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Caríssimos Irmãos e Irmãs Religiosas, Sacerdotes, Diáconos, Catequistas, Agentes de Pastorais, Ministros e Ministras, Leigos e todas as pessoas envolvidas no trabalho de evangelização:

ATENÇÃO: Não guardamos arquivos dessa página. Toda semana ela é substituída e atualizada. Quem desejar arquivar o que está publicado aqui deverá imprimir ou salvar a página em seus arquivos.

Aqui no site NPDBRASIL, normalmente nós utilizamos como fonte de informação o Roteiro Homilético do site PRESBÍTEROS - Um site de referência para o Clero Católico e também o Roteiro Homilético da Editora Paulus, publicado na revista Vid Pastoral, pois queremos ajudar na evangelização de todos. Deus abençoe a todos vocês que nos motivam a superar todas as dificuldades que surgem em nossos caminhos a serviço de Deus Pai Todo Poderoso e Nosso Senhor Jesus Cristo.

Visitem o site PRESBÍTEROS - http://www.presbiteros.com.br, com visual moderno e excelente conteúdo de formação evangelizadora. Toda pessoa envolvida com o serviço de evangelização deve visitar este site com frequência.

Também usamos parte das páginas de Liturgia do site dos Padres Dehonianos de Portugal: http://www.dehonianos.org o qual aconselhamos visitar também para encontrar excelente material de estudos.



Revista VIDA PASTORAL: Conheça e utilize esta maravilhosa revista nos trabalhos de evangelização em sua Paróquia ou Pastoral. Você pode ler a revista na versão digital mais abaixo ou a versão on-line pelo link: http://vidapastoral.com.br/ escolhendo os temas que deseja ler ou estudar. Você tem ainda a opção de baixar a revista para seu computador, caso não possa estar conectado o tempo todo. A revista Vida Pastoral contém instruções e orientações extremamente valiosas para o trabalho de evangelização e compreensão da Palavra de Deus!

Veja também mais abaixo como assinar os Periódicos da Paulus: O DOMINGO, O DOMINGO - PALAVRA e outros, além de muitas ofertas de excelentes livros.

Ao visitar o site da Paulus, procure também pelos outros periódicos O DOMINGO - CRIANÇAS, LITURGIA DIÁRIA e LITURGIA DIÁRIA DAS HORAS. Aproveite e leia também os excelentes artigos colocados à sua disposição. Faça do seu momento à frente do computador o seu tempo para enriquecer seus conhecimentos e desenvolver melhor sua espiritualidade. Não permita deixar-se idiotizar pela maioria do conteúdo perverso que se permeia por aí... Lembre-se: Vigiai e Orai!

Uma outra sugestão para que você possa entender melhor os tempos litúrgicos é visitar a página de Liturgia do site da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - http://www.pnslourdes.com.br/liturgia.htm ou se preferir, pode ler ou baixar um documento especial com explicação do Ano Litúrgico, acesse o link: http://www.pnslourdes.com.br/arquivos/ANO_LITURGICO.pdf .

Desejamos a todos uma feliz e santa semana, na Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Dermeval Neves
NPDBRASIL - UMA COMUNIDADE A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO


06.08.2017
18º DTC - SOLENIDADE DA TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR / DIA DO PADRE — ANO A
( Branco, Glória, Prefácio Próprio – Ofício da Festa )
__ "Este é o meu Filho amado!" __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA
VÍDEO NO YOUTUBE
APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Clique aqui para ver ou baixar o PPS.

(antes de clicar - desligue o som desta página clicando no player acima do menu à direita)

CLIQUE AQUI PARA VER O ROTEIRO HOMILÉTICO DO PRÓXIMO DOMINGO (13.08.2017)

Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Celebramos hoje, a solenidade da Transfiguração do Senhor. A transfiguração é uma meta para aquele que escuta Jesus. Transfiguração quer dizer, em primeiro lugar, transformação pessoal por meio da conversão, para num segundo momento, caminhar com Cristo até a fascinante aventura da entrega total aos irmãos, especialmente aos mais necessitados, sendo solidários nas alegrias e esperanças, tristezas e angústias de nossos semelhantes. Que eles nos vejam com o bom odor de Cristo, isto é, como homens e mulheres de bem, cheios de bondade, compreensão, justiça, reconciliação, paz, perdão e fraternidade. Neste Domingo em que se inicia o mês vocacional, intercedamos ao Pai que desperte vocações sacerdotais para testemunhar a luz da glória divina nesse mundo marcado por tantas trevas. (Semana de oração, reflexão e ação sobre a vocação nos ministérios ordenados: Diáconos, Padres e Bispos.).

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, bem-vindos a esta celebração. Neste domingo, a Igreja celebra a festa da Transfiguração do Senhor. Assim como Moisés subiu ao monte para estar na presença de Deus, é Jesus que agora, diante dos discípulos, é transfigurado pelo Pai, sendo envolvido por uma nuvem, sinal da glória da presença de Deus. Olhando para Jesus transfigurado no monte Tabor, ladeado de Moisés e Elias, contemplemos a glória do Pai que se manifesta no seu Filho bem amado e agradeçamos ao Senhor que nos deu a graça de sermos seus filhos adotivos e de experimentarmos da sua glória pelo Santo Batismo. Neste domingo em que também recordamos o ministério sacerdotal, rezemos pelos nossos presbíteros.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Revelar-nos ao outro é um ato de confiança, porque lhe dá poder para intervir sobre nós, e partilhar a mesma vida como acontece na amizade e no matrimonio é deixar que seja envolvida toda nossa existência.

Sentindo em nossos corações a alegria do Amor ao Próximo, cantemos cânticos jubilosos ao Senhor!


ATENÇÃO: Se desejar, você pode baixar o folheto desta missa em:

Folheto PULSANDINHO (Diocese de Apucarana-PR):
http://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/06-de-agosto-de-2017---18-tempo-comum.pdf


Folheto "O POVO DE DEUS" (Arquidiocese de São Paulo):
http://www.arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/af_46_18o_domingo_do_tempo_comum.pdf


TEMA
ESTE É MEU FILHO AMADO

Créditos: Utilizamos aqui parte do texto da Revista Pastoral da Editora Paulus (clique aqui para acessar a página da revista no site da Paulus- Autoria do Roteiro Homilético da Paulus para o período de Julho/Agosto-2017: Aíla L. Pinheiro de Andrade, nj. graduada em Filosofia e em Teologia. Cursou mestrado e doutorado em Teologia Bíblica pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, FAJE (MG). Atualmente, leciona na pós-graduação em Teologia na Universidade Católica de Pernambuco, UNICAP. É autora do livro Eis que faço novas todas as coisas – teologia apocalíptica (Paulinas). E-mail: aylanj@gmail.com.

