando lhe confiou a tarefa da maternidade de seu Filho.

Este tópico do ensinamento joanino dá um colorido especial de afetividade e de humanidade ao mistério cristão. Os discípulos de Jesus são também seus irmãos e irmãs, ao acolherem a maternidade espiritual de Maria. Por outro lado, a mãe de Jesus torna-se modelo para os discípulos e as discípulos do Filho ao lhes oferecer um testemunho consumado de vivência radical da missão recebida de Deus.

Oração
Espírito de amor, cria em meu coração a disposição de imitar Maria, na vivência radical da missão recebida de ser Mãe de Jesus e mãe da humanidade.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 16.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
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— SÃO CORNÉLIO

Cornélio nasceu em Roma. Foi eleito para o Pontificado, depois de um período vago na Cátedra de São Pedro. O Papa Cornélio foi eleito quase por unanimidade, mas precisou enfrentar a ousadia de Novaciano. Sem que ninguém esperasse, Novaciano fez-se ordenar bispo e proclamou-se antipapa. Nesta condição se criou o primeiro cisma da Igreja.

Segundo os partidários de Novaciano, Cornélio teria adotado um discurso e postura muito indulgente, boa e compreensiva, para com os desertores da fé católica, os chamados “lapsi”. Para socorrer a postura de Cornélio, um bispo de Catargo, chamado Cipriano, entrou em cena. Este bispo ajudou Cornélio a defender a verdadeira autoridade papal.

Assim, a Igreja viu-se dividida entre duas posturas: os seguidores de Cornélio eram favoráveis a admissão dos cristãos pecadores de volta à Igreja, enquanto os adeptos de Novaciano defendiam a exclusão total dos pecadores.

Porém, pressionado pelo imperador Valeriano, um grande perseguidor dos cristãos, Cornélio, na sua atitude compreensiva e misericordiosa, acabou sendo exilado, onde viveu seus últimos dias. Seu único amigo e defensor era Cipriano, que se correspondia com ele, animando-o através de cartas. Esta amizade custou caro a Cipriano, que também foi condenado a morte.

Cornélio morreu em junho de 253, sendo sentenciado ao martírio pelo imperador, por não aceitar prestar o culto aos deuses pagãos. Foi sepultado no cemitério de São Calixto.

REFLEXÃO
A Igreja é alimentada continuamente pelo Espírito Santo, força que garante a autoridade da Igreja como proclamadora da Palavra do Cristo. Mas o lado humano da Igreja as vezes fala mais alto. Discussões, lutas pelo poder, acusações são parte da rica história da nossa Igreja. Hoje, celebrando São Cornélio, nós percebemos que a injustiça acaba destruindo as relações amigáveis na Igreja. Rezemos para que encontremos o melhor caminho de viver a fé e que a Igreja converta-se continuamente ao nome de Jesus.

ORAÇÃO
Deus eterno e todo-poderoso, quiseste que São Cornélio governasse todo o vosso povo, servindo-o pela palavra e pelo exemplo. Guardai, por suas preces, os pastores de vossa Igreja e as ovelhas a eles confiadas, guiando-os no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SANTOS CORNÉLIO E CIPRIANO PAPA E BISPO MÁRTIRES
( Vermelho, Prefácio Comum ou dos Mártires, Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Alegrem-se nos céus os santos que na terra seguiram a Cristo. Por seu amor derramaram o próprio sangue; exultarão com ele eternamente.

Oração do dia
Ó Deus, que em são Cornélio e são Cipriano destes ao vosso povo pastores dedicados e mártires invencíveis, fortificai, por suas preces, nossa fé e coragem, para que possamos trabalhar incansavelmente pela unidade da Igreja. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (1 Timóteo 1,15-17)
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo

1 15 Eis uma verdade absolutamente certa e merecedora de fé: Jesus Cristo veio a este mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o primeiro.
16 Se encontrei misericórdia, foi para que em mim primeiro Jesus Cristo manifestasse toda a sua magnanimidade e eu servisse de exemplo para todos os que, a seguir, nele crerem, para a vida eterna.
17 Ao Rei dos séculos, Deus único, invisível e imortal, honra e glória pelos séculos dos séculos! Amém.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 112/113

Bendito seja o nome do Senhor
agora e para sempre!

Louvai, louvai, ó servos do Senhor,
louvai, louvai o nome do Senhor!
Bendito seja o nome do Senhor
agora e por toda a eternidade!

Do nascer do sol até o seu ocaso,
louvado seja o nome do Senhor!
O Senhor está acima das nações,
sua glória vai além dos altos céus.

Quem pode comparar-se ao nosso Deus,
Que se inclina para olhar o céu e a terra?
Levanta da poeira o indigente
e do lixo ele retira o pobrezinho.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23).


Evangelho (Lucas 6,43-49)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

6 43 Disse Jesus aos seus discípulos: “Uma árvore boa não dá frutos maus, uma árvore má não dá bom fruto.
44 Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos.
45 O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, porque a boca fala daquilo de que o coração está cheio.
46 Por que me chamais: ‘Senhor, Senhor. e não fazeis o que digo?’
47 Todo aquele que vem a mim ouve as minhas palavras e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante.
48 É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou bem fundo e pôs os alicerces sobre a rocha. As águas transbordaram, precipitaram-se as torrentes contra aquela casa e não a puderam abalar, porque ela estava bem construída.
49 Mas aquele que as ouve e não as observa é semelhante ao homem que construiu a sua casa sobre a terra movediça, sem alicerces. A torrente investiu contra ela, e ela logo ruiu; e grande foi a ruína daquela casa”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Deus, as oferendas do vosso povo, ao celebrarmos a paixão dos mártires Cornélio e Cipriano, para que a eucaristia nos torne firmes na adversidade como os fez corajosos na perseguição. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Fostes vós que permanecestes comigo nas minhas tribulações. E eu disponho do reino para vós, diz o Senhor. No meu reino coreis e bebereis à minha mesa (Lc 22,28ss).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que por esta eucaristia que recebemos e pelos exemplos de são Cornélio e são Cipriano, sejamos fortalecidos pelo vosso Espírito, para dar testemunho do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SANTOS CORNÉLIO E CIPRIANO)

Cornélio Cornélio nasceu em Roma. Foi eleito para o pontificado, depois de um período vago na cátedra de São Pedro, devido à violenta perseguição imposta pelo imperador Décio. O papa Cornélio foi eleito quase por unanimidade, menos por Novaciano, que esperava ser o sucessor, martirizado por aquele cruel tirano. Assim, Novaciano consagrou-se bispo e proclamou-se papa, isto é, antipapa. Nessa condição, criou-se o primeiro cisma da Igreja. A Igreja debatia, internamente, para tentar uma solução definitiva quanto à conduta a ser adotada em relação a um dos seus maiores problemas da época, referente aos "lapsos", nome dado aos sacerdotes e fiéis que renegavam a fé e separavam-se da Igreja durante as perseguições que se impunham aos cristãos. Segundo os partidários de Novaciano, Cornélio teria adotado um discurso e uma postura muito indulgente, boa e compreensiva para com os desertores da fé católica. Atitudes que lhe valeram grandes atribulações e incompreensões. Mas a toda essa oposição contou sempre com o apoio incondicional e fiel do bispo Cipriano de Cartago, Argélia, norte da África. Entretanto o imperador Décio morreu em combate, sendo sucedido por Galo, que voltou com as perseguições. Assim, o papa Cornélio acabou preso e exilado para um lugar que hoje se chama Cività-Vecchia, em Roma. No exílio, o papa Cornélio passou os últimos dias da sua vida. Onde encontrava um pouco de alegria era nas cartas que recebia do bispo Cipriano, seu admirador e amigo de fé, muito preocupado em mandar-lhe algumas palavras de consolo. Morreu em junho de 253, sendo sentenciado ao martírio por ordem daquele imperador, por não aceitar prestar culto aos deuses pagãos. Foi sepultado no Cemitério de São Calixto. A festa litúrgica do santo papa Cornélio foi colocada, no calendário da Igreja, no dia 16 de setembro, junto com a de são Cipriano, que depois também foi martirizado pela fé em Cristo. Cipriano Cipriano era filho de uma nobre e rica família africana de Cartago, capital romana na no norte da África. Foi considerado um dos personagens mais empolgantes e importantes do século III. Primeiro pelo destaque alcançado como advogado, quando ainda era pagão. Depois por ser considerado um mestre da retórica e defensor irrestrito da unidade da Igreja. Mas o fator principal foi sua conversão ao cristianismo, já na maturidade, entre os trinta e cinco e quarenta anos de idade, causando um grande alvoroço e espanto na sociedade da época. Cipriano não deixou apenas sua vida de pagão, mas também distribuiu quase toda a sua fortuna entre os pobres, renunciando à ciência profana da qual se alimentara até então. Com muito pouco tempo, foi ordenado sacerdote e, por eleição direta do clero e do povo, imediatamente substituiu o bispo de Cartago logo após sua morte. Cipriano o fez contrariando seu próprio desejo, mas em obediência à Igreja. Nos anos de 249 a 258, durante o episcopado de Cipriano, a Igreja africana passou por sérios problemas. Os imperadores Valeriano e Décio empreenderam uma perseguição sem tréguas aos cristãos. Além disso, uma grande e terrível peste atacou o norte da África, causando muitas mortes e sofrimento. Como se não bastasse, a Igreja ainda se agitava com problemas doutrinários, internamente. Durante a perseguição do imperador Décio, em 249, grande número de fiéis e sacerdotes, até mesmo bispos, fraquejaram perante as torturas e renunciaram à fé cristã. Por esses atos ficaram conhecidos como "cristãos lapsos". A Igreja, então, mergulhou, definitivamente, na polêmica do "lapso", criando o seu primeiro grande cisma, isto é, uma divisão entre o clero. Não se sabia que atitude tomar contra os fiéis que abandonavam a fé e depois desejavam voltar para o seguimento de Cristo. Em Roma, fora eleito o papa Cornélio, com amplo apoio dos bispos liderados por Cipriano, que apreciava muito a conduta de seu colega bispo, com o qual trocava muita correspondência. Mas havia Novaciano, em Roma, que se elegeu antipapa e começou uma forte corrente a favor da não-reconciliação dos desertores. Já na África, um certo Felicíssimo era completamente contra tal atitude, rogando pela clemência e reintegração do rebanho desgarrado. Assim, liderados, novamente, pelo bispo Cipriano, Novaciano foi perdendo força. Uma outra controvérsia, que assolava a Igreja na época, era a validade ou não dos batismos realizados por hereges. Essa era a única divergência que existia entre o papa Cornélio e o bispo Cipriano. O papa, seguindo a tradição da doutrina, considerava válidos os batismos, já o bispo dizia que "não se pode dar a fé a quem não a tem". Assim, a questão permaneceu sem solução. Em 258, ainda com a perseguição contra a Igreja, Cipriano foi denunciado e sentenciado à morte por decapitação. As atas escritas revelam que nesse dia, quando o pró-cônsul determinou a sentença, as únicas palavras proferidas por Cipriano foram "Graças a Deus!" Foi executado no dia 14 de setembro de 258. São Cipriano deixou-nos inúmeros escritos, entre os quais oitenta e uma cartas que se tornaram uma fonte de informação preciosa da vida eclesiástica daquele tempo. A Igreja declarou-o padroeiro da África do Norte e da Argélia, sendo sua festa litúrgica marcada para o dia 16 de setembro, quando se comemora a festa do santo papa Cornélio, o amigo de fé que ele tanto defendeu.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Raízes da Fé
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

A primeira parte deste evangelho fala sobre atitudes, ações que estejam em sintonia com o evangelho da Boa Nova do Reino. Temos em nós a possibilidade do Bem e do Mal, que irá se manifestar em nossas ações inevitavelmente. As escolhas fundamentais que temos que fazer ao longo da vida irão refletir o Bem ou o Mal, mostrando assim nossas raízes, isso é, algo que está enraizado em nós. Se escolhermos o Bem supremo e nos abrimos à ação Santificadora da Graça de Deus, nossas atitudes irão sim refletir quem somos de verdade. Se as nossas ações sempre são boas pode se dizer que cultivamos em nós este Bem que refletimos, ninguém pode dar aquilo que não têm, o salmo afirma que “a boca fala, daquilo que o coração está cheio”.

Viver ume religião é ter uma profunda e intensa relação com Deus, pois essa palavra Religião vem do latim Religare, ligar o que estava desligado. Há um número imenso de cristãos no mundo todo, mas grande parte vive um cristianismo superficial, não há nele uma raíz, uma convicção, princípios de vida a partir do evangelho. São os que ouvem e até se empolgam com a Palavra de Deus, achando-a linda, maravilhosa e até emocionante, entretanto, não estão dispostos a mudar sua vida, procedimento e atitudes, por causa dessa palavra.

Uma pessoa que viva uma Fé assim, bem superficial, sem raíz e sem um alicerce que lhe dê firmeza e consistência, diante das dificuldades da vida, ou da própria comunidade Cristã, não resiste ao vendaval das contrariedades, as ideologias falsas que corroem a Verdade do evangelho presente em nosso coração, aos temporais da vida que nos abalam. E um dia a casa cai, a pessoa desiste de viver na Fé, o Projeto Divino, e decide caminhas com suas próprias pernas. Diz o evangelho que nesse caso a casa cai, e a sua ruína será total. O homem sozinho nunca se reerguerá, se não estender suas mãos á Providência Divina, á Graça e Salvação que Ele nos oferece em Jesus Cristo.

Estamos bem firmes e enraizados em nossa vida de Fé? Temos produzido bons frutos? Nossa casa é uma fortaleza ou sua estrutura está abalada?

2. Cada árvore se reconhece pelo seu fruto
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Cada árvore se reconhece pelo seu fruto. Laranjeira dá laranja, mangueira dá manga. Então, não procure jabuticaba na mangueira. Cada coisa no seu lugar, cada um segundo a natureza que Deus lhe deu. Todas as comparações com minerais e vegetais ilustram e podem até ser poéticas. Aplicam-se, porém, com restrições ao ser humano, que não é nem mineral nem vegetal. É racional. Tem vontade livre sediada num coração que pode ser bom e pode ser mau, tanto sob o aspecto físico quanto espiritual. O órgão humano pode não estar bem. Procura-se então o cardiologista. Você pode não estar bem, e falamos do seu coração, sede da bondade e da ruindade. Procure um psicólogo, um confessor, um diretor espiritual. É bom ter uma ajuda na realização da vontade de Deus e não construir sem alicerces. Não basta dizer “Senhor, Senhor”.

3. PALAVREADO VAZIO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

É inútil o discípulo fazer sua confissão de fé e proclamar "Senhor, Senhor", quando sua vida destoa deste testemunho de adesão a Jesus. De nada vale o palavreado vazio sem o respaldo das boas obras. A sua condição de discípulo revela-se com gestos concretos de amor e misericórdia no trato mútuo, de modo especial com os mais pobres.

Jesus ofereceu um critério de discernimento, útil para distinguir os verdadeiros dos falsos profetas e líderes da comunidade. Servindo-se de linguagem metafórica, formulou-o assim: a qualidade da árvore é conhecida pela qualidade de seu fruto. Os frutos bons provêm de árvores boas. Pelo contrário, as árvores ruins produzem frutos ruins. Aplicado ao discipulado cristão e à liderança eclesial, significa que a bondade ou a maldade dos discípulos e dos líderes manifesta-se não pelo que dizem, mas pelo que fazem.

Se a vida deles for um testemunho inequívoco de amor solidário aos demais, pode-se dar crédito aos seus ensinamentos e segui-los. Mas urge acautelar-se dos indivíduos que se mostram pródigos no falar e parcos no fazer, ou então, pregam o amor e são opressores do próximo; ensinam a justiça e se destacam por serem injustos; exigem solidariedade e partilha e se fecham egoistamente em torno do que acumularam; proclamam o valor do perdão, mas cultivam no coração o ódio e o rancor.

Oração
Pai, desejo viver com coerência minha fé. Seja o meu agir uma expressão transparente de minha adesão ao Senhor, e meu amor, um prova de que sou teu filho.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


Liturgia do Domingo — 17.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)


NOTAS IMPORTANTES

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...

Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


— SÃO ROBERTO BELARMINO

Roberto Francisco Rômulo Belarmino veio ao mundo no dia 04 de outubro de 1542, em Montepulciano, Itália. Era filho de pais humildes e católicos de muita fé. O menino Roberto nasceu franzino e doente. Mesmo doente, Roberto soube ter uma vida de profundo amor a Igreja. Sua inteligência prodigiosa levou-o ao magistério. Foi professor em inúmeras instituições de ensino da Itália.

Em 1571, tendo concluído todos os estudos, recebeu a ordenação sacerdotal e entrou para a Companhia de Jesus. Unindo a sabedoria das ciências terrenas, o conhecimento espiritual e a fé, escreveu os três volumes de uma das obras teológicas mais consultadas de todos os tempos: "As Controvérsias Cristãs sobre a Fé", um tratado sobre todas as heresias.

Mais tarde, em 1592 Belarmino foi nomeado diretor do Colégio Romano. Nesta função ficou apenas por dois anos, pois o Papa Clemente VIII reclamava sua presença em Roma, para auxiliá-lo como consultor no seu pontificado. Nesse período produziu outra obra famosa: o "Catecismo", que teve dezenas de edições e foi traduzido para mais de cinqüenta idiomas.

Trabalhou durante muitos anos como assessor dos pontífices romanos. Morreu aos setenta e nove anos de idade, apresentando graves problemas físicos e de surdez. Foi proclamado santo e doutor da Igreja.

REFLEXÃO
São Roberto Belarmino foi um escritor fecundo, convincente, polemista invicto. O grande jesuíta foi o mais terrível adversário que, no campo doutrinário, os hereges de sua época tiveram de enfrentar. Usou de toda sua inteligência para defender a fé no Cristo e a unidade da Igreja. Foi um verdadeiro santo de Deus. “Verdadeiramente grande é a recompensa pela observância dos vossos mandamentos. E não é somente aquele primeiro e maior mandamento que é mais útil ao homem que obedece, do que a Deus que manda; todos os outros mandamentos de Deus aperfeiçoam, honram, instruem, iluminam e tornam bom e feliz aquele que os cumpre. Portanto, se tens alguma sabedoria, compreenderás que foste criado para a glória de Deus e para a tua salvação eterna. Se alcançares este fim, serás feliz; se dele te afastares, serás infeliz”.

ORAÇÃO
Ó Deus, que marcastes pela vossa doutrina a vida de São Roberto Belarmino, concedei-nos, por sua intercessão, que sejamos fiéis à mesma doutrina, e a proclamemos em nossas ações. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


17.09.2017
SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA
24º Domingo do Tempo Comum — ANO A
( Verde, Glória, Creio, IV Semana do Saltério )
__ "Não devias tu também ter compaixão de teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: “Perdoai as nossas dívidas, como nós perdoamos aos nossos devedores”. Assim reza o texto latino do Pai nosso, usado antes do Concílio Vaticano II, no Brasil. Neste domingo, compreenderemos o significado deste pedido. Um pedido que obriga o orante a sentir-se devedor do amor e do perdão a Deus e ao próximo, pelas faltas e pecados cometidos contra um ou contra o outro, sempre que estiver em oração. Nesta celebração, seremos convidados a entrar no Mistério da Salvação pela porta do perdão, o expoente maior do amor, tanto do ponto de vista da convivência comunitária como para o equilíbrio e estabilidade pessoal.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, aqui nos reunimos para celebrar o Dia do Senhor. Foi no primeiro dia da semana que o Senhor apareceu ressuscitado aos seus discípulos e hoje Ele se manifesta a nós e revela seu amor misericordioso. Experimentaremos um forte apelo do Senhor para perdoarmo- nos mutuamente, dando testemunho de que é Ele, em primeiro lugar, que nos perdoa e pede que também assim nós façamos. Abramos nosso coração a essa manifestação do Senhor que vem ao nosso encontro, enquanto colocamos em suas mãos nossos anseios de verdadeira paz.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: O judaísmo já conhecia o dever do perdão das ofensas, mas se tratava de uma conquista recente, que só se conseguia impor mediante a lista de tarifas precisas. A mesquinhez humana procura sempre uma medida, uma norma que lhe dá satisfação. Perdoar, sim, mas quantas vezes? Os rabinos, para acentuar a liberalidade de Deus, diziam que ele perdoa três vezes; as escolas rabínicas exigiam que seus discípulos perdoassem certo número de vezes à mulher, aos filhos, aos irmãos, etc., e esta lista variava de escola para escola. Pedro pergunta a Jesus qual a sua taxa. Jesus havia ensinado a amar os próprios inimigos, e orar pelos que nos perseguem a fim de sermos filhos do Pai que está nos céus, que faz surgir o sol para os maus e os bons e faz chover sobre os justos e injustos. No pai-nosso, havia ensinado a pedir: "perdoai nossas dívidas como nós perdoamos nossos devedores". Pedro, que, pelo contato com Jesus, compreendeu que as medidas até agora tidas como válidas, não servem mais, tenta uma resposta: "até sete vezes?". É mais que o dobro de três, e além disso é um número simbólico que significa plenitude. Jesus formula sua resposta retomando o número simbólico, mas multiplicando-o de tal maneira que signifique uma plenitude ilimitada. É preciso perdoar sempre!

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/17-de-setembro-24-domingo-do-tempo-comum.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/af_52_24o_domingo_do_tempo_comum.pdf


Antífona de Entrada
Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: dai a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros (Eco 36,18).

Oração do dia
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: Ser cristão não é fácil. É preciso passar antes por um processo de conversão. Somente uma pessoa plenamente convertida é capaz de perdoar até setenta vezes sete e não apenas sete vezes. O Senhor agora nos vai falar. Sua Palavra é sinal de sua misericórdia e do desejo de nos libertar de tudo aquilo que nos escraviza e não nos deixa ser felizes e amar os irmãos e irmãs. Escutemos...

Primeira Leitura (Eclesiástico 27,33-28,9)
Leitura do livro do Eclesiástico.

27 33 Cólera e furor são ambos execráveis; o homem pecador os alimenta em si mesmo.
A vingança
28 1 Aquele que quer vingar sofrerá a vingança do Senhor, que guardará cuidadosamente os seus pecados.
2 Perdoa ao teu próximo o mal que te fez, e teus pecados serão perdoados quando o pedires.
3 Um homem guarda rancor contra outro homem, e pede a Deus a sua cura!
4 Não tem misericórdia para com o seu semelhante, e roga o perdão dos seus pecados!
5 Ele, que é apenas carne, guarda rancor, e pede a Deus que lhe seja propício! Quem, então, lhe conseguirá o perdão de seus pecados?
6 Lembra-te do teu fim, e põe termo às tuas inimizades,
7 pois a decadência e a morte são uma ameaça (para aqueles que transgridem) os mandamentos.
8 Lembra-te do temor a Deus, e não fiques irado contra o próximo.
9 Lembra-te da aliança com o Altíssimo, e passa por cima do erro que o teu próximo cometeu inadvertidamente.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 102/103

O Senhor é bondoso, compassivo e carinhoso.

Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
e todo o meu ser, seu santo nome!
Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
não te esqueças de nenhum de seus favores!

Pois ele te perdoa toda culpa
e cura toda a tua enfermidade;
da sepultura ele salva a tua vida
e te cerca de carinho e compaixão.

Não fica sempre repetindo as suas queixas
nem guarda eternamente o seu rancor.
Não nos trata como exige nossas faltas
nem nos pune em proporção às nossas culpas.

Quanto os céus por sobre a terra se elevam,
tanto é grande o seu amor aos que o temem;
quanto dista o nascente do poente,
Tanto afasta para longe nossos crimes.

Segunda Leitura (Romanos 14,7-9)
Leitura da carta de são Paulo aos Romanos.

Irmãos, 14 7 nenhum de nós vive para si, e ninguém morre para si.
8 Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor.
9 Para isso é que morreu Cristo e retomou a vida, para ser o Senhor tanto dos mortos como dos vivos.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu vos dou este novo mandamento, nova ordem, agora, vos dou; que, também, vos ameis uns aos outros, como eu vos amei, diz o Senhor (Jo 13,34).


Evangelho (Mateus 18,21-35)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

18 21 Então Pedro se aproximou dele e disse: "Senhor, quantas vezes devo perdoar a meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?"
22 Respondeu Jesus: "Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
23 Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos.
24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.
25 Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida.
26 Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: 'Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo!'
27 Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida.
28 Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: 'Paga o que me deves!'
29 O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: 'Dá-me um prazo e eu te pagarei!'
30 Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pago sua dívida.
31 Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado.
32 Então o senhor o chamou e lhe disse: 'Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste.
33 Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti?'
34 E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida.
35 Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Sede propício, ó Deus, às nossas súplicas e acolhei com bondade as oferendas dos vossos servos e servas, para que aproveite à salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Quão preciosa é, Senhor, vossa graça! Eis que os filhos dos homens se abrigam sob a sombra das asas de Deus (Sl 35,18).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que a ação da vossa eucaristia penetre todo o nosso ser para que não sejamos movidos por nossos impulsos, mas pela graça do vosso sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

UM SÍNODO PARA A IGREJA DE SÃO PAULO

Faz muito tempo que não se celebra um sínodo diocesano na arquidiocese de São Paulo; o último foi celebrado ainda no final do século XIX, com Dom Lino Deodato, 8º bispo diocesano (1873-1894). São Paulo ainda nem era sede metropolitana. Depois, não há notícias de outros sínodos diocesanos realizados em São Paulo.

Várias dioceses do Brasil realizaram seus sínodos nas décadas que se seguiram ao Concílio. No entanto, ao contrário do que acontece em outros países, aqui não temos uma vasta tradição de sínodos diocesanos. O que se desenvolveu mais entre nós foram as assembleias diocesanas, celebradas com regularidade, como expressão de comunhão e participação; porém, uma assembleia diocesana é bem diversa de um sínodo diocesano.

O sínodo está previsto na vida das Igrejas particulares, ou dioceses; o Código de Direito Canônico trata de sua identidade e detalha sobre sua organização, participantes, competências e funcionamento (cf. cân 460 a 468). Sínodo é uma assembleia de sacerdotes, religiosos e leigos, destinada a auxiliar o bispo diocesano na promoção do bem de toda a comunidade diocesana. Evidentemente, também participam os bispos auxiliares, se os houver numa diocese.

O sínodo diocesano, sob a presidência do bispo diocesano, tem uma grande importância para a Igreja particular; é a expressão mais alta de participação e corresponsabilidade numa diocese e no governo pastoral do bispo. É também uma manifestação de comunhão eclesial de altíssimo significado na vida da diocese e pode ser ocasião para uma grande avaliação pastoral, para uma nova tomada de consciência sobre a realidade da diocese, para indicar mudanças necessárias e definir metas e prioridades pastorais.

Por qual motivo convocamos um sínodo arquidiocesano em São Paulo? Refletindo sobre a realidade de nossa arquidiocese, suas estruturas pastorais, como as regiões, vicariatos episcopais e setores pastorais, sobre a coordenação pastoral no seu conjunto e os diversos organismos de animação pastoral, sobre a pastoral vocacional e a formação e a vida do clero, sobre a estrutura administrativa, é o caso de perguntar: as coisas estão bem do jeito que estão? A vida da Igreja, nesta arquidiocese, está bem cuidada e produz o fruto esperado? A missão da Igreja é bem cumprida nesta Arquidiocese? Estamos bem focados nas grandes questões da vida e da missão da Igreja? Onde estão se manifestando eventuais deficiências ou lacunas? Poderia ser diversa a organização e atuação pastoral da Arquidiocese para melhor corresponder à sua missão nas condições próprias em que ela se encontra na Metrópole?

Faço essas perguntas a mim mesmo e convido o clero e toda a Arquidiocese a também se interrogarem. Pode ser que estejamos indo em frente, repetindo os mesmos passos todos os anos, talvez apostando em mecanismos e estruturas que já não estão se revelando eficazes na ação pastoral, quase por inércia, levados por um invisível piloto automático... Não teria chegado o momento de uma grande avaliação e, quem sabe, para novas opções, organizações e práticas na evangelização e na animação pastoral?

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo Metropolitano
(Do texto “Que tal um Sínodo Arquidiocesano?” Jornal O SÃO PAULO, março 2017)

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 18 A 24 DE SETEMBRO DE 2017:
2ª Vd - 1Tm2.1-8; Sl 27(28); Lc 7,1-10
3ª Vd - 1Tm 3,1-13; Sl 100(101); Lc 7,11-17
4ª Vm - 1Tm 3,14-16; Sl 110(111); Lc 7,31-35
5ª Vm - Ef 4, 1-7.11-13; Sl 18(19A); Mt 9,9-13
6ª Vd - 1Tm 6,2c-12; Sl 48(49); Lc 8,1-3
Sb Br - 1Tm 6,13-16; Sl 99(100); Lc 8,4-15
Dom Vd - 25º DTC Is 55,6-9; Sl 144(145); Fl 1,20c-24.27a; Mt 20,1-16a. (Trabalhadores na Vinha)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Dois Amores em um só...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Para muitas pessoas o amor de Deus é algo manifestado em Jesus quando ele realizou a obra da Salvação, parece assim um amor meio platônico, e se formos falar bem a verdade, a gente não sabe definir essa ação amorosa de Deus em nossa vida e as vezes esse amor só se manifesta em momentos de aperto e de sofrimento, parece ser apenas uma força interior que nos consola. Será que um amor assim dá para confiar?

O evangelho desse domingo nos apresenta a questão do perdão, que brota do amor, e como a gente acaba departamentalizando o amor humano e o amor de Deus, assim também fazemos com o ato de perdoar. O amor de Deus por nós está mais perto do que imaginamos, é um amor concreto, do dia a dia, um amor que cuida, um amor que busca, um amor que quer sempre ficar junto, um amor que consola, que nos enche de alegria.

Embora insistamos em separar o amor de Deus do amor do irmão, os dois vem em uma mesma esteira e são inseparáveis. Qual a diferença entre a água da chuva que cai sobre nós, e a água encanada que usamos em nossas casas nos momentos de necessidade? Nenhuma!

Trata-se da mesma água que passa pelo ciclo da vida e que volta em forma de chuva. Assim também, o amor humano é uma forma de encanarmos o amor de Deus, e aí, os seus efeitos dependem do tamanho da torneira de cada um, isso é, do tamanho do coração.

O Amor é um só e tem um nome: Deus, segundo João, Deus é Amor. Assim como a água encanada, a sua abundância depende de uma série de fatores, do tamanho do cano, do reservatório onde é armazenada, da abertura e da pressão do registro. Daí encontramos uma torneira que parece um jato d’água de tanta intensidade, tem torneira que a água já é meio escassa, tem torneira que a água é só um filetinho, outras estão secas e só fazem barulho.

A torneira de Pedro, comparando com o perdão, era bem econômica, sete vezes... e já estava de bom tamanho, mas Jesus escancara a torneira, sete vezes sete, isso é, perdoar sempre. A torneira que o Rei abriu, para perdoar o Servo Devedor, era generosa e jorrava com abundância, perdoou toda a dívida, mas a torneira que ele abriu ao homem que também lhe devia uma pequena quantia, era desse "tamaninho" e nem água saia. Não tinha amor para dar... havia experimentado o Amor no perdão recebido, porém o seu egoísmo o acabou sufocando.

A conclusão do evangelho é muito clara, ninguém pode dar algo que ainda não experimentou e nem recebeu, a nossa experiência de amor com as pessoas, depende da experiência de amor que fizemos com Deus, se ainda não descobrimos o seu amor grandioso manifestado em Jesus, se ainda não nos demos conta de que ele nos ama com um amor sem medidas, gratuito e incondicional, o nosso amor para com as pessoas será sempre assim, uma caricatura do verdadeiro amor, um amorzinho frágil, pequeno, um amor que exclui e que não sabe nunca perdoar.

Quem faz a experiência do amor de Deus, manifestado em Jesus e percebido na relação com as pessoas que nos amam, não tem a tentação de colocar um limite ao amor, como era a intenção de Pedro.

Começando pela comunidade, prestemos atenção no nosso jeito de amar, que deve passar para as pessoas o sentimento de que Deus as ama, antes porém, é necessário se perguntar se já descobrimos esse amor grandioso em nós...

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com

2. É preciso perdoar sempre
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Aceitar a correção fraterna e promover a ajuda mútua são manifestações do dom da sabedoria. Mais um passo à frente e encontramos o perdão. Somos incapazes de não cometer erros, por isso, é muito bom poder ser perdoado! Pedro acha que é bastante perdoar sete vezes. Jesus pensa que é preciso perdoar mais e diz “setenta vezes sete!”, o que significa “sempre”. É preciso perdoar sempre para poder ser perdoado. Jesus conta a história de um empregado que foi perdoado, e muito, e não soube perdoar um companheiro que lhe devia pouca coisa. Ele foi punido e Jesus conclui que também nós seremos punidos pelo Pai do céu, se não perdoarmos de coração o nosso irmão. Poderíamos desculpar o empregado que não perdoou, dizendo que ele agiu dessa forma para ter com que pagar o seu patrão. “Eu devo e não tenho com que pagar porque quem me deve não me paga.” Na verdade, o empregado já tinha sido perdoado e não havia mais nada a pagar. Pense que Deus é o patrão e você lhe deve muito. Ele perdoa você, que não é capaz de perdoar quem lhe deve pouco! Se a gente quiser acertar e viver em paz, o melhor é perdoar sempre, sem ficar procurando quem tem razão.

Não vivemos nem morremos para nós mesmos, vivemos e morremos para o Senhor. Paulo supõe que tudo o que fazemos, ou pensamos, ou dizemos, fazemos por causa do Senhor. Queremos fazer o que Deus quer, eu e você. Por isso não posso interpretar mal os outros. Devo acreditar que o que o outro faz, ele o faz por causa do Senhor, e não por má vontade. Não pensemos mal dos outros. O outro é tão cristão quanto eu. Não é preciso que todo mundo faça tudo do mesmo jeito. Não é preciso que todos façam do jeito que eu faço. O que é preciso é que todos façam o que Deus quer, cada um do seu jeito.

Veja os ensinamentos claros e diretos do livro do Eclesiástico:

1. Rancor e raiva são coisas tão detestáveis que até o pecador procura dominar. Portanto, nada de rancor e raiva!
2. Deus vai se vingar de quem se vinga dos outros, pedindo contas severas de seus pecados. Portanto, nada de vingança!
3. Perdoe o outro para ser perdoado por Deus. Portanto, perdoe sempre!
4. Não peça a cura de alguma doença com raiva no coração.
5. Não peça o perdão dos pecados sem ter compaixão dos outros.
6. Pense positivo: pense no próprio fim, nos mandamentos, na aliança com Deus, e deixe de lado o ódio, o rancor, a falta alheia.

Deus perdoa, cura, salva, tem carinho e compaixão, não é rancoroso, não vive queixando-se de nós, nos trata bem e não nos pune, apesar de nossas faltas.

3. PERDÃO ILIMITADO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A capacidade de perdoar, sem limites, deve caracterizar as relações na comunidade cristã. Esta exigência diz respeito, de forma especial, à liderança da comunidade, quando esta deve lidar com aqueles que apenas iniciam sua caminhada de fé. As contínuas recaídas destes iniciantes não podem ser motivo para desespero. Pelo contrário, deve haver sempre a predisposição para o perdão.

Esta predisposição brota sempre no coração de quem experimentou o perdão ilimitado de Deus. Quem é perdoado, ilimitadamente, pelo Pai deve perdoar, ilimitadamente, os irmãos. Seria sinal de mesquinhez agir de maneira diferente. O próprio Deus não suporta esta atitude contraditória. Quem não está sempre disposto a perdoar, ilude-se, ao contar com o perdão divino.