Introdução da Revistal Vida Pastoral

Transfigurou-se diante deles (Mt 17,2)

As leituras deste domingo destacam a transfiguração de Jesus como prefiguração de sua ressurreição. Mas a experiência que os discípulos fizeram com Jesus, Moisés e Elias não está desvinculada do caminho para a cruz. A manifestação do Cristo transfigurado plenificando a missão de Israel (ali representado por Moisés e Elias) não tem sentido sem o desfecho da cruz e sem o chamado divino aos discípulos para escutarem Jesus. Crucifixão e transfiguração se complementam mutuamente, pois somente quando nos desvencilhamos de tudo que nos impede a caminhada e subimos o monte é que podemos entender a voz de Deus, que nos convida a levar a sério o que Jesus nos diz através da própria vida e a seguir o mesmo caminho que ele seguiu, a via crucis que leva à ressurreição.

Introdução do Portal Dehonianos

A festa da Transfiguração do Senhor, celebrada no Oriente desde o século V, celebra-se no Ocidente desde 1457. Situada antes do anúncio da Paixão e da Morte, a Transfiguração prepara os Apóstolos para a compreensão desse mistério. Quase com o mesmo objetivo, a Igreja celebra esta festa quarenta dias antes da Exaltação da Cruz.

A Transfiguração, manifestação da vida divina, que está em Jesus, é uma antecipação do esplendor, que encherá a noite da Páscoa. Os Apóstolos, quando virem Jesus na sua condição de Servo, não poderão esquecer a sua condição divina.


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo.
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O Domingo

É um semanário litúrgico-catequético que tem a missão de colaborar na animação das comunidades cristãs em seus momentos de celebração eucarística. Ele é composto pelas leituras litúrgicas de cada domingo, uma proposta de oração eucarística, cantos próprios e adequados para cada parte da missa.

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LUZ DE DEUS

Em Jesus se manifesta a glória divina, resplandecente de luz, acompanhada pelas nuvens e pela voz que deixa claro: ele é o Filho amado pelo Pai.

Os detalhes da cena fazem pensar em Moisés, que voltava do monte Sinai com o rosto resplandecente por ter estado na presença de Deus. A luz intensa que brilha no rosto e nas vestes de Jesus, ao invés, não vem de fora. Vem dele mesmo, pois aquele Mestre que vivia no meio de gente pobre, nas periferias, é ele próprio o Senhor da história. Não se manifesta glorioso na capital Jerusalém a uma multidão de pessoas, mas numa montanha qualquer a três discípulos.

A transfiguração foi uma antecipação, momentânea, da glória do Senhor. Uma experiência sem igual, tanto que Pedro sugere armar tendas para continuar ali. O Senhor glorioso, porém, deverá antes entregar a própria vida, passando pelo sofrimento e pela morte. Pois o Senhor da glória é o servo sofredor.

Para os três discípulos e para nós, permanecem duas ordens. A primeira vem do Pai, para ouvir o Filho amado. Ouvir é a atitude fundamental dos discípulos. Ouvir Jesus é entender o que disse e fez, para que seu ensinamento esteja vivo em nossa vida. A outra ordem vem do próprio Jesus, que toca nos discípulos e diz que se levantem e não tenham medo de enfrentar os desafios da realidade.

O Senhor continua se revelando a nós. Ele se manifesta de muitos modos, reanima nossa fé, alimenta nossa esperança, faz-nos vencer o pecado da tristeza e confirma nossa missão de seguidores. Pois há tantas realidades a transfigurar…

“Com Pedro, Tiago e João subimos também nós hoje ao monte da Transfiguração e permanecemos em contemplação do rosto de Jesus, para assimilar sua mensagem e traduzi-la na nossa vida; porque também nós podemos ser transfigurados pelo Amor. Na realidade o amor é capaz de transfigurar tudo. O amor transfigura tudo! Vocês acreditam nisso?” (papa Francisco, Ângelus, 1/3/2015).

Pe. Paulo Bazaglia, ssp


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo - Palavra.
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O Domingo – Palavra

A missão deste periódico é celebrar a presença de Deus na caminhada do povo e servir as comunidades eclesiais na preparação e realização da Liturgia da Palavra. O “Culto Dominical” contêm as leituras litúrgicas de cada domingo, proposta de reflexão, cantos do hinário litúrgico da CNBB e um artigo que contempla proposto pela liturgia do dia ou acontecimento eclesial.

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O MISTÉRIO DA LUZ

A vida de muitas pessoas é marcada por correria e estresse de todas as formas. Afazeres de casa, correria no trabalho ou desespero por não ter emprego. Há gente que não para nem aos domingos e dias santos. Na cidade grande, isso se faz notar com mais força. Mas a correria também chegou às cidades pequenas e até à roça.

Há quem leve uma vida mais pesada ainda. Peso imposto, diga-se em alto e bom som. Imposto por alguns que levam vantagens à custa do suor e até do sangue do outro. Não é exagero. Há ser humano que vive como muriçoca, sugando o sangue alheio.

Há, por exemplo, atualmente no Brasil um grupo de espertalhões que, com um discurso de “reforma”, querem acabar com a aposentadoria. Essa turma do ar-condicionado criou uma narrativa sobre a Previdência Social que, entre outros desastres, alonga o tempo de trabalho daqueles que já levam nas costas, desde cedo, pesados fardos. A turma da “reforma”, porém, não abre mão dos próprios privilégios.

Direitos adquiridos com luta, resistência e até vidas sacrificadas estão sendo roubados na calada da noite.

A liturgia de hoje nos fala da transfiguração de Jesus. Ele é a luz que nos ilumina. Na sua época, os poderosos também sugavam o suor e o sangue dos pequenos e sofredores. Seus discípulos, aos poucos, foram percebendo que a mensagem e o caminho de Jesus conduzem a um estilo de vida diferente. No entanto, de vez em quando, eles recaíam na ideia de grandeza: vencer, ocupar os melhores lugares, como faziam os poderosos. Jesus ensina que a felicidade de verdade consiste no amor. Quem ama alivia os fardos.

A transfiguração é para nos dizer que a vida está para além da cruz. Como bem dizia o velho profeta: para além de toda dor há um grande amor.

Com a celebração da Transfiguração de Jesus, temos a certeza de que o peso dos fardos e da cruz não tem a última palavra. Somos da luz. Portanto, não podemos compactuar com as trevas.

* * *

Em julho de 1480, em Bolonha, na Itália, Nossa Senhora apareceu a um casal de crianças, Donato Nutini e Cornélia Vangelisti. Ambas levavam o rebanho para pastar às margens do rio Davena, na localidade de Boccadirio. A Virgem pediu-lhes que se consagrassem como religiosos. No local onde Maria apareceu foi edificada uma igreja em honra da Bem-Aventurada Virgem das Graças, na qual se encontra uma imagem em baixo-relevo feita de acordo com a visão das crianças.

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito, ssp


O texto abaixo foi extraído do periódico da Editora Paulus - O Domingo - Crianças.
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O Domingo – Crianças

Este semanário litúrgico-catequético propõe, com dinamicidade, a vivência da missa junto às crianças. O folheto possui linguagem adequada aos pequenos, bem como ilustrações e cantos alegres para que as crianças participem com prazer e alegria da eucaristia. Como estrutura, “O Domingo-Crianças” traz uma das leituras dominicais, o Evangelho do dia e uma proposta de oração eucarística.