A atitude do servo impiedoso da parábola chama a atenção para o comportamento de certos líderes das comunidades primitivas.

Tendo sido perdoado de uma dívida fabulosa, este servo omitiu-se de perdoar uma dívida ínfima de um companheiro seu. Tamanha crueldade levou o senhor daquele servo a rever o seu perdão e a exigir dele o pagamento de quanto devia, até o último centavo.

Essa parábola foi um alerta para os líderes da comunidade: que não se enganassem quanto ao erro que cometiam, recusando-se a perdoar as fraquezas dos pequeninos!

Oração
Senhor Jesus, que eu me inspire na atitude do Pai, o qual oferece a todos perdão ilimitado.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Segunda Feira — 18.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SÃO JOSÉ COPERTINO

No dia 17 de junho de 1603, nasceu no reino de Nápoles, na aldeia de Copertino, um menino de nome José, cujo pai, um pobre carpinteiro, mal conseguia sustentar a família. Ele veio ao mundo num pequeno estábulo, onde permaneceu nos primeiros meses de vida, porque o pai endividado teve que vender o pouco que possuíam.

O menino José não pode estudar por causa da pobreza familiar. Mas, apesar de iletrado, o menino foi criado no rigor dos ensinamentos de Cristo, pois sua família era muito religiosa. Quando completou dezessete anos, estava determinado a se tornar frade. Foi aceito no convento de pelos Frades Menores, que o acolheram e lhe deram uma tarefa simples: cuidar de uma mula.

Apesar da dificuldade que tinha em estudar, milagrosamente se saía muito bem nas provas para se tornar sacerdote. Também na sua vida começaram a se manifestar carismas, entre eles o dom da cura e o dom das ciências. Diz a tradição que frei José tinha o dom da levitação. Por tudo isto, já era venerado em vida como santo.

Em 1628 foi ordenado sacerdote. José de Copertino mergulhou tão profundamente nas coisas de Deus que acabou se tornando um conselheiro de padres, bispos, cardeais, chefes de estado e religiosos em geral. José de Copertino morreu aos sessenta anos de idade, no dia 18 de setembro de 1663. O local tornou-se imediatamente um Santuário à ele dedicado.

REFLEXÃO
São José é mestre de oração. Segundo a mais genuína tradição franciscana, ele sentia-se fascinado e comovido pelos mistérios da Encarnação e da Paixão do Senhor. Viveu em profunda união com o Espírito Santo do qual aprendia as coisas de Deus para depois as transpor numa linguagem simples e compreensível a todos. Quem o encontrava ouvia de boa vontade as suas palavras porque mesmo não sendo muito culto na linguagem e escrevendo com dificuldade, quando falava de Deus transformava-se.

ORAÇÃO
Ó Deus, que por disposição admirável de vossa sabedoria, quisestes atrair todas as coisas do vosso Filho exaltado da terra, fazei que, na vossa bondade, livres dos desejos terrenos, pela intercessão e exemplo de São José de Copertino, possamos conformar-nos em tudo ao vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


XXIV SEMANA TEMPO COMUM
( Verde, Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: dai a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros (Eco 36,18).

Oração do dia
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (1 Timóteo 2,1-8)
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 2 1 acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens,
2 pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranqüila, com toda a piedade e honestidade.
3 Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador,
4 o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade.
5 Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem
6 que se entregou como resgate por todos. Tal é o fato, atestado em seu tempo;
7 e deste fato - digo a verdade, não minto - fui constituído pregador, apóstolo e doutor dos gentios, na fé e na verdade.
8 Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando as mãos puras, superando todo ódio e ressentimento.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 27/28

Bendito seja o Senhor, porque ouviu
o clamor da minha súplica!

Escutai o meu clamor, a minha súplica,
quando eu grito para vós;
quando eu elevo, ó Senhor, as minhas mãos
para o vosso santuário.

Minha força e escudo é o Senhor;
meu coração nele confia.
Ele ajudou-me e alegrou meu coração;
eu canto em festa o seu louvor.

O Senhor é a fortaleza do seu povo
e a salvação do seu ungido.
Salvai o vosso povo e libertai-o;
abençoai a vossa herança!
Sede vós o seu pastor e o seu guia
pelos séculos eternos!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer encontre vida eterna (Jo 3,16).


EVANGELHO (Lucas 7,1-10)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

7 1 Tendo Jesus concluído todos os seus discursos ao povo que o escutava, entrou em Cafarnaum.
2 Havia lá um centurião que tinha um servo a quem muito estimava e que estava à morte.
3 Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, rogando-lhe que o viesse curar.
4 Aproximando-se eles de Jesus, rogavam-lhe encarecidamente: "Ele bem merece que lhe faças este favor,
5 pois é amigo da nossa nação e foi ele mesmo quem nos edificou uma sinagoga".
6 Jesus então foi com eles. E já não estava longe da casa, quando o centurião lhe mandou dizer por amigos seus: "Senhor, não te incomodes tanto assim, porque não sou digno de que entres em minha casa;
7 por isso nem me achei digno de chegar-me a ti, mas dize somente uma palavra e o meu servo será curado.
8 Pois também eu, simples subalterno, tenho soldados às minhas ordens; e digo a um: "Vai ali!" E ele vai; e a outro: "Vem cá!" E ele vem; e ao meu servo: "Faze isto!" E ele o faz.
9 Ouvindo estas palavras, Jesus ficou admirado. E, voltando-se para o povo que o ia seguindo, disse: "Em verdade vos digo: nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé".
10 Voltando para a casa do centurião os que haviam sido enviados, encontraram o servo curado.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Sede propício, ó Deus, às nossas súplicas e acolhei com bondade as oferendas dos vossos servos e servas, para que aproveite à salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Quão preciosa é, Senhor, vossa graça! Eis que os filhos dos homens se abrigam sob a sombra das asas de Deus (Sl 35,18).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que a ação da vossa eucaristia penetre todo o nosso ser para que não sejamos movidos por nossos impulsos, mas pela graça do vosso sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Mais um exemplo que veio de fora...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Ninguém melhor do que o próprio Centurião para dar seu testemunho nesta reflexão...

___Por que vocês, de fora de Israel, tidos como pagãos, acreditam em Jesus de Nazaré demonstrando uma Fé muito maior do que a de um Israelita?
Centurião ___Primeiro porque o conhecia e ouvia falar muito dele, era um Judeu diferente, se dava com todas as pessoas, conversava com elas, ia em suas casas, fossem quem fossem, não tinha tanto preconceito como o restante da comunidade de Israel.

___E como foi o seu encontro com ele em Cafarnaum?
Centurião ___Eu estava muito triste e desesperado com o meu servo enfermo e acamado, os médicos do Império Romano já tinham o desenganado, eu o estimava muito e por isso estava triste.

___Escuta Centurião, mas um servo é tão importante assim em sua vida?
Centurião ___Talvez para os demais oficiais um servo é apenas um escravo, uma peça que se substitui quando não serve mais para o trabalho, mas eu não penso desta forma e sabia que Jesus de Nazaré concordava com esse meu jeito de ser. Afinal, meu servo é um ser humano e não um animal, respira como eu, tem sentimentos, dores, necessidades, devo tratá-lo como meu semelhante....

___O Senhor pediu a cura do servo?
Centurião ___Na verdade não, mas queria muito que Jesus fizesse algo por ele, pois seu sofrimento era muito grande e me comovia... Quando Jesus falou que iria até lá para curá-lo, me senti pequeno para receber tão grande graça...

___Mas o Senhor é um centurião, comanda cem homens, é respeitado e dá ordens a todos...
Centurião ___Pois é, mas o poder de Jesus é maior que o meu, não há nada nesta vida e nem no império romano que seja superior a ele, e ao perceber a sua grandeza senti que estava diante de Deus e confessei a minha pequenez dizendo "Senhor, não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma palavra e meu servo ficará curado”.

___O Senhor sabe que ficou famoso? Sua frase é repetida até hoje na missa, na apresentação do Cordeiro. Poderia nos explicar o porquê dessa frase?...
Centurião ___Sim, senti que Jesus queria fazer parte da minha vida, e que eu fizesse parte da vida dele, mas pobre de mim, imperfeito, pecador, nem ao povo escolhido eu pertencia.

___E como terminou essa bela história?
Centurião ___Bom, meu servo foi curado e eu também... Algo novo começou em minha vida, continuei a ser um Centurião Romano, mas agora seguidor de Jesus. A verdade é que, eu é que fui curado, pois quem nesta vida não conhecer a Jesus e não experimentá-lo, permanecerá sempre enfermo...

___E sobre o elogio que Jesus fez a você publicamente, enaltecendo a sua grande Fé?
Centurião ___Olha, a Fé é apenas uma resposta que damos a Deus quando ele nos toca através de Jesus, mas é preciso abrir-se e se deixar ser tocado por ele, os Israelitas não faziam isso, iludidos com suas tradições religiosas e suas leis rigorosas e moralistas. Nós de fora, aderimos sem reservas a Jesus e o aceitamos... E espero que vocês, cristãos aí do terceiro milênio, não se acomodem na religião do formalismo religioso, do trabalho pastoral e do sacramentalismo, mas façam uma experiência íntima com Jesus, a Vida da gente nunca mais é a mesma... Eu garanto!

2. Profissão de fé do Centurião
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Se tenho autoridade, digo e as coisas devem acontecer. Se o Senhor Jesus disser, com toda certeza alguma coisa vai acontecer. Nossa palavra é fraca. A de Deus é forte. Ele diz, e as coisas existem. Ele disse: “Faça-se a luz”. E a luz se fez. O centurião romano acreditava em Jesus. Os anciãos judeus foram bons e serviram de intermediários. Os Santos intercedem. Jesus fez o milagre. Os servos, na época, eram meio escravos, mas o centurião, diz o texto, tinha grande estima pelo seu servo. O ambiente é todo positivo. Há um doente de “classe baixa” envolvido por um clima de solidariedade.

3. UM EXEMPLO DE BONDADE
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A atitude do oficial romano de Cafarnaum é um modelo de bondade. Apesar de ser estrangeiro, portanto, um pagão e de estar a serviço dos opressores, era amado pelo povo. Sua bondade manifestava-se na forma caridosa como tratava seus empregados, preocupando-se com a sua saúde deles. Mas expressava-se, também, no trato gentil com o povo da cidade, pois até mandou construir para estes a sinagoga local. Longe de ser uma pessoa arrogante e prepotente, sabia cativar as pessoas e manifestar-lhes apreço.

Sua relação com Jesus foi igualmente exemplar. Apesar do cargo que ocupava e ter muita gente sob seu comando, sentia-se indigno de encontrar-se com Jesus e acolhê-lo em sua casa. Por isso, mandou-lhe mensageiros. Bastaria que o Mestre, mesmo de longe, ordenasse a cura de seu servo, pois acreditava no poder de Jesus.

A reação do Mestre foi de profunda admiração. Entre os judeus, ele não havia encontrado tamanha fé como a daquele pagão. Fé que se manifestava num amor entranhado ao próximo. Por isso, fez exatamente como o oficial romano havia sugerido. Os enviados voltaram para casa e encontraram o servo em perfeita saúde.

A bondade do oficial romano, para com seus súditos e o povo da Galiléia, teve como contrapartida a misericórdia de Jesus.

Oração
Senhor Jesus, dá-me um coração amável e bondoso que saiba compadecer-se e ser solidário com o sofrimento e as necessidades dos outros.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Terça-Feira — 19.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SÃO JANUÁRIO (SÃO GENNARO)

Considerado um homem bom, caridoso e zeloso com as coisas da fé, foi eleito Bispo de Benevento, uma cidade situada a setenta quilômetros da sua natalina. Era uma época em os inimigos do Cristianismo submetiam os cristãos a testemunharem sua fé através dos terríveis martírios seguidos de morte. Segundo a tradição Januário foi martirizado na época do Imperador Diocleciano no ano de 304.

O Bispo Januário foi preso com mais alguns membros do clero, sendo todos julgados e sentenciados à morte num espetáculo público no Circo. Sua execução era mesmo para ser um verdadeiro evento macabro, pois seriam jogados aos leões para que fossem devorados aos olhos do povo chamado para assistir. Porém, as feras tornaram-se mansas e não lhes fizeram mal. O imperador determinou então que fossem todos degolados alí mesmo.

Segundo a antiga tradição, alguns cristãos piedosamente recolheram em ampolas o sangue do Bispo Januário e o guardaram como a preciosa relíquia que viria a ser um dos mais misteriosos e incríveis milagres da Igreja Católica.

O sangue do mártir é guardado cuidadosamente na catedral de Nápoles. Durante a sua festa, no dia 19 de setembro, todos os anos sua imagem é exposta à imensa população de fiéis. Por várias vezes, nesta ocasião a relíquia do seu sangue se liquefaz, adquirindo de novo a aparência de recém-derramado e a coloração vermelha. Um mistério que só mesmo a fé consegue entender e explicar.

Por tudo isto, o povo de Nápoles e todos católicos devotam enorme veneração por São Januário. Até a história dessa linda cidade italiana, cravada ao pé da montanha do Vesúvio, se confunde com a devoção dedicada a ele, que os protege das pestes e das

REFLEXÃO
A vida de São Januário mistura tradições e fatos. O que importa é receber deste santo o exemplo de amor e seguimento do Cristo, a ponto de doar por ele o sangue nas arenas do martírio. As tradições piedosas são apenas detalhes de uma existência dedicada a pregação do evangelho.

ORAÇÃO
Deus eterno e todo-poderoso, que a vossos pastores associates São Januário, a quem destes a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


XXIV SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde, Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: dai a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros (Eco 36,18).

Oração do dia
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Timóteo 3,1-13)
Leitura da carta de São Paulo a Timóteo.

3 1 Eis uma coisa certa: quem aspira ao episcopado, saiba que está desejando uma função sublime.
2 Porque o bispo tem o dever de ser irrepreensível, casado uma só vez, sóbrio, prudente, regrado no seu proceder, hospitaleiro, capaz de ensinar.
3 Não deve ser dado a bebidas, nem violento, mas condescendente, pacífico, desinteressado;
4 deve saber governar bem a sua casa, educar os seus filhos na obediência e na castidade.
5 Pois quem não sabe governar a sua própria casa, como terá cuidado da Igreja de Deus?
6 Não pode ser um recém-convertido, para não acontecer que, ofuscado pela vaidade, venha a cair na mesma condenação que o demônio.
7 Importa, outrossim, que goze de boa consideração por parte dos de fora, para que não se exponha ao desprezo e caia assim nas ciladas diabólicas.
8 Do mesmo modo, os diáconos sejam honestos, não de duas atitudes nem propensos ao excesso da bebida e ao espírito de lucro;
9 que guardem o mistério da fé numa consciência pura.
10 Antes de poderem exercer o seu ministério, sejam provados para que se tenha certeza de que são irrepreensíveis.
11 As mulheres também sejam honestas, não difamadoras, mas sóbrias e fiéis em tudo.
12 Os diáconos não sejam casados senão uma vez, e saibam governar os filhos e a casa.
13 E os que desempenharem bem este ministério, alcançarão honrosa posição e grande confiança na fé, em Jesus Cristo.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 100/101

Viverei na pureza do meu coração!

Eu quero cantar o amor e a justiça,
cantar os meus hinos a vós, ó Senhor!
Desejo trilhar o caminho do bem,
mas quando vireis até mim, ó Senhor!

Viverei na pureza do meu coração,
no meio de toda a minha família.
Diante dos olhos eu nunca terei
qualquer coisa má, injustiça ou pecado.

Farei que se cale diante de mim
quem é falso e, às ocultas, difama seu próximo;
o coração orgulhoso, o olhar arrogante
não vou suportar e não quero nem ver.

Aos fiéis desta terra eu volto meus olhos;
que eles estejam bem perto de mim!
Aquele que vive fazendo o bem
será meu ministro, será meu amigo.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Um grande profeta surgiu entre nós, e Deus visitou o seu povo (Lc 7,16).


EVANGELHO (Lucas 7,11-17)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 7 11 dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim. Iam com ele diversos discípulos e muito povo.
12 Ao chegar perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade.
13 Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: “Não chores!”
14 E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: “Moço, eu te ordeno, levanta-te”.
15 Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe.
16 Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo”.
17 A notícia deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Sede propício, ó Deus, às nossas súplicas e acolhei com bondade as oferendas dos vossos servos e servas, para que aproveite à salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Quão preciosa é, Senhor, vossa graça! Eis que os filhos dos homens se abrigam sob a sombra das asas de Deus (Sl 35,18).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que a ação da vossa eucaristia penetre todo o nosso ser para que não sejamos movidos por nossos impulsos, mas pela graça do vosso sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.


MEMÓRIA FACULTATIVA - SÃO JANUÁRIO
( Vermelho, Ofício da Memória )

Oração do Dia
Ó Deus, que nos concedeis celebrar a memória do vosso mártir são Januário, dai que nos alegremos com ele na eterna bem-aventurança. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as Oferendas
Santificai, ó Deus, com a vossa bênção, as nossas oferendas e acendei em nós o fogo do vosso amor, que levou são Januário a vencer os tormentos do martírio. Por Cristo, nosso Senhor.