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Jesus transfigurado é sinal da presença de Deus
A Transfiguração do Senhor nos revela que Jesus é verdadeiramente o Filho de Deus e que a vida divina resplandece nele. Crendo em Jesus, também nós nos tornamos filhos e filhas do Pai do céu e seremos um dia revestidos de glória e esplendor. Neste início do mês vocacional, recordamos a vocação dos padres, bispos e diáconos.

Lição de Vida: Cristo transfigurado é a certeza da presença de Deus que ilumina e conduz a nossa vida.


RITOS INICIAIS

Mt 17,5
ANTÍFONA DE ENTRADA: O Espírito Santo apareceu na nuvem luminosa e a voz do Pai se fez ouvir: Este é o meu Filho amado, nele depositei todo o meu amor. Escutai-o.

Introdução ao espírito da Celebração
A contemplação de Jesus transfigurado foi uma experiência fascinante na vida dos três discípulos escolhidos pelo Mestre para subirem com ele ao alto monte. Neste lugar carregado de simbolismo (a montanha era tida como o lugar privilegiado de encontro com Deus) puderam contemplar Jesus transfigurado, revestido de glória e majestade, e "vê-lo" no fulgor de sua santidade. 

ORAÇÃO COLECTA: Ó Deus, que na gloriosa transfiguração de vosso Filho confirmastes os mistérios da fé pelo testemunho de Moisés e Elias e manifestastes, de modo admirável, a nossa glória de filhos adotivos, concedei aos vossos servos e servas ouvir a voz do nosso filho amado e compartilhar da sua herança. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

Monição: Muito antes do nascimento de Jesus o profeta Daniel já cantava sua glória.

Liturgia da Palavra
Primeira Leitura

Daniel 7,9-10.13-14

Leitura da profecia de Daniel. 7 9 Continuei a olhar, até o momento em que foram colocados os tronos e um ancião chegou e se sentou. Brancas como a neve eram suas vestes, e tal como a pura lã era sua cabeleira; seu trono era feito de chamas, com rodas de fogo ardente. 10 Saído de diante dele, corria um rio de fogo. Milhares e milhares o serviam, dezenas de milhares o assistiam! O tribunal deu audiência e os livros foram abertos. 13 Olhando sempre a visão noturna, vi um ser, semelhante ao filho do homem, vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião, diante de quem foi conduzido. 14 A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Na Liturgia da Transfiguração do Senhor, vemos que o profeta Daniel mostra o mistério que governa e julga a história: o ‘Ancião’ é o próprio Deus, cercado por seus anjos, mediadores de sua ação na história. Os ‘livros’, nos quais são registradas as ações das pessoas, são abertos: começa o julgamento. O misterioso ‘filho de homem’ é uma personificação do povo fiel que recebe de Deus o reino que durará para sempre. O Novo Testamento vê Jesus, o instaurador do Reino de Deus, como esse misterioso ‘filho de homem que vem do céu’. Jesus é o Filho amado do Pai que recebe o poder, a glória e a realeza, a quem somos chamados a ouvir e a seguir.

Sua veste era branca como a neve

O trecho da primeira leitura está inserido num contexto literário no qual o autor se mostra decepcionado com a forma como o poder é exercido na terra: há muita opressão e violência promovidas, principalmente, pelos governantes. Então Daniel tem uma visão consoladora: os poderes políticos da terra não têm a última palavra; a opressão e a violência cederão espaço ao reino de Deus.

Daniel mostra que os reinos terrenos se contrapõem ao reino de Deus, mas todos deverão prestar contas ao justo juiz. Os violentos não permanecerão para sempre fazendo a violência, seu poder passa, somente o reino de Deus jamais terá fim. Os poderes opressores perderão a hegemonia, seu fim já está assinalado, as forças que se contrapõem a Deus e fazem deste mundo um ambiente feio e hostil ao bem serão submetidas ao poder do Filho do Homem, que age em nome de Deus.

O Filho do Homem é verdadeiramente humano, mas sua origem é divina, pois ele vem sobre as nuvens do céu. E vem para inaugurar um reino diferente que conduz a história da humanidade à sua plenitude, fazendo com que o bem, a justiça e o amor sejam as cores que pintam o novo mundo belo e agradável a Deus, um mundo transfigurado.

................

Daniel, em visão noturna, vê a história do ponto de vista de Deus. Sucedem-se os impérios e os opressores, mas o projeto de Deus não falha. Ele é o último juíz, que avaliará as ações dos homens e intervirá para resgatar o seu povo. Aos reinos terrenos contrapõe-se o Reino que o Ancião confia a um misterioso “filho de homem” que vem sobre as núvens. Trata-se de um verdadeiro homem, mas de origem divina.
No nosso texto já não se trata do Messias davídico que havia de restaurar o Reino de Israel, mas da sua transfiguração sobrenatural: o Filho do homem vem inaugurar um reino que, embora se insira no tempo, “não é deste mundo” (Jo 18, 36). Ele triunfará sobre as potências terrenas, conduzindo a história à sua realização escatológica. Jesus irá identificar-se muitas vezes com esta figura bíblica na sua pregação e particularmente diante do Sinédrio, que o condenará à morte.

Subsídios:
1ª leitura: 
......................



Salmo Responsorial

Monição: Deus escuta-nos e atende as nossas súplicas. Rezemos sempre com muita confiança.

SALMO RESPONSORIAL – 96/97

Deus é rei, é o Altíssimo,
muito acima do universo.

Deus é rei! Exulte a terra de alegria,
e as ilhas numerosas rejubilem!
Treva e nuvem o rodeiam no seu trono,
que se apóia na justiça e no direito.

As montanhas se derretem como cera
ante a face do Senhor de toda a terra;
e assim proclama o céu sua justiça,
todos os povos podem ver a sua glória.

Porque vós sois o Altíssimo, Senhor,
muito acima do universo que criastes,
e de muito superais todos os deuses.

Segunda Leitura

Monição: Pedro confirma o acontecimento que presenciou no Monte Tabor e a glória resplandecente de Jesus.

2 Pedro 1,16-19

Leitura da segunda carta de são Pedro. 1 16 Pois não foi seguindo fábulas habilmente inventadas que vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas sim, por termos sido testemunhas oculares da sua grandeza. 17 Efetivamente, ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando do seio da esplêndida glória se fez ouvir aquela voz que dizia: “Este é o meu Filho bem-amado, no qual está o meu agrado”. 18 Esta voz, nós a ouvimos, vinda do céu, quando estávamos com ele na montanha santa. 19 E assim se tornou ainda mais firme para nós a palavra da profecia, que fazeis bem em ter diante dos olhos, como uma lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela da manhã em vossos corações.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

O apóstolo Pedro nos transmite o que significou para ele a experiência de Cristo transfigurado. O acontecimento foi, para ele, uma confirmação do que os profetas haviam dito. Aceitar o testemunho dos profetas, isto é, das Escrituras, para conhecer o Cristo, não é fundar a própria fé sobre fábulas, mas sobre a palavra mesma de Deus, lâmpada que brilha num lugar obscuro.