Depois da Comunhão
Ó Deus, que estes sagrados mistérios nos concedam a fortaleza de ânimo que levou vosso mártir são Januário a vos servir fielmente e a vencer o martírio. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO JANUÁRIO)

A esse santo é atribuído o "milagre do sangue de são Januário", ou Gennaro, como é o seu nome na língua italiana. Durante a sua festa, no dia 19 de setembro, sua imagem é exposta à imensa população de fiéis. Por várias vezes, na ocasião a relíquia do seu sangue se liquefaz, adquirindo de novo a aparência de recém-derramado e a coloração vermelha. A primeira vez, devidamente registrada e desde então amplamente documentada, ocorreu na festa de 1389. A última vez foi em 1988. O mais incrível é que a ciência já tentou, mas ainda não conseguiu chegar a alguma conclusão de como o sangue, depositado num vidro em estado sólido, de repente se torna líquido, mudando a cor, consistência, e até mesmo duplicando seu peso. Assim, segue, através dos séculos, a liquefação do sangue de são Januário como um mistério que só mesmo a fé consegue entender e explicar. Por isso o povo de Nápoles e todos os católicos devotam enorme veneração por são Januário. Até a história dessa linda cidade italiana, cravada ao pé da montanha do Vesúvio, confunde-se com a devoção dedicada a ele, que os protege das pestes e das erupções do referido vulcão. Na verdade, ela se torna a própria história deste santo que, segundo os atos do Vaticano, era napolitano de origem e viveu no fim do século III. Considerado um homem bom, caridoso e zeloso com as coisas da fé, foi eleito bispo de Benevento, uma cidade situada a setenta quilômetros da sua cidade natal. Era uma época em que os inimigos do cristianismo submetiam os cristãos a testemunharem sua fé por meio dos terríveis martírios seguidos de morte. No ano 304, o imperador romano Diocleciano desencadeou a última e também a mais violenta perseguição contra a Igreja. O bispo Januário foi preso com mais alguns membros do clero, sendo todos julgados e sentenciados à morte num espetáculo público no Circo. Sua execução era para ser, mesmo, um verdadeiro evento macabro, pois seriam jogados aos leões para que fossem devorados aos olhos do povo chamado para assistir. Porém, a exemplo do que aconteceu com o profeta Daniel, as feras tornaram-se mansas e não lhes fizeram mal. O imperador determinou, então, que fossem todos degolados ali mesmo. Era o dia 19 de setembro de 305. Alguns cristãos, piedosamente, recolheram em duas ampolas o sangue do bispo Januário e o guardaram como a preciosa relíquia que viria a ser um dos mais misteriosos e incríveis milagres da Igreja Católica. São Januário é venerado desde o século V, mas sua confirmação canônica veio somente por meio do papa Sixto V em 1586.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. O SENHOR DA VIDA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Jesus não ressuscitou muita gente naquele tempo, os evangelhos mencionam apenas três: Lázaro de Betânia, irmão de Marta e Maria, a filhinha de Jairo, Chefe da Sinagoga, e o filho da viúva de Naim, que Lucas narra no evangelho desse domingo.

Conclui-se, portanto, que não era propósito de Jesus libertar e salvar os homens da morte biológica, pois se fosse assim, sua missão teria sido um fracasso já que ressuscitou apenas esses três e nem José, seu pai adotivo, ele teria conseguido livrar da morte. Há ainda outra questão importante a ser considerada: que vantagem teria se ressuscitar fosse apenas retornar a esta vida, com todas as suas limitações e aprendizado, suas angústias e tribulações? Por acaso não iríamos morrer novamente, como o próprio Lázaro, a filha de Jairo e o moço que Jesus ressuscita nesse evangelho? Não, não valeria a pena, com toda certeza!

Essa vida nova que Cristo nos dá, através de sua paixão, morte e ressurreição, é infinitamente melhor e superior a esta existência terrena, a ponto do apóstolo Paulo afirmar em uma de suas cartas “os sofrimentos do tempo presente nem se comparam àquilo que Deus irá nos revelar”, ou ainda “o que vemos hoje é como se fosse em um espelho, mas depois nos veremos como de fato o somos”.

A chave que decifra esse mistério da Vida e da morte está precisamente em Cristo, nele o Pai não só se revela, mas revela também quem é o homem. A graça de Deus que em Cristo recebemos nos faz criaturas novas onde o mistério é iluminado pela luz da Fé.

Essa grande e feliz Verdade chegou até nós por causa do evangelho, anunciado pelo próprio Cristo – filho de Deus feito homem, que ao trazer-nos a Boa Nova permitiu-nos conhecer a Deus, descobrindo o sentido da nossa vida na Vida de Cristo, onde todos os limites humanos foram superados, ao dar-nos acesso a Deus, rompendo para sempre a barreira do pecado.

Sem este anúncio e esta graça, a nossa esperança por uma Vida Nova, seria vã, não passaria de uma grande utopia, uma fantasia e ilusão que um belo dia chegaria ao seu final, mas o homem que vive pela fé, a comunhão com Cristo, sabe em seu coração que não caminha para o fracasso da morte e esta esperança viva é que dá a esta vida terrena um sentido novo.

Portanto, nossa Vida está em Cristo porque nele nos movemos e somos, sem ele, nossa caminhada terrena não passa de um cortejo fúnebre, onde somos como um morto vivo, caminhando para a ruína da morte biológica, para ser devorado pela terra.

A vida do homem que tomou a decisão de viver sem Deus, ignorando esta Salvação e Libertação oferecida por Jesus, é muito triste, porque ele se ilude com toda pompa que esta vida oferece, satisfazendo seus desejos egoístas, colocando toda sua esperança nas coisas que passam, e no final, descobre que foi enganado, quando percebe que caminha para a morte. Mas nunca é tarde para reverter esse quadro doloroso, pois, para quem caminha assim, como se fosse um corpo sem vida, irradiando tristeza e dor aos que o acompanham. O evangelho desse domingo anuncia algo maravilhoso: no sentido contrário, vem chegando Cristo Jesus, Senhor da Vida, aquele que movido de compaixão, como na entrada da cidade de Naim, irá dizer a viúva e aos que a seguiam no enterro de seu filho: não chores!

Hoje há tantas mães caminhando tristes, levando seus filhos para a sepultura, há tanta gente caminhando cabisbaixa, sem uma perspectiva de vida e sem esperança no coração. Não chores mais – diz o Senhor, que ao tocar no esquife, que são as misérias do homem, dirá com firmeza “Moço, eu te ordeno, levanta-te!”.

E diante de sua palavra libertadora e restauradora, o homem renasce e se torna uma nova criatura, só Cristo é a nossa vida, só ele tem a palavra de ordem, capaz de nos levantar de todos os nossos pecados que querem nos arrastar inexoravelmente para a morte. Longe de Deus e da sua Salvação oferecida por Jesus, iremos fatalmente morrer, mas com ele teremos a Vida Eterna, que extrapola os nossos limites e nos reconduz ao paraíso da plenitude, resgatando a nossa imagem e semelhança com que fomos criados por Deus.

É missão nossa como Igreja anunciar a toda criatura esta vida que vem de Jesus, mas isso só será possível se como ele, tivermos no coração essa compaixão, que nos leve a sofrer e chorar com quem sofre e chora, onde um sorriso, um abraço, uma palavra de consolo ou um gesto de caridade, sempre feito em nome de Jesus, terá a mesma força de sua palavra libertadora, capaz de levantar quem se julga morto. O cristão, como qualquer ser humano, também pranteia seus mortos, mas a diferença está naquilo que ele espera: a plenitude da Vida, reservada aos que crêem que esta vida é uma peregrinação para a casa do Pai, predestinados que fomos desde toda a eternidade.

2. O consolo da mãe com a ressurreição do filho
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Deus visita o seu povo. Em Naim, o sinal da visita foi o consolo da mãe com a ressurreição do filho. O jovem morto podia estar a caminho do paraíso, mas sua mãe estava sofrendo. Jesus o ressuscitou e devolveu à sua mãe. Foi o sinal da presença de um grande profeta, foi o sinal de que Deus estava visitando o seu povo. Nas portas da cidadezinha de Naim, o clima era triste por causa do enterro do jovem falecido. O clima triste se tornou espanto e glorificação, não, porém, espetáculo. Nas Sagradas Escrituras, a visita de Deus às vezes tem o sentido de visita punitiva. Há, de fato, situações que pedem punições exemplares para que se veja a gravidade da culpa. Jeremias fala dos que praticam o mal no meio do povo, que vão tropeçar e cair entre os que caem quando Deus os visitar. Jesus usa expressões-limite como fogo do inferno e se lamenta por Betsaida, Corazim e Jerusalém. No entanto, por onde passa, Jesus passa fazendo o bem. É o Deus encarnado cujo coração se enche de compaixão diante de pessoas tristes e abandonadas.

3. TOCADO PELA DOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

O sofrimento da pobre viúva tocou fundo o coração de Jesus, a ponto de fazê-lo interromper seu caminho rumo à cidadezinha de Naim, situada nos arredores de Nazaré.

O texto evangélico refere-se a dois cortejos: o cortejo alegre do Messias e o cortejo fúnebre do filho de uma viúva da cidade. Com o Mestre, iam os discípulos e uma grande multidão. É fácil de imaginar o clima que reinava entre eles. Sentiam-se empolgados pela presença de Jesus, por suas palavras e seus gestos poderosos. As pessoas contemplavam-no, esperançosas. Vendo-se abandonadas por todos, finalmente parecia que uma esperança despontava em seu horizonte. Era como se uma luz começasse a brilhar!

Na direção contrária seguia o enterro de um jovem, acompanhado por sua mãe e por "muita gente da cidade". A situação da mãe era lastimável. A morte do filho único deixava-a desesperada. Quem haveria de socorrê-la em suas necessidades? Quem haveria de defendê-la contra os prepotentes? Para ela, era como se sua única luz tivesse extinguido!

O encontro com Jesus reverteu essa situação. O Mestre ressuscitou o jovem e o restitui à sua mãe, ao passo que o cortejo fúnebre entrou no clima de empolgação dos que seguiam o Mestre. Chegaram até a pensar que ele fosse o profeta Elias de volta para o meio do povo para trazer-lhe salvação. De fato, ele era o Messias cheio de compaixão pelos sofrimentos da humanidade.

Oração
Pai, torna-me sensível ao sofrimento e à dor de cada pessoa que encontro no meu caminho. Que a minha compaixão se demonstre com gestos concretos.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Quarta-Feira — 20.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTO ANDRÉ KIM TAEGON E COMPANHEIROS

A Igreja católica estabelecida na Coréia tem uma característica particular: nasceu da iniciativa missionária de leigos. A raiz do catolicismo coreana foram as comunidades chinesas. A expansão das comunidades na Córeia fez com que elas recebessem oficialmente um sacerdote vindo de Roma.

Em pouco tempo a comunidade cresceu possuindo milhares de fiéis. Porém, começaram a sofrer perseguições por parte dos governantes e poderosos, inimigos da liberdade, justiça e fraternidade, pregadas pelos missionários. Tentando acabar com o cristianismo matavam seus seguidores. Não sabiam que o sangue dos mártires é semente de cristãos.

Entre os mártires que a Igreja canonizou na Coréia está André Kim Taegon, o primeiro sacerdote mártir coreano. André nasceu em 1821 numa família da nobreza e profundamente cristã. Seu pai, por causa das perseguições, havia formado uma "igreja particular" em sua casa, nos moldes daquelas dos cristãos dos primeiros tempos, para rezarem, pregarem o Evangelho e receberem os Sacramentos.

André tinha quinze anos quando resolveu se preparar para o sacerdócio. Depois de muitos desafios fez-se padre em Xangai. Devido à sua condição de nobre e conhecedor dos costumes e pensamento local, obteve ótimos resultados no seu apostolado de evangelização.

Durante um trabalho missionário, André foi preso pelas autoridades coreanas. Num gesto de coragem professou a fé em Cristo. Seu gesto custou-lhe a vida. André foi decapitado na cidade de Seul em 1846. Na mesma ocasião foram martirizados cento e três homens, mulheres, velhos e crianças, sacerdotes e leigos, ricos e pobres.

REFLEXÃO
O sacrificio dos mártires coreanos, aceitado de bom grado por Jesus Cristo que os havia conquistado, deu sem dúvida uma abundante colheita e devemos rezar para que continue a ser fonte de orgulho, esperança, força e inspiração para todos os cristãos.

ORAÇÃO
Deus todo-poderoso, que destes ao mártir Santos André Kim Taegón e companheiros a graça de sofrer pelo Cristo, ajudai também a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa fé, como eles não hesitaram em morrer por vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SANTOS ANDRÉ E PAULO MÁRTIRES COREANOS
( Vermelho, Prefácio Comum ou dos Mártires, Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando este dia festivo em honra dos santos mártires. Conosco alegram-se os anjos e glorificam o Filho de Deus.

Oração do dia
Ó Deus, criador e salvador de todas as raças, pro vossa bondade, chamastes à fé a muitos irmãos na região da Coréia e os fizestes crescer pelo testemunho glorioso dos mártires André, Paulo e seus companheiros. Concedei que, pelo exemplo e intercessão deles, possamos perseverar até a morte na observância de vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (1 Timóteo 3,14-16)
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo.

3 14 Estas coisas te escrevo, mas espero ir visitar-te muito em breve.
15 Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.
16 Sim, é tão sublime - unanimemente o proclamamos - o mistério da bondade divina: manifestado na carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, anunciado aos povos, acreditado no mundo, exaltado na glória!
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 110/111

Grandiosas são as obras do Senhor!

Eu agradeço a Deus de todo o coração
junto com todos os seus justos reunidos!
Que grandiosas são as obras do Senhor,
elas merecem todo o amor e admiração!

Que beleza e esplendor são os seus feitos!
Sua justiça permanece eternamente!
O Senhor bom e clemente nos deixou
a lembrança de suas grandes maravilhas.

Ele dá o alimento aos que o temem
e jamais esquecerá sua aliança.
Ao seu povo manifesta seu poder,
dando a ele a herança das nações.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna (Jo 6,63.68).


EVANGELHO (Lucas 7,31-35)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

7 31 Disse Jesus: “a quem compararei os homens desta geração? Com quem se assemelham?
32 São semelhantes a meninos que, sentados na praça, falam uns com os outros, dizendo: ‘Tocamos a flauta e não dançastes; entoamos lamentações e não chorastes’.
33 Pois veio João Batista, que nem comia pão nem bebia vinho, e dizeis: ‘Ele está possuído do demônio’.
34 Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: ‘Eis um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e libertinos’.
35 Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Deus, com bondade, as oferendas do vosso povo e concedei, pela intercessão dos santos mártires coreanos, nos tornemos um sacrifício agradável para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante do meu Pai, que está nos céus (Mt 10,32).

Depois da Comunhão
Nutridos pelo alimento dos fortes, na celebração dos santos mártires, nós vos pedimos, Senhor, que, seguindo fielmente a Cristo, trabalhemos na Igreja pela salvação de todos. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SANTOS ANDRÉ E PAULO MÁRTIRES COREANOS)

A Igreja coreana tem, talvez, uma característica única no mundo católico. Foi fundada e estabelecida apenas por leigos. Surgiu no início de 1600, a partir dos contatos anuais das delegações coreanas que visitavam Pequim, na China, nação que sempre foi uma referência no Extremo Oriente para troca de cultura. Ali os coreanos tomaram conhecimento do cristianismo. Especialmente por meio do livro do grande padre Mateus Ricci, "A verdadeira doutrina de Deus". Foi o leigo Lee Byeok que se inspirou nele para, então, fundar a primeira comunidade católica atuante na Coréia. As visitas à China continuaram e os cristãos coreanos foram, então, informados, pelo bispo de Pequim, de que suas atividades precisavam seguir a hierarquia e organização ditada pelo Vaticano, a Santa Sé de Roma. Teria de ser gerida por um sacerdote consagrado, o qual foi enviado oficialmente para lá em 1785. Em pouco tempo, a comunidade cresceu, possuindo milhares de fiéis, Porém começaram a sofrer perseguições por parte dos governantes e poderosos, inimigos da liberdade, justiça e fraternidade pregadas pelos missionários. Tentando acabar com o cristianismo, matavam seus seguidores. Não sabiam que o sangue dos mártires é semente de cristãos, como já dissera o imperador Tertuliano, no início dos tempos cristãos. Assim, patrocinaram uma verdadeira carnificina entre 1785 e 1882, quando o governo decretou a liberdade religiosa. Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados para uma só festa, liderados por André Kim Taegon, o primeiro sacerdote mártir coreano. Vejamos o seu caminho no apostolado. André nasceu em 1821, numa família da nobreza coreana, profundamente cristã. Seu pai, por causa das perseguições, havia formado uma "Igreja particular" em sua casa, nos moldes daquelas dos cristãos dos primeiros tempos, para rezarem, pregarem o Evangelho e receberem os sacramentos. Tudo funcionou até ser denunciado e morto, aos quarenta e quatro anos, por não renegar a fé em Cristo. André tinha quinze anos e sobreviveu com os familiares, graças à ajuda dos missionários franceses, que os enviaram para a China, onde o jovem se preparou para o sacerdócio e retornou diácono, em 1844. Depois, numa viagem perigosa vivida, tanto na ida quanto na volta, num clima de perseguição, foi para Xangai, onde o bispo o ordenou sacerdote. Devido à sua condição de nobre e conhecedor dos costumes e pensamento local, obteve ótimos resultados no seu apostolado de evangelização. Até que, a pedido do bispo, um missionário francês, seguiu em comitiva num barco clandestino para um encontro com as autoridades eclesiásticas de Pequim, que aguardavam documentos coreanos a serem enviados ao Vaticano. Foram descobertos e presos. Outros da comunidade foram localizados, inclusive os seus parentes. André era um nobre, por isso foi interrogado até pelo rei, no intuito de que renegasse a fé e denunciasse seus companheiros. Como não o fez, foi severamente torturado por um longo período e depois morto por decapitação, no dia 16 de setembro de 1846 em Seul, Coréia. Na mesma ocasião, foram martirizados cento e três homens, mulheres, velhos e crianças, sacerdotes e leigos, ricos e pobres. De nada adiantou, pois a jovem Igreja coreana floresceu com os seus mártires. Em 1984, o papa João Paulo II, cercado de uma grande multidão de cristãos coreanos, canonizou santo André Kim Taegon e seus companheiros, determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Alegria e Graça
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Meninos sentados na praça e que gritam aos outros "Tocamos flauta e não cantais, cantamos uma lamentação e não chorais..." Com essa expressão talvez estranha para nós, Jesus diz uma grande verdade: queremos sempre que as pessoas dancem conforme a nossa música, isso é, que pensem e ajam como nós, e se for uma religião ou até mesmo aspecto cultural, que não mudem nada e nem venham com coisas novas.

João Batista, o Precursor de Jesus, tinha algo novo a anunciar, mas como vivia de um jeito meio estranho e não se alimentava, diziam que ele estava possesso de um demônio. (Qualquer fenômeno que não conseguimos definir, atribui-se ao demônio).

Jesus de Nazaré é diferente de João Batista, aliás, não se encaixa no perfil de Messias anunciado, em vez de acabar com os pecadores e homens maus, tem amizade com eles, senta-se para tomar refeição com eles, e come e bebe com eles. Por isso o rotularam de comilão e beberrão.

E assim, o Novo que se encarnou em meio a humanidade, acabou rejeitado justamente porque era humano demais. Esse evangelho traz um forte apelo á conversão, mas o que é a conversão? Justamente purificar o olhar e o coração, para ver e sentir a presença de Jesus e do seu Reino nas pessoas e nos acontecimentos da história e da nossa vida. Mas tenhamos cautela, Jesus não está formatado do jeito que nós queremos e o imaginamos, a conversão interior é primeiramente dom de Deus, que vem com a Graça oferecida em Jesus.

Quando olhamos o mundo e as pessoas com os olhos de Jesus, não exigimos que as pessoas "dancem só conforme a nossa música", pois o Reino a todos renova e se refaz nas virtudes e nos valores que cada um tem e disponibiliza para os irmãos e irmãs.

2. Com quem vou comparar as pessoas desta geração?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A sabedoria é uma virtude intelectual que se adquire com o esforço humano e é também um dom de Deus, ambos para discernir as coisas e as causas das coisas. Sabedoria tem algo a ver com sabor. Assim, o sábio saboreia algo do que Deus e, por ser sábio, opta espontaneamente pelo melhor e mais conveniente nas decisões a serem tomadas. A capacidade do sábio em discernir o que mais convém é ativa e perspicaz. A outros faz falta o senso judicativo, e se o têm, têm-no embotado. Perdem-se, portanto, nas variedades deste mundo. Tocam flauta e não dançam, cantam o luto e não choram, não comem nem bebem e têm um demônio, comem e bebem e são beberrões e comilões. Como perceber o que está acontecendo, o que é positivo e o que é negativo, como dar-se conta dos sinais? Hoje se fala de pessoas centradas. São os equilibrados, que mantêm no centro o fiel da balança e seguem o princípio “nem tanto ao mar nem tanto à terra”. São pessoas capazes de se situar bem em qualquer lugar, ao contrário de quem não está bem em lugar algum. A centralidade vai acompanhada da serenidade que não perde a visão da floresta por causa de uma árvore. Atenção, porém, pois o discernimento deve estar sempre em atividade. Às vezes o bem comum exige que se desloque o fiel da balança para posições extremas.

3. OS FILHOS DA SABEDORIA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

Tanto João Batista quanto Jesus, foram objeto de rejeição e de acolhida. Tudo dependia da maneira como as pessoas se aproximavam deles e se deixavam tocar por suas palavras. Havia gente sinceramente desejosa de converter-se. Mas havia, também, gente fechada em seus esquemas, que se irritava diante do convite à conversão.

Os pobres, os excluídos e os pecadores mostravam-se sensíveis às palavras que Deus lhes dirigia, e davam ouvido a Jesus e a João, reconhecendo neles a preocupação divina com a salvação de seu povo. Com esta ajuda, reconstruíam sua própria dignidade.

No polo oposto, estava a liderança judaica, cuja hostilidade Jesus e João tiveram sempre que enfrentar. Tudo quanto faziam, era mal interpretado.

A vida ascética e dura do Batista era tida como obra do demônio. Só um possesso podia ser tão anti-social. A vida normal de Jesus, no convívio com as pessoas, fazia dele um comilão e beberrão, vergonhosamente misturado com gente de conduta censurável. Esta má vontade persistente da liderança judaica não lhe permitia deixar-se tocar por quem quer que fosse. Uma semelhante atitude era grave, pois se opunha ao projeto divino. Urgia comportar-se como filhos da sabedoria e deixar-se instruir pelos enviados de Deus.

Oração
Espírito que gera filhos da sabedoria, que eu não demore em deixar-me tocar pela palavra de Jesus, sem interpor dificuldades.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Quinta-Feira — 21.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Luminosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Luminosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SÃO MATEUS

Segundo a tradição evangélica Mateus (ou Levi) era um cobrador de impostos e por isso não era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Um dia, depois de falar ao povo, Jesus passa por Mateus, olha com firmeza nos seus olhos e diz: "Segue-me". Mateus imediatamente levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus.

Daquele dia em diante Mateus tornou-se um dos maiores seguidores e apóstolos de Cristo, acompanhando-o em todas as suas caminhadas e pregações pela Palestina. Mateus nasceu em Cafarnaum. Não se conhece a data do seu nascimento. Seu pai, Alfeu, deu-lhe o nome de Levi. Sua cidade natal era cortada pelas principais estradas da Palestina, ponto de convergência e centro comercial da região.

Mateus marcou a virada de sua vida com um banquete que ofereceu aos amigos. Nele compareceu Jesus, alguns fariseus e outras classes dominantes. Diziam sobre Jesus: "Como é que vosso Mestre se senta a mesa com os pecadores?” Tais críticas mereceram as famosas palavras de Jesus Cristo: "Não são os saudáveis, mas sim os doentes, que necessitam do médico. Não vim a chamar os justos, senão os pecadores."

Diz São Clemente que Mateus era um santo de penitência e mortificações. Alimentava-se de ervas, frutas e raízes. Sofreu maus tratos e foi hostilizado na Arábia e na Pérsia. Teve os olhos arrancados e foi colocado na prisão onde aguardaria sua execução. Na prisão, onde estava acorrentado, recebe o milagre divino da restituição dos seus olhos e da sua libertação. Alcança a Etiópia, onde prega a doutrina cristã pela última vez. É repelido e encontra forte oposição dos guias religiosos pagãos etíopes. Logo em seguida é martirizado.

No ano de 930 as relíquias mortais do apóstolo São Mateus foram transportadas para Salermo, na Itália, onde, até hoje, é festejado como padroeiro da cidade.

REFLEXÃO
São Mateus escreveu um dos evangelhos considerados inspirados pela Igreja. Todo o seu evangelho é destinado a prover uma verdadeiro reconhecimento de que Cristo era o Messias. São Mateus é representado na arte litúrgica por um anjo segurando uma lança, uma moeda e uma pena.

ORAÇÃO
São Mateus que deixastes a riqueza para seguir com entusiasmo o chamado do Mestre, fazendo da pobreza um hino de louvor a Jesus, intercedei por mim, que me encontro em aflição. Ensinai-me por fim, a ajuntar tesouros no céu e a servir a Deus e não ao dinheiro. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SÃO MATEUS APÓSTOLO E EVANGELISTA
( Vermelho, Glória, Prefácio dos Apóstolos, Ofício da Festa )

Antífona de Entrada
Ide e de todas as nações fazei discípulos, diz o Senhor, batizando-os e ensinando-os a observar todos os mandamentos que vos dei (Mt 18,19s).

Oração do dia
Ó Deus, que na vossa inesgotável misericórdia escolhestes o publicano Mateus para torná-lo apóstolo, dai-nos, por sua oração e exemplo, a graça de vos seguir e permanecer sempre convosco. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Efésios 4,1-7.11-13)
Leitura da carta de são Paulo aos Efésios.

4 1 Exorto-vos, pois, - prisioneiro que sou pela causa do Senhor -, que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados,
2 com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade.
3 Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz.
4 Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança.
5 Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.
6 Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos.
7 Mas a cada um de nós foi dada a graça, segundo a medida do dom de Cristo,
11 A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores,
12 para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo,
13 até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 18/19A

Seu som ressoa e se espalha em toda a terra.

Os céus proclamam a glória do Senhor,
e o firmamento, a obra de suas mãos;
o dia ao dia transmite essa mensagem,
a noite à noite publica essa notícia.

Não são discursos nem frases ou palavras,
nem são vozes que possam ser ouvidas;
seu som ressoa e se espalha em toda a terra,
chega aos confins do universo a sua voz.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
A vós, ó Deus, louvamos, a vós, Senhor, cantamos, vos louva, ó Senhor, o coro dos apóstolos.


Evangelho (Mateus 9,9-13)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

9 9 Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das taxas. Disse-lhe: "Segue-me. O homem levantou-se e o seguiu".
10 Como Jesus estivesse à mesa na casa desse homem, numerosos publicanos e pecadores vieram e sentaram-se com ele e seus discípulos.
11 Vendo isto, os fariseus disseram aos discípulos: "Por que come vosso mestre com os publicanos e com os pecadores?"
12 Jesus, ouvindo isto, respondeu-lhes: "Não são os que estão bem que precisam de médico, mas sim os doentes.
13 Ide e aprendei o que significam estas palavras: Eu quero a misericórdia e não o sacrifício. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores."
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Ao honrarmos a memória de são Mateus, nós vos apresentamos, ó Pai, nossas preces e oferendas, para que considereis com amor a vossa Igreja, vós que nutristes a sua fé com a pregação dos apóstolos. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eu não vim chamar os justos, e sim os pecadores, diz o Senhor (Mt 9,13).

Depois da Comunhão
Ó Deus, ao participarmos da alegria da salvação que encheu de júbilo são Mateus, recebendo o Salvador em sua casa, concedei sejamos sempre refeitos à mesa daquele que veio chamar à salvação não os justos, mas os pecadores. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO MATEUS)

No tempo de Jesus Cristo, na época em que a Palestina era apenas uma província romana, os impostos cobrados eram onerosos e pesavam brutalmente sobre os ombros dos judeus. A cobrança desses impostos era feita por rendeiros públicos, considerados homens cruéis, sanguessugas, verdadeiros esfoladores do povo. Um dos piores rendeiros da época era Levi, filho de Alfeu, que, mais tarde, trocaria seu nome para Mateus, o "dom de Deus". Um dia, depois de pregar, Jesus caminhava pelas ruas da cidade de Cafarnaum e encontrou com o cruel Levi. Olhou-o com firmeza nos olhos e disse: "Segue-me". Levi, imediatamente, levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus. Acredita-se, mesmo, que tal mudança não tenha realmente ocorrido dessa forma, mas sim pelo seu próprio e espontâneo entusiasmo no Messias. Na verdade, o que se imagina é que Levi havia algum tempo cultivava a vontade de seguir as palavras do profeta e que aquela atitude tenha sido definitiva para colocá-lo para sempre no caminho da fé cristã. Daquele dia em diante, com o nome já trocado para Mateus, tornou-se um dos maiores seguidores e apóstolos de Cristo, acompanhando-o em todas as suas caminhadas e pregações pela Palestina. São Mateus foi o primeiro apóstolo a escrever um livro contando a vida e a morte de Jesus Cristo, ao qual ele deu o nome de Evangelho e que foi amplamente usado pelos primeiros cristãos da Palestina. Quando o apóstolo são Bartolomeu viajou para as Índias, levou consigo uma cópia. Depois da morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos espalharam-se pelo mundo e Mateus foi para a Arábia e a Pérsia para evangelizar aqueles povos. Porém foi vítima de uma grande perseguição por parte dos sacerdotes locais, que mandaram arrancar-lhe os olhos e o encarceraram para depois ser sacrificado aos deuses. Mas Deus não o abandonou e mandou um anjo que curou seus olhos e o libertou. Mateus seguiu, então, para a Etiópia, onde mais uma vez foi perseguido por feiticeiros que se opunham à evangelização. Porém o príncipe herdeiro morreu e Mateus foi chamado ao palácio. Por uma graça divina fez o filho da rainha Candece ressuscitar, causando grande espanto e admiração entre os presentes. Com esse ato, Mateus conseguiu converter grande parte da população. Na época, a Igreja da Etiópia passou a ser uma das mais ativas e florescentes dos tempos apostólicos. São Mateus morreu por ordem do rei Hitarco, sobrinho do rei Egipo, no altar da igreja em que celebrava o santo ofício da missa. Isso aconteceu porque não intercedeu em favor do pedido de casamento feito pelo monarca, e recusado pela jovem Efigênia, que havia decidido consagrar-se a Jesus. Inconformado com a atitude do santo homem, Hitarco mandou que seus soldados o executassem. No ano 930, as relíquias mortais do apóstolo são Mateus foram transportadas para Salerno, na Itália, onde, até hoje, é festejado como padroeiro da cidade. A Igreja determinou o dia 21 de setembro para a celebração de são Mateus, apóstolo.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Conversa com Mateus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

___Olha São Mateus, primeiramente parabéns pelo seu dia que é hoje, o Senhor poderia nos falar sobre aquele dia que o Mestre passou na sua banca e o chamou para ser discípulo?
___Bom, foi um dia inesquecível, eu pensei que o Galileu fosse pagar algum imposto, mas de repente vi o seu olhar sobre mim, não era um olhar acusador como o da maioria do povo, mas era um olhar firme, que me deixou encantado, suas palavras apenas expressaram o que os seus olhos já me haviam dito

___É Verdade que o Farisaísmo entrou em polvorosa?
___Nossa, e como! Eles consideravam muito o Mestre e tinham grande admiração e respeito por ele, mas certas atitudes os desconcertavam, e esse chamado que ele me fez, ali diante deles, foi realmente muito desconcertante, imagine eu, um Cobrador de impostos, explorador do povo e a serviço do poder romano, ser chamado por Jesus. E o que é pior, ele foi jantar em minha casa naquela noite....Deu o maior "buchicho"

___Pois é, percebe-se no seu relato, eles começaram a "apertar" os discípulos, o por que desse jantar em sua casa
___Sim, mas não só isso, meus amigos cobradores de impostos também vieram, achei que o Mestre iria nos fazer um discurso moralista, prá gente mudar de vida.

___Ué, mas então ele não pregou a palavra, não fez ameaças para vocês se converterem? Pensei que ele tivesse dado uma "dura" no seu grupo de pecadores
___Pois é, eu também pensei assim, e até achava que aquele jantar seria bem chato, pelo clima que o Mestre iria criar. Mas... Surpreendeu-me o fato dele ter ficado á vontade em minha casa, sabe, parecia um de nós, comia, bebia, falava, ria de coisas gozadas que a gente falava, e uma hora até ameaçou uma dança, como era nosso costume....Foi uma festa imemorável, descobri que ele nos queria muito bem, apesar de sermos uns "casos perdidos"

___Então não foi o discurso ou ensinamento que te levou a mudar de vida e segui-lo ?
___Não, de modo algum! Foi a sua atitude e o modo como se relacionou comigo e com os outros, Jesus é simplesmente encantador, é impossível não segui-lo, quando se experimenta o quanto ele nos ama... Daí sim é que vem a conversão..

___Conclusão: daí o Império Romano perdeu um excelente cobrador, e o Mestre ganhou um novo discípulo, e nós enquanto Igreja,  ganhamos um grande Santo e Apóstolo...

2. Não é a justos que vim chamar, mas a pecadores
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Mateus, apóstolo e evangelista, escriba e publicano. Hoje é o dia da sua festa. Pedimos sua intercessão, agradecemos seu trabalho de ter-nos deixado um Evangelho tão catequético como o seu, com o Sermão da Montanha, com o Sermão Escatológico, o dos últimos tempos, com as perguntas que nos serão feitas quando estivermos no julgamento final. Jesus passa, vê Mateus sentado na coletoria de impostos e o chama: “Segue-me”. Ele se levanta e segue Jesus. Um bom filho de Abraão, que partiu como o Senhor lhe tinha dito, sem buscar razões. Na conclusão do Sermão das Parábolas ou do Reino dos Céus, Jesus diz que “todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que do seu tesouro tira coisas novas e velhas”. Escriba era um escritor profissional. O escriba em Israel era “versado na Lei de Moisés”. Assim é dito de Esdras, quando voltou do exílio. Mateus é o escriba que se tornou discípulo do Reino dos Céus, que possui o tesouro da revelação das duas Alianças. Conhecedor das riquezas da Aliança antiga, mostra como se prolongam e se plenificam na nova, sem que uma anule a outra.

3. QUEM PRECISA DE MÉDICO?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

No tempo de Jesus, a postura preconceituosa de certa ala do farisaísmo era bem conhecida. Julgando-se melhores que todo mundo por observarem, escrupulosamente, a Lei mosaica, sentiam-se no direito de desprezar quem não agia assim. Olhavam com desprezo para os pecadores e todos os que eram incapazes de praticar a Lei de modo "tão perfeito" como eles.

Por outro lado, por serem contrários aos romanos, recusavam-se a conviver com os colaboradores do poder opressor. Nesta categoria, incluíam-se os cobradores de impostos. Isto explica por quê se admiraram ao ver Jesus sentado à mesa com eles e com os pecadores. O gesto de Jesus parecia-lhes digno de censura.

Entretanto, o modo de proceder do Mestre ia na direção contrária. Sabendo-se revestido da missão de libertar o povo do seu pecado, buscava a companhia e a amizade dos que mais necessitavam da misericórdia divina. Longe de desprezá-los e marginalizá-los, sempre tinha para com eles gestos benevolentes de acolhida.

Um provérbio popular bem conhecido ajudava-o a compreender sua missão. Afinal, ao médico interessa quem está doente e carece de ajuda, e não quem está sadio e em boa forma. Sendo ele o médico enviado por Deus para curar o pecado da humanidade, urgia colocar-se junto às vítimas do pecado. É o que fazia, sem se importar com os preconceitos dos fariseus.