Como lâmpada que brilha no escuro

Nessa leitura, a segunda carta de Pedro faz uma alusão ao relato evangélico da transfiguração do Senhor. Ao retomar a narrativa da transfiguração, o texto petrino deseja incutir a fé na volta de Jesus, sua segunda vinda em glória. A transfiguração seria uma prefiguração da glória com a qual o Senhor está revestido e será manifestado no fim dos tempos. Cristo virá não mais como um servo, um humilde carpinteiro de Nazaré, mas aparecerá com a mesma glória com a qual foi visto pelos apóstolos no monte da transfiguração.

Os apóstolos dão testemunho de que viram o Cristo transfigurado e se reconhecem portadores de uma graça muito maior que a dos profetas, porque ouviram a voz celeste que revelava Jesus como Filho de Deus. Portanto, o testemunho dos apóstolos sobre a transfiguração deve sustentar a fé e a esperança de que Cristo voltará uma segunda vez.

Na transfiguração, Jesus já mostrou aos apóstolos os aspectos essenciais que se manifestarão em plenitude na sua segunda vinda: majestade, honra e glória recebidas do Pai. Isso deve manter acesa a chama da esperança num mundo melhor. As dores, sofrimentos e problemas pelos quais passamos agora não existirão para sempre. O Cristo transfigurado é a prova de que a glória de Deus supera tudo isso.

....................

Pedro e os seus companheiros reconhecem-se portadores de uma graça maior que a dos profetas, porque ouviram a voz celeste que proclamava Filho muito amado do Pai, Jesus, seu mestre. Mas a Palavra do Antigo Testamento continua a ser “uma lâmpada que brilha num lugar escuro” (v. 19), até ao dia sem fim, quando Cristo vier na sua glória. Jesus transfigurado sustenta a nossa fé e acende em nós o desejo da esperança nesta caminhada. A “estrela da manhã” já brilha no coração de quem espera vigilante.

Subsídios:
2ª leitura: ........................

Aclamação ao Evangelho

Aleluia, aleluia, aleluia.
Eis meu Filho muito amado, nele está meu bem-querer, escutai-o, todos vós! (Mt 17,5).

Evangelho

Monição: Este é o meu Filho! Escutai-O. De pé, aclamemos Jesus Cristo, cantando: «Louvor a Vós Rei da eterna glória.»

Mateus 17,1-9

— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. — Glória a vós, Senhor! 17 1 Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e conduziu-os à parte a uma alta montanha. 2 Lá se transfigurou na presença deles: seu rosto brilhou como o sol, suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura. 3 E eis que apareceram Moisés e Elias conversando com ele. 4 Pedro tomou então a palavra e disse-lhe: "Senhor, é bom estarmos aqui. Se queres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias". Falava ele ainda, quando veio uma nuvem luminosa e os envolveu. E daquela nuvem fez-se ouvir uma voz que dizia: "Eis o meu Filho muito amado, em quem pus toda minha afeição; ouvi-o". 6 Ouvindo esta voz, os discípulos caíram com a face por terra e tiveram medo. 7 Mas Jesus aproximou-se deles e tocou-os, dizendo: Levantai-vos e não temais. 8 Eles levantaram os olhos e não viram mais ninguém, senão unicamente Jesus. 9 E, quando desciam, Jesus lhes fez esta proibição: "Não conteis a ninguém o que vistes, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos".
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor!

Este trecho do Evangelho é uma catequese sobre o projeto de Deus e as dificuldades que encontramos no nosso dia a dia, pois, assim como Pedro, que não admitia um messias sofredor, nós também, às vezes, queremos um Cristo sem cruz. Tiago e João também discutiam, pelo caminho, quem seria o maior e ocuparia o primeiro lugar. Não querem compromisso com as realidades temporais ou não querem entender o sonho de Deus que é vida em abundância para todos, por isso eles dormem. O sono dos discípulos é o sono de quem não consegue acompanhar Jesus em sua oração e missão em união com o Pai. Depois de acordar do sono profundo, Pedro dá sinais de que não está sintonizado com o projeto de Deus: “Ele não sabia o que estava dizendo”. Pedro queria que Jesus, Moisés e Elias se acomodassem na montanha, desviando Jesus de sua missão, e que Ele se tornasse privilégio de alguns poucos. O Concílio Vaticano II já constatava que “o divórcio entre a fé professada e o comportamento quotidiano de muitos cristãos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo” (Gaudium et Spes – Alegria e Esperança, 43).

Suas roupas ficaram alvas como a luz

Os discípulos, Moisés e Elias estão presentes com Jesus no monte da transfiguração. Moisés e Elias são os principais representantes da fé israelita, quer dizer, a Lei (Pentateuco) e os profetas, assinalando que o caminho de Jesus – rejeitado pelos líderes religiosos de Israel como perigoso para a identidade e esperança do povo – cumpre tudo que a Escritura afirmava do Messias. Os discípulos representam a comunidade de Jesus em todas as épocas. Eles serão os mensageiros da experiência de ressurreição, aberta a todos os povos da terra, experiência prefigurada na transfiguração.

A revelação acontecida no monte da transfiguração mostra que Jesus não se identifica com Elias, como alguns supunham, nem com Moisés. Jesus é o Messias, o Filho de Deus que cumpre e plenifica as funções de Moisés e de Elias, os grandes vocacionados do povo da aliança.

Como a lei judaica exige sempre o testemunho de duas pessoas para que as palavras e as ações de alguém tenham crédito, temos aqui Moisés e Elias, personagens do passado de Israel, oferecendo seu testemunho sobre Jesus. Além deles, temos a voz divina que identifica Jesus como Filho de Deus, muito maior que os personagens do Antigo Testamento pelos quais Deus havia se revelado no passado. Na transfiguração, Jesus aparece como a revelação definitiva de Deus.

Mas o texto aponta também para o futuro, pois evoca uma experiência de ressurreição. A glória de Deus que brilha em Jesus não apenas plenifica o caminho de Israel, mas insere os discípulos, ou seja, a Igreja, no caminho de entrega da vida que Jesus fez na cruz. Nesse momento, a voz divina os chamou para participar da ressurreição; nesse evento, eles foram convocados a ser testemunhas do Ressuscitado, mas não sem a entrega da vida e o serviço ao próximo.

A transfiguração é apenas uma prefiguração, não uma experiência pascal completa, porque Jesus ainda não havia passado pela cruz. Para que a transfiguração fosse completa, os discípulos foram convidados a tomar o caminho da entrega da vida, que culminaria na autêntica Páscoa. Por isso não lhes foi permitido fazer as três tendas; eles necessitavam descer o monte e doar a vida. O desejo dos discípulos de ficar ali para sempre, numa glorificação antecipada, sem cruz, não pôde se cumprir enquanto tantas pessoas ainda sofriam na terra.

O desejo de glória, de um discipulado sem sofrimento, não passa de um sonho. A voz de Deus os desperta e convida a escutar Jesus, quer dizer, a seguir o caminho concreto da morte pelo reino de Deus.

A nuvem no monte representa o novo e definitivo Sinai, sinal da plenitude da vocação de Israel e do início da missão da Igreja, a qual doravante testemunhará, ao longo da história, que o caminho da entrega do Filho de Deus na cruz pela humanidade é um caminho de glória, que a morte não tem a última palavra e que, portanto, todo aquele que aceita o convite de Deus participa tanto da cruz quanto da ressurreição de Jesus.

......................

A Transfiguração confirma a fé dos Apóstolos, manifestada por Pedro em Cesareia de Filipe, e ajuda-os a ultrapassar a sua oposição à perspetiva da paixão anunciada por Jesus. Quem quiser Seu discípulo, terá de participar nos seus sofrimentos (Mt 16, 21-27. A Transfiguração é um primeiro resplendor da glória divina do Filho, chamado a ser Servo sofredor para salvação dos homens. Na oração, Jesus transfigura-se e deixa entrever a sua identidade sobrenatural. Moisés e Elias são protagonistas de um êxodo muito diferente nas circunstâncias, mas idêntico na motivação: a fidelidade absoluta a Deus. A luz da Transfiguração clarifica interiormente o seu caminho terreno. Quando a visão parece estar a terminar, Pedro como que tenta parar o tempo. É, então, envolvido com os companheiros pela nuvem. É a nuvem da presença de Deus, do mistério que se revela permanecendo incognoscível. Mas Pedro, Tiago e João recebem dele a luz mais resplandecente: a voz divina proclama a identidade Jesus, Filho e Servo sofredor (cf Is 42, 1).

Meditatio

Jesus manda os seus discípulos rezar. Hoje, toma à parte os seus prediletos, Pedro, Tiago e João, para os fazer rezar mais longa e intimamente. Estes três representam particularmente os pontífices, os religiosos, as almas chamadas à perfeição. Para rezar Jesus gosta da solidão, a montanha onde reina a paz, a calma, onde pode ver-se a grandeza da obra divina sob o céu estrelado durante as belas noites do Oriente. A transfiguração é uma visão do céu. É uma graça extraordinária para os três apóstolos. Não nos devemos agarrar às graças extraordinárias que são por vezes o fruto da contemplação. Pedro agarra-se a isso. Engana-se. Queria ficar lá: «Façamos três tendas», diz. Não sabia o que dizia. A visão desaparece numa nuvem. Há aqui uma lição para nós. Entreguemo-nos à oração habitual, à contemplação. Não desejemos as graças extraordinárias. Se vierem, não nos agarremos a elas. Os frutos desta festa são, em primeiro lugar, o crescimento da fé. Os apóstolos testemunham-nos que viram a glória do Salvador. «Não são fábulas que vos contamos, diz S. Pedro (2Pd 1, 16), fomos testemunhas do poder e da glória do Redentor. Ouvimos a voz do céu sobre a montanha gritando-nos no meio dos esplendores da transfiguração: É o meu Filho bem-amado, escutai-o». S. Paulo encoraja a nossa esperança recordando a lembrança da glória do salvador manifestada na transfiguração e na ascensão: «Veremos a glória face a face, diz, e seremos transfigurados à sua semelhança» (2Cor 3, 18). – Esperamos o Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo terrestre e o tornará semelhante ao seu corpo glorioso» (Fil 3, 21). Mas este mistério é sobretudo próprio para aumentar o nosso amor por Jesus. Nosso Senhor manifestou-nos naquele dia toda a sua beleza. O seu rosto era resplandecente como o sol. Os apóstolos, testemunhas da transfiguração, estavam totalmente inebriados de amor e de alegria. «Que bom é estar aqui», dizia S. Pedro. «Façamos aqui a nossa tenda». A beleza de Cristo transfigurado, contemplada pelo pintor Rafael, inspirou-lhe a obra-prima da arte cristã. Nosso Senhor falava então da sua Paixão com Moisés e Elias: nova lição de amor por nós. O Coração de Jesus, mesmo na sua glória, não pensa senão em nós e nos sacrifícios que quer fazer por nós. Lições também de penitência, de reparação, de compaixão pelo Salvador. Porque teve de sofrer tanto para nos resgatar, choremos os nossos pecados, amemos o nosso Redentor, consolemo-lo.

Este é o meu Filho muito amado: Escutai-o. – A voz do Pai celeste diz-nos: “Escutai-o”, palavra cheia de sentido, como todas as palavras divinas. Deus dá-nos o seu divino Filho por guia, por chefe, por mestre. Escutai-o, fala-nos nas leis santas do Evangelho e nos conselhos de perfeição. Fala-vos nas vossas santas regras, se sois religiosos; no vosso regulamento de vida, se sois do mundo. Fala-vos pelos vossos superiores, pelo vosso diretor. Têm a missão para vos dizer a vontade divina. Fala-vos pela sua graça, na oração, na união habitual com ele. A palavra de Deus nunca vos falta, é a vossa docilidade que falta habitualmente. Esta palavra divina - «Escutai-o» - espera de vós uma resposta. Não basta apenas uma promessa vaga: «hei-de escutar». É preciso uma disposição habitual: «escuto, escuto sempre; falai, Senhor, o vosso servo escuta». Escutarei no começo de cada ação, para saber o que devo fazer e como devo fazê-lo. (Leão Dehon, OSP 4, p. 132s.).

Oratio

Sim, Senhor, quero doravante escutar-vos. Falai, Senhor, que o vosso servo escuta. Senhor, que quereis que eu faça? A vossa vontade será a minha lei, como a vontade do vosso Pai era a lei do vosso coração. Para cada uma das minhas ações, farei o que vós quiserdes. Consultar-vos-ei antes de agir. Falai, Senhor. (Leão Dehon, OSP 4, p. 252).

Contemplatio

Pedro e os seus dois companheiros, fatigados da caminhada, tinham caído no sono, quando, acordando de repente, viram Jesus na sua glória, entre dois homens, Moisés e Elias, que conversavam com Ele. Moisés e Elias, representando a lei e os profetas, vinham prestar homenagem a Jesus Cristo, no qual se realizavam todas as figuras e todas as promessas do Antigo Testamento. Vinham reconhecer nele o Messias que tinham anunciado e esperado. E de que é que juntos conversavam? Falavam, diz S. Lucas, da sua saída do mundo, que devia cumprir-se em Jerusalém. Falavam do grande mistério da redenção dos homens pelo sacrifício de Jesus Cristo. Jesus explicava a Moisés e a Elias todo o sentido das figuras da antiga lei: a libertação do Egipto, símbolo da redenção; a imolação do cordeiro, figura da morte de Jesus; a salvação dos filhos de Israel pelo sangue do cordeiro, símbolo da redenção dos homens pelo sangue do Coração de Jesus. Jesus dizia aos dois profetas a sua alegria de ver chegar o dia do sacrifício. Oh! Como o seu amor por nós se manifesta sem cessar! Os apóstolos, à vista deste espetáculo, são mergulhados numa espécie de êxtase. Julgam-se transportados ao céu. S. Pedro, sempre ardente, é o primeiro que manifesta o seu sentimento: Senhor, diz, que bom é estar aqui; façamos aqui três tendas, uma para vós, uma para Moisés, uma para Elias. S. Pedro é humilde e desinteressado; esquece-se, e não pensa em montar uma tenda para si. Ele não quer ser senão o servidor de Jesus. Mas isso é ainda muito. Ele não compreendeu que é preciso comprar a recompensa através das provações. A glória definitiva não virá senão depois da cruz e do sacrifício. Trabalhemos, sejamos generosos. A recompensa virá quando agradar a Deus. S. Pedro reconheceu mais tarde que não sabia o que dizia naquele dia, e fê-lo notar pelo seu evangelista, S. Marcos. (Leão Dehon, OSP 3, p. 250s.).