Oração
Pai, coloca-me sempre junto àqueles que mais carecem de tua salvação, e liberta-me de toda espécie de preconceitos que contaminam o meu coração.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia da Sexta-Feira — 22.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Dolorosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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SANTO INÁCIO DE SANTHIÁ

Lourenço Maurício nasceu no dia 05 de junho de 1686, em Santhiá, na Itália. Era o quarto de seis filhos, da rica família cristã. Aos sete anos ficou órfão de pai. Desde menino ele cresceu na oração e amadureceu a sua vocação sacerdotal.

Em 1717 torna-se capuchinho e muda seu nome para Inácio. Desde então foi enviado para vários Conventos, sempre obediente e honrado por poder servir os irmãos da Ordem com a sua humilde pessoa.

Em 1727 passou a residir numa paróquia e tornou-se confessor, tarefa que desempenhou nos últimos vinte e quatro anos de vida. Neste ministério demonstrou toda sua caridade paterna, sabedoria e ciência, adquiridas nos livros e através das orações contemplativas. A todos recebia com a maior caridade, porque os pecadores eram os filhos mais doentes e, necessitados de acolhida e compreensão. Passou a ser chamado de: "padre dos pecadores e dos desesperados".

Mas em 1731 o seu bom conceito de guia experiente e sábio, o levou à ocupar os cargos de mestre dos noviços. Sua intenção era formar os jovens para a vida, a mortificação, a penitência, e instruía, corrigia e encorajava com atenção e palavras amorosas, fazendo o caminho difícil se tornar ameno.

Morreu com sua fama de santidade no dia 21 de setembro de 1770 em admirável tranqüilidade.

REFLEXÃO
Durante tempos turbulentos, santo Inácio soube ser o conforto e a ajuda para quem a ele se dirigia. Passou sua vida a ensinar o catecismo aos pequeninos e aos adultos, com uma competência, diligência e proveito verdadeiramente singulares. Orientou exercícios espirituais, especialmente para os religiosos, aos quais, com a palavra e com o exemplo, soube conduzir à espiritualidade cristã e franciscana.

ORAÇÃO
Senhor, nosso Deus, que chamastes o Vosso servo, Santo Inácio de Santhià ao caminho da perfeição evangélica e o fizestes mestre e modelo das virtudes cristãs, concedei-nos a graça de vivermos na nossa vida a santidade do Vosso Filho Jesus Cristo, que vive convosco na unidade do Espírito Santo.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


XXIV SEMANA DO TEMPO COMUM
( Verde, Ofício do Dia )

Antífona de Entrada
Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: dai a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros (Eco 36,18).

Oração do dia
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo o coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (1 Timóteo 6,2-12)
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 6 2 e os que têm patrões que abraçaram a fé, nem por isto os menosprezem, sob pretexto de serem irmãos. Ao contrário, deverão servi-los ainda melhor, pelo fato de que eles são fiéis amados de Deus e participantes de seus benefícios. Tal deve ser o tema de teus ensinamentos e de tuas exortações.
3 Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme à piedade,
4 é um obcecado pelo orgulho, um ignorante, doentio por questões ociosas e contendas de palavras. Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as suspeitas injustas,
5 os vãos conflitos entre homens de coração corrompido e privados da verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro.
6 Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade, porém quando acompanhada de espírito de desprendimento.
7 Porque nada trouxemos ao mundo, como tampouco nada poderemos levar.
8 Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto.
9 Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição.
10 Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições.
11 Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e procura com todo empenho a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão.
12 Combate o bom combate da fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e fizeste aquela nobre profissão de fé perante muitas testemunhas.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 48/49

Felizes os humildes de espírito,
porque deles é o reino dos céus.

Por que temer os dias maus e infelizes,
quando a malícia dos perversos me circunda?
Por que temer os que confiam nas riquezas
e se gloriam na abundância de seus bens?

Ninguém se livra de sua morte por dinheiro
nem a Deus pode pagar o seu resgate.
A isenção da própria morte não tem preço;
não há riqueza que a possa adquirir,
nem dar ao homem uma vida sem limites
e garantir-lhe uma existência imortal.

Não te inquietes quando um homem fica rico
e aumenta a opulência de sua casa;
pois, ao morrer, não levará nada consigo,
nem seu prestígio poderá acompanhá-lo.

Felicitava-se a si mesmo enquanto vivo:
“Todos te aplaudem, tudo bem, isto que é vida!”
Mas vais-se ele para junto de seus pais,
que nunca mais e nunca mais verão a luz!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores! (Mt 11,25)


Evangelho (Lucas 8,1-3)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

8 1 Depois disso, Jesus andava pelas cidades e aldeias anunciando a boa nova do Reino de Deus.
2 Os Doze estavam com ele, como também algumas mulheres que tinham sido livradas de espíritos malignos e curadas de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios;
3 Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes; Susana e muitas outras, que o assistiram com as suas posses.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Sede propício, ó Deus, às nossas súplicas e acolhei com bondade as oferendas dos vossos servos e servas, para que aproveite à salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Quão preciosa é, Senhor, vossa graça! Eis que os filhos dos homens se abrigam sob a sombra das asas de Deus (Sl 35,18).

Depois da Comunhão
Ó Deus, que a ação da vossa eucaristia penetre todo o nosso ser para que não sejamos movidos por nossos impulsos, mas pela graça do vosso sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Mulheres, Discípulas Fiéis...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Não houve no mundo, nenhum movimento de libertação da Mulher, comparável aquele do tempo de Jesus, que rompendo com uma estrutura arcaica, onde a mulher era renegada a um segundo plano, Jesus as chama para o discipulado. Distantes do fato histórico, nós não conseguimos nem imaginar este fato inédito e impactante. Mulheres naquele tempo nem podiam falar, não davam opiniões em negócios, não eram testemunhas nos tribunais, eram apenas uma propriedade de seus maridos. No âmbito religioso também não havia espaço para elas, participavam dos sacrifícios no templo, mas em lugar a parte.

Jesus as acolhe como discípulas e isso era algo inédito naquele tempo. Aliás, é só prestar atenção na História da Salvação para percebermos a importância da mulher. As duas primeiras pessoas a terem certeza da Vinda do Messias, são duas pobres mulheres: Maria de Nazaré e sua parenta Isabel, os Grandes poderosos nem imaginavam o que estava acontecendo na modesta Vilinha de Nazaré. É uma mulher, a primeira da humanidade, a ser convidada para participar diretamente da obra da Salvação. É uma mulher que vai dar o seu “SIM” A Deus, consentindo que a Salvação comece a acontecer.

E em nossas comunidades, já fizeram uma estatística para ver quem participa mais das Pastorais e Movimentos? Nem precisam fazer, a maioria são mulheres, Guerreiras, lutadoras, abnegadas, despojadas, que se doam sem reservas á Igreja, na missão que lhes é confiada. Aliás, o que seria da Igreja se não fossem nossas mulheres?

O evangelista São Lucas faz questão de citar que, junto com os Doze, iam também mulheres seguindo Jesus, mulheres de condições sociais diferentes, gente do povo e gente da elite, vejam aí a Suzana, esposa de Cuza, procurador de Herodes. Quanto a Madalena, da qual saiu sete demônios, ninguém precisa pensar mal dela, Demônio é tudo que se opõe as forças do bem, mas são também forças que nos escravizam. Como a sociedade civil e religiosa marginalizava as mulheres, estas se julgavam inferiores, portanto sempre submissas aos homens, o Discipulado as liberta pois, como seguidoras de Jesus, falam e dão opinião, não são apenas servidoras do grupo.

Portanto, a verdadeira liberdade da mulher está em Jesus Cristo, e o discipulado, vai amadurecendo a mente e o coração cada vez mais, e o testemunho das mulheres são valiosíssimos em nossas comunidades, quando elas vivem a autenticidade da Fé.

2. Os Doze e um grupo de mulheres acompanhavam Jesus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Contra os costumes dos rabinos da época, um grupo de mulheres acompanha Jesus no seu ministério. Ele andava de um lado para outro, percorria cidades e povoados, com os Doze apóstolos. Algumas mulheres iam com eles, como Maria Madalena, Joana, mulher de Cuza, Susana. Destas santas mulheres conhecemos alguma coisa de Maria Madalena. As outras, esperamos conhecê-las um dia. Pelo nome, Susana poderia ser romana. Joana deveria ser uma mulher de decisões fortes. Seu esposo era um funcionário importante de Herodes, e Herodes era uma raposa, dizia Jesus. Ele mandou decapitar João Batista. Joana se tornou discípula. De Madalena em lugar nenhum está escrito nominalmente que fosse uma pecadora pública. Pode ter sido, e a isso se referem então os sete demônios de Lucas. Ou seria uma doença? Seja lá o que for, neste momento ela é apresentada como uma mulher livre, discípula, colaboradora de Jesus e dos apóstolos, a qual caminha sem o peso de sete demônios. O número sete tem o sentido de totalidade. Pelos méritos de Jesus, Maria Madalena torna-se totalmente livre do poder demoníaco, enquanto Maria, a mãe de Jesus, já nasce livre de tal poder. O evangelista fala de muitas outras mulheres, sem dizer os seus nomes, as quais prestavam ajuda com os seus bens. Joana, esposa de um alto funcionário, podia dispor de bens materiais, e haveria outras com as mesmas possibilidades.

3. COLABORADORAS NA MISSÃO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

O Evangelho mostra-nos Jesus e sua comunidade itinerante a serviço da Boa Nova do Reino. O ministério do Mestre era exercido em comunhão com colaboradores e colaboradoras, todos voltados para a mesma missão.

É fácil de entender que Jesus tivesse colaboradores. Difícil é pensar um Mestre rodeado de discípulas, numa sociedade onde a dignidade das mulheres não era reconhecida. Diríamos, hoje: era uma sociedade machista! No entanto, Jesus mantinha-se imune destes esquemas, não permitindo que influenciassem suas opções.

As colaboradoras de Jesus são todas mulheres que o haviam procurado por padecer de doenças e ser vítimas dos espíritos malignos. Tendo sido beneficiadas pelo Mestre, acabaram por se colocar a serviço dele. Isto por que compreenderam a importância do ministério de Jesus. Como elas, havia tantas outras pessoas vítimas de enfermidades e possessões demoníacas, que precisavam ser curadas pelo Mestre. Por isso, pareceu-lhes sensato colocar seus bens a serviço desta causa nobre. Era a melhor forma de manifestar sua gratidão a Jesus e se mostrarem úteis.

Para o Mestre, pouco importava a condição feminina. Importava-lhe, sim, a disposição interior dessas mulheres. Afinal, como ele, elas estavam dispostas a ser servidoras da humanidade.

Oração
Espírito que predispõe para servir, faze de mim colaborador(a) da missão de Jesus, colocando, a seu serviço, tudo o que sou e tenho.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Sábado — 23.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gozosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gozosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

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— SÃO PIO DE PIETRELCINA

Francisco nasceu no dia 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, Itália. Aos dezesseis anos, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, onde vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de Frei Pio.

Depois da ordenação sacerdotal, em 1910, no Convento de Benevento, Padre Pio, como era chamado, ficou doente, tendo que voltar a conviver com sua família para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até o ano de 1916. Quando voltou, nesse ano, foi mandado para o Convento de São João Rotondo, lugar onde viveu até sua morte.

No dia 20 de setembro de 1918, recebe os estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo em suas mãos, pés e no costado esquerdo, convertendo-se no primeiro sacerdote estigmatizado.

Padre Pio passou toda sua vida contribuindo para a redenção do homem, cumprindo a missão de guiar espiritualmente os fiéis e celebrando a Eucaristia. Para ele, sua atividade mais importante era, sem dúvida, a celebração da Santa Missa.

Era solicitado no confessionário, na sacristia, no convento, e em todos os lugares onde pudesse estar, todos iam buscar seu conforto, e o ombro amigo, que ele nunca lhes negava seu apoio e amizade. A todos tratou com justiça, lealdade e grande respeito.

Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma, em razão de sua enfermidade e ao longo de vários anos, suportou com serenidade as dores das suas chagas. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade.

REFLEXÃO
Padre Pio passava o dia e grande parte da noite conversando com Deus. Ele dizia: "Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-Lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus". Também aceitava a vontade misteriosa de Deus em nome de sua infindável fé. Sua máxima preocupação era crescer e fazer crescer na caridade.

ORAÇÃO
Amado São Pio de Pietrelcina, você carregou em seu corpo os sinais da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, reze a Deus por nós, assim poderemos aceitar as pequenas e as grandes Cruzes da vida, e todo o mundo poderá transformar o sofrimento individual em vínculo seguro que nos liga à Vida Eterna. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


SÃO PIO DE PIETRELCINA PRESBÍTERO
( Branco, Prefácio Comum ou dos Santos, Ofício da Memória )

Antífona de Entrada
Eu vos darei pastores segundo o meu coração, que vos conduzam com inteligência e sabedoria (Jr 3,15).

Oração do dia
Ó Deus, que enriquecestes são Pio de Pietrelcina com o espírito de verdade e de amor para apascentar o vosso povo, concedei-nos, celebrando sua festa, seguir sempre mais o seu exemplo, sustentados por sua intercessão. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (1 Timóteo 6,13-16)
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo.

6 13 Em presença de Deus, que dá a vida a todas as coisas, e de Cristo Jesus, que ante Pôncio Pilatos abertamente testemunhou a verdade,
14 recomendo-te que guardes o mandamento sem mácula, irrepreensível, até a aparição de nosso Senhor Jesus Cristo,
15 a qual a seu tempo será realizada pelo bem-aventurado e único Soberano, Rei dos reis e Senhor dos senhores,
16 o único que possui a imortalidade e habita em luz inacessível, a quem nenhum homem viu, nem pode ver. A ele, honra e poder eterno! Amém.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 99/100

Com canto apresentai-vos diante do Senhor!

Aclamai o Senhor, ó terra inteira,
servi ao Senhor com alegria,
ide a ele, cantando jubilosos!

Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,
ele mesmo nos fez, e somos seus,
nós somos seu povo e seu rebanho.

Entrai por suas portas dando graças
e em seus átrios com hinos de louvor;
dai-lhe graças, seu nome bendizei!

Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,
sua bondade perdura para sempre,
seu amor é fiel eternamente!

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes!


Evangelho (Lucas 8,4-15)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 8 4 havia se reunido uma grande multidão: eram pessoas vindas de várias cidades para junto dele. Jesus lhes disse esta parábola:
5 “Saiu o semeador a semear a sua semente. E ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram.
6 Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade.
7 Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na.
8 Outra, porém, caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um”. Dito isto, Jesus acrescentou alteando a voz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”
9 Os seus discípulos perguntaram-lhe a significação desta parábola.
10 Ele respondeu: “A vós é concedido conhecer os mistérios do Reino de Deus, mas aos outros se lhes fala por parábolas; de forma que vendo não vejam, e ouvindo não entendam. 11 Eis o que significa esta parábola: a semente é a palavra de Deus.
12 Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouvem; mas depois vem o demônio e lhes tira a palavra do coração, para que não creiam nem se salvem.
13 Aqueles que a recebem em solo pedregoso são os ouvintes da palavra de Deus que a acolhem com alegria; mas não têm raiz, porque crêem até certo tempo, e na hora da provação a abandonam.
14 A que caiu entre os espinhos, estes são os que ouvem a palavra, mas prosseguindo o caminho, são sufocados pelos cuidados, riquezas e prazeres da vida, e assim os seus frutos não amadurecem.
15 A que caiu na terra boa são os que ouvem a palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

Sobre as Oferendas
Aceitai, ó Deus, as oferendas do vosso povo em honra de são Pio de Pietrelcina; e possamos receber a salvação pelo sacrifício que oferecemos em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
O Filho do homem veio não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para a salvação de todos (Mt 20,28).

Depois da Comunhão
Ó Deus, Recebemos, ó Deus, o vosso sacramento em memória do vosso santo Pio de Pietrelcina; concedei que esta eucaristia se transforme para nós em alegria eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Santo do Dia / Comemoração (SÃO PIO DE PIETRELCINA)

Padre Pio nasceu no dia 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, Itália. Era filho de Gracio Forgione e de Maria Josefa de Nunzio. No dia seguinte, foi batizado com o nome de Francisco, e mais tarde seria, de fato, um grande seguidor de são Francisco de Assis. Aos doze anos, recebeu os sacramentos da primeira comunhão e do crisma. E aos dezesseis anos, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, da cidadezinha de Morcone, onde vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de frei Pio. Terminado o ano de noviciado, fez a profissão dos votos simples e, em 1907, a dos votos solenes. Depois da ordenação sacerdotal, em 1910, no Convento de Benevento, padre Pio, como era chamado, ficou doente, tendo de voltar a conviver com sua família para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até o ano de 1916. Quando voltou, nesse ano, foi mandado para o Convento de San Giovanni Rotondo, lugar onde viveu até a morte. Padre Pio passou toda a sua vida contribuindo para a redenção do ser humano, cumprindo a missão de guiar espiritualmente os fiéis e celebrando a eucaristia. Para ele, sua atividade mais importante era, sem dúvida, a celebração da santa missa. Os fiéis que dela participavam sentiam a importância desse momento, percebendo a plenitude da espiritualidade de padre Pio. No campo da caridade social, esforçou-se por aliviar sofrimentos e misérias de tantas famílias, fundando a "Casa Sollievo della Sofferenza", ou melhor, a "Casa Alívio do Sofrimento" em 1956. Para padre Pio, a fé era a essência da vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se, assiduamente, na oração. Passava o dia e grande parte da noite conversando com Deus. Ele dizia: "Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus". Também aceitava a vontade misteriosa de Deus em nome de sua infindável fé. Sua máxima preocupação era crescer e fazer crescer na caridade. Por mais de cinqüenta anos, acolheu muitas pessoas, que dele necessitavam. Era solicitado no confessionário, na sacristia, no convento, e em todos os lugares onde pudesse estar todos iam buscar seu conforto, e o ombro amigo, que ele nunca lhes negava, bem como seu apoio e amizade. A todos tratou com justiça, lealdade e grande respeito. Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma, em razão de sua enfermidade e, ao longo de vários anos, suportou com serenidade as dores das suas chagas. Quando seu serviço sacerdotal foi posto em dúvida, sendo investigado, padre Pio sofreu muito, mas aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Diante das acusações injustificáveis e calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de Deus, dos seus superiores diretos e de sua própria consciência. Muito consciente dos seus compromissos, aceitava todas as ordens superiores com extrema humildade. E encarnava o espírito de pobreza com seriedade, com total desapego por si próprio, pelos bens terrenos, pelas comodidades e honrarias. Sua predileção era a virtude da castidade. Desde a juventude, sua saúde sempre inspirou cuidados e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o consideravam santo. Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais, tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo. No ano 1999, o papa João Paulo II declarou bem-aventurado o padre Pio de Pietrelcina, estabelecendo no dia 23 de setembro a data da sua festa litúrgica. Depois, o mesmo sumo pontífice proclamou-o santo, no ano 2002, mantendo a data de sua tradicional festa.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. À Beira do Caminho
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Os que estão à beira do caminho... Citados neste evangelho lembra-nos os cristãos que se entusiasmam ao ouvirem a Boa Nova do Evangelho, o caminho do discípulo é a comunidade, mas estes preferem ficar a margem, assistindo e torcendo pelos que atuam nas comunidades, ou ás vezes criticando de maneira maldosa, o Demônio logo dá o bote e a pessoa desiste do discipulado por achar-se acima da comunidade.