Actio

Repete muitas vezes e vive hoje a palavra:
“Este é o meu Filho predilecto. Escutai-o.” (Lc 9, 35).

Subsídios:
Evangelho: ...................................

***   ***   ***

A festa da transfiguração do Senhor é celebrada dia seis de agosto, quarenta dias antes da exaltação da Santa Cruz; esta festa tem origem na igreja armênia, no tempo de São Gregório Iluminador (século IV). Na Espanha, é celebrada desde o século X; em 1457, o papa Celestino II a introduziu no calendário romano, e São Pio X a elevou de categoria litúrgica.

Qual é o sentido da palavra transfiguração? Significa transformação, metamorfose, alteração de figura, das feições e das formas. Nesta visão, a transfiguração é o ponto de chegada de Jesus, o nosso e o de todo o universo. O nosso destino não é a desfiguração, mas a transfiguração. Nossa vida cristã é um processo de lenta transformação em Cristo até a transfiguração na imagem de Cristo glorioso.

Na Liturgia da Transfiguração do Senhor, veremos, na 1a Leitura (Dn 7,9-10.13-14), que o profeta Daniel mostra o mistério que governa e julga a história: o ‘Ancião’ é o próprio Deus, cercado por seus anjos, mediadores de sua ação na história. Os ‘livros’, nos quais são registradas as ações das pessoas, são abertos: começa o julgamento. O misterioso ‘filho de homem’ é uma personificação do povo fiel que recebe de Deus o reino que durará para sempre. O Novo Testamento vê Jesus, o instaurador do Reino de Deus, como esse misterioso ‘filho de homem que vem do céu’. Jesus é o Filho amado do Pai que recebe o poder, a glória e a realeza, a quem somos chamados a ouvir e a seguir.

Na 2ª Leitura (2Pd 1, 16-19), o apóstolo Pedro nos transmite o que significou para ele a experiência de Cristo transfigurado. O acontecimento foi, para ele, uma confirmação do que os profetas haviam dito. Aceitar o testemunho dos profetas, isto é, das Escrituras, para conhecer o Cristo, não é fundar a própria fé sobre fábulas, mas sobre a palavra mesma de Deus, lâmpada que brilha num lugar obscuro.

No Evangelho (Mt 17, 1-9), vemos que o Cristo Glorioso da teofania é o mesmo crucificado, é o mesmo da Palavra, é o mesmo da Eucaristia e é o mesmo que está presente naqueles que sofrem e que são marginalizados.

Junto com Pedro, Tiago e João, somos convidados a experimentar a ‘teofania’, que pode ser um retiro espiritual, um curso de formação, um maior engajamento na Igreja. Ou seja, a teofania é uma realidade que ilumina outras realidades.

Teofania é, também, buscar a intimidade com Deus, sua amizade, para viver a justiça e a solidariedade, isto é, uma existência mística. No meio dos maiores sofrimentos, Deus nos dá o consolo. Na transfiguração, apareceram-lhe Elias e Moisés. Elias representa o movimento profético: vez e voz de todos os que são perseguidos e que sofrem. Moisés representa a Lei, isto é, a vontade de Deus.

Este trecho do Evangelho é uma catequese sobre o projeto de Deus e as dificuldades que encontramos no nosso dia a dia, pois, assim como Pedro, que não admitia um messias sofredor, nós também, às vezes, queremos um Cristo sem cruz. Tiago e João também discutiam, pelo caminho, quem seria o maior e ocuparia o primeiro lugar. Não querem compromisso com as realidades temporais ou não querem entender o sonho de Deus que é vida em abundância para todos, por isso eles dormem. O sono dos discípulos é o sono de quem não consegue acompanhar Jesus em sua oração e missão em união com o Pai. Depois de acordar do sono profundo, Pedro dá sinais de que não está sintonizado com o projeto de Deus: “Ele não sabia o que estava dizendo”. Pedro queria que Jesus, Moisés e Elias se acomodassem na montanha, desviando Jesus de sua missão, e que Ele se tornasse privilégio de alguns poucos. O Concílio Vaticano II já constatava que “o divórcio entre a fé professada e o comportamento quotidiano de muitos cristãos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo” (Gaudium et Spes – Alegria e Esperança, 43).

Em cada época, a sociedade mais abastada constrói suas tendas nas quais possa viver despreocupada e longe dos incômodos. Sem muito esforço, podemos perceber algumas tendas da modernidade: shopping centers, condomínios fechados, grandes eventos mercadológicos, celebrações-show etc. Essas tendas nos levam ao isolamento do grande público, enchem-nos os olhos de fantasia, anestesiam nossa consciência, fazem-nos esquecer os problemas que afligem a humanidade. A montanha é sempre mais interessante que a planície. Lá, o ar sempre renovado refresca, fascina, aqui, o ar ‘poluído’ cansa, estressa. A sociedade não leva em conta, porém, que o caminho da transfiguração passa pela cruz, pelo compromisso com os mais fragilizados e com a solidariedade. O Reino sonhado por Jesus se realiza com o dom da própria vida.

O Monte Tabor é um momento forte de ouvir Jesus falar: “Este é meu filho amado. Ouçam-no”. O verdadeiro discípulo não é aquele que se esconde em visões celestiais, e sim aquele que assume as contradições da história, encarnando os verdadeiros valores do evangelho. Será necessário, ainda, que, hoje, venham vozes do céu para nos dizer: "Homens da Galileia, por que ficais aí, parados, olhando para o céu?” (At 1,10-11). Se somos capazes de, mesmo que por instantes, vislumbrar pedaços do céu, sejamos também capazes de concretizá-lo, já, em ações que promovam aqueles que sofrem, que instaurem a justiça e que se posicionem contra tudo o que torna a vida indigna.

Para os três discípulos e para nós, permanecem duas ordens: a primeira vem do Pai: para ouvir o Filho amado. Ouvir é a atitude fundamental dos discípulos. Ouvir Jesus é entender o que disse e fez, para que seu ensinamento esteja vivo em nossa vida. A outra ordem vem do próprio Jesus que toca nos discípulos e pede que se levantem e não tenham medo de enfrentar os desafios da realidade.

No Monte Tabor, Jesus manifesta sua glória, mas nos chama à intimidade com Ele, para entrarmos na sua nuvem divina, contemplar o seu lindo rosto, nos apaixonar por Ele e escutar a voz do Pai.

Boa reflexão e que possamos produzir muitos frutos para o Reino de Deus.

Pe. Leomar Antonio Montagna

CONTEMPLANDO O RESSUSCITADO

A transfiguração de Jesus, no topo de um monte, prefigura a Ressurreição. Os discípulos escolhidos têm a possibilidade de contemplá-lo na condição de Ressuscitado. Todos os elementos da cena apontam para isto. As vestes resplandecentes, absolutamente brancas, lembram o mundo divino, ao qual Jesus pertence, e evocam alegria e vitória.

A presença de Elias e Moisés indica ser Jesus o enviado definitivo do Pai, e também, o esperado na consumação dos tempos. A reação de Pedro é característica de quem faz uma experiência do sobrenatural: querer perpetuar um momento privilegiado de contato com a divindade.

A intervenção do Pai, cuja voz faz-se ouvir do meio de uma nuvem, não dá margem para dúvidas. Efetivamente, os discípulos têm diante de si um ser celestial, Filho amado de Deus, a quem devem dar toda atenção. Exatamente, como poderão constatar após a Ressurreição.

Por conseguinte, o Jesus, que caminhará para a cruz, não será vítima de uma fatalidade histórica, nem um fracassado que não conseguiu impor o seu projeto. A transfiguração revela sua identidade de Filho amado do Pai, ao qual é absolutamente fiel. A ressurreição deixará patente esse amor.

Após a morte ignominiosa de Jesus, na cruz, o Pai exaltará o Filho, ressuscitando-o para a gloriosa imortalidade. Aí a transfiguração não terá fim. E Jesus será glorioso para sempre!

UMA EXPERIÊNCIA FASCINANTE

A contemplação de Jesus transfigurado foi uma experiência fascinante na vida dos três discípulos escolhidos pelo Mestre para subirem com ele ao alto monte. Neste lugar carregado de simbolismo (a montanha era tida como o lugar privilegiado de encontro com Deus) puderam contemplar Jesus transfigurado, revestido de glória e majestade, e "vê-lo" no fulgor de sua santidade.

A transfiguração foi, de certo modo, uma antecipação da ressurreição. Depois de ressuscitado, o esplendor de sua glória já não fulguraria, por pouco tempo, para um grupo seleto de discípulos. Pelo contrário, não só poderia ser contemplada por todos os discípulos, como também deveria ser proclamada a todos os povos da Terra. A ordem de guardar segredo ("não dizer a ninguém a respeito da visão") perderia sua razão de ser.

Contudo, a contemplação do Ressuscitado haveria de ser precedida por uma experiência aterradora: a de ver o Messias Jesus pendente na cruz. O fascínio daria lugar ao pavor e à estupefação, porque a morte de cruz não encontraria explicação, uma vez que o Mestre sempre dera mostras de ser um homem justo e, em sua pregação, falara de Deus como um Pai amoroso e fiel.

Só quem fosse capaz de superar o impacto da cruz e reconhecer no Crucificado o Filho de Deus, chegaria a reconhecê-lo fascinantemente ressuscitado.

(Parte do Roteiro Homilético foi elaborada pelo Pe. Johan Konings SJ – Teólogo, doutor em exegese bíblica, Professor da FAJE. Autor do livro "Liturgia Dominical", Vozes, Petrópolis, 2003. Entre outras obras, coordenou a tradução da "Bíblia Ecumênica" – TEB e a tradução da "Bíblia Sagrada" – CNBB. Konings é Colunista do Dom Total. A produção do Roteiro Homilético é de responsabilidade direta do Pe. Jaldemir Vitório SJ, Reitor e Professor da FAJE.)

III. PISTAS PARA REFLEXÃO:

A homilia deve destacar que a transfiguração significa que na vida humana de Jesus já se pode ver a glória de Deus. Jesus transfigurado não é um anjo distante da terra; é o nazareno, que iniciou um caminho de doação da vida a serviço de todos e, principalmente, dos mais sofridos – doação que terá seu ápice na cruz. O episódio das vestes resplandecentes no monte não é uma negação da cruz. Ao contrário, a transfiguração é a expressão do sentido salvífico da cruz. A transfiguração somente pode ser compreendida no horizonte da entrega, da renúncia feita por Jesus ao longo da vida. Não existe um Cristo glorioso sem que haja um Jesus crucificado. A transfiguração serve de apoio para a espera da volta de Jesus. Serve para manter acesa a chama da esperança quando passamos pelas cruzes dolorosas. Como na recitação do rosário, os mistérios gloriosos vêm depois dos mistérios dolorosos.


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Sugestões para a homilia

ATENÇÃO: Na página do Evangelho do Dia aqui no NPDBRASIL, no final de cada Liturgia Diária você encontra mais 3 sugestões de Homilias Diárias. Veja também o Comentário Exegético e mais sugestões de Homilias no índice das Liturgias Dominicais na página Homilias e Sermões.

Sugestões para a homilia

1. A futura glória

No primeiro Domingo da Quaresma considerámos a luta de Jesus com o tentador, no deserto. Essa página bíblica recorda-nos que Cristo combateu, recusando aproveitar-se da sua condição divina. Jesus humilde, discreto, pobre, passando fome, tentado como um homem qualquer. Hoje contemplamos a sua divindade oculta pela sua humanidade. Nos Evangelhos este episódio aparece numa altura em que Jesus se aproxima do fim da sua missão. No princípio, grandes multidões O seguiam, mas agora Jesus começa a exigir uma verdadeira fé. Ele é o Messias. As obras que realiza revelam o seu poder divino, mas Ele não é o Libertador glorioso e triunfalista. Ele identifica-se com Servo sofredor de que fala Isaías. As autoridades judaicas recusam-no, armam-lhe ciladas e querem dar-lhe a morte. Jesus afasta-se da Judeia, dedica-se à formação dos Apóstolos. Depois da profissão de fé feita por Pedro, Jesus fala abertamente da sua morte em Jerusalém (Mat 16,21). Pedro rejeita este plano, mas Jesus está determinado e fala da Ressurreição e da glória, que virá após a morte de Cruz. «Vereis o Filho do Homem com os seus Anjos na Glória do Pai!» (Mat 16, 27-28). Seis dias depois dá-se este maravilhoso episódio da Transfiguração. A presença de Moisés e Elias, a nuvem luminosa, a voz do Pai, o rosto de Jesus transfigurado, todo este cenário de manifestação gloriosa ensinará os discípulos que é pelo trabalho que se chega ao descanso, pela luta que se chega à vitória, pela morte que se chega à ressurreição. É morrendo que se ressuscita para a vida eterna!

2. Jesus tomou consigo Pedro Tiago e João

Subamos com Jesus ao Monte Tabor. Subir implica esforço. O Tabor não é muito alto, apenas 588 metros, mas porque se eleva quase a pique, e não há outros montes ali à volta dá uma sensação de muito elevado, dominando toda a planície lá ao fundo. Um peregrino descreveu-o assim:

«O monte Tabor parece um grande altar elevado sobre a planície, colocado ali pelo próprio Deus, para sua glória! Devido à sua forma e situação particular parece dominar toda a grande planície a seus pés. Todos os que dele se aproximam e sobem às suas alturas sentem-se subitamente envolvidos por uma atmosfera da presença divina, que inspira um profundo hino de louvor! Apetece repetir com S. Pedro que bom, Senhor, estar aqui!»