O solo cheio de pedregulhos são os que fazem alguma experiência profunda com Jesus Cristo, em algum encontro ou retiro,  voltam para casa entusiasmados mas ao lado do desejo de ser um cristão autêntico, o coração contém também outros desejos que não coincidem com o Projeto de Deus, a semente da Palavra é só mais uma em meio a tantas ideologias e anseios, com o tempo esses pedregulhos impedem a semente de enraizar-se e ela logo seca, são os que abandonam a comunidade e a Vida de Fé, diante da primeira dificuldade.

A que caiu entre os espinhos são aquelas que não perseveram na escuta da Palavra e permitem que os espinhos a sufoquem. Não reservamos tempo para Deus em nossa vida, não paramos para rezar, meditar a Palavra, refleti-la e permitir que ela molde o nosso coração, mas deixamos que tantas fantasias sejam alimentadas em nosso coração, estas logo abafam a semente da Palavra.

Mas há sementes que caíram em terra boa, encontra ali um espaço favorável para desenvolver-se, esse ouvinte fiel vai se deixando aos poucos moldar a sua vida, seus pensamentos e ações começam a estar em harmonia com Deus, perseveram neste caminho e não se deixam intimidar pelas dificuldades do apostolado, então assim perseverando logo vêm os frutos.

Seria ingenuidade pensarmos que cada coração é um tipo de solo, na verdade em nosso coração podemos criar espaço ou possibilitar que tipo de solo queremos. A semente é nos dada, cabe-nos cuidar bem do nosso coração, deste chão que Deus nos concedeu, e onde podemos cultivar a boa semente. Em um coração árido, seco, marcado pela dureza de ódios, vaidade, orgulho, a semente da Palavra jamais irá germinar!

2. Parábola do Semeador
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A Palavra não falta nunca. Não podem faltar semeadores, que não o sejam só de nome, mas semeiem de verdade. Saiam para o campo, vençam as dificuldades, continuem tentando até encontrar terra boa. Podem também preparar a terra, revolvendo-a, removendo pedras e espinhos com tempo e paciência, até que surja a planta no tempo oportuno.

3. O CORAÇÃO BOM E SINCERO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

As comunidades cristãs primitivas viam-se às voltas com problemas que as faziam esmorecer. O resultado do trabalho missionário estava longe de corresponder às suas expectativas. Muita gente boa tinha se convertido ao Evangelho, mas, depois, virou as costas para a comunidade, como se a Palavra jamais tivesse lançado raízes em seu coração. Outros haviam acolhido o Reino, porém eram desesperadoramente lentos em dar mostras de sua conversão. Estavam sempre aquém do esperado.

A parábola do semeador oferece uma pista para interpretar esta situação, sem se deixar abater. É preciso saber que a Palavra semeada só frutifica, quando encontra corações que a acolham e lhe ofereçam as condições necessárias para desabrochar. Existem pessoas que são superficiais na escuta da Palavra, ou têm medo de enfrentar as perseguições, ou são facilmente seduzidas pelos prazeres e pelas riquezas. Entretanto, existem também aquelas que têm um coração bom e sincero, e são suficientemente resistentes para perseverar na sua opção pelo Reino.

Sendo assim, seria inconveniente cruzar os braços e se recusar a levar adiante a missão. É tempo de continuar a proclamar a Boa Nova do Reino, sem cair no erro de fazer, de antemão, a escolha do terreno. Em outras palavras, a comunidade deve evitar fechar-se em si mesma e criar discriminações entre as pessoas.

Oração
Espírito de perseverança na missão, que eu seja suficientemente forte para enfrentar os reveses do trabalho missionário, sempre na esperança de encontrar corações solícitos.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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Liturgia do Domingo — 24.09.2017

Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos (clique aqui...)
(Caríssimos, após meditar as leituras deste dia, rezem o Terço ao Vivo - Mistérios Gloriosos - com os Freis Agostinianos do Seminário Santa Mônica e se preferir, clique aqui para baixar o Santo Rosário e gravar no seu celular, MP3 ou CD e rezar onde desejar)

NOTAS IMPORTANTES

Visite a página WEB TV e WEB RÁDIO. Clique aqui...

Nota_01: Para complementar os estudos da Liturgia dos Domingos - visite as páginas Homilias_e_Sermões e Roteiro_Homilético - pois elas contém um estudo detalhado das Leituras do Domingo, posicionando-as no tempo, indicando as origens das palavras e das idéias implícitas nos textos bíblicos. Ideal para Catequistas, Ministros da Palavra, Líderes de Grupo de Estudo Bíblico e Leigos interessados em conhecer, estudar e praticar a Palavra de Deus.
Nota_02: Publicamos aqui na página do Evangelho do NPDBRASIL a Liturgia Diária e Dominical resumida. Você pode baixar os folhetos completos da Missa de Domingo de duas fontes diferentes: PULSANDINHO da Arquidiocese de Apucarana - PR e O POVO DE DEUS da Arquidiocese de São Paulo - SP, conforme está indicado na Seção Download de Folhetos Dominicais - no início e no final desta página.


SÃO PACÍFICO

Pacífico nasceu no ano de 1424 em Cerano, na Itália. Muito cedo ficou órfão dos pais, sendo educado e formado pelo Superior dos beneditinos do Mosteiro de São Lorenzo de Novara.

Após a morte do seu benfeitor beneditino ele decidiu seguir a vida religiosa, mas preferiu ingressar para a Ordem dos Irmãos Menores franciscanos. Em 1444, com vinte e um anos de idade tomou o hábito franciscano. Em seguida foi enviado para completar os estudos à Universidade de Sorbone em Paris, regressando para a Itália com o título de Doutor.

Desde então se dedicou à pregação e percorreu inúmeras regiões da Itália. O seu apostolado era combater a ignorância religiosa, tanto entre os leigos como no meio do clero, especialmente em relação ao Sacramento da Penitência. Na sua cidade natal mandou construir uma igreja em homenagem a Nossa Senhora.

Pacífico destacou-se na sua ordem religiosa e tornou-se comissário geral e visitador. Neste cargo Pacífico percorreu a Itália e as ilhas da Sardenha e Sicília. Em 1471 o Papa Xisto IV o enviou em missão à Sardenha para controlar a invasão muçulmana. Dia 04 de junho de 1482 Pacífico morreu em Sardenha, longe de sua terra natal que tanto amava.

REFLEXÃO
Pacífico é considerado pelos teólogos "insígne por sua doutrina e santidade, consolo e protetor de sua pátria". Sua força era a pregação da Palavra de Deus. Também nós somos chamados constantemente para espalhar o Evangelho a todos os povos, exercendo assim nossa vocação cristã. A Palavra de Deus transforma e vivifica a realidade.

ORAÇÃO
Deus de amor e de bondade, que escolhestes Pacífico para propagar sua Palavra, fazei de nós verdadeiros apóstolos. Considerai nossa fraqueza, mas olhai também nossa disposição em vos servir. Dai-nos a fortaleza que animou Pacífico e nos leve sempre a vos colocar sempre em primeiro lugar. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

Extraído do site http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/santo-do-dia/ - Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


24.09.2017
SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA
25º Domingo do Tempo Comum — ANO A
( Verde, Glória, Creio, I Semana do Saltério)
__ "Amigo, eu não fui injusto contigo...
Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

NOTA ESPECIAL: VEJA NO FINAL DA LITURGIA OS COMENTÁRIOS DO EVANGELHO COM SUGESTÕES PARA A HOMILIA DESTE DOMINGO. VEJA TAMBÉM NAS PÁGINAS "HOMILIAS E SERMÕES" E "ROTEIRO HOMILÉTICO" OUTRAS SUGESTÕES DE HOMILIAS E COMENTÁRIO EXEGÉTICO COM ESTUDOS COMPLETOS DA LITURGIA DESTE DOMINGO.

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DESTE DOMINGO

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Neste terceiro domingo do mês da Bíblia, Jesus nos conta a parábola dos operários da última hora que recebem tanto quanto os que trabalharam o dia todo. Temos difi culdade para aceitar essa mensagem. É que o amor de Deus supera os nos- sos critérios de justiça. Jesus nos ensina, primeiro, que ele precisa do trabalho de todos; segundo, que ele paga a todos o salário que tinha sido combina- do e que é sufi ciente para alimentar toda a família; terceiro, mostra sua generosidade para com os últimos porque estes também precisam de uma moeda de prata para sobreviverem. E quem é que sabe quem são os operários da última hora? Pode ser cada um de nós.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, sejam bem vindos! Formamos aqui a comunidade dos discípulos e discípulas de Jesus e viemos aqui buscar o Senhor. Estamos sedentos de sua presença e desejamos encontrá-lo, ouvir sua Palavra e comer do seu Corpo e Sangue. Sabemos que não sairemos daqui decepcionados. O Senhor irá nos falar e nos dará de comer do alimento da salvação. Que esta celebração nos ajude a renovar também nosso compromisso com o anúncio do Reino para o qual o Senhor nos chamou. Acompanhemos com nossa oração os jovens de nossa Arquidiocese que, neste domingo, promovem o Dia Nacional da Juventude.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: A interpretação da leitura proposta pelo próprio Cristo para a parábola encontra-se no versículo 15. A acusação feita ao senhor da vinha (Deus) é de ser injusto, acusação esta já formulada pelo filho mais velho ao pai do filho pródigo, acusação dos "bons" judeus ao ouvir a doutrina da retribuição, acusação de Jonas pelo perdão concedido por Deus a Nínive pagã. Em cada um desses casos, os textos opõem a justiça de Deus, concebida à maneira dos homens, sua atitude misericordiosa, nova para os homens. A esta objeção, Cristo responde: o senhor da vinha é "justo" (à maneira humana) com os primeiros, pois lhes dá o que havia combinado, e é "justo" com os últimos (à maneira divina), porque não assumira com eles nenhum compromisso de salário. Afirma-se assim, o primado de Deus: sua maneira de agir não contrasta com a justiça humana, mas a transcende totalmente pelo amor. É preciso perdoar sempre!

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/24-de-setembro-de-2017---25-tempo-comum.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/af_53_25o_domingo_do_tempo_comum.pdf


Antífona de Entrada
Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor. Se clamar por mim em qualquer provação, eu o ouvirei e serei seu Deus para sempre.

Oração do dia
Ó Pai, que resumistes toda a lei no amor a Deus e ao próximo, fazei que, observando o vosso mandamento, consigamos chegar um dia à vida eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário das Leituras: A principal fi nalidade de aceitar o convite para trabalhar na vinha do Senhor é abandonar a mentalidade da praça para cultivar, na comunidade, a mentalidade do Evangelho. É ampliar o mesmo convite do dono da vinha para que os pensamen- tos humanos sejam trocados pelos pensamentos divinos. Viemos aqui buscar o Senhor e estamos sedentos de sua Palavra. Que o nosso coração se converta à Palavra que ouviremos.

Primeira Leitura (1 Isaías 55,6-9)
Leitura do livro do profeta Isaías.

55 6 Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto.
7 Renuncie o malvado a seu comportamento, e o pecador a seus projetos; volte ao Senhor, que dele terá piedade, e a nosso Deus que perdoa generosamente.
8 Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor;
9 mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Salmo Responsorial 144/145

O Senhor está perto da pessoa que o invoca!

Todos os dias haverei de bendizer-vos,
hei de louvar o vosso nome para sempre.
Grande é o Senhor e muito digno de louvores,
e ninguém pode medir sua grandeza.

Misericórda e piedade é o Senhor,
ele é amor, é paciência, é compaixão.
O Senhor é muito bom para com todos,
sua ternura abraça toda criatura.

É justo o Senhor em seus caminhos,
é santo em toda obra que ele faz.
Ele está perto da pessoa que o invoca,
de todo aquele que o invoca lealmente.

Segunda Leitura (Filipenses 1,20-24.27)
Leitura da carta de são Paulo aos Filipenses.

Irmãos, 1 20 meu ardente desejo e minha esperança são que em nada serei confundido, mas que, hoje como sempre, Cristo será glorificado no meu corpo (tenho toda a certeza disto), quer pela minha vida quer pela minha morte.
21 Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.
22 Mas, se o viver no corpo é útil para o meu trabalho, não sei então o que devo preferir.
23 Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor;
24 mas, de outra parte, continuar a viver é mais necessário, por causa de vós.
27 Cumpre, somente, que vos mostreis em vosso proceder dignos do Evangelho de Cristo. Quer eu vá ter convosco quer permaneça ausente, desejo ouvir que estais firmes em um só espírito, lutando unanimemente pela fé do Evangelho.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus.

Aclamação do Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Vinde abrir o nosso coração, Senhor; ó Senhor, abri o nosso coração, e então do vosso filho a palavra poderemos acolher com muito amor! (At 16,14).


Evangelho (Mateus 20,1-16)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 20 1 Jesus contou esta parábola a seus discípulos: "Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha.
2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha.
3 Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada.
4 Disse-lhes ele: ‘Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário’.
5 Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo.
6 Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: ‘Por que estais todo o dia sem fazer nada?’
7 Eles responderam: ‘É porque ninguém nos contratou’. Disse-lhes ele, então: ‘Ide vós também para minha vinha’.
8 Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: ‘Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros’.
9 Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário.
10 Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário.
11 Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo:
12 ‘Os últimos só trabalharam uma hora e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor’.
13 O senhor, porém, observou a um deles: ‘Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário?
14 Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti.
15 Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom?’
16 Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos".
— Palavra da Salvação.
— Glória a Vós, Senhor!

HOMILIA - CREIO - PRECES
(Ver abaixo ao final desta liturgia 3 sugestões de Homilia para este domingo)

Sobre as Oferendas
Acolhei, ó Deus, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo, para que possamos conseguir por este sacramento o que proclamamos pela fé. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da Comunhão
Eu sou o bom pastor: conheço minhas ovelhas e minhas ovelhas me conhecem, diz o Senhor (Jo 10,14).

Depois da Comunhão
Ó Deus, auxiliai sempre os que alimentais com o vosso sacramento para que possamos colher os frutos da redenção na liturgia e na vida. Por Cristo, nosso Senhor.

FORMAÇÃO LITÚRGICA

“Creia que o melhor de Deus na sua vida ainda está por vir!”

O SÍNODO ARQUIDIOCESANO E SEUS OBJETIVOS

A Arquidiocese de São Paulo está a caminho da realização do seu primeiro sínodo arquidiocesano. A reflexão sobre a oportunidade desse evento eclesial já ocorreu em reuniões com os bispos auxiliares, no âmbito do Conselho de Presbíteros e do Conselho arquidiocesano de Pastoral.

O objetivo básico do sínodo diocesano é rever, renovar e revitalizar a pastoral da diocese, passando pela avaliação e a reflexão sobre os diversos aspectos da realidade eclesial diocesana, o discernimento sobre as decisões a tomar, à luz da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja, e a elaboração de diretrizes pastorais para suscitar um novo dinamismo na vida da diocese. O sínodo é convocado e presidido pelo bispo diocesano, que também aprova as diretrizes e os encaminhamentos sinodais.

Do sínodo esperam-se muitos frutos para a vida da Arquidiocese; entre outros, o aprofundamento da consciência eclesial, o maior envolvimento de todos os membros do corpo eclesial na vida e na missão da Igreja, o despertar de um novo ardor missionário, a pastoral de conjunto mais vigorosa, a revisão de estruturas pastorais obsoletas e ineficazes e o surgimento de uma renovada organização pastoral.

O sínodo diocesano não tem a competência de modificar a doutrina da fé e da moral da Igreja, nem de alterar a disciplina universal da Igreja; mas poderá levar à revisão e reelaboração de normas pastorais diocesanas. Poderá também refletir sobre a introdução de mudanças na estruturação pastoral atual da arquidiocese de São Paulo. Não é demais nos perguntarmos, se a organização em regiões episcopais e setores é a mais adequada às atuais condições e urgências enfrentadas pela Igreja na Metrópole. Da mesma forma, será interessante avaliar se, e em qual medida, nós conseguimos alcançar e envolver as pessoas com a mensagem da fé e a proposta de vida eclesial. Daí podem decorrer novas decisões pastorais, em vista de uma evangelização mais eficaz.

Um pressuposto essencial do sínodo arquidiocesano é o envolvimento amplo da inteira comunidade eclesial, chamada a se interessar na busca do maior bem da Igreja em São Paulo. Esse envolvimento precisa acontecer em diversos níveis e etapas do caminho sinodal. Uma primeira fase será destinada à motivação e à oração pelo sínodo arquidiocesano. É indispensável interesse e motivação esclarecida para a realização e o bom êxito do sínodo. Isso requer reflexão teológica sobre a Igreja, sua natureza e sua missão; e a invocação do Espírito Santo, “alma da Igreja”, deverá acompanhar todas as etapas do sínodo. A vitalidade e a fecundidade da Igreja dependem da ação do Espírito de Cristo e da nossa colaboração sincera e generosa com ele. [...]