O horizonte visual é cada vez mais amplo, o ar mais fresco, mais puro. Há um grande silêncio lá no cimo. Lembremos que a montanha simbolicamente remete para o sagrado. Permite o isolamento, favorece a contemplação. Deus deixa-se ver quando estamos sós, faz-nos ouvir a sua voz quando fazemos silêncio.

«Jesus transfigurou-se diante deles!» Pedro, Tiago e João, as futuras colunas da Igreja, viram o seu rosto luminoso, «brilhante como o sol». Viram Moisés e Elias, falando com Jesus. Ouviram a voz do Pai. Ficaram bem confirmados: «Este é o meu Filho! Escutai-O» Jesus antecipa-lhes a experiência da glória futura, deixando-lhes ver o fulgor do seu rosto ressuscitado. Quis fortalecer com a visão da glória aqueles que também viriam a ser testemunhas da sua humilhação na agonia do Getsamani. Para não sucumbirem com o peso do sofrimento provocado pela humilhação da sua santa humanidade na Agonia, no Jardim das Oliveiras; para não desfalecerem com a crueldade e violência da paixão que culminará na Crucificação, fortaleceu-os primeiro com a visão da sua divindade, no Monte Santo. Compreenderão, mais tarde, que «era necessário que o Messias sofresse a morte para entrar na glória da Ressurreição». Sobretudo, S. Pedro que também terá dias de luta, de sofrimento, durante a sua vida apostólica, recordará sempre o mistério da transfiguração do Senhor no cimo do monte santo (2P.1,18).

A Transfiguração aparece após o anúncio da Paixão. Todos os Domingos podemos subir a montanha para contemplar Jesus ressuscitado e escutar a sua Palavra, para descermos à vida quotidiana cheios de força divina para enfrentar os muitos problemas. Nesta Quaresma, para escutar melhor a voz de Deus que nos fala no silêncio do nosso recolhimento, teremos algum tempo de retiro?


ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS
(adaptadas de “Signes d’aujourd’hui”)

1. A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Sim, Senhor, quero doravante escutar-vos. Falai, Senhor, que o vosso servo escuta. Senhor, que quereis que eu faça? A vossa vontade será a minha lei, como a vontade do vosso Pai era a lei do vosso coração. Para cada uma das minhas ações, farei o que vós quiserdes. Consultar-vos-ei antes de agir. Falai, Senhor. (Leão Dehon, OSP 4, p. 252).

LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS: Santificai, ó Deus, as nossas oferendas pela gloriosa transfiguração do vosso Filho e purificai-nos das manchas do pecado no esplendor de sua luz. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio: O Mistério da Transfiguração

V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.
R. É nosso dever, é nossa salvação.

Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Perante testemunhas escolhidas, Jesus manifestou sua glória e fez resplandecer seu corpo, igual ao nosso, para que os discípulos não se escandalizassem da cruz. Desse modo, como cabeça da Igreja, manifestou o esplendor que refulgiria em todos os cristãos. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, celebramos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz... SANTO

Monição da Comunhão: Jesus é o Filho muito amado do Pai. Vem até nós. Fala-nos como outrora aos Judeus: «Eu sou o pão vivo descido do Céu!» Escutemos a sua voz. Imitemos S. Pedro e façamos uma tenda dentro do nosso coração. Rezemos: Fica connosco, Senhor. Que bom estarmos aqui.

1Jo 3,2
ANTÍFONA DA COMUNHÃO: Quando Cristo aparecer, seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO: Ó Deus, que o alimento celeste por nós recebido nos transforme na imagem de Cristo, cujo esplendor quisestes revelar na sua gloriosa transfiguração. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS

Monição final: Os três discípulos viram Jesus transfigurado, mas custou-lhes a aceitar que o triunfo tivesse de passar pela cruz. Nós revivemos a experiência dos Apóstolos. Deparamos com a cruz sob os mais diversos nomes e aspectos. Preferimos fugir dela. Gostamos do Tabor, mas não aceitamos o Calvário! O Tabor é uma experiência boa, mas breve. Santa Teresinha do Menino Jesus escreveu numa poesia:

Viver de Amor! Viver de amor, não é cá nesta terra.
Fixar morada no cimo do Tabor é com Jesus subir ao Calvário e amar a Cruz com todo ardor.
No Céu, então, viverei só de gozo Já não terei angústias nem dor.
Agora quero num sofrer doloroso, Viver de Amor! Viver de amor.


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HOMILIAS FERIAIS

ATENÇÃO: Na página do Evangelho do Dia aqui no NPDBRASIL, no final de cada Liturgia Diária você encontra 3 sugestões de Homilias Diárias. Veja também o Comentário Exegético e mais sugestões de Homilias no índice das Liturgias Dominicais na página Homilias e Sermões.

18ª SEMANA

2ª Feira, 4-VIII: S. João Mª Vianney: Contar sempre com Deus.

Jer 28, 1-17 / Mt 14, 13-21
Pegou nos cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronunciou a bênção.

Este milagre é uma manifestação da misericórdia de Jesus para com aqueles que O seguiam (cf Ev), e uma figura da superabundância do pão eucarístico (cf CIC, 1335). Ensina-nos a contar sempre com Deus. Da nossa parte fazemos tudo aquilo que podemos (os cinco pães e os dois peixes), e o resto é com Ele. Além disso, precisamos contar sempre com a Eucaristia. Peçamos abundantes vocações sacerdotais, pela intercessão de S. João Mª Vianney, para que nos dêem o pão-nosso de cada dia.

3ª Feira, 5-VIII: Dedicação Basílica Sª Mª Maior: Sob a protecção da estrela da Manhã.

Jer 30, 1-2. 12-15. 18-22 / Mt 14, 22-36
Mas (Pedro), ao notar a ventania, teve medo e, começando a afundar-se, lançou um grito: Salva-me, Senhor!

Pedro começou a afundar-se, porque reparou mais nas dificuldades que o rodeavam (a ventania), do que nas palavras do Senhor. Por isso, Jesus lhe chamou a atenção: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» (Ev). Neste dia da Dedicação da Basílica de Sª Mª Maior, procuremos recorrer mais vezes à protecção de Nª Senhora. «Não afastes os olhos do resplendor desta Estrela (Estrela da Manhã), se não queres ser destruído pelas tempestades» (S. Bernardo).

Celebração e Homilia: ANTÓNIO E. PORTELA
Nota Exegética: GERALDO MORUJÃO
Homilias Feriais: NUNO ROMÃO
Sugestão Musical: DUARTE NUNO ROCHA

UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS
PROPOSTA PARA ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS
Grupo Dinamizador: P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)
Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal
Tel. 218540900 – Fax: 218540909
scj.lu@netcabo.pt – http://www.dehonianos.org/portal/default.asp


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QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS!

Oh! meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno,
levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente
as que mais precisarem!

Graças e louvores se dê a todo momento:
ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

Mensagem:
"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"
"O bem mais precioso que temos é o dia de hoje!    Este é o dia que nos fez o Senhor Deus!  Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!".

( Salmos )

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