Desde logo, convido todos os filhos e filhas da arquidiocese de São Paulo a rezarem pela realização do nosso sínodo arquidiocesano. Tenho muita esperança nos frutos que poderão vir desse esforço concentrado de toda a comunidade eclesial arquidiocesana, na busca da fidelidade à missão recebida.

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo Metropolitano
Jornal O SÃO PAULO - Edição 3145 - De 5 a 11 de abril de 2017

Qual é a atitude do verdadeiro cristão?

Sejamos nós o coração e os braços de Jesus...
Acessem a página de nosso blog para uma pequena reflexão sobre este assunto:
http://salverainha.blogspot.com.br/2013/07/a-atitude-do-cristao.html

Deus recebe o dízimo que oferecemos a Ele?

Sim, Deus recebe o dízimo através da comunidade. Tudo pertence a Ele. Ele é o dono; nós, os usuários. Ele não precisa de nada para Ele, mas precisa para a Sua comunidade (Igreja). Todo dízimo oferecido à comunidade é dízimo oferecido a Deus. O díizimo é uma parcela de nossos ganhos que doamos voluntariamente e de acordo com nossa vontade e nossa capacidade de doação, em agradecimento pelos dons que Deus coloca em nossas vidas. Deus vai receber este dízimo através das obras que os responsáveis pelas paróquias vão fazer utilizando os recursos recebidos.

Caríssimos, não adianta só rezar para que a Igreja faça seu trabalho e torne a vida das pessoas mais feliz e agradável aos olhos de Deus, é preciso a nossa participação direta e voluntária. A manutenção da Igreja, a conta de luz, água, a alimentação do padre, transporte, sua moradia, suas roupas e necessidades pessoais e outras despesas como limpeza ou reformas da igreja para manter em bom estado a casa onde vamos louvar a Deus dependem única e exclusivamente de nossa bondade... Pense nisso!!!

LEITURAS DA SEMANA DE 25 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO DE 2017:
2ª Vd - Esd 1,1-6; Sl 125(126); Lc 8, 16-18
3ª Br - Esd 6,7-8.12b.14-20; Sl 121(122); Lc 8,19-21
4ª Vd - Esd 9,5-9; Cânt:Tb 13,23-4.5.8; Lc 9,1-6
5ª Vd - Ag 1,1-8; Sl 149; Lc 9,7-9
6ª Br - Dn 7,9-10.13-14; Sl 137(138); Jo 1,47-51
Sb Br - Zc 2,5-9.14-15a; Jr 31,1 0.11-12ab.13; Lc 9,43b-45
Dom Vd - 26º DTC Ez 18,25-28; Sl 24(25); Fl 2,1-11; Mt 21,28-32. (Fazer a vontade do Pai)

Link das Partituras dos Cantos para o Mês
http://www.diocesedeapucarana.com.br/cantos.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A desconcertante Justiça de Deus: A VINHA DO SENHOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

O Sindicalista conversa com Mateus, tentando ajudá-lo a entender a reclamação dos operários da primeira hora.

Sindicalista - Olha Mateus, vamos e convenhamos, o pessoal que ralou o dia inteiro merecia um salário melhor, trata-se de uma jornada de trabalho desigual, é uma questão de mérito.

Mateus - Olha, aqui não é questão de mérito, mas sim do que foi combinado, escrito no contrato de trabalho, foi ajustado um Denário por dia, que, aliás, é o salário comumente pago por um dia de trabalho, com esse valor dá para comprar oito quilos de pão... Não há nada de errado.

O Teólogo entrou na conversa: Mateus, esse sindicalista não pegou o espírito da "coisa", para mim o Senhor está atirando no passarinho para acertar no Coelho, o alvo é outro, não é?

Mateus (sorrindo) - Sim, as lideranças da nossa religião judaica pensavam assim, que a nossa raça era a escolhida, a predileta de Deus Eterno, isso começou logo depois do Exílio na reconstrução do templo, eles queriam algo mais de Deus, do que o restante dos homens possivelmente pensava em maiores bênçãos em bens materiais e patrimônio, para serem prósperos... e coisas assim.

Teólogo - E o que seria hoje esse Um Denário que é a mesma paga de Deus a todos os homens?

Mateus - Ah sim, é o Amor do Deus Eterno, que ao ser manifestado em Jesus de Nazaré, perde o seu particularismo judaico e é oferecido a toda humanidade na forma de Salvação, coisa que os nossos mais tradicionais não conseguiam engolir...

Teólogo: E a conclusão desse ensinamento então...

Mateus - Uma conclusão óbvia, Deus ama a todos os homens, e os assiste com a sua graça de acordo com a necessidade de cada um, e não por aquilo que fazem de bom ou de mal, ou que deixam de fazer... A Salvação é pura iniciativa do Pai Eterno, nossas ações em nada conseguem mudar essa ação amorosa de Deus na nossa vida e na vida das pessoas. Temos assim o privilégio de ser colaboradores de Deus, como o homem sempre foi, na construção do Reino e na História da Salvação...

Considerações:

Quem já ficou desempregado meses a fio a espera de uma vaga, sabe o quanto esta é uma experiência triste, a reserva financeira vai se acabando, as despesas vão sendo cortadas e só se mantém o essencial, e se a vaga demora a chegar, até aquilo que é essencial, como a alimentação, por exemplo, vai começando a rarear. Não tendo nem o essencial para dar à família, o desempregado vai aos poucos perdendo a auto-estima, começa a andar pelas ruas e praças meio sem destino, ou então, o que é pior, torna-se freqüentador dos botecos da vida, onde se joga muita conversa fora e reclama da situação, tomando “umas e outras” que algum amigo oferece, um conhecido contou-me que se tornou um alcoólatra quando ficou desempregado, ficar sem fazer nada não é coisa boa, pois dizem até que “mente ociosa é oficina do capeta”.

Fiz esta introdução porque me parece ser esta a situação do pessoal da última hora, mencionado nesse evangelho, e que deviam estar bem desanimados quando foram para a praça no final de tarde, jogar conversa fora ou quem sabe, “bater um truquinho”. A colheita em uma vinha carecia de muita mão de obra e para os desempregados era uma ótima oportunidade para ganhar uns “cobres”. Nos que buscam uma oportunidade, sempre há os madrugadores, que acreditam naquele ditado “Quem madruga, Deus ajuda”, eles botam fé em seu potencial e se colocam a disposição bem cedo, para serem logo contratados.

Há os que já estão meio calejados e que dormem um pouco mais, mas às nove horas já estão na praça, à espera de quem os contrate, pois também se julgam eficientes. Não faltam aqueles que só acordam para o almoço, mas ouvindo falar que tem vaga na empreitada, preparam um “miojo”para não perder muito tempo, e vão voando para a praça, nem que seja ao Meio Dia, pois acreditam que também têm chance. A notícia corre rápida e chega até a turma do “Ainda resta uma esperança”, que também animados resolvem arriscar e vão para a praça às três horas da tarde, dando a maior sorte porque acabaram também contratados.

Mas agora, falemos dos desanimados, que já estão a tempo vivendo de JURO, “juro que vou pagar”, para não sucumbirem, assumiram dívidas com o padeiro, açougueiro, leiteiro, verdureiro, aquele dia para eles já está perdido e então vão para a praça às cinco da tarde, só para saber se há alguma novidade, e são surpreendidos pelo Dono da empreiteira, que os interroga, porque estão ali parados, sem fazer nada... Ninguém nos contratou, não temos nenhum valor, ninguém presta atenção no nosso sofrimento, ninguém nos confia um serviço, onde possamos ganhar o pão para o nosso sustento! E foi assim a ladainha de lamentações. A Turma das cinco nem acreditou, quando o Patrão mandou que fossem para a vinha, juntar-se aos outros trabalhadores. Certamente pensaram que fossem fazer Terceira turma, mas às dezoito horas em ponto, soou o apito e a jornada de trabalho acabou, trabalharam só uma hora, não ia dar nem para o leite e o filãozinho... Pensaram os trabalhadores. Então veio a surpresa agradável, foram os primeirões a receber e ganharam uma moeda de prata, que dava para fazer a compra do mês e ainda pagar umas contas, imaginem a alegria desses trabalhadores de última hora.

O clima era de festa e alegria quando a turma dos Madrugadores, profissionais competentes, que deram duro o dia inteiro, desde o nascer do sol, armou o maior barraco e chamaram o sindicato, pois não acharam certo receber apenas uma moeda de prata, tinham plena certeza de que iriam receber muito mais, pois se julgavam merecedores, mas o Patrão os lembrou sobre o contrato assinado: o pagamento da diária seria uma moeda de prata.

Na religião de Israel e no cristianismo de hoje, acontece a mesma coisa, o título de cristãos e o fato de ser membro de uma igreja, faz com que as pessoas sintam-se privilegiadas diante de Deus, merecedores de sua graça, do seu amor, das suas bênçãos e de todos os seus favores, se a pessoa atua em alguma pastoral ou movimento, então aumenta a obrigatoriedade de Deus atender. Infelizmente é essa a imagem que muitos fazem de Deus, que sempre surpreende os que buscam conhecê-lo melhor.

Na parábola em questão, contratou pessoas sem nenhum valor, e que, entretanto, apesar de terem chegado muito depois dos Madrugadores, foram alvos da mesma atenção e receberam o mesmo tratamento. Na verdade, ao invés de sermos a imagem e semelhança de Deus, muitas vezes projetamos Nele a nossa imagem e semelhança, para que seja bom com quem mereça, que trate as pessoas a partir dos seus merecimentos, o que na lógica humana é muito justo. Porém, o amor e a justiça de Deus vai sempre buscar os últimos, os renegados, o que não tem mais nenhuma chance diante da sociedade “perfeita” ou da religião padrão, os que não têm o que fazer porque ainda não acharam um sentido para suas vidas. Os desprezados, tratados com frieza e que nunca são levados a sério.

E quando descobrimos que Deus os ama tanto quanto a nós, que nos julgamos “justos” em vez de fazermos com eles uma grande festa, manifestando alegria, agimos como o irmão mais velho do Filho Pródigo: derrubamos o beiço e nos recusamos a entrar na casa do Pai, isso é, a vivermos na comunhão com Deus, ao lado dos trabalhadores da última hora, sonhamos com um céu especial e nos frustramos ao ver que o coração de Deus, cheio de misericórdia, manifestada em Jesus, há lugar para todos os homens.

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  jotacruz3051@gmail.com

2. Operários da Vinha
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Alegrar-se com o bem dos outros é, sem dúvida, a maior expressão da qualidade do nosso relacionamento. Nossa maior dificuldade está nos nossos relacionamentos. Sentimos isso quando estamos bem com os outros. Se os relacionamentos vão bem, a gente se sente bem e tem disposição para superar os outros problemas. A ajuda mútua leva a um relacionamento positivo e faz a gente estar de bem com todos.

Na parábola contada por Jesus, alguém contrata trabalhadores para um trabalho de roça. Isso é feito em vários momentos do dia, uns começando bem mais cedo do que outros, que iniciam o trabalho quase no fim do dia. E todos recebem o mesmo pagamento. O patrão paga o que combinou: uma moeda de prata para cada um. Surge então o problema. Quem trabalhou o dia inteiro não aceita receber o mesmo que aqueles que trabalharam somente algumas horas. Não aceita a bondade do patrão e não se alegra com o bem dos companheiros de trabalho. Por que não ficar feliz com o outro que, tendo trabalhado menos, recebe igual pagamento? Por que temos dificuldade em nos alegrar com o bem dos outros!

Aqui não há injustiça. Há generosidade. No entanto, o nosso pensamento caminha em outra direção: se não para mim, também não para o outro! Por que não para mim? “O melhor e o primeiro para o meu companheiro”, ensinava na Espanha um Cardeal chamado Cisneros. Evite as injustiças e proteste contra elas, mas faça o exercício de deixar o que é melhor para os outros e fique feliz com isso.

O profeta Isaías mostra que os nossos pensamentos e os nossos caminhos nem sempre coincidem com os de Deus. Não pensamos como Deus pensa nem agimos como ele. A distância entre o pensamento de Deus e o nosso é como a distância entre o céu e a terra. Isaías caracteriza a Deus como alguém que é generoso no perdão. Nós, ao contrário, costumamos ser mesquinhos. Não nos sentimos bem com o bem dos outros.

Uma boa pratica é pedir a Deus que multiplique tudo o que o outro tem e que eu não tenho, sem que me falte o necessário. Pensando na morte, Paulo tem certeza de que é bem melhor estar definitivamente com Cristo no céu, mas, se estar aqui é bom e útil para os irmãos, torna-se difícil escolher. O que importa é que Cristo seja engrandecido em nossa vida e que nossa vida seja digna do Evangelho de Cristo. Mesmo sabendo que é melhor partir, Paulo pensa nos irmãos e irmãs que podem precisar dele. Ele se alegra com o bem do outro.

3. IDE PARA A MINHA VINHA!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total - http://domtotal.com/religiao-liturgia-diaria.php).

A vinha, no contexto bíblico, simboliza o povo de Israel. Já os profetas serviram-se desta metáfora para falar ao povo. A vinha aponta para a predileção da qual Israel era objeto por parte de Deus. Como o vinhateiro prepara a terra, planta mudas escolhidas, cuida delas com muito carinho e as protege, na esperança de que produzam frutos de qualidade, também Deus, no trato com o seu povo, desdobra-se em atenção para que corresponda ao que espera dele.

Jesus rompeu a concepção de sua época, ensinando que a benevolência divina não era exclusiva de Israel. A vinha de Deus, na verdade, era a humanidade inteira, toda ela destinatária da Boa-Nova da salvação e convidada a viver em comunhão com o Pai.

Cessam todos os privilégios tanto de Israel quanto de qualquer outro povo que queira assenhorear-se com exclusividade da vinha, ou seja, do Reino de Deus. Deixa de ter sentido, em termos de garantir a precedência no Reino: a quantidade ou a qualidade do serviço prestado, a antigüidade, as funções e cargos exercidos em favor da comunidade. E até mesmo as diferenças de caráter étnico, cultural, social ou de gênero.

Por se tratar de uma adesão livre e gratuita ao chamado do Senhor do Reino, ninguém tem o direito de exigir recompensa, muito menos de julgar-se merecedor de maior recompensa. Basta-lhe a consciência de saber-se humilde servidor!

Oração
Pai, como operário de tua vinha, desejo entregar-me totalmente ao trabalho, sem esperar outra recompensa a não ser saber-me humilde servidor de meu próximo, por amor a ti.


Recomendamos visitar diariamente o site da PAULINAS no seguinte endereço - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho - para completar o estudo da Palavra de Deus que compõe a Liturgia deste dia. Veja logo abaixo do texto do Evangelho as orientações de como fazer a LEITURA ORANTE, com excelentes reflexões sobre o Evangelho do Dia e como aplicar os ensinamentos de hoje em sua vida. Ideal para Estudos Bíblicos diários.


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COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - PULSANDINHO:

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Semanário litúrgico da Arquidiocese de Apucarana - PR

Folheto Litúrgico preparado especialmente para um acompanhamento eficaz e participativo das missas dominicais e solenidades da Igreja Católica Apostólica Romana.

As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a partir do mês de Julho de cada ano. A aquisição deste folheto pode ser feita diretamente na Gráfica Diocesana de Apucarana-PR através dos meios de contato divulgados abaixo.

Contatos

Folheto Litúrgico Pulsandinho
Publicação da Arquidiocese de Apucarana - PR

PULSANDO LITÚRGICO - Diocese de Apucarana - PR
Responsáveis:
Comentários e orações: Pe. Valdecir Ferreira
Cantos: Maestro Adenor Leonardo Terra
Diaconais: Diácono Durvalino Bertasso
Diagramação: José Luiz Mendes
Impressão: Gráfica Diocesana
Sugestões e Informações: (43) 3423-6811 ou (43) 3423-7033
E-mail: pevaldecir@hotmail.com
Página Internet: http://diocesedeapucarana.com.br/portal/pulsandinho/

COMO ADQUIRIR O Folheto Dominical - O POVO DE DEUS:

Folheto Litúrgico Povo de Deus em São Paulo
Semanário litúrgico da Arquidiocese de São Paulo

Este folheto litúrgico tem a missão não apenas de ser um rico subsídio para os cristãos participarem do ápice da sua fé, a santa missa, mas também promover a unidade dos católicos nas celebrações dominicais da Arquidiocese e de outras paróquias que assinam o folheto.

O Povo de Deus em São Paulo também é um rico canal de comunicação dos principais eventos da Igreja Particular de São Paulo, bem como mais um canal de diálogo do arcebispo, cardeal dom Odilo Scherer, com o povo desta grande cidade de São Paulo e de todo o Brasil.

Atualmente são produzidos milhares de folhetos por domingo. As assinaturas são feitas para o período do ano litúrgico, a começar do Advento.

Contato

Folheto Litúrgico POVO DE DEUS EM SÃO PAULO
Publicação da Mitra Arquidiocesana de São Paulo

Endereço: Av. Higienópolis, 890 - São Paulo - SP
CEP: 01238-000
Tel.: (11) 3660-3700

Diretor: Côn. Antônio Aparecido Pereira
Redator: Pe. Valeriano dos Santos Costa
Administração: Maria das Graças (Cássia).
Diagramador: Eduardo Cruz - r. 3718
Assinaturas: Ariane r.3724
Ilustrador: Marco Funchal 5071-3808
E-mail: povodedeus@arquidiocesedesaopaulo.org.br
Site: www.arquidiocesedesaopaulo.org.br
Impressão: Atlântica - 85.000 por celebração
Página Internet: http://www.arquisp.org.br/liturgia/folheto-povo-de-deus


QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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